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o rei e suas versões

Quase um ano e meio se passou desde a morte de Michael Jackson e sai então seu primeiro álbum póstumo, “Michael”. Usar o termo “seu” junto com “álbum póstumo” é até um pouco engraçado, já que apesar de ser uma coisa bacana para os fãs, não deixa de ser uma excelente estratégia caça-níquel da indústria fonográfica. Só que é aquela história: é mais trabalho do cara e não tem como não se interessar.

O CD “Michael” chega às lojas no próximo dia 14 e tem tudo para ser um campeão de audiência em amigos secretos deste fim de ano – e também de downloads.

Enquanto falamos aqui, o disco já vazou online e deve se espalhar rapidamente até o torrent mais próximo. Se você for do time dos legalizados, pode dar play no teaser do clipe “Hold My Hand”, faixa em parceria com o rapper Akon, ou ouvir o álbum inteiro no próprio site de Michael.
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impressão ou esse clipe tá com cara de comercial?

Só para reforçar, acho que esta é uma excelente dica de presente de Natal. Mesmo quem não curte esse esquema de álbum póstumo (tipo, eu) vai ficar curioso com o que o cara andava fazendo. Basta assistir o filme “This is It” para saber do que eu estou falando – e, aliás, taí outra boa pedida de presente para quem gosta de um bom show. 8)

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Postado por loverox

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Quase 8 meses se passaram desde o último meme postado aqui e como eu acho bem divertido responder essas coisas, fiquei feliz de finalmente ser indicada de novo!  A Tayra (que, através de suas respostas me mostrou que eu sempre falei o nome dela errado) me pôs na listinha dela, então vamos lá:

9 Coisas Sobre Mim:
(aleatórias, ilustradas e, até onde sei, realmente nunca antes reveladas por aqui)

1 - Sou viciada em café. Quando me controlo, tomo duas xícaras, quando estou com sono, perco realmente a conta. Tanto sou maluca por esta iguaria quentinha que já passei bem mal por isso. No segundo ano de faculdade (2007), no meio da correria de prova/trabalho/estágio, dormi umas 4 horas e emendei tomei três cafés pela manhã. Claro que deu merda: tive uma crise feia de labirintite (???!) e senti a extraordinária sensação de parecer que estou pisando em areia movediça a todo segundo e quis vomitar a cada paradinha do elevador do prédio, da faculdade, de qualquer coisa. Até hoje não sei como peguei o metrô pra casa sem por pra fora o beloved café.

2 - Terminei o curso de inglês aos 15 anos. Parece cedo, mas comecei o curso com 8 aninhos e tive aquela formação bem completa. Hoje minha fluência não é mais a mesma da adolescência, o que me rende pegar no tranco vez ou outra. Sempre que preciso desenferrujar o inglês começo meio esquisitinha e depois de alguns dias é como se eu sempre tivesse falado a língua diariamente. Vai entender! Em todo caso, já deveria também ter começado outro idioma faz tempo e não consegui. Fiz um ano de alemão e abandonei, mas ainda tomo coragem pra começar francês – já o espanhol, passando. Por hora, fico com meu portuñol fueda mesmo.

3 - Conhece uma pessoa que morre de tédio? Conhece, eu. Eu fico entediada com comida repetida, trabalho repetido, rotina sem novidade, programação de televisão, todas as minhas mp3s e também com todo mundo do Twitter. Não me levem a mal, eu simplesmente enjoo. Dali um tempo isso passa, mas pode crer que durante todo um período eu vou ficar surtando atrás de um novo restaurante, um novo emprego, um artista novo pra ouvir, meia dúzia de twiteiros novos para seguir…

4 - Algumas pessoas já sabem que eu tenho todo um passado de estudos musicais, além de ter me formado atriz.  Fiz 7 anos de piano e canto e, sim, foi muito legal e, sim, sinto muita falta – e me culpo horrores de não ter sido mais disciplinada.  Em todo caso, essa dedicação marcou toda uma época minha, de forma que meus olhos se cegaram para determinadas breguices durante minha adolescência. Meus amigos e família achavam o máximo ter a “conhecida cantora” e eu dei umas palhinhas para homenagear as pessoas em diversas ocasiões. Ter cantado em tanta festa se tornou um eterno fantasma pra mim.  Quer dizer, imagina se eu vou pro BBB, ganho na loteria,  viro BFF do Silvio Santos, caso com um jogador de futebol ou fico ryca e famo$a e esses vídeos pipocam por aí? ahuaheue Maldita hora que popularizaram a transformação de VHS para DVD!

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5 - Já usei franjinha N vezes e me prometi jamais cortá-la de novo, mas a vontade é ridiculamente grande. Sempre que topo com a Anne Hathaway na televisão ou revejo de relance “O Diabo Veste Prada” fico com uma vontade descomunal de ter o cabelo de Andy Sachs. Fora que, enfim, me sinto Andy Sachs diversas vezes na vida, especialmente quando tenho uma lista de nomes e caras pra decorar – não, isso não é coisa de filme.

6 - Penei, sofri, chorei para tirar minha carta de motorista. Fiz o maldito teste três vezes e ainda sofri preconceito durante a aulinha teórica, porque um monte de marmanjos fodões achava que eu, mulher, não podia saber de mecânica (século XX mandou beijos!). É claro que esqueci boa parte do que eu estudei da **mecânica**, mas enfim  uma hora a carta saiu e considero o carro essencial para se ter liberdade numa cidade grande como São Paulo. Sei que posso soar ecologicamente nada correta, mas poder ir para qualquer lugar a qualquer hora sem se preocupar com pegar ônibus, com o horário que o metrô fecha ou com o dinheirinho do táxi é a melhor coisa que já me aconteceu. Morar sozinha está nos planos, mas confesso que amo móito meu automóvelzinho e nunca tomei nenhuma multa, tá?

7 - Vez ou outra algum evento, festa ou acontecimento cósmico me motiva a gravar um vídeo e subo-o em meu Youtube. Não tenho um videolog ou muito menos um videocast, mas está na hora de contar: uma das minhas maiores vontades nesta internet de meu Deus é postar vídeos com regularidade. Afinal, além de ser produtora e de já ter trampado n vezes com edição, sou atriz formada há dois anos, com registro na carteira e tudo, logo, não tem nem desculpa, ? É, eu sei. /chora

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Paris

(agora, eu)

8 – Me considero um pouco “viajante profissional. Nunca fiz uma viagem absurda de longa nem intercâmbio (adoraria fazer!), mas já viajei bastante e comecei ainda criancinha. Deu para aprender muito bem todos os truques que mamãe ensinou, desde fazer rolinhos com a camiseta, até colocar coisas dentro dos tênis, tirar todas as etiquetas de todas as compras e andar com aquela bolsinha invisível de dinheiro e passaporte em baixo da blusa. Ainda não inventaram nada melhor, até porque  se aventurar confiando plenamente no cartão de crédito é furada.

9 – Preciso de ócio criativo de vez em quando, e isso quer dizer “tempo pra viajar na maionese olhando pra parede” e ter aquelas ideias que precisam ser passadas para o papel no exato segundo, antes que voem embora.  E, bem, só estou contando isso para fazer uma prece: voltem para a mamãe, ideias. Não estou suportanto mais olhar para telas em branco sem vocês comigo. Vamos andar de mãozinhas dadas e nunca mais nos separar?

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E, por fim, a parte de encaminhar para queridas 9 pessoas responderem e passarem o meme adiante (e que eu estou muito curiosa para ver o que irão contar!): Alê Ferreira, Bruna Vieira, Juliana Dacoregio, Juliana Ferreira, Lya Zumblick, Mari FrioliMarina Santa Helena, Mirian Bottan, e  Rê Biscoito! Divirtam-se, meninas! E me avisem quando postarem! ;)

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Postado por loverox

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favor não ligar a serra antes das 10h.

Nunca escrevi críticas “ferrenhas” a trabalho, e quando não tenho nada construtivo para dizer, me abstenho. Mas imagino o quão pau no cu e bad vibe deve ser  abundar-se numa cadeira com a plena certeza de levantar-se só dali duas horas, depois de perder o happy hour e de dissecar por a+ b porque tal filme, peça de teatro ou game é um lixo, uma bosta das grandes, simplesmente porque aquilo é sua obrigação: opinar. Ou dar a opinião que esperam de você.

Alguns se divertem com isso, metem o pau e xuxam tudo e todos em qualquer situação. Isso porque, ahn, porque se acostumaram, ou porque encontraram público cativo para as suas linhas ou porque simplesmente não é com eles. Nem com a mãe, com o pai, com irmã ou namorado.

Daí que realmente ninguém tem o direito de sair falando o que bem entende. Profissão alguma dá direito a isso e a posição de espectador menos ainda. Obras artísticas estão aí para serem assistidas, vistas,  recomendadas, divulgadas e assim, talvez criticadas. Faz parte. O trabalho pode ser alvo de críticas. Ele pode ser bem feito, mal feito, não feito – o autor, não.

Pessoas, não.  Seres humanos podem ter uma atitude condenável (e olhe lá) pela opinião pública vez ou outra, tipo voltar com o namorado depois de tomar dois olhos roxos, ou sair sem calcinha pela quinquagésima vez e oops, beber demais. Se bem que, ainda assim, quem somos nós para falar uma patavina sequer? Só outros seres humanos.

Deixemos ser feliz. Deixemos ser feliz também as pessoas que estão aí vivendo, artistas que estão aí vivendo, cantores que estão aí cantando, críticos que estão afofando a cadeira antes de criticar. Estas pessoas não estão na pista para levarem bucha sem sair de casa simplesmente porque tem o cabelo xis,  o peito caído, o bigode grisalho, a voz grave ou  gostam de amarelo com bolinhas roxas. Cada um é cada um.

E, olha, se 50% das pessoas entendessem – e respeitassem – essa máxima, não exisitira aquela encheção de saco desnecessária.

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ps: “texto” semanal voltando, e o Imagens volta quando voltar. Tô meio na preguiça. Quem gosta da tag,  pode brigar comigo. :P

Postado por loverox

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Cartaz de True Blood, série da HBO:

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Cartaz de Jeniffer’s Body, próximo filme roteirizado por Diablo Cody (Juno) e protagonizado por Megan Fox:


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Referência? Na minha terra, isso é plágio.

E peguei mais nojinho ainda da Megan Fox agora. Sim, eu sei que a gostosona não tem nada a ver com isso, mas não curto. Não é nem porque ela trabalhe mal, ou algo assim, até porque acho ela bem ok no que fez até agora – inclusive no trailer de “Jeniffer’s Body” – , mas não me desce. Um dia eu conto.

Postado por loverox

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Vocês podem até ver por aí, mas eu amo e não tenho como não postar!

Vejam como está ficando Alice no País das Maravilhas, na versão live-action de Tim Burton, que estréia no Brasil em abril de 2010:

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Em entrevista dada ao USA Today, o produtor do filme, Richard Zanuck, declarou que o longa foi rodado em apenas 40 dias, sendo que em Dezembro tudo já havia terminado. Neste exato momento,  as cenas originais estão passando pela pós-produção e ganhando toques finais com a animações CG e personagens criados através de motion capture (a técnica de Senhor dos Anéis para fazer o Gollum, sabem?). Ao final, a coisa toda será passada para 3-D (!!).

Deixando um pouco a tecnologia de lado, na versão de Tim Burton, Alice tem 17 anos e tem de ir a um evento onde  está prestes a conhecer uma série de possíveis maridos. Assustada, ela acaba fugindo e segue o famoso coelhinho branco que coincidentemente passeava pelo jardim do local. Com isso, me responderam porque é que escolheram uma atriz mais velha para o papel (comentei sobre isso no primeiro post que fiz sobre o filme, no ano passado)!

Se você ainda estava curioso com a aparência de Johnny Depp, Helena Bonham-Carter e Anne Hathaway, dá uma olhada nessa arte com seus personagens:

o Chapeleiro-Maluco, a Rainha Vermelha e a Rainha Branca.


Um pouco de estatística? Esta é a sétima parceria Depp-Burton. E vai ser incrível! 8)

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Fontes: Planeta Disney, USA Today e dica da Milly no twitter!

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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