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Neste sábado, adivinha  o que rola em São Paulo? Sim, mais um festival!

AIR!

Depois de pular o SWU, no próximo final de semana acontece o Natura Nós, que trará vários shows bacanas, como do Snow Patrol, Bajofondo Tango Club, Movéis Coloniais de Acaju, Jamiroquai e Air, que, como vocês podem ver pela ilustração do post, é o mais aguardado pela minha pessoa – apesar de que o do Jamiroquai tem tudo para entrar para a história, convenhamos.

Conheci a dupla francesa formada por Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel na trilha sonora de “10 Coisas que eu Odeio em Você” com o hit anos 90 “Sexy Boy”. Sei que não foi um jeito lá muito nobre, mas veja bem, eu era uma pré-adolescente e os caras vivem emplacando faixas em trilhas por aí, especialmente nos filmes da Sofia Coppola.

Sendo assim, fica aqui um pequeno aperitivo de uma das minhas músicas favoritas deles, e que espero ouvir ao vivo no sábado, já que eles prometem um show “recheado de sucessos dos 15 anos de banda”. Com vocês, “Playground Love”, soundtrack de “Virgens Suicidas”:

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ps: para quem pretende ir ao festival, ele acontece na Chácara do Jóquei e inclusive terá uma programação infantil especial para o domingo. Em todo caso, o importante mesmo é ir com o seu pior tênis ou com uma bela galocha caso chova, afinal o local do evento não tem uma fama muito boa quando se trata de lama.

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Postado por loverox

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Todo mundo sabe se vestir para a balada, faz um esforço, ou pelo menos tem alguma ideia. Na pior das hipóteses, pega alguma modinha para chamar de sua e repete à exaustão. O problema é que tal lógica de composição visual para um show não se aplica, que dirá para um festival, muito mais longo e que vai exigir muito mais pique para correr entre um palco e outro.

Pensando na quantidade de festivais que vem pela frente, como SWU, Natura Nós About Us e Planeta Terra, resolvi resumir de forma bem simples como decidir o que vestir numa noite que deve ser divertida e confortável, sem para isso precisar ser sem graça.

Cada um sabe qual é o seu estilo, mas não dá para não rir de quem surge de salto agulha ou bota pata de vaca  num show de rock. Então, sem mais delongas, este pequeno passo a passo serve para você que quer aparecer bonita na foto com os amigos, mas está indo para o show se jogar muito e quer uma roupa que te ajude nesta tarefa.  Vamos lá?


1. CHEQUE O TEMPO

Não é à toa que a maior parte dos festivais acontece no fim do ano. Além da agenda das bandas gringas estar mais sossegada, o verão está aí e isso significa tempo bom em terras de garoa e sol encoberto como São Paulo.

Em todo caso, não custa se prevenir: veja se vai chover ou não e se prepare para ela, a lama. Isso significa tênis fáceis de lavar, calças cuja barra não raspem no chão, capa de chuva pequena na mochila ou uma jaqueta impermeável com gorro. É importante também não ficar ensopado e correr o risco de detonar sua câmera fotográfica, portanto saiba se proteger da chuva.

Sugestões rápidas: galochas, tênis de couro (mais fáceis de lavar!), capa de chuva, agasalho com gorro se o tempo estiver mais frio, mochilinha pra esconder a câmera na hora do aperto.

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2. DESÇA DO SALTO

Se você considerar o fator chuva, provavelmente o elemento salto alto perde alguns pontos na escala de relevância do “bem vestir” para um festival. Se considerarmos chuva e correr entre palcos para acompanhar toda a programação junto com seus amigos, o salto zera seus pontos!

Apesar de ser uma ótima alternativa pra levantar o look, não é confortável, pode render dores dos pés desnecessárias e causar escorregões. Esteja inteira até o fim do dia, quando subir ao palco aquela banda que você mais ama! Para isso, ao optar por uma bota ou sandália, tente ficar com com saltos de no máximo 5 cm para não cansar.

Camilla Belle, Kate Bosworth, Pixie Geldof, Kate Hudson e Alessandra Ambrósio

Sugestões rápidas: tênis de todos os tipos, sapatilhas, botinhas sem salto, montarias ou estilo cowboy. Priorize sapatos fechados para não ter surpresas com “pisões ” ou poças de água suja no chão. No caso de chuva, galochas!  E, por favor, a “bota pata de vaca” não é uma opção! Ela pode ter sido uma boa alternativa para raves há uns anos atrás, mas hoje não passa de cafonice disfarçada de comodidade.  Já temos opções melhores!

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3. Menos é mais

Maquiagem linda e franja na posição irão embora ao longo do dia. Dependendo do festival, você passará o dia inteiro por lá, isso se não optar por ficar no camping, como parte do público do SWU. Portanto, keep it simple: maquiagem pesada não é uma opção e um penteado legal pode salvar seu cabelo de poucas e boas do suor. Quem tem franja, sabe do que estou falando.

Emma Watson no Glastonbury deste ano

Sugestões rápidas: quer algo para se destacar na multidão? Batom e bons óculos escuros.  Depois de preparar bem a pele com protetor solar e maquiagem à prova d’água, o batonzinho pode ficar no seu bolso junto com o chiclete e ser bastante útil para proteger os lábios de racharem. O óculos, além de esconder cara cansada, levanta o ânimo de quem está se achando básica demais.  No cabelo, rabos de cavalo e coques deixam os fios no lugar, enquanto as tranças dão aquele ar indie-hipster tão desejado por algumas nestes eventos.

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4. O casaquinho

Sua mamãe está certa: vai esfriar à noite. Se você for num festival no interior, por exemplo, tenha a plena certeza que os dias serão estupidamente quentes e as noites bem frias, mesmo nesta época do ano. Portanto, a recomendação do casaquinho é bem válida. Você não quer queimar a largada da “friagem” no primeiro dia e não durar até o terceiro, né?  Mulher prevenida vale por duas!

elas ouviram o conselho da mamãe

Sugestões rápidas: um bom hoodie, casaco de couro, jaqueta de nylon ou qualquer outra opção resistente. Não ache que aquele cardigã “podrinho” vai dar conta do recado quando já forem duas da manhã no meio do acampamento em Itu.

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5. Sem medo de ser feliz

Esta parece fácil e na verdade é, mas vou explicar: vá com uma roupa que te ajude a se jogar. Se você não está afim de que sua calcinha corra o risco de aparecer, não aposte numa saia ou vestidinho. Também dê preferência a tecidos resistentes: os mais fininhos podem rasgar ou desfiar no meio da multidão e certamente você não quer isso.

Outra questão: se você tem medo de perder aquela jaqueta de couro maravilhosa ou o óculos xis da marca y, simplesmente não os use. Não vale transformar a experiência do show da sua vida em “maldito dia que passei horas no achados e perdidos atrás da minha pulseirinha de ouro”.

frequentadores do Glastonbury de 2009 se preparam (felizes!) para a chuva

Sugestões rápidas: algodão, jeans e outros tecidos bons de guerra vencem aqui. Camisetas divertidas e regatonas, shorts ou jeggings, botas ou tênis seriam meus pitacos finais.


E um bônus: lembrete para os meninos

Enquanto mulheres não saem sem bolsa, talvez você homem perceba que precisa de uma bolsa ou mochila para carregar suas coisas para um festival, que exige mais “bagagem” e preparação que um show comum. No caso, uma mochila pequena ou uma mala carteiro na lateral do corpo podem ser bastante úteis e não atrapalham tanto, principalmente se o evento dispor de armários para locação. É o melhor jeito de se divertir sem se preocupar!

Kellan Lutz e sua bagagem nas costas

Se você prefere carregar tudo com você, precisará escolher um modelo de “bolsa”.  Analise o clima do dia e veja o que será necessário: precisa de óculos escuros? Vai levar uma capa de chuva mais resistente? A bateria extra da sua câmera pode correr o risco de molhar no bolso da calça ou bermuda? O  ideal é não encher os bolsos de coisas e depois passar a noite apalpando-os para checar se algo “pulou” para fora. Neste caso, a mochila trancada com cadeadinho ou pendurada de um jeito que você possa ver, resolve tudo.

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ps: post dedicado a todos que já ficaram em dúvida na hora de se vestir para um show e não encontraram ideia alguma. Como cansei de procurar algo para me inspirar, resolvi fazer o post que eu gostaria de ler. Espero que tenham curtido!

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Postado por loverox

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Com pequeno teste das novas linhas de produtos para cabelo da Avon e da Natura.

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TECH BRANDS AND ROCK ‘N ROLL

@estúdio emme

Sexta-feira aconteceu a final do Tech Brands and Rock ‘n Roll, festival de bandas formadas por publicitários promovida pela Oi FM e pela Garage (aka agência em que o Rafa trabalha) e fomos no Estúdio Emme prestigiar.

Quem levou a boa foi o Huey, que faz um som pesado e instrumental e mostrou que nem sempre é preciso ter um elemento pop para conquistar o público. De longe, foram os mais aplaudidos e mereceram! Na foto, Rafa e eu na pisssta, aproveitando; aliás, foi neste dia que fui fotografada pelo Blog da Emme!

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PARIS 6

o relógio de Paris

Para os queridos visitantes que acham que comer bem é sinônimo de engordar, digo que não, não e não. Voltei ao Paris 6 num domingo ensolarado e, além de ser surpreendida de forma positiva novamente por um outro prato, ainda almocei ao som de música francesa ao vivo. Quer dizer, música ao vivo geralmente é brega, mas música boa – e francesa – é apaixonante.

Já disse que vocês precisam ir lá jantar, né? Agora digo que vocês precisam ir almoçar – e minha próxima ida certamente será de madrugada, já que o bistrô é 24h!

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ADVANCED TECHNIQUES – AVON

Experimentei a linha hidratante Advance Techniques da Avon por uma semana e fiquei contente. Tinha uma lembrança ruim dos produtos para cabelo que usei há muitos anos e talvez se eu não tivesse ganhado este belo kit, jamais teria usado novamente, já que minha relação com a marca se restringiu à maquiagem por todo esse tempo.

Não deu tempo de testar tudo o que recebi, principalmente porque alguns são tratamentos de “choque”, específicos para escova e etc., mas deu para ver pontos positivos e negativos nos produtos principais da linha. O shampoo é ótimo,  hidrata sem pesar e tem um cheirinho gostoso e suave, mas a máscara e o condicionador deixaram a desejar um pouco.

Ambos não hidrataram o quanto eu gosto, mas talvez eles dêem conta para um cabelo normal e não misto, como o meu. Por outro lado, o leave in anti-frizz “laranjinha” aí da direita é incrível: pode passar no cabelo e sair no vento que nada vai arrepiar contra sua vontade. Vale a pena! (também me disseram que o tratamento de choque é absurdo de bom, quero testar no feriado!)

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LISO E SOLTO – NATURA

Recebi também um kit Liso e Solto da Natura ontem e testei hoje pela primeira vez. Como consigo sentir a diferença no cabelo messsmo só depois de alguns dias de uso, vou dar algumas minhas impressões iniciais, já que consegui usar os quatro produtos.

O shampoo rende bem, deixa o cabelo bem solto (isso é um problema para mim!) e tem um cheirinho gostoso e suave de flor. O condicionador, ao contrário do que acontece com a maioria de “duos” de shampoo e condicionador comuns, faz bem o seu trabalho. Tive a mesma sensação que tenho ao usar o meu Senscience hidratante, com a diferença que o gringo custa sete vezes mais (!).

A máscara de hidratação não deu tanta diferença, principalmente depois de um condicionador que trabalha bem, já o fluído pré-escova deu um brilho bonito ao cabelo, também sem pesar. Não fiz escova exatamente para ver como ficaria o caimento do cabelo e depois do secador o resultado foi um ondulado bem leve e com volume, que eu adoro!

Para quem ficou interessada, eu sei o preço destes: o shampoo sai R$9,90, o condicionador, R$10,90, o creminho leave in, R$24,80 e a máscara, R$28,70. A necessaire eu não faço ideia, mas vou usar muito! hahaha 8)

Postado por loverox

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O Festival Planeta Terra acontece dia 20 de Novembro (sábado) no Playcenter em São Paulo. Hoje, mais alguns nomes incríveis foram confirmados e eu estou correndo para comprar o meu ingresso – e por isso decidi fazer esse post pra aumentar a ansiedade!

Olha só algumas das bandas que você vai ver e ouvir nos shows, divididos entre palco principal e palco indie (em ordem alfabética, pra ninguém ficar chateado! hehe):
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Empire of the Sun


Girl Talk


Hot Chip


Mika


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Postado por loverox

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romeus e julietas

durante gravação em maio no Ibirapuera

Faltando quase um mês para a entrega de meu TCC, resolvi por na balança o que a faculdade me trouxe. Não estou falando de conhecimento,  nem de contatos,  muito menos de aulas chatas e minutos mal dormidos em cadeiras de um braço só desconfortáveis e bambas.

Estou falando do que a instituição faculdade te traz. Os amigos, um trote, uma briga em grupo, meia dúzia de desafetos, interação com outros cursos, paixões platônicas por professores e festas tão cheias de esbórnia que te fazem querer se enfiar embaixo da terra tão logo amanhecer a segunda-feira.

Entrei na faculdade cedo, com 17, e desta lista toda, vivi poucas, mas vivi outras coisas também. E talvez se eu entrasse na faculdade novamente, teria me jogado muito mais em alguns aspectos e deixado pra lá aqueles debates polêmicos de bixete achando que sabe alguma coisa. Não, eu não sabia de nada. Provavelmente ainda não sei, mas sabia menos ainda antes.

Algumas noites de sono não foram boas, outras foram tão boas que eu quis mais no meio da aula – o que fez a Lari praticamente criar um álbum com fotos de Fernanda dormindo com N cabelos diferentes (é verdade. Se um dia ela liberar as fotos todas, eu mostro as menos piores ou as com menos baba).

Alguns amigos vão ficar pra sempre, outros certamente vão passar e, como dizem, tem quem você mal conversava que vai virar uma pessoa mais que próxima. Isso ainda não sei, mas dos outros dois fatos, já tenho certeza.

Devo à faculdade ter aprendido a tomar cerveja com gosto, a(s) minha(s) primeira(s) bebedeira(s) e o certificado de graduação em armar barracas e desmontá-las depois na metade do tempo e com um quinto da disposição. Tudo graças ao JUCA e, em outros casos, a qualquer jogo do qual sua faculdade participe.

Aprendi que não se aprende por osmose, que não vão te cobrar jamais e que é bem possível fazer metade das provas sem estudar quando o estágio pegar pesado. Ao contrário da escola, ninguém torce para que você se dê bem, ninguém vai te chamar para conversar. Eles torcem para você se destacar.

E para se destacar, só depende de você.

Fico feliz de sair sendo reconhecida por nome e sobrenome pela maior parte dos “mestres”, coisa que no colegial jamais aconteceu durante três anos por eu não ser nerd o suficiente em química ou física, mas  ao menos  fui querida para os professores de humanas, porque eram essas notas que sempre me garantiam boa colocação na escola.

Não dou à faculdade o maior crédito pela prática de minha profissão, porque aprendi na prática: trabalhando, ralando e chorando com produções que caíam. Dou o crédito pelo conhecimento de causa, pela segurança de falar: faz assim, faz assado e tá errado. Dou crédito por notar, em plena conversa de bar, que posso falar sobre manipulação de informação com a mesma facilidade com que falo de planos de câmera, edição, trilha sonora e sobre como aquele ator é gato demais da conta.

Na verdade, o que aprendi na prática não foi a me comunicar, mas sim que devemos nos comunicar. Se está errado, fale.  Se não concorda, fale.  Se tiver que comprar briga, compre.  Se for lavar roupa suja, lave o cesto inteiro. Respire fundo e recomece. Todos vamos trabalhar em grupo e o modus operandi de um grupo também têm altos e baixos, também precisa morrer pra renascer com a idéia nova genial que vai dar aquele prêmio tão sonhado para cinco amigos sem um puto no bolso.

Se eu entrasse na faculdade hoje de novo (ou se eu entrar mais pra frente), vou me envolver mais, vou procurar mais, vou cobrar de quem está lá para me formar antes que eu me forme. Mas isso é só um “se”: o fato é que está terminando e a saudade aperta antes do tempo.

Aperta forte, aperta fundo, transborda meus olhos e eu nunca quis tanto que o tempo parasse para eu reviver melhor algumas coisas quanto agora.

Obrigada, Cásper.

Postado por loverox

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edit: o Youtube, super legal, já tirou o vídeo do ar por conta de direitos autorais da BBC e blablabla. Infelizmente não vou reupar de novo, para não correr riscos com a minha conta pessoal. Mas quem veio procurando os links de download do show, tá tudo ok depois do pulo.

Ela já fez mil e sei lá quantos shows, perfomances e aparições depois do festival britânico de Glastonbury, dia 26 de junho, mas acontece que eu baixei essa apresentação da dona Lady Gaga no final de semana e fiquei bege.

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abertura do show no festival Glastonbury, com Paparazzi
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A intenção era só dar play para checar se o arquivo estava ok, mas comecei a assistir e só parei pra respirar depois de uma hora, quando o show acabou. Sim, Gaga é uma artista completa! E o show só serviu pra me conquistar ainda mais.

Como não achei nenhum vídeo prestando, enviei  Poker Face do meu computador para o youtube só pra embedar aqui pra vocês e deixar um gostinho de quero mais. A apresentação é perfeita e começa com um belo sing-along . Enjoy. 8)
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Poker Face
foi a última canção da noite (ou seria tarde?) e fechou com chave de ouro. Quem animar pra dar uma olhada no show, seguem os links para baixar tanto a apresentação exibida pela BBC quanto o áudio completo do show.

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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