10 “punks” favoritos do baile do Met

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Nesta segunda-feira rolou o baile do Met em Nova York e o tema foi “Punk: Chaos to Couture”, o mesmo da exposição que ocupa o Museu Metropolitan na cidade até agosto. O tema parece fácil,  já que mil e um estilistas levaram suas versões do movimento para as passarelas, mas o encontro do movimento punk com a alta costura rendeu poucas e boas no tapete vermelho. Seria uma saída fácil para muita gente encher uma roupa de tachas e ir, vestir um moicano e ir, ou até mandar o stylist ir dar um passeio num dos brechós incríveis da Big Apple e trazer algo grifado de anos atrás.

O problema é que, CLARO!, a maior parte dos stylists nem fez o seu trabalho (ou fez mal feito de tanta piração!) e foi um festival de gente que apareceu com looks dignos de gritar “QUÉ ISSO NOVINHA”. Outro grupo simplesmente tomou activia e foi andar pelo tapete vermelho, sem se importar em nada com o tema da noite. Que feio!

Eis aqui meus 10 looks favoritos do baile do Met:

Cara Delevingne: a modelo britânica foi com um vestido Burberry customizado com spikes e nos deu uma boa ideia do que fazer com um pretinho básico encostado. Só achei que exagerou muito no borrado da maquiagem, deu a impressão até que a pele estava meio mal feita

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Lily Collins: a atriz misturou mechas azuis não tão legais com uma maquiagem meio cisne negro também não tão legal, mas a overdose de informação do ombro para baixo ficou aí sim bem legal para a ocasião.  Vestido e jaqueta são Moschino, sendo que o casaco é vintage. Como tuitou Coco Rocha antes de sair de casa: “go big or go home!”

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No Doubt se reencontra no vídeo de “Settle Down”

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comeback dos bons!

Mas que delícia, mas que saudades! Depois de quase 10 anos de jejum, No Doubt lança seu mais novo clipe, “Settle Down”, com direito a reencontro fictício da banda, festa pop-up em caminhão e muitas cores, explosões de alegria e um batidão gostoso e bem orgânico, sem refrãozinho “house”, que a gente já cansou.

“Settle Down” é a primeira música do próximo álbum do grupo, “Push And Shove”, tem um refrão que vai bombar na pista (“I’m a rough and tough, I’m a rough and tough/And nothing’s gonna knock this girl down”) e mata a saudade não só do grupo, quanto da voz e das maluquices de Gwen Stefani, que também não aparecia com trabalhos solo desde o álbum “The Sweet Scape” de 2006.

Tô amando e tô já pensando em qual festival vai trazer os caras para cá primeiro. Apostas? Bem que podia ser o Terra. Já pensou, Garbage e No Doubt na mesma noite? Ia sair faísca! hehe

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Laranja Mecânica: modos de usar.

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Este é o Alex, de Laranja Mecânica (1971):


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Como usar uma referência:

Bart Simpson, via blogdebrinquedo


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Como não usar:

No Doubt, via JustJared.

Desculpa, Gwen. Eu sei que você voltou com os meninos e tal, mas você devia ter continuado com Alice.

Sobre porque o MP3 influencia pessoas

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Sou uma pessoa altamente influenciável. Não pelos maus hábitos dos outros, mas por seus estados de espírito. Sabendo disso, escolho muito bem com quem pretendo me relacionar. Também sou influenciada pela energia/clima do lugar. Se sinto a famosa “energia pesada”, pode crer, não fico no local nem mais um minuto. Não me chame para um velório. E nem sei o que eu farei quando morrer: acho que devemos curtir alguém enquanto a pessoa tá viva, afinal.

Mas o assunto não é esse. Bom, também me influencio pela trilha sonora. Eu, que não sou chegada a axé/pagode e cia. limitada, cheguei até a dançar MÓITO em Porto Seguro. O clima faz a ocasião, junto com as pessoas, muito bem escolhidas, claro. Mas e quando está só você, com seu MP3? É você e a música que escolheu.

Baseadas em algumas MP3 atualmente no meu aparelhinho bosta:
– quando estou feliz, quero pop meloso e animado: Public Affair da Jessica Simpson, Like a Virgin da Madonna e etc (tenho muitos pops melosos, acredite);
– quando estou triste, música melancólica: qualquer coisa do Depeche Mode, Good Morning Joan dos Cardigans, All Good Things da Nelly Furtado, ou Blower’s Daughter do Damien Rice (provavelmente uma das músicas mais melancólicas do mundo);
– se estou energética: Smile da Lily Allen, The World is Mine do David Guetta, Wind it Up da Gwen e Say it Right, da Nelly Furtado;
– se quero ser uma sex machine (é, acontece): Sexyback do Justin (amo profundamente), Toxic da Britney, Love Hurts da Joan Jett, Sweet Dreams do Eurythmics, I touch myself do The Divinyls ou Like a Boy da Ciara (melhor música dela até agora, na letra e no ritmo, ao meu ver);
– pra pensar na vida, atualmente a preferida é Rebellion do Arcade Fire.

Recomendo todas as músicas que eu citei, não preciso nem dizer. Mas a questão é quando você não está “in the mood” para aquela música e seu mp3 insiste em jogar músicas tristes com você feliz, ou pops melosos quando você está sexy, ou músicas-sem-classificação quando você está a fim de pensar. Afinal, não tem como não andar em clima de passarela na rua quando está tocando Sexyback no seu ouvido e você está com vontade de dominar o mundo (acontece às vezes também).

Acho que os mp3s deviam ter um botão seletivo de músicas por emoção, facilitaria muito os meus problemas (de ser influenciada pelo “clima energético” das situações). Detesto ouvir música triste quando estou feliz e detesto ter que ficar apertando botõezinhos do MP3, dentro da bolsa, enquanto estou de pé no busão lotado. Acho que vou patentear essa idéia e enviar pra Apple. E ficar milionária, claro.