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Tudo o que eu vi, o que você já sabe e o que ainda não te contaram. 100 fatos divididos pelas 9 cidades que visitei e um top 10 geral para não faltar nadinha.

Esta é a segunda parte dos 5 posts que farei contando tudinho. Perdeu a primeira parte? Veja aqui.

PARIS



- But what about us?
- We’ll always have Paris.
(Ingrid Bergman e Humphrey Bogart em Casablanca, 1942)

21. Paris recebeu o apelido de “Cidade luz”, pois foi uma das primeiras grandes cidades a possuir iluminação nas ruas. Tal obra de urbanização foi feita para a Exposição Universal de 1889, motivo pelo qual foi construída a torre de ferro mais famosa do mundo. A Torre Eiffel ficou pronta exatamente para a exposição, levando apenas 2 anos para ser construída.

22. Eu sempre quis, de fato, conhecer Paris. Sempre. E apesar de toda a felicidade em passar 5 dias lá (foi a cidade em que ficamos mais tempo), infelizmente o momento mais incrível da viagem toda não foi no alto da Torre Eiffel. Tudo bem. Pelo menos foi lá que eu tirei mais fotos: mais de 500 imagens para registrar a cidade de manhã, de tarde e, principalmente, a noite.

Enquanto em outros lugares você acaba guardando a câmera pela falta de luz, lá você só pensa em registrar. Acho que só estive em um lugar mais iluminado que Paris: a Times Square, em NY. Só que lá são os anúncios que brilham na sua cara, não uma iluminação bela e estrategicamente planejada para impressionar turista.

23. Esqueça tudo o que te disseram sobre os franceses serem nojentos e antipáticos. Diz a lenda por aí que eles não curtem falar inglês, que odeiam turista que fala inglês, que odeiam, enfim, turistas. Mentira. Paris foi a cidade que mais nos tratou bem, além das pessoas terem sim topado falar com a gente em inglês. A única senhora que conversou conosco em espanhol foi super simpática e disse que não falava inglês. Se era verdade, não sei. Só sei que ela nos ajudou e nos deu um sorriso. Por que iríamos reclamar disso?

24. Paris é linda ao ar livre, mas provavelmente é o subsolo com mais história para contar. Além de ter milhares de estações de metrô, elas têm passagens e corredores que parecem caminhos de rato. Corredores estreitos, muita gente, plaquinhas de direção para todos os lados. E, bem, o metrô te ajuda absurdos. Acho que nunca peguei tantos metrôs na vida quanto em Paris: a gente chegava a pegar o metrô 8 ou 9 vezes por dia. A cidade tem tantos pontos turísticos que deixar de ver algum deles é praticamente um crime, principalmente quando se tem mais tempo!

Para completar a história do subsolo, Paris tem catacumbas espalhadas por baixo da cidade inteira. Em um determinado momento há uns 300 anos, os cemitérios começaram a ficar cheios, principalmente com os guilhotinados da Revolução Francesa. A solução aí foi criar corredores de cemitérios “ao ar livre” embaixo da terra.

Apesar dos moradores da cidade afirmarem que existem várias catacumbas espalhadas pela cidade, só uma delas fica aberta a visitação “turística”. É claro que nós fomos! Andamos quase um kilômetro em baixo da terra e nos deparamos com corredores escuros, úmidos e com ossos até o teto. Certamente foi o lugar mais assustador e bizarro em que eu já estive, mas sei lá porque cargas d’água eu simplesmente não me senti mal. O lugar tem uma calmaria estranha. Vai entender…

25. O lugar em que eu comi melhor e pior foi Paris. Lá a comida é realmente cara. Você pode sentar num restaurante mediano e gastar mais de 20 € no almoço (*facada*), ou você vai num fast food e gasta menos de 7€, ou come um belo crepe por 2 ou 3€. No começo da viagem, a gente se propôs a experimentar o fast food de cada cidade, mas em Paris a overdose foi tão grande que eu estava abandonando “Royals with cheese” pela metade. Sim, quarteirão com queijo lá é “royal with cheese” por causa do sistema métrico, assim como contaram pra você nos diálogos de Pulp Fiction (1994).

É claro que uma hora nós nos cansamos de trash food (não dava mais!) e aí eu gastei 26€ num almoço com gosto. Três pratos, vinho e café espresso. Sem reclamar. Mas, considerando o estilo da viagem que fizemos, não daria pra fazer isso sempre, até porque nós duas preferimos gastar com compras, passeios e museus do que com comida, obviamente.

26. Paris tem museu pra caramba, pra não usar outra palavra começada com “ca”. Sério. Apesar do Louvre ser o Louvre, ser gigante, ter um acervo incrível, abrigar a Mona e centenas de outras obras importantes, não foi meu museu favorito de toda a viagem. Mas… Lá é permitido tirar fotos.

Dentre todos os museus que visitamos, os de Paris foram alguns dos únicos que não proibiam câmeras fotográficas. O Louvre e o D’Orsay (museu dos impressionistas)deixam o turista à vontade e eu incluo isso na lista de razões pela qual Paris é um dos principais destinos turísticos do mundo. Os viajantes querem registrar o que vêem, querem mostrar para os amigos. Portanto, os quadros são protegidos, as informações estão em três línguas diferentes e, sim, você pode tirar fotos sem flash.

Agora eu preciso fazer um parênteses para a Mona Lisa (1507): eu juro que ainda estou tentando entender qualé a do quadro. Achei bacana ver um dos maiores símbolos da cultura ocidental ao vivo, o tal sorriso enigmático, a paleta de cores harmoniosa,  a perspectiva interessante, enfim. Só que vocês têm noção de que o quadro é praticamente um porta retrato?


Onde está Wally? Digo, onde está a Mona?

Além da tela ser pequena, duas barras de proteção estão lá pra proteger a obra de Da Vinci e uma multidão de gente se aglomera para tentar ver um pouquinho mais. Bem, eu tirei foto da bagunça toda, dei zoom na Mona e decidi que qualquer imagem em alta resolução do quadro me daria uma visão melhor do que a que tive ao vivo. Uma pena: o quadro fica tão longe que não deu nem para ter aquela emoçãozinha que eu tive ao ver outros quadros de pertinho.

27. Paris tem a população mais misturada de todas as cidades que visitamos. São indianos, negros, turcos (muitos!), loirões e loironas no estilo ariano e os franceses mesmo. A diferença é clara: eles não tem porte atlético, elas têm o rosto fino e são bem magras. Eles se vestem bem. Elas andam maquiadas até o dedo do pé, mas são finas. Foi a cidade em que mais vi gente bonita e onde menos o “biotipo brasileiro” chama atenção, já que eles estão bem acostumados com tons de pele e tipo físico parecidos com os nossos.

28. A quantidade de filmes que já foi rodada em Paris é absurda e eu fiquei toda feliz ao passar pelos lugares e lembrar dos filmes. Isso inclui o trecho do Rio Sena onde o Linguini cogita jogar o Remy em Ratatouille (2007), ou então olhar para os prédios e imaginar que uma daquelas janelas pode ter feito parte de Os Sonhadores (2003).

É claro que passar em frente ao Moulin Rouge foi uma emoção à parte, já que eu sou fã maluca do filme. Tirei trocentas fotos lá, mas me recusei a assistir o show. Minha mãe assistiu quando foi à cidade e me contou o que viu: basicamente mulheres que dançam muito e usam roupas exóticas. Como os shows atualmente, portanto, nada têm a ver com o que a casa era no passado e muito menos com a história do filme, resolvi não ir.

29. A cidade é planejada em torno do Arco do Triunfo, de forma que todas as avenidas principais levem a ele e a Champs Elysées. Olhando de cima é maravilhoso, mas para os pedestres? Um inferno. Cruzamentos de seis ruas e boulevards e avenidas que mudam de nome apenas por conta de uma leve angulação. Sim, a gente se perdeu com mapa na mão e quase foi atropelada mais de uma vez.

30. A primeira sex shop que eu entrei na vida foi em Paris. A loja estava vazia e o atendente, um chinês maluco com inglês tosco, ficava perseguindo nós duas e nos oferecendo finger vibrators. Aposto que ele pensou que éramos um casal. hehehe 8)



AMSTERDAM


Quando for a Amsterdam, alugue uma bicicleta.

31. Gente feliz andando de bicicleta. Foi a maior impressão que Amsterdam me deixou, até porque os ciclistas sorriem pra você (?). Aliás, o número de bicicletas é infinitamente maior que o de carros, o que também me proporcionou experiências de “quase-atropelamento” freqüentes, já que a ciclovia é um trecho reservado na borda da calçada e eu obviamente me esquecia disso.

32. Para o resto da Europa, um parque de diversões. Para brasileiros que moram lá, uma cidade pacata sem nada pra fazer (?). Pelo fim de semana que passamos lá, cheguei à conclusão que é uma cidade pacata, com diversões controladas. Vida noturna? Não sei. Amsterdam tem cartazes de festas espalhados por toda cidade, mas não há casas noturnas no centrinho. Aos domingos, 23h já é hora de dormir e muitos pubs começam a fechar. Logo, nada lembra a agitada vida noturna paulistana. Marijuana? Só em coffee shops. Prostitutas? Só no red light district dentro de sua própria vitrine.

33. Venta muito, portanto recomendo que você tenha um guarda-chuva bom em mãos. Pagar 5€ cada vez que um guarda-chuva seu virar ao contrário ou outra garoa começar não é nada recomendável para o seu bolso.

34. Terra da Heineken. Tomei Heinekens de todos os jeitos: em lata, em garrafa e tirada na hora. Lá eles não diferenciam cerveja de chopp, então não tenho outra forma para definir. Nós visitamos a “Heineken Experience”, o tour alcóolico que eu comentei aqui. Lá é uma espécie de fábrica turística em que você acompanha o processo de fabricação da cerveja. Cheirei todos os ingredientes, vi o tal do lúpulo e e depois tive a experiência gostosa de tomar cerveja fabricada ali na hora e sentir nela pronta todos os cheiros dos ingredientes novamente. Foi bem interessante!

35. Vodka Bols. Outro tour alcóolico, mas dessa vez da Bols, marca de vodka que não é exportada para cá e também produz diversos licores. Além de tomar um drink preparado por um dos barmans do lugar, nós ainda sentimos todas as essências possíveis dos lícores deles e descobrimos que a Bols é que inventou o copo de martini e a coqueteleira. Você sabia? Nem eu.

36. Existe uma região da cidade conhecida como “Red Light District”, ou Distrito da Luz Vermelha, e para bom entendedor, meia palavra basta. Como não existe uma placa indicando ou não há nada sugerindo como chegar lá em mapas ou guias turísticos, nós tivemos que nos informar com um taxista. Achei engraçado, porque obviamente metade dos turistas vão lá pela maconha e pelas putas. É triste, mas é verdade.

Não tirei fotos das “vitrines” especificamente porque é proibido. Melhor não arriscar…

Depois de seguir as informações do taxista, chegamos a uma rua cheia de vitrinezinhas com luzes vermelhas e pinks, onde loiras, morenas, indianas, gordinhas e feias (?) se exibem com roupas mínimas para os passantes. Se o cara gosta, dá um toque na porta, abre, conversa com a moça. Se fecharem negócio, ela simplesmente fecha a cortininha e o rala-e-rola acontece ali mesmo, numa caminha de solteiro.

Vimos diveeeersos rapazes entrando e saindo, cortininhas abrindo e fechando, levamos piscadinhas das putas (preconceito zero!) e observamos toda a interação. As bonitas lembram atrizes pornôs no estilo ninfeta do leste europeu. As feias, sei lá. As feias são piores do que as piores da Rua Augusta. E a opinião é minha, da Lari e do Eddie (que quase se apaixonou por várias “vitrines”).

37. Depois de entrar no sex shop francês, eu já estava pronta para mergulhar mais nas loucurinhas. Entramos em quase todos os sex shops da rua principal do Red light district e nos divertimos a valer. Desta vez o Eddie, meu amigo que estava morando na Inglaterra e passeou conosco em Paris e Amsterdam, estava junto, o que garantiu mais a nossa desinibição.

Conferimos com calma todos os lançamentos de vibradores, vimos todo o tipo de fetiche bizonho em dvd e observamos que todo e qualquer tipo de pessoa entra nessas lojas sem pudor algum, ao contrário daqui. As lojas geralmente têm bastante gente comprando, não existe estacionamento e é comum ver casais com mais idade entrando juntos. Neste ponto, Amsterdam me conquistou profundamente: hipocrisia zero. Palmas pra eles.

38. Saindo de todos os sex shops, encaramos um puteiro light. Não fui lá colocar nota de 10€ na calcinha da profissional do sexo, porque eu tenho amor pelo meu dinheiro, mas demos uma moedinha de 1€ para assistir uma moça dançar.

Lá existem diversos tipos de live shows, com loiras, morenas, casais e girl-on-girl. Nós optamos por ver algo mais tradicional. Entramos cada um numa cabine individual e depositamos a moeda. Em seguida, o vidro tornou-se transparente para o nosso lado e pudemos assistir a loirona dançar por um minuto. Foi uma experiência bastante surreal ver uma bunda (e outras coisas) tão de perto e do jeito que os homens curtem ver, afinal a garota faz o trabalho dela sem saber quem é que está assistindo.

Passados os 60 segundos mais surreais da noite (pelo menos pra mim!), nós três saímos da cabine e vimos uns meninos com cara de ponto de interrogação olhando pra gente. Tipo, “nossa, duas garotas? Hum”.

38. Para fechar a noite sensacional, voltamos de biketaxi para o hotel, porque os ônibus já tinham parado de circular. Quase acabamos com o fôlego do motorista francês gato que odiava Paris, mas pelo menos ele nos abraçou forte e profundamente, o que rendeu assunto para as conversas antes de dormir. Ai, ai. (L) Eu devia ter tirado uma foto dele pra mostrar pra vocês. Droga.

39. Comprei meu segundo moleskine lá. Um ruled reporter notebook de capa dura, para ficar bem diferente do que eu já tinha, um pocket ruled soft. Para quem quiser conhecer todos os modelos, entre no site. Eu estava bem afim de comprar um storyboard notebook ou um music notebook, para as minhas composições, mas não encontrei em nenhuma cidade. :(

40. Para quem pensa em visitar Amsterdam pela “diversão”, um aviso: estão querendo limpar a cidade de todas as “diversões”, então sejam rápidos. hehe 8)

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Na seqüência do Top 100, os top 10’s de Berlim e Frankfurt.
A minha não-visita ao muro, o restaurante mais alemão de toda a minha vida, os melhores cafés da manhã, nossa ação “criminosa” no metrô e o meu amor platônico pelo Knut. :love:

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Postado por loverox

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Como eu não resisto a fazer listas, fiz um montão de top 5′s com um pouco do que eu vi, ouvi e vivi neste ano que chega ao fim depois de amanhã.

5 Filmes no cinema:
1. Um beijo roubado
2. Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
3. Irina Palm
4. Vicky Cristina Barcelona
5. Rebobine, por favor (que merecia um mega post, mas vou deixar passar. Assistam! É o que importa.)

5 Bandas/cantores novos:
1. MGMT (não é exatamente novo, mas eu viciei total recentemente). Ouça “Time to Pretend” e “Eletric Feel”.
2. Lady Gaga – ouça “Pokerface” e “Paparazzi”.
3. Katy Perry – além de “I Kissed a girl”, ouça a versão dela para “Use your Love”, do The Outfield.
4. The Ting Tings – ouça “That’s not my name” e “Keep your head”.
5. Duffy – ouça “Mercy” e “Delayed Devotion”.
(faltou vocal masculino nas minhas playlists esse ano, definitivamente.)

5 livros lidos:
1. Ele simplesmente não está afim de você - Greg Behrendt e Liz Tuccillo (esse é pra vida toda!)
2. Can you keep a secret? - Sophie Kinsella
3. Crepúsculo/Lua Nova - Stephenie Meyer (<3 porque eu durmo e acordo pensando em Edward e Bella. Jura mesmo que eles não existem num universo paralelo?)
4. Adultérios - Woody Allen
5. Alice Através do Espelho – Lewis Carroll

5 melhores – TV:
1. SKINS (!!!), seriado  que eu só assisti esse ano e morri. É a melhor série ever, nunca fiquei tão presa num produto pra tv. Sei lá, é o tipo de coisa que eu atuaria, produziria, dirigiria…
2. Gossip girl (que eu parei de ver, mas sei que tá incrível!)
3. CQC – eu e todo mundo. hehe
4. 15 minutos – Marcelo Adnet = sex symbol.
5. Lavanderia MTV – é toscon, mas eu rio muito. Gosto da Penélope, ainda mais porque a conheço pessoalmente e ela é daquele jeitinho mesmo.

5 Blogs que conheci:
1. Diário de Solteiro (não só porque eu escrevo lá também, mas porque a gente é foda, ok?)
2. Meu melhor amigo gay
3. Lan House do purgatório
4. Controle Remoto
5. Coma com os olhos

5 momentos inesquecíveis:
1. A ida ao Projac com um monte de blogueiros! <3 (veja as fotos)
2. O primeiro dia dos namorados solteira em anos – e, ainda assim, o melhor de todos!
3. Madonna no morumbi.
4. JUCA solteira, com direito a beber e esquecer, passar frio na barraca, chavecar e ser chavecada e não, não pegar ninguém. E sem maiores descrições. 8)
5. Me ver no jornal da globo. (Pô, isso é memorável, não? hehe)

5 evoluções pessoais:
(porque eu ainda não entrei na academia, mas consegui outras coisas.)

1. Eu definitivamente não sou mais uma maníaca controladora….
2. …Agora eu posso até ser um homem. Ou quase. Quer dizer, nesse quesito “deixar pra lá”.
3. Acionamento do botão foda-se (nunca apertei tantas vezes na vida).
4. O auto-controle financeiro. Isso definitivamente não tem preço!
5. Dirigir, finalmente. Demorou pra essa carta sair, demorou pra eu tirar o carro da garagem, mas o milagre das 4 rodas finalmente aconteceu! Só que eu ainda preciso de estacionamentos com manobrista. O milagre da baliza fica pra 2009. hehe

5 melhores posts:
(porque eu soltei muita pérola esse ano e vocês merecem relê-las – ou não.)

1. Um ano solteira
2. Sobre amor e copos meio vazios
3. Rolê Internacional (relato da minha viagem para San Francisco e Nova York em maio)
4. “Eu não gosto de teatro”
5. Oi, me empresta seu marido?
(e um extra: O fatídico Jornal da Globo – porque eu ainda tenho recebido muitos e-mails perguntando sobre grana e etc.)

5 homens inesquecíveis:
De fato, houveram alguns. Mas seria muito mais divertido se eu fizesse a lista contrária: “top 5 fiascos” ou, sei lá, “top 5 malucos” - se bem que esta última ia virar um top 10. Enfim, acho melhor não. Né?! hehe

Voltarei com as minhas tradicionais resoluções de ano novo. Eu não resisto, okay? :whistle:

Postado por loverox

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Sempre me indicam pros Memes e eu nunca faço! Mas, vamos lá, é tão divertido! Memes me lembram minha infância, cheia de enquetes. Só eu tinha umas 3 ou 4, que ficavam circulando pela sala de aula lá pelos meus 12 anos. Um dia a professora pegou, deu merda e 5 menininhas inocentes foram parar na diretoria. Mas isso é assunto pra outro post…


Três coisas que me assustam:

01: A morte.
02: A velhice.
03: A minha imaturidade em lidar com esses dois assuntos, que um dia obviamente vão bater na minha porta.

Três coisas que eu estou sentindo agora:
01: Soninho
02: Raivinha (inha mesmo, nada demais. É só porque provavelmente atrasaram meu trabalho. grr. e por causa do diário celular que fica baleiando no orkut.)
03: Orgulhinho (em breve vocês saberão porque! Saberão e verão na tv.)

Três coisas que tenho ouvido no meu telefone:
01: “Eu saio em 15 minutos e vou te buscar” (minha mãe sobre ir me pegar no metrô de carro)
02: “Oi, é a Fernanda?” “Isso, quem fala?” “Eu sou da empresa…” (sobre entrevistas de emprego pós-despejo da play tv, que se fuuu com a Bandeirantes e foi obrigada a cortar cabeças pra sobreviver. Mas eu já tô num freela, fome eu não passo. hehe)
03: “Filha, é o papai…” (2387647832 recados do meu pai no meu celular. É incrível como ele me liga só nas horas mais inconvenientes.)

Três coisas que eu odeio:
01: Ônibus
02: Fila
03: Comida repetida em casa. Tipo, ter arroz/feijão/bife mais de um dia seguido.

Três coisas que eu não entendo:
01: Homens
02: Previsão do tempo
03: Gente que vai embora da praia quando começa garoazinha. Galera, vocês não foram pra praia pra se molhar? Quer ficar seco, fica em casa, ué? hehe

Três nomes:
01: Penélope (porque meu nick, há anos atrás, era esse. Adivinha por que?)
02: Melissa (porque minha mãe quis me dar esse nome e meu pai falou: “Imagina, vai dar nome de chinelo pra menina??” e olha o que a Melissa é hoje….)
03: Melanie (porque minha mãe também quis me dar esse nome, meu pai chatopracacete também não quis e, bom, teria sido o máximo ter o mesmo nome que duas, eu disse DUAS Spice Girls. Pelo menos aos 10 anos eu acharia o máximo. :D hehe)

Três coisas em cima da minha mesa:
01: 11 fitas mini dv
02: Um notebook
03: Um vídeo dv pra captura. Traduzindo? Tipo um videocassete mas pra fita pequenininha, onde eu plugo o firewire e descarrego as gravações no notebook e edito.

Três coisas que eu estou fazendo agora:
01: Conversando
02: Conferindo meu perfil no diário celular
03: Chupando halls preto (meu mais novo vício)

Três coisas que eu quero fazer antes de morrer:
01: Ganhar um óscar
02: Fazer o musical “Moulin Rouge” no teatro
03: Dirigir um conversível em alta velocidade no litoral sul da França, usando um lenço esvoaçante no pescoço, tendo um bonitão no banco do passageiro.
(*sonhadora total*)

Três coisas que eu sei fazer:
01: atuar, cantar, tocar piano (e outras coisas artísticas)
02: petit gatêau (o meu é mundialmente famoso)
03: encostar a língua no nariz.

Três coisas que eu não consigo fazer:
01: Falar em público sem ficar nervosa (ironia do destino)
02: Ver filme de terror
03: Lamber meu cotovelo

Três maneiras de descrever minha personalidade:
01: Forte
02: Temperamental
03: Sarcástica

Três filmes que você deveria assistir:
01: “Closer”
02: “Donnie Darko”
03: “Separados pelo casamento” (não tá na lista dos meus favoritos, mas é uma lição contrária sobre timing num relacionamento.)

Três filmes que você NÃO deveria perder seu tempo assistindo:
01: “Cara, cadê meu carro?”
02: “Quarteto Fantástico 2″. Já viu o 1? Então chega, né? (Reparem que eu tenho um ódio pessoal acerca desse filme…)
03: “Um amor pra recordar” (pode falar o que for, eu de-tes-to e ainda é cópia escrachada de “Love Story” (1970), que também não é bom). Se for pra ver filme da Mandy Moore, veja “Minha mãe quer que eu case”. É ótimo demais.

Três comidas favoritas:
01: Churrasco, leia-se, picanha mal passada + coraçãozinho de frango. Deu até fome agora. :P
02: Temaki (adoro comida japonesa)
03: Pizza de Calabreza (massa fina e muita cebola, por favor.)

Três coisas que eu gostaria de aprender:
01: Dançar salsa/tango/rockabilly e outras dancinhas de salão.
02: As regras do futebol, mas nem sou uma grande fã, então abstrai.
03: Origami. Só sei fazer estrelinha!

Três coisas que eu bebo regularmente:
01: Café
02: Coca-zero com limão.
03: Caipirinha de morango com sakê.
E água normal, é claro.

Três programas de TV que eu assistia quando era pequena:
01: Xuxa. A primeira palavra que eu falei foi TUTA, de Xuxa. Mereço… Coitada da minha mãe.
02: Glub-Glub
03: Castelo Rá-Tim-Bum

Três programas de TV que não perco por nada:
Pulo essa. É uma ironia, mas não tem nem nunca teve um programa que eu não perdia por nada. Mentira, o único que eu não perdia era “Chiquititas”, quando eu era minúscula. hehe

Três lugares:
01: Meu quarto
02: Av. Paulista, 900
03: Marcenaria (única balada que eu fui mais de 3 vezes na história. Não sou apegada a casas noturnas x ou y.)

Três pessoas:
01: Eu
02: Minha mãe
03: A Madonna

Três coisas que faço todo dia:
01: Tomar café forte e com açúcar
02: Arrumar minha franja
03: Pensar na minha roupa durante o banho pra tentar economizar tempo.

Três coisas que fiz hoje:
01: Maquiagem
02: Esquentei broas de fubá pra comer com manteiga (e tomando café, claro)
03: Cochilei no segundo ônibus a caminho do trabalho

Três coisas na gaveta:
01: Cartas do banco
02: Talões de cheque
03: Documentos
e MUITO lixo.

Três datas importantes:
01: Meu aniversário <3
02: Junho/2008 (formatura no Macunaíma)
03: Dezembro/2009 (formatura na Cásper Líbero)

Três anos importantes na minha vida:
01: 2000
02: 2006
03: 2008 (esse ano tá marcando muita coisa pra mim, sem contar que completarei 2 décadas! hehe)

Três coisas que me fazem chorar:
01: Filmes
02: Homens
03: Piadas e msn (choro de rir constantemente.)

Três coisas que desejo pra você:
01: Perseverança
02: Dinheiro
03: Paz de Espírito

*Meme indicado pela Ju Vargas. Eu indico para a Jey, Carol Kitty e Vivi.

Quer saber mais ainda sobre mim? Vê o meme que eu respondi lá no Eles 3!
Só pra terminar: gostei muito da discussão que rolou no post anterior. Tenho escrito vários textos do gênero e esse foi só o primeiro, pra experimentar. Me aguardem.

Postado por loverox

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Não vou discutir aqui se o dia internacional da mulher é válido ou não. Além de ser uma discussão clichê que vai do nada pro lugar nenhum, vocês já vão ver isso em todas as emissoras de TV (e, como todo ano, vai ter o espírito de porco que fará a piadinha: “8 de março é dia das mulheres porque todos os outros são do homem”). E eu quero trazer uma coisinha original, claro. :)

Separei alguns filmes que levantam questões interessantes sobre mulheres… Divirtam-se! _o/

1 – Volver (dir. Pedro Almodóvar, 2006)

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Em Madri, cinco mulheres irão resolver seus dramas pessoais e familiares, nem que isso signifique voltar ao passado e conversar com quem já se foi. Além da belíssima Penélope (e da maravilhosa cena em que ela canta – dublagem, tá?), o filme praticamente não tem homens e mergulha no universo feminino profundamente, já que na família só restam uma mãe, sua neta e suas duas filhas, sendo que uma acaba de “perder” o marido.

Preste atenção: na cena do funeral, quando aparecem dezenas de homens de uma só vez, inexplicavelmente. Pra pensar…

2 – Circle Of Friends (dir. Pat O’ Connor, 1995)

Image Hosted by ImageShack.usAnos 50, Irlanda. Três garotas entram na faculdade, tornam-se amigas e acabam criando intrigas pelo rapaz mais cobiçado do lugar. Além de mostrar uma das primeiras gerações de mulheres que realmente teve acesso ao ensino superior, o filme mostra como nem tudo ficou tão igualitário, principalmente quando o “rapaz cobiçado” acaba tendo de escolher entre as duas garotas que cativou. Ah, e claro, tem romance, Chris O’ Donnel e Colin Firth.

Preste atenção: na atuação de Minnie Driver. O cinema deveria aproveitá-la melhor.

3 – Garotos da minha vida (dir. Penny Marshall, 2001)

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Baseado numa história real. Nos anos 60 uma garota engravida com apenas 15 anos e acaba tendo que casar com o namoradinho por pura convenção social. Ao mesmo tempo que se vê atrelada a um homem que só suga suas energias, suas amigas acabam indo em frente, se formando… Uma lição. Uma das melhores interpretações da Drew Barrymore.

Preste atenção: se você vai ficar com raiva dela, ou torcer por ela. Não há uma terceira via.

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Três histórias em três épocas. Três mulheres conectadas pelo suicídio e pela obra “Mrs. Dalloway”, de Virginia Woolf, interpretada por Nicole Kidman (irreconhecível) aí na foto. Denso, sutil, esteticamente belo. Tem também Meryl Streep e Julianne Moore.

Preste atenção: na direção de arte. Construções perfeitas de cada época, especialmente dos anos 60. E, claro, no nariz da Nicole Kidman (não dá pra não falar!).

5 – Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída (dir. Uli Edel, 1981)

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Se você tiver nervos fracos, não assista (ou prefira um filme mais light do gênero, tipo “Aos 13″ – mas esse é bem melhor!). Filme alemão sobre o livro de mesmo nome, escrito pela própria Christiane F., que se drogou e se prostituiu aos 13 anos. Agora vamos ao que não é tão óbvio: retrato da juventude alienada e perdida de Berlim em meados dos anos 70. Apesar de ser um filme datado, a deterioração moral e física que o vício causa certamente continua a mesma…

Preste atenção: na feição dos personagens conforme o filme vai passando e em Natja Brunckhorst, garota que realmente tinha 13 anos, não era atriz e viveu Christiane. Drama à parte, o filme é cheio de referências boas de moda. E a trilha é ótima, cheia de David Bowie.

6 – Dirty Dancing (dir. Emile Ardolino, 1987)

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Filme que projetou Patrick Swayze, que tá dodói, força pra ele! Bom, pode até parecer um romance bobinho com números de dança (números de dança ótimos, que fique bem claro!), mas eu vejo algo mais. A protagonista Baby vive sendo subjulgada por conta de sua pouca idade e é freqüentemente oprimida pela família, que sempre acaba tentando lhe empurrar “um bom partido”. E é aí que ela conhece o cara errado, que vai lhe ensinar muita coisa e lhe fazer feliz por um verão…

Preste atenção: na trilha sonora. Corra pra baixar.

7 – Monster: Desejo Assassino (dir. Patty Jenkins, 2004)

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Prostituição, roubos, assassinatos, pena de morte. Parece thriller de ação, mas o filme baseou-se em fatos reais. É claro que houve uma certa “dramatização” da coisa, mas o filme conta a história de Aileen Wuornos, uma prostituta lésbica que acaba se tornando serial killer. Na data do lançamento do filme, em 2004, ela estava sendo julgada pelos crimes que cometeu e acabou sendo executada.

Preste atenção: no realismo do romance lésbico e em como conseguiram enfeiar a Charlize Theron (metamorfose total!).

8 – Meninos Não Choram (dir. Kimberly Peirce, 2000)

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Uma garota que não se sente garota. Outra garota que se apaixona por ela. Como contar que você não é um rapaz, como parece (principalmente quando você decidiu viver como um)? Baseado em fatos reais.

Preste atenção: na sutileza da cena quando ela descobre que ele, na verdade, é ela.

9 – Patricinhas de Berverly Hills (dir. Amy Hackerling, 1995)

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Além de ser inspiração para todos os teen movies dos anos 2000 (isso até virar besteirol), certamente é o melhor. Que atire a primeira pedra a garota que nunca teve os pensamentos de Cher, interpretada pela Alicia Silverstone. Ela é tipo a Carrie, de Sex and The City, só que 20 anos mais nova. :D

Preste atenção: nas roupas. Pode até ser que o figurino das outras personagens esteja brega atualmente, mas se a Cher, que entende de moda, saísse na rua com as mesmíssimas roupas, estaria chique. (E preste atenção em como esse filme inspirou claramente “Meninas Malvadas”.)

10 – Tudo pra ficar com ele (dir. Roger Kumble, 2002)

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Melhor filme besteirol-comédia para mulheres. Porque não são só eles que merecem um “American Pie” da vida. Nós também. Assista com as amigas.

Preste atenção: na versão dirrrrty de “I’m too sexy”, do Right Said Fred, cantada em pleno restaurante. hehehe

Filmes bônus: “Juno”, “Aos 13″, “Beleza Americana”, “Dogville”, “Como Perder um Homem em 10 dias”, “Diabo Veste Prada”, “Miss Simpatia”, “Meninas Malvadas”.

PS: Demorei horas pra escrever isso aqui e se eu consegui convencer alguém a pegar algum desses DVD’s, já estou satisfeita. _o/

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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