Desafio: fiquei 5 dias sem Facebook e conto o que aconteceu

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Eu nunca achei que sofria de FOMO (o tal fear of missing out, que já comentei num outro post) relacionado ao Facebook. Achei que pra mim o problema era maior com Instagram, com o desejo de estar sempre fazendo algo que eu não estou fazendo, mas descobri que não é bem por aí.

Essa semana no canal começo uma série de vídeos diferente, com desafios! No meu primeiro episódio, estou justamente testando como é ficar cinco dias (quase seis) sem acessar o Facebook. De cara, já aviso: a ansiedade de entrar nas redes sociais É REAL. O resto vocês podem conferir no vídeo abaixo!

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Sobre tretas nas redes sociais e intolerância

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Há muito tempo ouvi falar pela primeira vez do tal ‘efeito bolha‘: quando o indivíduo fica tão imerso nos conteúdos que ele mesmo curou para si nas redes sociais, que acaba achando que o mundo todo concorda com ele. No fim das contas, ao invés da internet abrir a cabeça das pessoas, faz cada uma se fechar em seu mundo.

É claro que nem sempre, nem todos e há encontros sensacionais proporcionados pela web, mas nas últimas semanas com tanto alvoroço político, não teve como não reparar no quanto as pessoas NÃO estão dispostas a dialogar e se interessam mais em polarizar tudo. Nasceu daí o tema do segundo vídeo dessa semana: a intolerância, as tretas e como podemos furar nossa bolha e fazer diferente.

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Sem “deslike”: as novas reações do Facebook

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Depois de anos com pedidos dos usuários pelo tal botão de ‘deslike’, o Facebook finalmente anunciou uma novidade para trazer mais emoção para nossa timeline: as reações. Você pode agora reagir com o like tradicional, mas também com um ‘love’, um ‘haha’, um ‘wow’, uma carinha triste ou nervosa.

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Facebook reactions chegaram: vai ser bom ou não?

Antes de implementar a novidade, a equipe fez uma série de testes e disse que o ‘love’ foi o botão que mais bombou. Nada mais tranquilo e fofo. No entanto, eles assumem que isso pode mudar a medida que as pessoas estiverem usando a novidade de fato. Aqui no Brasil, aliás, não tem como não prever muita treta e confusão com reações nervosas em textões.

Minha maior dúvida nisso tudo é se o Facebook vai passar a entregar diferente posts que gerem determinadas emoções. Será que eles vão usar seus poderes para forçar a barra e deixar todo mundo sempre feliz com o que lê ou podem errar a mão e deixar muita gente irritada? Há estudos, aliás, que dizem que as redes sociais nos deixam ainda mais intolerantes que o normal, já que filtramos tanto o conteúdo que desaprendemos a lidar com o diferente.

Fora isso, é mais que óbvio que eles usarão todas as nossas reações a favor do próprio cofrinho: é totalmente possível que a rede passe a entregar determinados tipos de anúncios baseado na emoção que a pessoa mais costuma expressar no conteúdo alheio.

Já atualizei o aplicativo no celular, mas por enquanto estou apenas na curiosidade. Quem já está usando, conta aí: você ficou ‘wow’ ou ‘sad’ com a ideia do Zuck? 


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Como filtrar as memórias indesejadas do Facebook

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Quem nunca abriu as ‘lembranças’ sugeridas pelo Facebook e teve vontade de cair pra trás de raiva, tristeza ou até de auto-inveja ao relembrar o que estava fazendo de mais incrível? Pois bem, não só isso aconteceu comigo mais de uma vez, quanto falei sobre o assunto nesse vídeo aqui:

Para minha surpresa, descobri hoje que há sim um meio muito simples de não deixar o sistema da rede social trabalhar para o mal – mas, para isso, quem vai ter de trabalhar é você. É fato que o Facebook se torna um tanto quanto irritante porque nós também não fazemos bom uso da ferramenta. Damos pano pra manga em discussões desnecessárias, não selecionamos nossos contatos e continuamos seguindo gente que só adicionamos por educação. Bem, se você quiser ver alguma mudança, pelo menos no que diz respeito às memórias, vai precisar fazer alguma coisa, afinal, quem manda é você. Pelo menos por enquanto.

Para restringir o que o sistema pode ter acesso nos próximos anos, basta acessar a página ‘Neste Dia’ (On This Day), clicar em ‘Preferências’ no topo direito e filtrar o que você não quer que apareça mais pra você. É possível escolher datas específicas e também pessoas.

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É rude o Facebook ser incapaz de perceber que você não tem mais nada com aquela pessoa ou que aquele ali no canto da foto faleceu no último ano? Talvez. Mas é mais rude ainda se você não fizer nada para resolver o problema. Ainda são poucas as possibilidades, mas já dá pra aliviar a barra. De nada!

[VÍDEO] Deboísmo não! Como o Facebook estragou nossas vidas

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Você consegue ficar “de boa” com o Facebook? Eu não! A rede social já mudou demais a forma como a gente se relaciona. Ninguém se lembra mais aniversários, fazer um evento na vida real virou um verdadeiro spam no virtual e as tretas que pareciam inofensivas ganharam proporções tremendas, chegando ao ponto da galera inventar o tal ‘deboísmo’. Em pensar que tudo começou com um grupo cheio de gente interessante tentando trocar ideias…

Dá o play no vídeo e se inscreve no canal! ;) Quero saber se você também está num relacionamento complicado com o Facebook. Eu tô.


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Ilustrassom: música para ouvir e ver

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Pelas mãos da carioca Nai Mattoso, versos da música brasileira viram poesia audiovisual na timeline do Instagram. Todo dia no @Ilustrassom, a designer e arquiteta posta os hits que não saem da sua cabeça de um jeito mais do que especial. É certamente um dos trabalhos mais legais que já vi na rede social e passa bem longe das baboseiras dos personagens fictícios.

O projeto também funciona no Facebook e no blog de mesmo nome e reúne artes de todo tipo: algumas são mais diretas e escancaradas, outras trazem uma interpretação bem pessoal para músicas que todo mundo já cantou um dia. Basta dar o play nos vídeos aí embaixo para entender como a brincadeira funciona lindamente!

 

 

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