TAG: Minha história em 10 músicas

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Eu ouço muita coisa, mas sempre acho que não sou apegada a essa ou àquela música. Tenho alguns artistas favoritos, mas no geral não sou extremamente apegada, então é comum minhas paixonites irem e virem – tipo, bye, Lana Del Rey, olá, Haim!

Por isso, achei que seria um bom desafio fazer a tag “Minha História em 10 Músicas”. Roubei lá do Chat-feminino e quebrei a cabeça para responder! Peço agora a pausa para uma #musicfriday! ;)

1. uma música que te lembre um momento bom

“Walk On The Wild Side”, Lou Reed. Tocou numa volta de balada da faculdade e, devido aos acontecimentos da noite, se tornou inesquecível junto com a sensação boa de liberdade da madrugada. Não esqueço daquela turma de gente que nunca mais vi cantando emocionada, em uníssono. Sweet.

2. uma música que defina sua vida

“Take a Bow”, Madonna. Tirando a parte do amor, que é a que menos importa, todo o drama é real para mim e essa é daquelas que eu canto com emoção no karaokê para o sono de todos os presentes.

3. uma música que te faz dançar na balada

“212”, Azealia Banks. Eita música boa: maximal, acelerada, estridente e ainda alguns DJs raros tocam de vez em quando. Eu goxxxto. E Azealia fez coisas boas depois, mas mais nada me causou o mesmo encanto que essa aí.

4. uma música tema de algum relacionamento

“Pumped Up Kicks”, Foster The People. Se eu não sou muito apegada, é claro que não ia ter uma super música marcante. Mas eis que esse megahit do Foster foi aos poucos se tornando a minha música com o Rafa. E é hilário, porque já tínhamos mais de ano de namoro quando a música foi lançada e ela não fala absolutamente nada sobre amor. rs

5. uma música que te faz chorar

“Ride”, Lana Del Rey. Chorar é modo de dizer, né? rs Bem, quase rolou um empate técnico com “Someone Like You”, da Adele, mas prefiro a ~sofrência~ existencialista neste quesito. “Ride” ainda tem esse instrumental incrível que você pode gostar mesmo se achar a Laninha uma chata.

6. uma música que seria toque do seu celular

“You Sexy Thing”, Hot Chocolate. SIMPLESMENTE PORQUE SERIA FANTÁSTICO O CELULAR BERRANDO SEXY THING, TEM UMA LIGAÇÃO PARA VOCÊ. E essa música é demais.

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David Beckham corre de cueca pela rua para a H&M

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David Beckham: correndo por aí

Para divulgar mais uma coleção de underwear de David Bekcham para a H&M, o melhor comercial do mundo foi feito: Guy Ritchie dirige o vídeo que mostra, basicamente, Beckham correndo pelas ruas de Beverly Hills de cueca após ficar trancado para fora de casa.

A ideia não é nadica inovadora, mas ficou uma gracinha, é claro. Não há nada de errado com esse vídeo: direção ponta firme, David correndo, David de cueca, David dando um olé nas crianças, David enganando os paparazzis e ainda toca “Don’t Stop” do Foster The People. O que mais nós queremos? <3
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No site é possível conferir a coleção completa, mas eu eu vi mais graça no vídeo! hehehe

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Lollapalooza, dia 2 – Imagens da Semana

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Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

 

chegando na animação! hehe

Segundo dia de Lolla foi dia de chegar mais cedo, foi dia das bandas mais amadas por mim e foi o dia do “indie do pé sujo”, como brinquei carinhosamente no twitter, já que o público era totalmente diferente do dia anterior (contei sobre o primeiro dia aqui). rs O esquema era chegar logo para aproveitar Friendly Fires, num bom lugar e sem correria.

Adentramos o Jóquei com o fim do som e da animação do Gogol Bordello para depois darmos uma olhadinha na tenda eletrônica, onde Killer On The Dancefloor mandava fodamente bem e botava o povo pra suar e sorrir. Foi épico, foi maximal e ganhou de 10 a zero da farofada de Calvin Harris no dia anterior. E foi também difícil sair um pouco antes do final para pegar um lugarzinho para ver Friendly. A dupla brazuca está  de parabéns: quem puder ir ver os caras na noite, vá!

doidona no meio do povo e antes da chuva

O show do Friendly Fires foi energético, foi animado, foi cheio de hits e  foi marcado pelas dancinhas malucas de Ed Macfarlane. A cada rebolada do vocalista o povo ia à loucura e foram gritinhos misturados com as letras durante o show inteiro. Ele, aliás, estava louco de vontade de interagir, mas infelizmente o palco Butantã não tinha uma frisa que o deixasse lá em cima, só um corredor na grama mesmo – e ele aproveitou ainda assim.

Foi delicioso ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo e curti sentir a percussão pesada e dançante ao vivo; taí outra banda que veio na hora certa. Podia ter vindo um pouquinho antes, é verdade, mas mesmo assim não perdeu o ponto. Mandaram bem; o final da apresentação foi especialmente “energético”.

a chuva: o bom momento para ficar parado

Daí veio a chuva – e não foi qualquer chuva, só demos a sorte de estarmos  dentro da tenda da CK descansando bem na hora que o barraco desabou. rs Vimos raios e trovões rolando do lado de fora e, mesmo com super capas de chuva na mochila (compradas na Centauro; fica a dica! hehe), resolvemos abandonar o MGMT.

Estávamos ouvindo a apresentação dos caras e, pela animação do público, acho que não perdemos nada. Apesar do primeiro álbum ser muito bom e cheio de hits, o segundo mergulha num conceitual bom de se ouvir em fones poderosos em casa, não no meio da lama. Nessa hora, quem acompanhava de casa no Multishow se deu muito melhor! hehe

Foster The People: <3! (crédito: Photo Rio News)

Aí superamos a chuva e o resto do pinga-pinga para ver um dos nomes que mais aguardamos desde que o festival foi anunciado, Foster The People. Seriam eles bons músicos? Corresponderiam ao vivo ao ótimo trabalho em “Torches”? Teriam calor humano ou seriam só uma bandinha indie olhando para seu próprio umbigo enquanto entoam suas composições “super importantes” para a humanidade? Será que teriam bom humor? rs

Com capas e gotas de leve em nossas cabeças, tomamos lugar no palco principal para ver a banda. O show começou com “Houdini” e de cara deu pra ver que ia ser todo mundo cantando tudo o tempo inteiro e a banda sorrindo o tempo inteiro. O grupo fez um show maduro e mostrou todas as nuances eletrônicas propostas por Mark Foster no palco.

A voz do cara, aliás, estava ótima e todo o corre-corre de troca de instrumentos do trio, que poderia arrastar o ritmo da apresentação, só surpreendeu a galera. Cubbie Fink ia para os sintetizadores e voltava para o baixo, Mark pegava o piano, ia para os sintetizadores, saia correndo pela frisa (para alegria do povo) e chegou até a ajudar na percussão em “Call It What You Want”

Mas, é claro que 0 povo delirou mesmo com  o super hit “Pumped Up Kicks”, canção sabiamente deixada para o final da apresentação e para deixar todo mundo com gosto de quero mais, tanto é que a banda foi embora e nem precisou dar tchau! rs

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Já tinha contado de forma breve o quanto amei o show, mas tenho que acrescentar que agora me arrependo amargamente de não ter ido na apresentação dos caras no Cine Jóia e no DJ set do Clube Yacht (embora o povo tenha saído de lá com as pernas cortadas de tanto copo de vidro que caiu na pista – insano, não?). O jeito agora é continuar ouvindo o CD e torcer para que os meninos da Califórnia façam um segundo CD tão bacana quanto esse.

Depois do show, fomos lanchar e fazer o tempo passar até os Arctic Monkeys chegarem. Confesso que não “estudei” para o show e acabei ficando perdida na vibe das músicas mais recentes, que são mais pesadas e melancólicas, daí junto com o grupo que  não é lá uma super simpatia, é tocar e pronto. Isso não é ruim, de forma alguma, mas a chuva voltou a apertar, perdemos o lugar bacana em que estávamos e o ritmo desacelerou. Resultado: acabamos abandonando o show aos 45 minutos. Conversando com as pessoas depois, achei que quem mais curtiu o show estava vendo pela TV (e o inverso aconteceu com Foster: quem viu pela TV achou um lixo! Vai entender! hehe).

Sobre o evento: O festival foi super divertido e teve um clima delicioso, mas como todo grande evento numa grande cidade, a organização ainda tem muito o que aprender. A dependência do metrô e do trem foi um transtorno para muita gente e quem ficou até o último suspiro das apresentações dos dois headliners, sofreu. Sofreu inclusive com o shutter que levava para pontos estratégicos, como o Shopping Eldorado. Eu não tive problema pois usei carro + shutter e não fiquei até o último segundo, mas ouvi relatos bem chatos. Fica a questão para que todo mundo possa aproveitar até o último segundo ano que vem!

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E O LOOK:

Domingo foi o dia do hype feat. coolness (risos!!) e do corpo já cansado do primeiro dia, por isso apostei no super sneaker roxo confortável e na minha camiseta de triângulo misterioso. O restante do look foi consequência:

Camiseta: Complot (Buenos Aires); short militar com tachas nos bolsos: Shoulder; sneaker: Puma; bolsinha cinza com franjas: loja qualquer de Barcelona;  pulseira de couro, de franja, shambala e anel: Íris Bijoux (contei aqui); o Ray Ban vocês já conhecem! ;)

 

Vício em Foster The People na ressaca do Lollapalooza

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Mark Pontius, Mark Foster e Cubbie Fink

Já twitei, já facebookei, já contei para os amigos por MSN e na hora do almoço: Foster The People mexeu comigo nesse Lollapalooza e não teve pra ninguém no meu coraçãozinho. Joan Jett e seus black hearts estão dividindo o posto de show mais foda junto com o trio de californianos gatinhos que vieram na hora certa e no momento certo, com todo mundo cantando o álbum “Torches” de cabo a rabo na ponta da língua.

O CD do Foster é o que mais tem tocado no meu Itunes desde que saiu. Aliás,  a banda é a minha favorita do momento junto com os Friendly Fires, que também fizeram um showzaço maravilhoso e  sensual com as coreografias rebolativas do Ed Macfarlane, mas não dá pra negar que o grupo está num momento mais morninho em relação a Mark e seus amigos.

E, a questão agora minhas amigas, é que Mark Foster é realmente esse gato todo, foi fofinho, correu na frisa, arrancou gritinhos, cantou bem, suou e usou camisa polo provando que isso não é mais coisa de gente coxinha, ok? Por isso, deixo uns mil e um vídeos para a gente querer outro show, uma entrevista fofa com a história do megahit “Pumped Up Kicks” e a música que ele gravou com a cantora Kimbra e o A-Trak para uma campanha da Converse.
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A música nova com a Kimbra e o A-trak:

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Entrevista simpática com perguntas de fãs americanos: 

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AI, MARK FOSTER, O MAIS LINDIE DOS INDIES! <3 <3

Top 5: Clipes com crianças prodígio

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Não sei se os diretores de clipes acordaram e tiveram a mesma ideia ou se os músicos não andam muito afim de ficar atuando o tempo todo nos vídeos, mas é fato que há uma tendência se intalando aí: um monte de clipes recentes contam com atores mirins fofíssimos como protagonistas.

Tem a mini Jessie J no clipe de “Who’s Laughing Now“, um bando de crianças do mal em “Helena Beat” do Foster The People, ” do Scissor Sisters e até o não tão novinho, mas já famoso, Ryan Lee, que faz parte do elenco principal do filme “Super 8” e protagoniza o clipe de “Titanium” do David Guetta. Ele tem 15 anos, mas aparenta menos, fazer o que né?

Dá o play e se diverte com esses cinco clipes com crianças prodígio:


Jessie J – “Who’s Laughing Now”

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David Guetta feat. Sia – “Titanium”

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M83 – “Midnight City”

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Foster The People – “Helena Beat”

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Scissor Sisters – “Shady love”
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14 Músicas para dançar na virada

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quem tava ansioso pelo set desse ano?? o/

Já são dois anos de sucesso com a mixtape de fim de ano pra se jogar dançando até de manhã no Revéillon. Por isso mesmo, a seleção de músicas pra dançar está de volta em 2011, mas com uma novidade especial: dessa vez é batidão puro, com versões remixadas e coladinhas do começo ao fim!

A playlist traz as músicas que mais cantamos esse ano, as que ainda vão merecer mais da nossa atenção em 2012 e aproveitei para incluir também as músicas que mais toquei nas festas esse ano.

Tem minhas queridinhas Yelle e Nicola Roberts e a nova estrela do time, Lana Del Rey, que veio num remix ótimo (pra mim, o melhor!) do Penguin Prison. Os destaques pra gente prestar atenção ano que vem vão para a fodona Azealia Banks, o duo MNDR e o gatchenho Ben Westbeech. O prêmio de indies lindos e dançantes fica com Totally Enormous Extinct Dinossaus, The Naked And Famous e minha banda favorita do momento, Foster The People.

A outra grande novidade deste set com carinha de mixtape é que, obviamente ele foi todo escolhido por mim, mas contou com todo o talento do namorado Rafa para mixar e deixar tudo bem bonito e prontinho pra baixar e se jogar por mais de uma hora! Eba!

Confira a playlist e ouça o preview:

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

1. Rihanna – We Found Love (Calvin Harris Extended Mix)
2. The Naked And Famous – Young Blood (Futurecop! Remix)
3. Yelle – Comme un Enfant
4. Munk – Mis Labios
5. Lana Del Rey – Blue Jeans (Penguin Prison Remix)
6. Foster The People – Helena The Beat (Suxx Edit)
7. Totally Enormous Extinct Dinossaurs – Household Goods (Justin Martin Remix)
8. Nicola Roberts – Beat of My Drum (Ed  Wilder Remix)
9. MNDR – Cut Me Out (Drop The Lime Remix)
10. Ben Westbeech – Ready For The Weekend (Joey Negro Z Remix)
11. Metronomy – The Bay (Eroy Alkan Remix)
12. Lady Gaga – Marry The Night (Dimitri Vegas & Mike Like Remix)
13. Don Diablo & Dragonette – Animale (Oliver Remix)
14. Azealia Banks – 212
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Que mais dizer? Dancem MUITO no Ano Novo, mas usem a seleção também para fazer faxina e correr na academia – sei que cês curtem, hein? ;) kkk