E se as redes sociais estivessem no colegial?

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social media high school

Se há um tempo atrás nossa vida se resumia em checar scraps no Orkut, hoje o próprio fica de lado diante de tantas outras opções – e melhores opções. Para os fãs de música, há last.FM, MySpace, Hype Machine. Para os fotógrafos e “aspiras”, Flickr, Tumblr e Instagram. Para os blogueiros, WordPress, Livejournal, Blogger e muitos outros. Para quem fala pelos cotovelos, Twitter. Para quem não tem paciência para nada disso, Facebook. E, claro, para todos os mortais, Google e Wikipedia.

Não é preciso nem dizer que cada pessoa usa aquilo com o que mais se identifica, então que tal transformar as redes sociais em “panelinhas” do colegial? Pois sim: o infográfico resume o perfil de cada usuário de acordo com aquelas turminhas do colégio.

Várias definições são geniais, mas meus favoritos são os twiteiros, gossip girls de plantão, e os orkuteiros, alunos de intercâmbio!

Clique para ver maior:

Class Of 2011: If Social Media Were a High School

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Se você gostou muito, deixo a dica de decorção: tem poster desse infográfico para vende por $16,99 na Flowtown!

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O melhor de ser mulher, by Greta Garbo

qua

Pensando bem…

Perguntaram para mim qual era a melhor coisa de ser mulher. Parei por uns trocentos minutos e pensei em trezentas e quinquenta e cinco respostas clichê, tipo:

– fazer shopping day com as amigas;
– fazer “queen day” com as amigas;
– chorar sem motivo sem te acharem (tão) louca;
– poder chorar com qualquer filminho e não duvidarem da sua sexualidade;
– poder falar não para o sexo sem duvidarem da sua sexualidade;
– não se sentir mal por não saber trocar um pneu;
– saber que a tequila funciona mais para você;
– orgasmos múltiplos;
– ser mãe.

Mas, olha, vamos e venhamos? A maior parte de nós vai passar essa vida inteira sem fazer “shopping day” e “queen day” toda semana, muitas vão transar sem estar com aqueeela vontade, várias vão morrer de vergonha de chorar em público, as azaradas vão ser assaltadas quando aceitarem ajuda alheia para trocar o pneu, nem todas vão ou querem ser mães e, enfim, né? Um porcentagem ínfima de nós vai ter orgasmos múltiplos.

Então, digo uma coisa: a melhor coisa de ser mulher é poder estar de TPM, curtir sua melancolia em paz, saber que esta sigla maldita é a causa única do seu mau humor e, assim,  levantar uma bela placa de “me deixa” para os outros.

Sim, à la Greta Garbo: “Leave me alone. I want to be alone”.