Tag: Gisele Bündchen


Você poderia comprar uma coca-cola, um saquinho de balas, um bilhete de metrô, ônibus, sei lá quanto isso custa em dólares. Mas Craig Gleason usou uma nota de um dólar como tela para desenhar e, bem, vender por pelo menos dez vezes mais que isso:

NOTA DE UM DÓLAR COM O PRESIDENTE GEORGE WASHINGTON

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NOTA DE UM DÓLAR COM LADY GAGA:


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Imagina se isso vira moda? Acabou o troco nos Estados Unidos! E para quem ficou interessado em comprar, veja a tabelinha de preços de cada “desenho” e acesse o blog do Craig para adquirir seu “Gaga Dollar”.

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Postado por loverox

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post longo, diversão garantida. 8)

Eu sempre tive curiosidade de ir ao cinema sozinha. Curiosidade mórbida talvez, mas que não se aplica quando o assunto é comer sozinha. Estou habituada a almoços e cafés “reflexivos” e entretenho-me facilmente assim, inclusive porque uma vez aprendi num livro incrível como se deve comer sozinha com classe.

Não sei se vocês já ouviram falar do Como andar de Salto Alto, mas é praticamente uma bíblia cor-de-rosa para mulheres (jura?!) não fazerem feio nunca, em lugar algum. Traz dicas de todo o tipo, dada pelos mais diferentes figurões, e é provável que você se lembre vagamente desta bibliografia obrigatória porque é lá que Giselinha revelou seus truques modeléticos de como posar pra foto. Rapidamente? projete-o-queixo, coloque-uma-das-pernas-a-frente, abra-bem-os-olhos, não-olhe-de-frente-pra-câmera e, o plus, olhe-sempre-por-baixo. Outras gentes importantes também abriram seu baú por lá, mas são gentes que não vou citar porque o assunto não é esse, mas dica pra foto todo mundo quer.

Só pra fechar o assunto, antes que alguém diga que isso aí é livro de mulherzinha-inha: sim, Camilla Morton, autora do livro, te ensina a andar de salto alto (!), mas também te ensina a apostar no Jockey Club. E te ensina a jogar poker. E, sim, foi com ela e com o livro que  aprendi  a jogar poker de verdade e hoje estou apta  para as jogatinas deste mundão e pronta para tirar até as cuecas de qualquer adversário. Hit me!

O fato é que, numa de suas lições de elegância, Camilla ensina como lidar com diversas situações em que você está solitária, mas “ir ao cinema sozinha” não é uma delas.
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por R$2,00 e ainda correndo o risco de ser bom? tô lá.

Como eu estava com bloqueio criativo e descobri a sessão promocional das 15h do Cinemark por apenas R$4,00 (valor que dividi pela metade com o uso de minha carteirinha universitária), resolvi partir para um experimento empírico que deveria me render algum tipo de inspiração, já que eu nunca tinha ido sozinha ao cinema antes. E o melhor: se a experiência toda fosse ruim, eu não ia me arrepender tanto, já que não ia doer neste bolso universitário. Mas, a experiência foi boa. Ótima..

Eu sempre imaginei que ir ao cinema sozinha fosse uma das expressões máximas de independência. Mais até do que ir para uma festa ou cair na noite all by yourself, porque, chegando no evento noturno, você vai esquecer até de você mesma, dependendo do nível birita da coisa. No cinema, não.

No cinema você vai se aturar sozinha por uma hora e meia. Ou duas. Ou três. Você não só vai ser “boa companhia pra você mesma”, mas vai ver aqueles casais melosos, adolescentes em grupos e turmas de amigos animadas – atenção para não se deixar levar por este último grupo!

Sim, porque você poderia ver um filme qualquer em casa, sozinha. Você poderia simplesmente aguardar ter uma companhia. Você poderia se esquivar de ser objeto de olhares curiosos. Mas, não! Você resolveu ir porque tá afim. Você resolveu se arrumar e sair de casa porque você quer ver essa p&¨% de filme logo.

Você não quer esperar o DVD. Você não vai aguardar a boa vontade do Telecine. Nem dos seus amigos – ou amigas. Ou talvez, sei lá, talvez você queira um pouco de quality time só pra você. É. Bem provável que você nem queira companhia! Capaz que isso nem seja um problema. Aliás, possível que isso não seja nem uma questão a ser feita: “companhia? Pff! Hoje quero me agradar”.

Aí eu fui, nessas de me agradar. O preço era agradável, como eu já disse, e eu acabei pagando 4 vezes o preço numa pipoca média e numa coca pequena, mas tudo bem: eu não resisto à pipoca no cinema. Nem em cinema cult. É algo que eu simplesmente não dispenso. E, falando nisso, não é ridículo pagar mais caro na coca-cola do que no ingresso? …

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Postado por loverox

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Eu não vou negar: um dos meus temas favoritos é homem. Falar bem, falar mal, criticar, reclamar. Que eu posso fazer, né? Afinal, neste exato momento eles também estão falando de mim, de você, de nós mulheres. Ou pelo menos de nossas bundas. Portanto, estou no direito saudável de exercitar minha liberdade de expressão para tratar do tema “homem”.

Quando se fala de homem, pode-se abordar o assunto de diversas formas. Mas como eu, pessoalmente, tenho gastado tempo demais falando mal destes seres insanos (ou eu é que sou normal demais pra eles), quero falar apenas de homens bonitos. Simples, homens bonitos. Porque aí eu posso só olhar e não julgar, só olhar e não pensar em nada além de “que belas covinhas… essas aí do seu quadril”.
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Nicholas Hoult: fofinho e mortal.
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O problema é que homens bonitos não são perfeitos. Eles não são nem deuses gregos – ainda bem, viu? Estátuas de mármore são gigantes e geladas. Mas, enfim, eles não são perfeitos. Simplesmente não são perfeitos porque antes de você parar para olhá-los sem julgamento, eles já estão esperando: “me ache bonito, me ache bonito, me ache bonito”, porque eles sabem que o são. Só que diferentemente de uma mulher gostosa, eles não têm pedreiros em sua vida.

Com isso, eles passam a emitir quase que uma mensagem subliminar que irá latejar em seu cérebro durante todo o tempo em que você estiver com ele, babando em algum pedacinho do céu escondido no corpo do cara. É inevitável, minha querida: uma hora você vai falar que o cara é lindo, você vai fazer cara de abestalhada, você vai pensar “gente, como eu sou sortuda!”, você vai babar literalmente. Você vai dizer que o cara é gato. Gisele Bündchen faria o mesmo no seu lugar! E vocês estão certas: exercer a sinceridade é tão importante quanto o direito de falar de homem gostoso.

Você vai falar, vai olhar, será carinhosinha e gentil e, claro, se ele não for um paquiderme degenerado e sem coração, também irá falar algo a respeito da sua beleza. Vocês irão sorrir. Você vai contar para todas as suas amigas sobre o cara gato que está pegando e mostrará quem ele é para todas, uma por uma. Vai repetir N detalhes das ficadas e vai lidar com sorrisinhos amarelos de “é, você já me contou!”. Mas é natural, não? Afinal… Gente! ELE É LINDO!

No dia seguinte, vocês se encontram. Como um cachorrinho querendo biscoito, ele vai esperar até o último minuto, ele vai desejar, ele vai emitir ondas eletromagnéticas através do cérebro-lindo-super-poderoso dele. Definitivamente, ele vai conseguir arrancar de você mais um confete: “você tá mais lindo hoje, com essa camisa azul!”. E você, abestalhadamente cega, achando que está arrasando na conquista, vai ouvir o famigerado “Obrigado, linda”.

O ego é uma coisa preciosa. Preciosa porque cada um tem o seu, tipo bunda e tal. Mas é uma coisa engraçadinha porque infla. Infla feito balão, fica gigaaaaaante, estufado, bonito. Mas em um determinado momento, ele não só pode, como vai explodir. Na sua cara e na dele.

Enquanto você achava que estava conquistando um gatão e sendo correspondida, talvez não. Talvez você só estivesse trazendo à tona doces memórias de como era bom um tempo que passou, um tempo de ser paparicado, admirado e enxuxuzado pela mamãe, pelas titias, pela irmã mais velha, pelas primas.
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imagem via we <3 it


Homem bonito.
Talvez ele nem seja lá tãããão bonito. Talvez ele seja bonito só pra você. Talvez ele seja só o outro pé da sua pantufa velha xadrez. Não importa: ego é uma merda que infla e explode. A partir do momento que você se abestalhar demais em prol de inflar seu homem e deixar de ser a autêntica, a gostosa, a maravilhosa, a vitaminada, a sensacional, @_desejada garota que ele conheceu…. Pode esperar: o ego do seu rapazote vai explodir em dois tempos. Lembre-se: eles não têm pedreirões na vida!

Tudo bem, estou super-sendo engraçadinha e, óbvio, alguns balões até têm uma tendência maior a explodir que outros e tal…. Mas, todo cuidado é pouco!

Com o tempo, estes indivídos de peito inflado começam a gostar demais de se olhar no espelho… Demais de se vangloriar dos próprios atos. Estão sempre mega ocupados com as próprias sarnas pra coçar que arranjaram. E agora eles te amam, te amam de verdade, mas talvez só digam “obrigado, linda”. E você, gatinha, ficou sem atum.

Portanto, vá escovar seus pêlos e tomar seu leite.

Gisele Bündchen, Serena Van Der Woodsen e Carrie Bradshaw fariam o mesmo.

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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