Como foi minha primeira aula de crossfit?

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É impossível se manter alheio ao crescimento da #famíliacrossfit. Quer dizer, se você usa o Instagram, certamente já viu fotos de grupos inteiros sarados, suados e treinando com belos cachorros ao lado. Se você mora numa grande cidade como São Paulo, além das fotos você já deve ter visto a quantidade de boxes de crossfit que se espalham sem freio pela cidade. Ah é, eles têm esse nome: ‘boxes’. Todos sempre lotados de gente treinando e, em alguns dias, até correndo e dando berros e voltas pelo quarteirão carregando uns troços pesados. Mas o que raios é isto?

Eu que já treino há bons anos, como vocês sabem (inclusive estou devendo uns updates aqui, mas vamos por partes), já imaginava do que se tratava e ainda morria de curiosidade. Crossfit é uma espécie de treino funcional super intenso que também mistura rotinas de força vez ou outra, por isso em todo box você tem barras, anilhas e objetos variados que parecem ter saído de uma sala de musculação comum. O treino nunca é igual: cada dia uma proposta e com elementos de “gamificação”. O timer fica rolando no fundo, você tenta concluir o mais rápido possível e se estimula a bater metas pessoais, além de acabar rolando um desafio entre os coleguinhas de turma.

Embora eu tenha ido numa aula teste com outros youtubers amigos e tudo tenha sido super legal, é um ambiente bem competitivo e heteronomativão, o que pode ser estimulante para muitos, mas pode também ser um motivo para afastar outros. Mesmo assim, acho que é o tipo da coisa que só se descobre testando! Por isso, fui lá fazer o teste na Movimentum Crossfit, na Santa Cecília em São Paulo, e matei um pouco da minha curiosidade!

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tentando pular a caixa  – mas teve um final feliz! Veja no vídeo abaixo! 

No vídeo vocês acompanham meus fails e desafios da aula – que foi mais curtinha e mais simples que um treino normal – mas ainda assim pesadinha. Suei de verdade e achei muito bom, realmente quero integrar isso na minha rotina de treinos, fazer crossfit uma ou duas vezes na semana, quem sabe? Só continuo não acreditando que “todo mundo possa fazer crossfit”, opinião que eu já tinha antes mesmo de fazer a aula. Vários professores dizem que todos estão aptos, mas ainda acredito de verdade que uma pessoa muito acima do peso ou sedentária pode se lesionar facilmente ou realmente não aguentar a intensidade do treino e passar mal. Enfim, vamos ao vídeo! ;)

 

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Sem jacar: vale a pena ficar na linha?

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É absolutamente estranho pensar nisso, mas acho que há pelo menos uns 5 anos eu não ficava tanto tempo sem beber e mais ainda, sem comer doces. Depois de mudar minha dieta com um nutrólogo e descobrir alguns hormônios desregulados, resolvi encarar um sabático de limpeza para dar aquele empurrãozinho para o tratamento: foram 20 dias sem jacar, devidamente registrados no Snapchat (me add lá: feepineda).

Por “jacar” entenda: comer alimentos em excesso ou que não contribuem para o meu metabolismo de uma maneira interessante. Isso inclui, por exemplo, bebidas alcoólicas (todas), doces (só fiquei com mel e frutas), frituras (todas) e refeições que até tem variedade nutricional, mas que acabam trazendo prejuízos  junto – ou seja, foram também 20 dias sem hambúrguer, pizza, risotinhos, arroz japonês….

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agora já passou, mas que dureza.

Nunca tinha me proposto nada sério do tipo, também nunca tinha feito essas promessas que o povo faz, de ficar “um ano sem chocolate/refrigerante/bebida”, mas quando o médico me pediu especialmente para que eu não bebesse por um tempinho, para ver no que dava, resolvi sacrificar meu eu bon vivant do final de semana por uma boa causa.

Sou adepta da vida saudável, mas odeio radicalismos: já treino de 5 a 6 vezes por semana e, até por isso, gosto de me dar ao luxo de aproveitar, sim, coisas boas da vida e elas muitas vezes envolvem açúcar, gordura, farinha branca e um bom vinho, amém. Por isso, imaginem vocês, o dobrado que eu cortei para não sair da linha.

Foi desafiador, foi chato e deu vontade de me isolar numa ilha de todas as ocasiões sociais do mundo, mas, olha só, foi também um santo remédio para minha pele. Descobri um bocado ficando 20 dias sem sair da linha e, depois de ver que influenciei tanta gente com meu “diarinho” no Snapchat, quero compartilhar um pouco disso aqui também.

por que fiquei 20 dias sem jacar?

Primeiro porque eu realmente queria por tudo o que eu já ouvi por aí à prova. Desde que comecei a treinar, de nutricionistas a aspirantes de musos fitness, muita gente já me disse que a “jacada” do fim de semana tem um preço muito alto quando se procura um ideal estético ou se tem um objetivo específico de performance.

Eu nunca acreditei que faria tanta diferença assim e precisei ver por mim mesma. A resposta? Eles estavam certos. Faz diferença, sim. E ela aparece na mesma medida medida que seu tempo “na linha” vai aumentando também. Quando terminei os 20 dias, senti que os benefícios estavam só começando, mas e o psicológico para continuar, como fica nessa? Complicado.

Para mim, é triste viver sem tomar sorvete no final de semana ou sem pipoca no cinema. Talvez só seja válido para quem de fato “trabalha” com o corpo, ou então para quando você quer se preparar para alguma situação específica e com prazo de validade, tipo seu casamento. #dietasdenoiva

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