Mentirinhas e a regra dos 7

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“Eu não minto, eu omito”. Esta é a frase dita por mais de 60% das pessoas que se acham super sinceras. Mas até que ponto omitir é estar sendo verdadeiro, tanto para com o outro quanto com você mesmo? E quantas desculpinhas entram em cena quando uma omissão apenas não convence, quando não dá pra fugir do assunto e bancar  o sabonete liso?

Bridget, ele não te ama.

Homens e mulheres mentem todo santo dia, ou quase. São desculpinhas, meias-verdades e as famosas mentiras grandonas que ganham perna curta com o passar do tempo – e, claro, as falcatruazinhas necessárias para assegurar a mentira maior.

Dizem por aí que as mulheres mentem melhor, porque sabem caprichar nos detalhes, tem boa memória e não deixam rastros. Talvez. Não é nenhum segredo que portadores do “XX” são muito mais multitarefa do que os “XY”. Se você consegue dirigir, olhar o bebê no banco de trás, passar batom e ouvir música sem provocar nenhum tipo de freada brusca, com certeza administrar meia dúzia de desculpas é tarefa fácil. Mas não é só isso.

Enquanto meninos mentem para o mundo para melhorar o que pensam de si mesmos, como por exemplo naquele caso típico do rapaz que passa horas fazendo propaganda de suas estripulias na internet e depois não corresponde nem a meio terço da missa que rezou; as meninas mentem para si mesmas para ficarem melhores diante do mundo.

É o famoso caso da mulher que repete tanto que pesa 55kg que ela já nem sabe que seu peso original é 60kg. Faz tanto tempo mesmo que ela não suporta olhar para uma balança, que a mentira torna-se extremamente agradável. Quase um doce. Vai mais um chocolate aí? …

Alfie, você nem é tudo isso.(tá, tá, tá)

Obviamente que mentir para você ou para o mundo não traz lá tantas vantagens, considerando que mentiras podem ser descobertas e que você perde um tempo precioso de amor próprio se amar as suas mentiras. Há quem conte uma inverdade simplesmente por medo de dizer a verdade, ou porque acha que não vai ser tão ruim assim. Por covardia. Nem todos mentem para sair por cima  – e nem dizer toda a verdade vai te “elevar”.

Se vai mentir ou não, a escolha é sua, mas saiba que sempre irão mentir pra você. Mentirinhas e desculpinhas estarão ao seu lado. E só cabe a você ligar o desonfiômetro e acreditar ou não no que andam te dizendo. Seja prático: ela está com dor de cabeça ou a cama anda mesmo uma droga? Já deu tempo dele se apaixonar por você, ou dá pra confiar nesse “eu te amo” falado baixo e com olhar perdido? Taí um belo exercício. Diário.

Aprendi a praticar isso tão bem que a desconfiança chega a me incomodar, mas ainda assim eu erro sobre os fatos. Um dos culpados para isso, fora a quantidade de “desculpinhas” do tipo “não é você, sou  eu”, foi o teatro. Quantas vezes não fiz exercícios simples, porém difíceis, de só olhar para trás quando a pessoa realmente me convencesse? Quandos laboratórios ouvindo “me abraça” até que eu sentisse uma verdade profunda por trás daquela mentira e aceitasse?

A canção do Depeche Mode é sábia:  Come on and lie to me, tell me you love me. Say I’m the only one. É toda aquela relação doentia de paixão e obsessão que te obrigam a pedir mentiras para continuar suportando o que você mesmo aceita pra você. É a sedução dos mentirosos. É suor no escuro. E não é aí mesmo que se mente mais?

Uma vez me contaram da tal “REGRA DOS 7”, que tem aplicação bem óbvia. Quando uma mulher diz que transou com X caras, sempre acrescente + 7 no resultado final. Para os rapazes, a história é outra: se ele disser que dormiu com X meninas, – 7 para o resultado final. Alguém concorda?

Poderia listar quinhentas mentiras de homens e de mulheres, mas o jornal britânico Daily Mail fez um top 10 sobre isso essa semana por mim:

As mentiras que ELES contam:

1. Não aconteceu nada, eu estou bem.
2. Esse é meu último chope.
3. Não, seu bumbum não é grande demais…
4. Meu celular estava sem sinal.
5. A bateria do celular acabou.
6. Desculpe, perdi sua ligação.
7. Eu não bebi tanto assim.
8. Já estou chegando.
9. Não foi tão caro assim.
10. Estou preso no trânsito.

As mentiras que ELAS contam:

1. Não aconteceu nada, eu estou bem.
2. Ah, isso aqui não é novo, tenho há séculos.
3. Não foi tão caro assim.
4. Estava em liquidação
5. Já estou chegando.
6. Eu não sei onde está, nem cheguei a mexer nisso.
7. Eu não bebi tanto assim.
8. Estou com dor de cabeça.
9. Eu não joguei fora!
10. Desculpe, perdi sua ligação.

… E depois dessa não acredito mais em “tudo ben’s” com cara de nada nem que meu bumbum não é grande demais. Mas já falei um pouco sobre isso no “O que eles querem dizer quando…”. Meninas, leiam pra rir. Meninos, pra rir também.

Fiquei inspirada porque ando numa ânsia louca de dizer a verdade fora do tempo. Tem hora pra dizer a verdade? Ou é melhor omitir até ter certeza? E se a certeza vier de uma mentira?  Como saber? Boa pergunta. Pergunta pra vocês responderem e desangustiarem esta pobre garotinha.


ps: e a Fox vai estrear uma série com esse nome da música do Depeche, “Lie to Me”, sobre um especialista em desvendar inverdades. Esperamos que seja realmente muito boa e faça jus à música. Ou muito louca, a ponto de te deixar com medo de descobriem suas mentiras na próxima vez em que abrir a boca. 8)

Top 10: Coisas que já esqueci.

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Fiz um comentário sobre minha memória podre no post das “imagens…” e rapidinho me lembrei dos maiores absurdos de esquecimento que já cometi.

Dizem que você começa a esquecer das coisas quando tem coisas demais para lembrar. É tipo um acúmulo: se você não tem nada para lembrar, não tem nada para esquecer. Agora imagine quando são tantas coisas importantes para lembrar que você começa a se esquecer das coisas…. Hm… Básicas?

agora eu entendo o drama da Dóri.

Sim, é justamente isso que está acontecendo comigo neste exato momento. Justo eu, que sempre fui super “ligadinha”. Estou achando engraçado, pra não dizer dramático. E claro que não poderia deixar de registrar um pouco da minha tragicomédia recente de perda de memória aqui.

O curioso é que o impacto de esquecer as coisas bestas é tão grande que é impossível esquecer que eu  as esqueci depois do estrago que provocam. Entenderam? Ah, esquece. Pode rir da minha cara com o best of de coisas que já esqueci.
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1. Já esqueci de colocar o sutiã pra sair (e reparei no meio da manhã que tinha alguma coisa solta dentro da blusa quentinha – era inverno, ainda bem);

2. Já fui para um primeiro encontro e esqueci de passar desodorante (e tomara que ele não tenha percebido);

3. Já saí naqueles dias e, enfim, adivinha só o que eu esqueci…? (nestas horas agradeço por ser prevenida – e por não ter esquecido a necessaire!);

4. Já esqueci chave de casa dentro da geladeira;

5. Já esqueci de comprar comida pro cachorro (quando eu tive cachorro) em plena véspera de natal.  O sortudo foi alimentado com pernil;

6. Já esqueci 8947283947 vezes de levar biquíni pra praia e provavelmente mais da metade dos meus biquinis foi comprada em situações como essa. E não, não era desculpa para comprá-los, ou você acha que eu sempre estava afim de torrar dinheiro com duas peças de roupa que eu só uso vez ou nunca?!;

7. Já esqueci de um encontro. E só me toquei quando a pessoa ligou, da fila do cinema;

8. Já esqueci que uma festa era na sexta. E liguei para as amigas para perguntar com que roupa íam em pleno sábado. Ouvi o seguinte: “não acredito, Fê! Por isso que você não foi?”;

9. Esqueci toda minha documentação do DRT de atriz numa feira. Sim, numa feira. De frutas e peixe. Com feirantes gritando. Ao sair da escola de teatro, atravessei a feira que acontece na rua, paramos para comprar cerejas (adoro!) e adivinha? O envelope ficou e por sorte não foi molhado por água de peixe;

10. E, por fim, as pequenas coisas: num espaço curto de quinze dias eu consegui esquecer um trabalho,  deixar em casa a minha necessaire duas vezes e ainda largar minha máquina fotográfica e meu celular com amigos. Despreendimento? Não. Desencanada? Nunca. Só falta de magnésio – se é que é isso que faz bem pra memória. É isso? Alguém lembra? …

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Só para constar: o que eu não esqueço mesmo são textos no teatro. E datas, mesmo as mais esdrúxulas.  Pode me chamar de louca, mas até hoje eu confundo o dia do aniversário do meu pai com o do meu padrinho, mas lembro de cada data de aniversário/primeiro beijo/blablabla com ex-namorados. Memória mal alocada? Também acho.

Se eu fosse um pen drive, eu só teria 1GB. Certeza.

O Amor é Importante, P%&¨*! – Imagens da semana

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Então, a reforma continua, eu continuo sem quarto e sem banheiro e, portanto, com o QG oficial de postagem desativado (e com as câmeras fotográficas decentes também). E sei lá porque cargas d’água eu me inspiro muito mais em frente ao meu próprio computador. 8)

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MÁGICO DE OZ NA C&A

Sim, camisetas lindas e baratinhas. Paguei 25,90 nessa e tem uma outra super com carinha vintage também.  Recomendo!
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RUFFLES + LIVRO

A Ruffles me mandou de presente uma caixa com seus últimos lançamentos: dois salgadinhos, um pro moção e outro pra mocinha. Eu, como prefiro batata lisa, comi o de menina primeiro, sabor cream cheese e achei gostosinho. Mas, veja, as batatas masculinas são de costelinha (!). E, carnívora que sou, o que você acha mesmo que eu prefiro? Rowrr!

Melhor que as calorias saborosas ensacadas foi o livro que veio junto com o pacote todo: “Por que os homens mentem e as mulheres choram?”, de Allan e Barbara Pease, que apresenta situações em que homens e mulheres são bem diferentes e como resolver pequenas picuinhas de forma pacífica e indolor.

Comecei a ler e estou gostando e ficando maluquinha, já que é o terceiro livro que  pego para ler neste exato momento. Não, eu não acabei “Amanhecer” ainda por uma simples questão de me poupar, já que quando eu engatar lendo de novo, vou virar a noite! E o outro livro é um de economia moderninha: “A Cauda Longa”, escrito por Chris Anderson , editor da revista Wired, que eu recomendo profundamente para quem gosta de entender um pouco de consumo e trabalha com comunicação.
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DVD’s NA FNAC

“Bonequinha de Luxo”, “De olhos Bem Fechados”, “Último Tango em Paris” e “Sweeney Todd”

Finalmente valeu a pena comprar dvd’s na loja física da FNAC! A promoção é bem simples: 4 dvds saem por R$60, Aí você pensa: “que vantagem Maria leva se na Americanas tem dvd por 9,90?” e eu digo: a vantagem é que lá na FNAC (na da Paulista, pelo menos), você encontra filmes recentes, edições especiais e verdadeiros clássicos que eu, rata de promoção de filme, nunca vi por menos de R$25. Passem lá, tipo, hoje!

Finalmente.

O AMOR É IMPORTANTE, PORRA.

Rebouças X Faria Lima

Quem mora em São Paulo já deve ter visto estas pichações por aí, ou se você é um rato de tumblr e blogs de imagens também já deve ter lido o recado que este grafiteiro tem espalhado na cidade toda. Além de ser simples e direto, para mim é arte e esta está posicionada bem pertinho do trabalho, na Faria Lima com a Rebouças.

Fantasiar não faz mal.

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Ele é corinthiano. E como todo bom corinthiano, adora, sofre e chora futebol.
Ela resolveu voltar a torcer. Assim, só de vez em quando – e para o São Paulo, é claro.

Ela adora moda e compra tudo o que vê pela frente quando o dinheiro sobra.
Ele até que sabe se vestir, mas agora resolveu aceitar um cachecol.

Ele é ciumento e sabe mais do passado da cozinha do que deveria.
Ela já foi, aprendeu a não ser mais, mas acha bonito o cíume dele.

Ela coleciona DVDs.
Ele também.

Ele não gosta de ser fotografado.
Ela é insistente.

Ela diminuiu 2cm do salto pra não ficar da mesma altura.
Ele não vê problema nenhum em desfilar o orgulhinho um pouco mais alto.

Ele prefere o cabelo dela ondulado.
Ela não vê graça em tanto frizz.

Ela gosta de cabelo compridinho.
Ele tem mania de cortar.

Ele sempre esteve ali, ela não viu.
Ela sempre esteve ali, ele não viu.

Ela gosta de PC.
Ele odeia mac.

Ele gosta de café.
Ela ama.

Ela adora sushi.
Ele topou tentar esse lance de peixe cru.

Ele só toma coca-cola.
Ela, só da zero.

Ela adora pizza de calabreza.
Ele também, mas sem cebola.

Eles adoram halls preto.


Não estou apaixonada, mas isso não me impede de fingir que estou por alguém que não existe. Ainda.

Robert Pattinson, o cara mais sexy do mundo – ou porque homens não devem cortar o cabelo.

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Aparentemente, as britânicas são bastante patriotas no quesito “homem mais sexy”. Depois de elegerem Daniel Craig – Bond, James Bond – o cara mais hot do mundo em 2006, este ano Robert Pattinson parece ser o inglês da vez.  Só que agora as britânicas só confirmaram o que garotas do mundo inteiro (e eu me incluo nisso) achamos.

A revista Glamour inglesa fez uma pesquisa em seu site e o resultado foi unânime: Robert Pattinson. Rob deixou para trás nomes como Brad Pitt, George Clooney, Johnny Depp e Hugh Jackman, eleito o “mais mais” pela People ano passado. Para fechar o top 5 das inglesas, em 2º lugar veio Zac Efron, em 3º Chace Crawford, em 4º, Ed Westwick e, por fim, Alex Pettyfer.
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(clique para ver maior)

A revista aproveitou para falar mais sobre motivos científicos e evolutivos para gostarmos de Robert. Sim, aquela velha história do estereótipo físico do reprodutor ideal, que inclui estatura elevada, olhos angulosos, sobrancelhas grossas e mandíbula marcada. Apesar disso tudo, todas sabemos por a+b que sorriso e cabelo charmoso não entram nessa lista, mas são dois dos atributos principais de Pattinson.

Agora, tirando o cara mais sexy do mundo, o que se segue é um bando de menininhos sensuais de seriados por aí (e de filmes marromenos por aí):

Zac Efron, de High School Musical, e Chace Crawford, o mocinho de Gossip Girl
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Ed Westwick, o vilãozinho de Gossip Girl, e Alex Pettyfer, de Alex Rider Contra o Tempo

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Tirando todo o mistério do Westwick, essas carinhas de bebê não me agradam nem um pouco, porque sou do tipo que prefere esse padrão Discovery Channel de homem bonito. Mas, como para bom entendedor meia palavra basta, se algum homem ainda estiver lendo até aqui, só vou deixar uma coisa bem clara:  entenderam porque manter o cabelinho num comprimento razoável?

Sim, a gente também gosta de puxar. Mas também gosta de olhar nos olhos, então veja bem, hein? Zac Efron já está fora do ponto! 8)

E se ele acreditasse no amor e ela não? Este é “500 Days Of Summer”.

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É esse o mote principal de 500 Days of Summer, ou abrasileirando, “500 Dias Com ela”. Como era de se esperar, não se trata de uma história de amor, mas sim de uma história sobre amor. Joseph Gordon-Levitt, o outro protagonista de 10 Coisas que Odeio em Você, e Zooey Deschanel, de Quase Famosos,  interpretam Tom e Summer, jovens que se conhecem no escritório e começam uma relação deliciosa, mas… Indefinida, porque ela acha melhor assim.

Não sei não se de repente virou moda falar de mulher moderninha e deixar os homens na posição de babões, mas o fato é que isso anda sendo bem mostrado por aí. Ela não quer e ele quer, embora tudo seja bem diferente do mundo lá fora, não é mesmo?

Mas tudo bem. Parece ser um filme fofo e bem intencionado, cuja divulgação internética realmente me convenceu a querer assistir e não necessariamente para “encher o coração e criar esperança na humanidade”, mas sim porque 500 dias com ela foi um dos selecionados do festival Sundance – e isso significa bom, no meu ponto de vista.
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Engraçado ver um rapaz interpretando “sinais” da garota, não? 8) O filme já estreou nos Estados Unidos e chega por aqui dia 20 de Novembro.