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Eu disse “botinhas” porque quem me conhece um pouquinho sabe o quanto eu sou viciada em botas. Sim, são meus sapatos preferidos e, atualmente, devo ter em torno de uns 12 pares no armário…

Little Boots e o instrumento inseparável

Ao contrário dos meus 12 pares, Victoria Hesketh tem apenas um cd, recém-lançado no início do mês, mas é meu novo vício musical. Só que não, ninguém a conhece assim: a loira britânica é famosa mesmo como Little Boots, tem 25 anos e faz um eletropop dos bons!

Conheci Little Boots em abril, quando vi este vídeo de sua apresentação no Later… with Jools Holland e achei tudo fanstástico. Além de cantar e tocar bem, a moça deu conta sozinha de sua própria criação musical. E antes de continuar lendo esse post, recomendo que você dê play e assista a moça fazendo música com um gadget e um clássico piano de calda:

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Litte Boots começou a estudar piano aos cinco anos de idade e, aos 16, participou de uma espécie de show de talentos britânico, o Pop Idol. Na atração ela não alcançou tanto destaque e foi eliminada logo na terceira etapa do programa, o que, segundo ela, foi ótimo, pois fez com que ela lutasse mais por seus objetivos. Pode ser!

Na faculdade, Victoria estudou “Estudos Culturais” (?) e apresentou uma tese sobre Jamie Cullum. Apesar de ter se formado como uma das primeiras da turma, a universidade pesou mais no quesito musical: foi lá que ela formou a Dead Disco, banda de indie rock só com garotas, e foi através deste grupo que conheceu Greg Kirstin, produtor com quem trabalha até hoje.

O grupo durou de 2005 a 2008 e chegou inclusive a deixar o solo europeu para ir até Los Angeles gravar um disco, depois de ter sido uma das atrações de maior destaque no Carling Leeds Festival, festival de música de Leeds – a terra natal das duas Mel’s das Spice Girls.

Chegando em LA, Vicky, que ainda não era Little Boots, repensou seus rumos musicais e começou a compor músicas que iam por um outro caminho, o do eletropop. E foi assim: em pouco tempo ela abandonou a banda e começou a fazer versões “eletrificadas” de canções pop de diversos grupos, como Girls Aloud e Miley Cyrus. Fez também um cover de uma canção do The Virgins, que eu pessoalmente adoro. Little Boots transformou com sucesso Rich Girls em Rich Boy.

Dentro de um ano, a moça adotou o nome de “Little Boots”, lançou dois EP’s: Arecibo e Illuminations, e começou a produzir seu primeiro álbum, Hands, lançado no último dia 8. E se você quiser uma dica, comece ouvindo Tune Into my Heart, Meddle e a música de trabalho, New In Town.

Entrando na moda de cantoras com “nomes exóticos”, como Lady Gaga e Ladyhawke, Little Boots faz um som bastante diferente destas outras moças (apesar de eu adorar as três!). Ela tem um quê mais sombrio e denso, além de abusar do piano nas faixas onde isso se faz possível – e eu adoro!

Como prova do sucesso, o MySpace da cantora já divulga shows agendados até outubro e a canção Meddle virou trilha sonora de um comercial da Victoria’s Secrets. Agora, melhor que tudo isso é o seu primeiro clipe oficial, de New In Town: bem dirigido, figurinos incríveis e uma coreografia que chama a atenção sem ser mala como a de um clipe pop padrão (e nisso ela se assemelha à dona Gaga). E, obviamente, uma música boa.


O que mais posso dizer?
Arranjem o cd. Sigam a LB no twitter. 8)

Postado por loverox

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Vocês podem até ver por aí, mas eu amo e não tenho como não postar!

Vejam como está ficando Alice no País das Maravilhas, na versão live-action de Tim Burton, que estréia no Brasil em abril de 2010:

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Em entrevista dada ao USA Today, o produtor do filme, Richard Zanuck, declarou que o longa foi rodado em apenas 40 dias, sendo que em Dezembro tudo já havia terminado. Neste exato momento,  as cenas originais estão passando pela pós-produção e ganhando toques finais com a animações CG e personagens criados através de motion capture (a técnica de Senhor dos Anéis para fazer o Gollum, sabem?). Ao final, a coisa toda será passada para 3-D (!!).

Deixando um pouco a tecnologia de lado, na versão de Tim Burton, Alice tem 17 anos e tem de ir a um evento onde  está prestes a conhecer uma série de possíveis maridos. Assustada, ela acaba fugindo e segue o famoso coelhinho branco que coincidentemente passeava pelo jardim do local. Com isso, me responderam porque é que escolheram uma atriz mais velha para o papel (comentei sobre isso no primeiro post que fiz sobre o filme, no ano passado)!

Se você ainda estava curioso com a aparência de Johnny Depp, Helena Bonham-Carter e Anne Hathaway, dá uma olhada nessa arte com seus personagens:

o Chapeleiro-Maluco, a Rainha Vermelha e a Rainha Branca.


Um pouco de estatística? Esta é a sétima parceria Depp-Burton. E vai ser incrível! 8)

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Fontes: Planeta Disney, USA Today e dica da Milly no twitter!

Postado por loverox

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Não sei aqui quem gosta e quem não gosta da série Crepúsculo, mas eis que o trailer oficial de New Moon (Lua Nova) acabou de ser lançado no MTV Movie Awards e o vídeo já está no Youtube! Enfim, resolvi compartilhar porque achei que mais alguém poderia estar ansioso pra ver… 8)
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Agora é esperar! O filme de Crepúsculo levou a estatueta de melhor filme na premiação da MTV e Lua Nova só estréia dia 20 de novembro! Eu fiquei mais ansiosa ainda!
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ps: adorei o efeito menino-lobinho! Robert Pattinson não decepciona, Kristen está mais sexy e… Ui! O Taylor Lautner ficou gostoso, hein?

Postado por loverox

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o filme que me fez querer casar com Michael Cera, definitivamente.

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Norah, Nick, playlist.

Sabe aquela noite em que, mesmo enquanto você ainda está nela, já tem certeza de que será inesquecível? Aquela noite que você já sabe que irá lembrar e talvez contar para os seus netos, ou pelo menos rir dela no mês que vem? Uma noite emocionante com um final, assim… Bem, não vou contar!

Essa noite é o tipo da noite mostrada em “Uma noite de amor e música”, tradução sessão-da-tarde-style dada a Nick and Norah’s Infinite Playlist, filme inspirado no livro homônimo de David Levithan, trazendo Michael Cera, o nerd apaixonante de Juno, como Nick, e Kat Dennings, de “O Virgem de 40 anos”, no papel de Norah – é claro.

Extremamente cool, “Nick and Norah’s” tem um humor leve, despretencioso e uma trilha sonora que você vai ter vontade de baixar antes mesmo dos 20 minutos de filme. Além de ter me apresentado a Vampire Weekend, a soundtrack do filme vai do indie à românticas voz e violão, enquanto acompanhamos o herói Nick, um quase loser, porém nice, que vive fazendo mixtapes para sua namorada odiosa que joga tudo no lixo.


a-ex-super-bitch.

Quem acaba ouvindo as tais gravações é sua colega de escola, Norah, que se apaixona pelo cara sem jamais tê-lo visto mais gordo. Para deixar a história do jeito que a gente gosta, Nick tem um excelente gosto musical, é um xuxu de fofo, é chifrado até e ainda tem uma banda. Para se apaixonar de vez, é claro que a namorada é uma patricinha-bitch-sem-coração, que chuta o moço e o deixa prontinho para Norah atacar quando finalmente conhecê-lo. É claro que você vai torcer por eles! E torcer para o Nick se vingar da ex-nojo!

Junte a tudo isso os (ótimos!) integrantes gays da banda de Nick, os “Jerk Offs”, e a amiga bêbada da mocinha, que vai aprontar a noite inteira, se perder por Manhattan e mascar um chiclete dos jeitos mais nojentos possíveis. Para fechar, todo mundo ouve boa música e é fã da banda mais cool do momento, “Where’s Fluffy?”, que só faz secret shows e provoca uma verdadeira comoção nos fãs, fazendo-os se locomoverem pela Big Apple a madrugada inteira atrás da próxima apresentação!


os Jerk Offs em ação!

Eu não tive essa adolescência de ir em showzinhos e tudo mais, mas quem teve vai vibrar loucamente lembrando os “velhos tempos” (nem tão velhos assim!) e rever “altas confusões” que todo mundo passa, já passou por ou fofocou sobre. Só como estímulo final: o filme me deixou tão, tão curiosa que eu passei quase dois meses aguardando para ver os 20 minutos finais! Adivinha só? Eu comecei a assistí-lo no avião, voltando da Europa em janeiro, e é óbvio que não deu tempo de terminar. Daí até a espertinha aqui, que não usa torrent, encontrar o link pra baixar, o tempo foi passando e eu louca pra saber se o final era feliz… 8)

Nick and Norah’s Infinite Playlist é absolutamente adorável, leve e provavelmente o retrato de uma geração recheado de “awns”. Infelizmente, aqui no Brasil, além de terem cagado o título, lançaram o longa direto em DVD no começo do mês. Portanto, aluguem, baixem e assistam comendo pipoca. É delicioso!


ps: como eu realmente quero que vocês vejam, um link para download do filme aqui, e o link para download da trilha sonora aqui. Só para constar: não sou responsável pelo upload destes arquivos, apenas encontrei ambos por aí.
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Postado por loverox

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Porque este era o melhor título para falar deste livro que virou filme, duplamente comentado aqui!

Primeiro, eu achei estranha essa coisa de transformar um livro de “auto-ajuda-divertido” em ficção. Eu fingi estar empolgada com o elenco e, ok, de fato eu estava, mas fiquei com medo. Afinal, o livro fala sobre diversos conselhos para você ver o quanto, na real, aquele cara está tirando com a sua cara.  Foi aí que eu li que eles enfiavam todos esses conselhos na boca de um personagem que, por sua vez, faz parte de uma historinha meio quadrilha: “João que amava Maria que…”.

Resultado? Pulga atrás da orelha. Eu imaginei que eles esqueceriam de algum conselho essencial, ou que esse personagem seria um profeta bonitão arrastando mulheres pelas ruas, fazendo pregações e gerando o milagre da libertação dos homens bundões. Na verdade, não foi bem isso que aconteceu…
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Justin Long vive o “profeta” Alex e Giniffer Goodwin é a solteirona Gigi

.O filme gira em torno de três amigas que compartilham dramas de relacionamentos (isso te lembra alguma coisa? cof-cof). Uma é solteirona, outra é recém-casada e está em crise e a última simplesmente não consegue oficializar os laços com o namorado, com quem já mora junto. Nas beiradas da história, estão o personagem-profeta, que conhece a solteirona e resolve virar seu Buda pessoal depois de vê-la ser enganada por seu melhor amigo.

O curioso é que, enquanto dá um fora na solteirona, esse “melhor amigo” está louco de amores por outra, que na verdade acaba tendo um caso com o marido da amiga da solteirona. Falando assim fica confuso, principalmente porque ainda temos a personagem de Drew Barrymore, que é pequenininha, mas faz a história fluir.

O melhor momento do filme, na verdade, é dela! A safadinha pegou a melhor fala do longa inteiro! Vou contar: depois de começar um relacionamento confuso virtual, em que eles conversam por myspace, facebook, sms, e-mail e etc., ela solta a seguinte pérola: “I had this guy leave me a voicemail at work, so I called him at home, and then he emailed me to my BlackBerry, and so I texted to his cell, and now you just have to go around checking all these different portals just to get rejected by seven different technologies.”

Traduzindo rapidamente: “Tem esse cara que me deixou um recado de voz no trabalho, então eu liguei pra casa dele, daí ele mandou um e-mail para o meu Blackberry e eu mandei um sms para ele. E agora você tem que sair checando mensagens em todos esses portais diferentes, só pra levar um fora em sete tecnologias diferentes!“.
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Drew Barrymore e seus amigos super interessados no rolo com o bofe da internet

Sensacional, não? Já passaram por isso? 8)
Achei que, nessa hora, o roteiro ganhou do livro. Afinal, quem disse que nós só esperamos ligações hoje em dia? Uma ligação, aliás, é o que a gente menos espera, se você for ver. Hoje um scrap fofo vale. Um sms. Um e-mailzinho. Adicionar no msn. Ou melhor, até uma direct no twitter é melhor que nada!

Enfim, eu acho a Drew uma excelente atriz e temos de ficar felizes que ela finalmente abandonou a fórmula de maluquinha usada em Como se fosse a primeira vez (2004) e repetida em Letra e Música (2007). Gosto muito dos dois filmes, mas a semelhança destas personagens dela é gritante – e, ainda bem, ela foi menos preguiçosa em Ele não está tão afim de você.

Voltado ao filme. Ao longo da história, é óbvio que algumas liçõezinhas do Greg se perdem, mas o essencial está de fato ali, como a máxima do livro “se ele não te liga, ele não está afim”, e outras, como: “se ele te quer, ele fará acontecer” ou “se ele não quer sexo…” - enfim, acho que vocês são capazes de completar essa frase, certo?

O filme tem um quêzinho de Sex And The City (2008) e de Como perder um homem em dez dias (2003), já que as três personagens centrais trabalham juntas, e também porque o filme adocica e suaviza toda a verdade cruel que o livro traz de bandeja para as mocinhas feitas de besta, aí pela vida.
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Gigi com as amigas: Jeniffer Aniston, a noiva eterna, e Jeniffer Conelly, a casada em crise

No livro, Greg diz que inventar desculpas para um cara não te ligar, tipo: “o cachorro dele teve diarréia no hall do prédio e ele passou a noite limpando tudo” é um grande erro. E é mais errado ainda se você pensar que “bem, o grande amor da vida da minha prima de segundo grau de fato passou uma noite limpando cocô do cachorro e hoje eles estão juntos e felizes”. Ou seja? A regra é a regra: não fique sentada na cadeira pensando que você é uma grande exceção. Todos nós sabemos que você é ótima, mas isso não faz de você uma exceção. Ou seja? Desculpas = “ele não está afim de você”.

Aí, no filme, no filme doce, suave, que até deu dicas boas e aproveitou dúvidas do próprio livro, adivinhem o que acontece? A principal história não passa de uma boa, bela, velha e estapafúrdia exceção!

Se o longa não tivesse roubado o título do livro, não teria problemas. Eu nem ia me importar. Seria mais uma comédia romântica fofa. Eu nem ia me tocar dessa história de exceção. Vejam bem: tem Ben Affleck, tem a Jeniffer Aniston e a Conelly sendo ótimas, tem cenas picantes com Scarlett Johansson (e ela realmente está *bem* nelas!), mas… poxa! Por que raios cagar a premissa do livro na história central?
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Isso eu não digo apenas como alguém que curtiu o livro, mas como alguém que sabe o trabalho que dá adaptar um texto para as telonas. Não tinha sentido mandar a base do livro para o espaço, sabem? Vou confessar que eu saí do cinema pensativa e sentimentalzinha (shame on me), mas eu, como discípula de Greg Berehndt, achei esse filme uma heresia à bíblia best-seller…

QUEIMA!

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ps: só reforçando: se você não leu o livro e curte uma boa comédia romântica, vá assistir! Inclusive os meninos, vão! Vão pelas cenas hot com a Scalett! Porém, quem leu o livro, vai entender essa minha revoltinha final. 8)

Postado por loverox

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Lembram-se do livro que eu comentei aqui ano passado e que, basicamente, mudou absurdamente meu jeito de pensar? Pois é, ele virou filme! (Se você não sabe do que eu estou falando, veja o post aqui!)

“He’s just not that into you” ou “Ele simplesmente não está a fim de você” é o título do best-seller bem-humorado sobre relacionamentos escrito por dois ex-roteiristas de Sex And The City, Greg Behrendt e Liz Tuccillo. O livro de auto-ajuda traz diversos conselhos divertidos para mulheres sensacionais, tipo você e eu, que muitas vezes acabam se diminuindo ou inventando desculpas para aceitar comportamentos inaceitáveis daquele loser que não te merece rapaz que por algum motivo roubou nossa atenção. Apesar da obra não ser ficcional, sua versão no cinema acabou virando uma boa e velha comédia romântica!

O roteiro segue a linha “João amava Teresa que amava Raimundo, que amava Maria que amava Joaquim…” e traz a história de diversas mulheres super incríveis que, por algum motivo, sempre têm problemas para encontrar um cara legal. No filme, veremos na prática todas as teorias defendidas por Greg no livro, como por exemplo, a mais clássica de todas: se ele não te liga, ele simplesmente não está afim de você. Assim, se você duvidava de que algo daquilo fosse possível (ou achou tudo um exagero!), vai pelo menos poder dar uma espiadinha em situações mais reais. E dar muita risada, claro!

Nas telonas brasileiras, o filme chegará com o título um pouquinho diferente: Ele não está tão a fim de você. Eu não vi muito sentido na mudança e achei uma bobeira, até porque o livro ficou bastante conhecido por aqui, já que ele foi bem divulgado na mídia e citado em diversas revistas femininas. Mas… Isso não importa! O que importa mesmo é que o filme deve ser divertidíssimo, já que alcançou a liderança das bilheterias norte-americanas logo em seu final de semana de estréia, no começo de fevereiro!

No elenco estão Jennifer Aniston (como não?!), Scarlett Johansson, Jennifer Conelly, Ben Affleck e Drew Barrymore, que também assumiu a produção do filme. Eu, como sou uma fã irremediável de comédias românticas, obviamente já iria ao cinema de qualquer jeito, mas já que o filme se inspirou num livro que amei, estarei com a minha pipoca a postos em plena estréia, dia 20 de março!

Ainda não se convenceu? Veja o trailer!

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Barrymore e Conelly juntas serão um arraso! Tô louca pra ver essa cena da secretária eletrônica inteira. Peguete safado, esse aí! 8)

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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