Tag: Gisele Bündchen


Cinco momentos que farão o Carnaval de 2011 ficar guardado na memória:
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o Rei na Beija-flor

Gisele e o desfile patrocinado por aquela marca que ela não usa

Jude Law, aka o peguete de Hebe Camargo

havia uma pista molhada no caminho de Ana Hickmann

Valeska Popozuda fantasiada de mulher-fruta (???).
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E por este Carnaval é só.  Beijos para as peladas e um especial para o figurinista da Glenda Kozlowski.

 

Até ano que vem! 8)
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Postado por loverox

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lançamento - Pantene

mais fotos no flickr

No tal evento da Pantene, tivemos a oportunidade de ver e ouvir Gisele Bündchen por alguns sete minutos, o que obviamente não nos possibilitou perguntar coisa alguma e nos deu a certeza total que ela passa spray de baforada de Afrodite no cabelo, ou qualquer coisa divina do gênero.

Com portuguesinho gringo e uma gíria ou outra “tipo assim”, a loira explicou rapidinho o que eram os lançamentos e falou das novas embalagens da marca feitas com plástico cuja matéria prima é a cana de açúcar – ou ao menos foi isso que entendi, já que estava bastante ocupada fotografando.

Olhando bem pra mulher, vimos que é toda uma energia absurda que não se trata de cabelo, de produção ou de passarela. Talvez Gisele seja atriz por natureza e saiba concentrar sua energia toda no sorriso aberto ou no carão durante os poucos minutos que se mistura conosco, pobres mortais.

Quem sabe ela nem seja assim no dia a dia, quem sabe seja toda uma questão de concentração para dar o melhor de si nos milionários segundos em que aparece e dá o ar de sua graça. Ou, sei lá, ou a mulher é mesmo iluminada, e aí saberemos que não há Pantene – ou qualquer outra coisa – que traga tanta energia para o nosso cabelo e ilumine nosso rostinho.

Quer dizer, quem sabe Gisele, e seu movimento ondulado, sejam a tal beleza real, a tal inner beauty que só quem se ama – e se ama demais – pode ter.

Posso falar? Admirei-a como ser humano. (mas ainda não consigo imaginá-la fazendo o número 2.)

Postado por loverox

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Tirando o pretinho básico, poucas coisas são realmente unânimes no mundo da moda. Uma delas, de fato, é o cabelo de Gisele Bündchen. Diz para mim se existe uma mortal que jamais tenha sonhado com um cabelo daqueles – ou pelo menos com uma cor daquelas, com ondas daquele jeito ou com o brilho estupidamente ofuscante? Pois sim, não há quem passe imune ao picumã da mulher.


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Por esse e outros motivos (tipo, Gisele é modelo de lifestyle e citação recorrente por aqui), me senti absolutamente lisongeada ao ser convidada para descobrir todos os secrets de la Bündchen num evento especial da Pantene amanhã.

A garota propaganda da marca será estrela do evento de lançamento da nova linha de tratamento Pantene Pro-V, que promete proteger muito mais nossos cabelos, seja de agressões químicas, como tintura e alisamento, seja de agressões térmicas, como a chapinha e o secador do dia-a-dia.

No super café da manhã com a top, ela promete contar como cuida e protege suas madeixas loiras e deve responder perguntas de quem estiver no evento. Portanto, eu também terei oportunidade de mandar minha pergunta! O que vocês gostariam de saber da cabeleira da übermodel? Contem aqui nos comentários!

E, para beauty geek nenhuma botar defeito, toda a world wide web vai poder participar da conferência com a Gisele: basta curtir a página Cabelo de Gisele no Facebook e entrar na aba ao vivo para assistir e enviar sua pergunta durante a conferência que acontece amanhã, quinta-feira (12), às 11 horas. Eu vou tomar café com a Gisele – e você também pode! 8)

ps: tô louca para ver se ela realmente fala português com sotaquezinho gringo! hahaha
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Este post é um publieditorial.

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Postado por loverox

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branquinho básico.

Final de semana passado mergulhei numa busca quase espiritual por um sutiã branco. Sim, um básico e sem graça sutiã branco, porque simplesmente não dá pra ficar sem, por melhores e mais duráveis que sejam os pretos, os chocolates e os beges da vida (que não, não são nada sensuais, mas são excelentes para o dia-a-dia).

Em minha jornada passei por simplesmente três lojas diferentes até encontrar um querido e cândido pra chamar de meu. Foi um processo complicado. Apesar da lindinha Loungerie, nova grife/rede de lingerie, trazer um conceito de loja de roupa de baixo totalmente inédita no Brasil, acho que os estilistas de lá acreditam piamente que toda brasileira tem peitão – ou já se siliconou.

Na loja inteira, inúmeros modelinhos de renda sem um pingo de sustentação, ou então sutiãs incríveis (e baratos!), com bojo simples, sem uma espuminha, um araminho, nada. Tá, também são ótimos para o dia-a-dia e eu mesma comprei alguns de lá antes, mas cadê aquele UP que, até onde me consta, as brasileiras, sim, precisam? Hein?!

Fui na Micena, outra rede de lojas de lingerie, daquelas mais tradicionaizonas. Pedi por sutiã branco com “moral” e ela me traz um mísero filho único da Liz. Porra, meu! Valisére me decepcionou, até porque o único modelo mais clarinho da loja (um bege claro, quase branco), já tenho na minha gaveta.

Antes de recusar um outro modelo rosa bebê, a vendedora ainda me pergunta: “tem certeza que não quer ver um chocolate ou essa nova cor lilás discreta lançada pela…?” “Tenho!”. O que raios aconteceu com o bom e velho sutiã branco com a sustentaçãozinha de *ego* wonderbra? Cadê?!

Fui parar na Hope desesperada. Entrei no recinto olhando pros malditos peitos de Gisele no anúncio, ela que provavelmente não deve pensar em levantamento de bolas de tênis ao comprar um maldito sutiã. Pedi uma peça BRANCA para a vendedora já sem a menor esperança, já que não havia um mísero sutiã branco exposto. Nenhunzinho. Preconceito!

Dali uns cinco minutos ela me volta com duas (digo, duas!) opções apenas. Escolho, provo, apaixono-me por um. Compro e fim do sufoco.

Agora, me contem porque, me digam qual motivo, razão ou circunstância fez os queridos desenhistas de roupa íntima abandonarem o santo básico em prol do boring nude? Me respondam onde foi parar a democracia da cor básica, do up pra quem quer e da alça normal para quem precisa???

Afinal, não é todo dia que queremos uma tela florescente embaixo da camiseta.

Postado por loverox

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Rápido e rasteiro, porque tirando Gisele ontem, estava tudo bem tranqüilo. Aproveitei para finalmente olhar a lojinha Pop-Up montada próximo ao lounge da Oi e trombei com Evandro Soldatti, o modelo que virou “Alejandro” da Lady Gaga.

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Sábado, o quarto dia

@ SPFW - Verão 2011

No rolê pela lojinha, encontrei várias coisas lindas e fofas, de enlouquecer qualquer amante de papelaria (veja no flickr!). Mas meus favoritos mesmo foram as escovas de dentes hipster da Curaprox, vindas diretamente da Suíça. Tenho uma verde água com cerdas pink e foi bem emocionante encontrar toda a *paleta de cores* assim, na minha frente e enquadrada. Fora que a escova é  muito boa, tá? Mamãe é dentista e recomenda. Para quem não vai à Bienal, dá pra encontrar na rede de farmácias Iguatemi, no Shopping Iguatemi ou no Market Place.

Alejandro, aka Evandro Soldatti, estava na primeira fila do desfile da Animale e sua booker fofa não deixou o rapaz dar entrevista. Li na Folha um papo com ele, e o rapaz disse que “não dá para destacar um trabalho mais importante”. Tá bom, querido. Todo mundo lá queria falar contigo e tu sabe bem porque. Volta pra Nova York!

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Domingo, quinto dia

Alexandre Schneider/UOL

Giselão apareceu, causou, o mundo inteiro se estapeou por ela, e nem um fiozinho de loirice eu vi passar. No desfile, também não deu pra ver, já que a Colcci prendeu o cabelo da mulher. Agora, cá pra nós, todo mundo já sabe que Gisele é diferente porque é, certo? Então minha opinião leiga é que a rainha da passarela devia sim estar de cabelo soltão e diferentão. Prontofalei. E ah, sabem um tal Gianecchini? Também desfilou. Ofuscado, mas desfilou.

Fora isso, na segunda entrada da mulher, uma modelo xis quase esbarrou com ela. Quem viu ao vivo, percebeu. Pena que não dá pra no vídeo:

(não consegue ver o vídeo? Clica aqui)

Mudando de assunto, para quem gostou de ver meu look “balada”, dá pra ver um dos meus looks “pra trabalho” no It Girls e um pouco sobre “o que pretendo fazer depois da semana de moda”. A Juliana, colaboradora do It, me entrevistou. Achei legal aparecer por lá e confesso que achei mesmo bem engraçado – e que tô bizarra  na segunda foto.  Em todo caso, estão lá as phynas e… eu! hehe No mínimo inusitado.

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E é isso, pessoal. Acaba aqui o plantão SPFW, pois depois de camelar bastante, terminei as matérias com antecedência e estarei bem longe da BEE-nal hoje: em casa, quentinha, fazendo nada. Descanso merecido.

Até janeiro, fashionistas.

Postado por loverox

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Britney sem Photoshop ainda deve mandar melhor que a sua vizinha neurótica

Toda mulher neurótica gosta de pensar que não está tão neurótica. Um bom jeito para isso é enfiar seus dilemas embaixo do tapete passando seu questionamento adiante. Logo, as ciumentas conseguem enfiar minhocas na cabeça das não-tão-ciumentas, as obcecadas com o cabelo fazem brotar frizz até na mais lisa e auto-confiante, e as minhas  favoritas mesmo são as que não estão contentes com o próprio corpo e gostam é de comentar o corpo alheio.

Um dia fala-se sobre a bunda de fulana, no outro sobre silicone feio de ciclana e no dia seguinte sobre um culote, um pneuzinho, um bracinho mais avantajado. Ou seja, coisas nada anormais no mundo dos humanos com formas e tamanhos normais – mas tudo fora do tal padrão estético.

Teoricamente, padrão estético é algo bastante variável, mas todo mundo sabe que as mais cheinhas  não voltam à moda há séculos. Podem dizer que Marilyn Monroe era avantajada, mas ela era um belo 90x60x90, aproximadamente. Avantajado? Sei não. Para mim, ela era gostosa, tinha um corpo saudável e até onde eu saiba isso nunca deixou de ser bonito, ou algum homem aqui não pegaria essa loira? Ahan que não.

Apesar disso, repete-se exaustivamente que esta fase já foi, ao mesmo tempo que o império da magérrima Twiggy parece nunca ter fim. Com apenas 1,67m de altura e um peso pena que eu realmente não faço a menor questão de saber (42kg, para quem faz), esta “pequena” modelo se tornou grande nos anos 1960 justamente por representar o oposto da voluptuosidade de Marilyn.

Desde então, o “padrão” estacionou nas magrinhas, embora os homens e trocentas pesquisas científicas continuem reforçando que na esmagadora maioria dos casos eles gostam mesmo é de um belo quadril cheio (chamada da revista “Nova”, tá?).

Um dos editoriais mais legais de todos os tempos, da “V Magazine”: uma modelo “do padrão” e outra mais “girl next door”. Qual fica melhor?

Os críticos de moda dizem que o final dos anos 1990 foi marcado pela volta das “sexy curves”, tendência comprovada com a ascensão de la Bündchen e devidamente atestada pela Vogue em 1999 quando publicou que Gisele era a grande responsável pela nova tendência.  Só que aonde estas tais “sexy curves” chegam perto das de Marilyn?

Tirando Gisele da parada, manequins 36 e às vezes até 34 são os que desfilam, chegando ao ponto de modelos serem engordadas e terem seus ossos proeminentes apagados em processos de pós-produção. Hoje a moda é de “não-retocar”, e a pergunta é  onde vão esconder os ossos que aparecem até no meio dos peitos siliconados.

Se estas garotas são saudáveis, não é o meu ponto aqui: em qualquer extremo  sempre haverá gente doente. Assim como sempre existirão gordinhas “nascidas”, sempre existirão as “magras de ruim” e, olha!, está aí a diversidade. O que não é nada diverso é o tal “padrão”, que só serve à meia dúzia de manequins, alguns estilistas e alguns heróis  que se julgam capazes de acompanhar fisicamente tudo isso e se sacrificam.

Depois da tendência do não-retocar, outro grito da moda são as modelos 46, que já colocam seus pézinhos no outro extremo da balança. Quanto ao meio termo, esqueça! Também pegou chamar manequim 40 de plus-size. E por que não “normal size”? “Medium size”? (E vale incluir aqui qualquer nomenclatura que não seja puxa-saco dessa tal fábrica de cabides.)

Quando até Twiggy afirma que gostaria de ter nascido com as curvas de Marilyn Monroe, só cabe uma pergunta:  somos grandes ou elas são pequenas demais?

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ps: e este foi um mero comentário vindo de uma garota que também gostaria de perder mais 2kg e “photoshopar” algumas coisas, mas que não abandona a cerveja ou a sobremesa por isso. Não vale a pena.

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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