A Chapa, Urban Outfitters, Nico Pasta & Basta e #FestaVivoOn – Imagens da Semana

qui

Antes de começar, preciso falar: vocês me mataram de amor com os comentários no post passado! Estou mais feliz ainda agora! Só para compensar a euforia, esse “imagens…” vai ser meio rabugento, mas com razão.

.
A CHAPA

Depois de algumas idas à A Chapa, coloquei esta lanchonete no mesmo patamar que o Burdog no meu ranking mental de bons lugares para se comer sanduíche. Assim como o Burdog, a “Chapa” tem sanduíches deliciosos e preços justíssimos para você passar lá  a qualquer hora. Existem opções mais incrementadas de lanches, mas o menu não se baseia nisso. Por exemplo, General Prime Burger ou Lanchonete da Cidade já são muito mais “gourmet”, por assim dizer. Aqui não! Estamos falando de um lugar ótimo para se resolver passar para comer rapidinho ou mesmo depois da balada. Na foto, o Danger Max Dog, que inclui as batatinhas, custa o mesmo que um sanduba do MC Donald’s e é muuito mais gostoso.

.

URBAN OUTFITTERS

Assim que li a notícia de que o Urban Outfitters estava entregando no Brasil, corri para o site. Adoro as coisas da loja e foi uma surpresa elevada ao quadrado quando vi que a super promoção deles já havia começado. Feliz da vida, comprei um tênis, um livro e uma camiseta e tentei não ficar ansiosa, já que tinha pedido o frete normal, e costuma demora em torno de três semanas para encomendas internacionais chegarem aqui. Bom, para minha surpresa, eis que tudo chegou lindamente bem embalado em singelos oito dias (!) e dentro do prometido, de 5 a 10 dias úteis. Não sei qual é o segredo do site, só sei que agora minha fatura do cartão de crédito vai estampar o nome da loja muitas e muitas vezes. Aprovadíssimo!

.

NICO PASTA & BASTA

Domingo fui almoçar no Nico Pasta & Basta, aqui perto de casa, no Ipiranga. Já tinha lido sobre o restaurante no Guia da Folha e aparentemente ele foi indicado por trocentos guias “comer & beber” da cidade e também por Amaury Jr., segundo o clipping  deles. Bom, como a casa fica aqui perto e parecia tão boa, Rafa e eu fomos felizes esperando ter uma excelente opção nas redondezas. Lá chegando, constatamos o ambiente incrível e super novo, com um belo pé direito e teto central com iluminação natural, enfim, todo um projeto arquitetônico.

No couvert, comemos uma focaccia um pouco mole demais (e de focaccia o sr. Rafael entende), o que já o deixou meio cabreiro. Na sequência, pedimos nossos pratos, ele um talharim ao ragú de calabresa, e eu, este aí da foto. Cara de apetitoso e fama de carro chefe da casa, mas a crosta de amendôa nas costeletas era tão forte e concentrada e as ervas do macarrão tão amargas, que simplesmente o salgado da carne não alivou em nada. Imaginei que fosse meu paladar, questão de gosto pessoal, e comi porque já estava lá mesmo, mais pela carne do que qualquer outra coisa. Enquanto isso, o Rafael engoliu o almoço dele e também não achou nada demais.

Descontentes, pedimos a sobremesa: tiramissú, para não ter erro. Realmente estava excelente, porém por módicos R$18,00 eu preferia ter ido em outro restaurante. Para coroar a má experiência, o garçom esquece de trazer meu café e saímos do lugar bastante insatisfeitos. Afinal, um restaurante em que a média de gasto é acima de R$80,00 por pessoa simplesmente alguns erros básicos não podem ser cometidos. O mais importante não pode ser a decoração.

Talvez eu volte para levar minha mãe para conhecer. Espero ver uma situação diferente e pedirei um outro prato também. Em todo caso, realmente não agradou. Já fomos em outros infinitamente melhores, e absolutamente mais baratos – caso do Aldina, na Vl. Madalena.

.

FESTA VIVO ON

@FESTAVIVOON - exquisito

Segunda-feira, Rafa e eu fomos na #VivoOn, festa de lançamento do novo serviço de internet da operadora Vivo, que aconteceu simultaneamente em três casas de São Paulo: Sonique, Kabul e Exquisito, restaurante mexicano que foi devidamente adaptado para receber a balada também.  A ideia era super legal no papel: grandes atrações em todas as casas e a possibilidade de circular a pé de uma para a outra usando apenas uma pulseirinha de identificação.

Chegando lá, no entanto, tivemos a impressão de que era gente demais para balada de menos. Com dificuldade conseguimos entrar nas três casas, mas no fim das coisas não conseguimos voltar para o Sonique, onde aparentemente o pessoal se concentrou mais (e onde estavam nossos amigos! rs). A música estava boa, os drinks excelentes e nem no vallet tive problemas, a única pena foi que não aproveitei a festa por conta da própria logística dela, uma vez que um monte de gente se concentrou num só lugar e acabamos travados na rua à uma da manhã.

Resultado? Viemos para casa horas antes do esperado e sem nenhum dos brindes prometidos pela Vivo, já que era preciso entrar em uma das casas para poder pegar. Uma pena!