Musical das Spice Girls está em produção

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Spice Girls na “Rolling Stone” em 1997: saudade!

As Spice Girls estão voltando. Não exatamente Victoria Beckham, Emma Buntom, Geri Haliwell, Mel B e Mel C, mas  sim suas músicas e seus estilos, recheados com muita nostalgia.

Segundo a “Nylon”, o produtor Simon Fuller, que já foi empresário das garotas e criou os programas “American Idol” e “So You Think You Can Dance”, está por trás da produção de um musical da Broadway que reuniria os grandes sucessos da girl band.

Por enquanto ainda sem data de estreia definida, a peça se chamará “Viva Forever” (!) e será escrita pela comediante Jennifer Saunders, que já colaborou com “Friends” e é a roteirista de “Absolutely Famous”. A ideia original de levar as pimentinhas para os palcos foi de Judy Craimer, justamente a pessoa que pensou em colocar as músicas do Abba como pano de fundo para a história de “Mamma Mia”.

Ainda não se sabe o que esperar do roteiro, se será a história do grupo ou se as canções serão apenas um plus, como em “Mamma Mia”, mas sinto cheiro de comédia por aí. A própria Jennifer Saunders declarou que a peça irá “aproveitar a personalidade distinta das Spice Girls”, o que pelo menos garante um elenco original.

Acho ótimo e absolutamente divertido, principalmente porque será uma forma de reviver os 90’s sem precisar contar com a personalidade das cinco integrantes, que demonstraram só estar afim de money, honey quando armaram aquele “retorno” desastroso.

E aí, você iria para Nova York assistir? (e fazer umas compras, vai…)

Não digo adeus, guardo comigo.

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e não vou reler “Alice…”.

Não sou tão apegada a ambientes, pessoas ou fases. Às vezes penso que quando tiver de passar vai passar e foi assim com formatura de escola e faculdade, já que ambas só me emocionaram no último segundo possível.

É claro que eu não acho que tenho a virtude de aproveitar tudo a todo segundo, o hoje pelo hoje, carpe diem e toda essa filosofia bonita, facilmente destrutível numa segunda-feira chuvosa. Só acho mesmo é que, de alguma forma, eu encaro fases como… Fases. E isso não se encaixa com os livros. Livros são eternos.

Parece óbvio, mas vou explicar. As músicas que eu mais ouço hoje com certeza não serão as que eu mais ouço amanhã, nem depois, nem ano que vem, mas as páginas que me emocionaram há 5 anos provavelmente ainda me emocionam hoje, ao menos pela lembrança da minha própria imaginação.

Nunca reli livros pois tenho medo de não ter a mesma interpretação inocente da primeira lida, interpretação que obviamente não vou ter, mas guardo-os todos na estante. Morro de raiva até hoje de não ter meia dúzia de títulos que li emprestado e não comprei – e sei lá porque cargas d’água ainda não comprei.

“Hell – Paris 75016” é um exemplo. Marcou muito há 7 anos quando li, mas provavelmente não saquei o cartão de crédito da carteira ainda pois cairia na tentação de ler o humor sórdido da Hell de novo quando o pacote chegasse em casa. Só que sabendo o final.

Fui perceber que me apego aos personagens dos livros quando demorei pra terminar a saga “Crepúsculo”. Se você não gosta da série, te respeito, e pode substituí-la por um livro que você goste qualquer, pois  não é dela que quero falar, e sim do tempo absurdo que levei para findar o quarto livro. Enquanto li o segundo e o terceiro em, sei lá, no máximo 5 dias, enrolei enquanto pude com o tal “Amanhecer”.

Eu queria saber o fim, eu estava morta de curiosidade, mas acho que não queria dizer adeus ao vampirão e a Bellinha desastrada. Eu não queria pensar que o drama deles teria fim e que o felizes para sempre não renderia mais história para euzinha, pobre leitora de um mundo mortal sem seres mágicos.

Aí olhei pra trás e lembrei de outros episódios semelhantes, com outros livros, outros autores. Ontem abri uma caixa na bagunça do meu quarto novo (não tão novo, mas novo no quesito “ainda não organizei tudo”) e encontrei um livro que li no comecinho do ano passado, o “É Claro que Você Sabe do Que Eu Estou Falando”, da escritora, artista plástica, videoartista e um monte de outras coisas, Miranda July.

E hoje se eu pudesse te recomendar um livro de crônicas, de boas e intrigantes histórias curtas ou mais longas, escritas todas de um jeito realmente original, com tramas realmente originais, eu recomendaria “É Claro Que Você Sabe Do Que Eu Estou Falando”.

Recomendaria com 90% de certeza, pois os outros 10% pertencem a última crônica do livro. Não, não li a última. Não quis me despedir.

Cinema é de família: conheça Gia Coppola

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Gia Coppola, por Lauren Dukoff para a “Nylon”

Neta de Francis Ford Coppola e sobrinha de Sofia Coppola, adivinha qual a carreira que Gia resolveu seguir? A de cineasta, é claro. A sortuda deve ter convivido com a sétima arte desde criança e já dirigiu um curta-metragem, “Non Plus One”.

Acabei de conhecer o trabalho dela, e vi uma baita inspiração na obra da tia, que dirigiu “Encontros e Desencontros”, “Maria Antonieta” e outros, filmes marcados pela sensibilidade, pelo cuidado especial dado à direção de arte e, porque não, pela própria feminilidade, sem necessariamente se tratarem de temas femininos.

Gia Coppola dirigiu este curta para a marca Target para apresentar a nova linha de Zac Posen. No vídeo, as garotas da banda The Like se preparam num camarim e depois seguem para a apresentação da música “Fair Game”.

O som das meninas lembra muito o de bandas como Au Revoir Simone e The Bird And The Bee: tudo com aquela pegadinha indie e um estilo retrô que, pessoalmente, adoro.
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Pode roubar essa maquiagem e esses cabelos? Esse meio preso com franja e raíz alta entrou para a wishlist da minha vida.

via Criativa

Os dez melhores posts de 2009

qua

É claro que eu não ia resistir fazer essa lista, né? Confiram os 10 melhores posts de 2009!

foi difícil decidir, viu?

Para fazer a lista, considerei o quanto gostei de fazer o post, o grau de utilidade pública ou divertimento proporcionado, variação de temas e, claro!, o que vocês comentaram, de forma que priorizei o que vocês mais curtiram, já que nem tudo que é meu favorito é o favorito de vocês, né?

1. Dez Dicas Básicas para viajar pela Europa

2. Sozinha no Cinema: “Jean Charles” às 15h

3. 10 Comerciais que deveriam ser curta-metragens

4. Speed Dating Trident Fresh – Imagens da Semana

5. Fantasiar não faz mal

6. Moonwalk: o guia definitivo

7. Ao Natural: elas não usavam Photoshop

8. Mashups de pôsteres de cinema

9. Eu odeio morar aqui (esse post fez um sucesso que eu jamais imaginava! Olha que eu nem ia publicar esse texto, hein?)

10. Dez flmes que a gente vai querer ver (post pra guardar, já que alguns ainda não estrearam!)

Bônus: os 100 fatos sobre a Europa, divididos em cinco partes. O primeiro post foi esse aqui.

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Lembra de algum post que você adorou e não está na lista? Conta nos comentários! 8)

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Retrospectiva (minha) de 2009, o ano da adultescência

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Este ano não quero resoluções, só quero agradecer de peito aberto!


feriado @Toque Toque

E agora josé?

Eu tinha que falar, já que é bem isso que me passa pela cabeça. Enquanto até o meio do semestre eu estava desempregada, sem job, sozinha na pista e sozinha talvez até na faculdade e em meia dúzia de outros lugares, de julho em diante minha vida mudou completamente.

Antes fosse apenas a Hannah (minha gatinha) ter entrado para a minha vida – ou o pilates e a acupuntura. Ou então o fato de eu ter conseguido um emprego bacana, ou de terminar a faculdade bem, obrigada. Antes simplesmente eu tivesse só encontrado um namorado perfeito pra mim, antes eu tivesse apenas realizado o sonho de conhecer Paris… Bem, 2009 me trouxe tudo isso – ao mesmo tempo.

As coisas demoraram pra acontecer, mas foram indo devagarzinho se encaixando para que eu realmente tivesse um dos anos mais inesquecíveis da minha vida.

Viajei para a Europa, ganhei a Hannah, que é “prima” da Vanilla (minha gatinha falecida), pela primeira vez consegui manter uma rotina constante de exercícios com o pilates (e parei na reta final do TCC, volto em janeiro, juro!), descobri a magia da acupuntura (recomendo!), comecei a dirigir diariamente e até troquei de carro, comecei a trabalhar no UOL… Comecei a namorar o Rafa. Me formei com um 10.

Quer dizer, se eu tinha motivos para querer mandar tudo e todos para qualquer lugar mal cheiroso de fevereiro a julho, de repente alguma coisa mudou. Os astros se realinharam. Eu comecei meu ano 6 segundo a numerologia e o fluxo de mudanças do ano 5 acabou, enfim.  Sei lá what the fuck happened. Só sei que sou a prova viva de que o que está pior pode sim melhorar!

Mágoas à parte, espero aprender a resolver e melhorar isso (e digerir isso) ano que vem, afinal não tenho mais motivos para remoer tristezas diante de tantas novas possibilidades que a vida tem me dado. E talvez esta seja minha única resolução de ano novo, algo que depende unicamente do meu esforço, já que ser feliz é uma opção que fazemos diariamente ao sair da cama.

2009 me provou que é preciso ter paciência e que as coisas acontecem, sim e como tem de acontecer. E, depois dessa, não tem como não entrar em 2010 confiante, feliz, curiosa pelo que vem pela frente – e muito agradecida.

Obrigada Deus, obrigada universo, obrigada a todas as pessoas incríveis que estiveram ao meu lado!


Em tempo: estou fazendo baliza e carregando a família pra viajar no banco de trás do carro.

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ps: mas agora, falando sério, só não tô é tão curiosa com as contas a pagar dessa vida aí de “mulheradulta/formada/pagominhascontas”. Sabe como é, né? Deram uma batida no meu carro, tem que mandar arrumar… blablabla whiskas sachê.  hehe 8)

Tai, sentiremos saudades.

seg

… Porque é assim que eu lembro da Brittany Murphy, cantando “andando com os amigos” em “Patricinhas de Berverly Hills” na sessão da tarde – e dublado, de preferência.

Fiquei realmente chocada com o fato, já que ela era tão jovem (só 32 anos!) e marcou minha pré-adolescência nesse filme, afinal ela não era perfeita como a Alicia Silverstone: ela também tinha cabelos cacheados e se apaixonava pelo mais foda da escola.

Sentiremos saudades, Tai.