Tag: eletro


Roisin Murphy é uma cantora e produtora musical irlandesa. Sua especialidade é eletro com um pé no dance. Ela é loira, tem um estilo exótico e também adora usar um capuzinho na cabeça.  Roisin ficou conhecida através de seu trabalho com Mark Brydon no duo Moloko, que terminou em 2006. A moça seguiu em frente e adivinha quem se parece muito com ela (e veio depois)? …

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Roisin declarou a Irish Central que Lady Gaga estava roubando seu estilo, mas odiou toda essa atenção da mídia. Para consertar a acusação, a irlandesa disse: “Eu admiro o trabalho de Lady Gaga como artista e fashionista. Ela é uma performer muito talentosa, tocando piano, cantando e dançando… E eu não ligo para ombreiras!”.

Certo, no hard feelings. Mas que é parecido é, não? Ah Gaga. Gosto tanto de ti! Perdeu um pouco da magia agora. Bom, apesar do visual semelhante, pelo menos os clipes se diferem: Gaga é sexy, Roisin, bem classuda. E claro: pelo menos outra boa artista ganhou um destaque maior por aí.

Vi no twitter do Caio

Postado por loverox

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“Baby baby baby”, hit instantâneo da dupla de eletro francesa Make the Girl Dance:

Modeletes nuas em Paris fazendo a calçada de passarela e sendo “censuradas” pela própria letra da música. E, por isso mesmo, não se sabe ao certo se o sucesso veio do ovo ou da galinha, digo, da canção ou do clipe!

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“Naked Girls Get Interrupted”, com um figura apelidado de Music Steve e quatro modelos.

Vídeo viral do Guitar Hero 5, que será lançado dia 1º de setembro. Além de ser nitidamente inspirado no clipe em Paris, a versão é hilária e traz nas tarjas os nomes das músicas que já estão confirmadas na próxima edição do game. Gostei! 8)

Postado por loverox

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Eu disse “botinhas” porque quem me conhece um pouquinho sabe o quanto eu sou viciada em botas. Sim, são meus sapatos preferidos e, atualmente, devo ter em torno de uns 12 pares no armário…

Little Boots e o instrumento inseparável

Ao contrário dos meus 12 pares, Victoria Hesketh tem apenas um cd, recém-lançado no início do mês, mas é meu novo vício musical. Só que não, ninguém a conhece assim: a loira britânica é famosa mesmo como Little Boots, tem 25 anos e faz um eletropop dos bons!

Conheci Little Boots em abril, quando vi este vídeo de sua apresentação no Later… with Jools Holland e achei tudo fanstástico. Além de cantar e tocar bem, a moça deu conta sozinha de sua própria criação musical. E antes de continuar lendo esse post, recomendo que você dê play e assista a moça fazendo música com um gadget e um clássico piano de calda:

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Litte Boots começou a estudar piano aos cinco anos de idade e, aos 16, participou de uma espécie de show de talentos britânico, o Pop Idol. Na atração ela não alcançou tanto destaque e foi eliminada logo na terceira etapa do programa, o que, segundo ela, foi ótimo, pois fez com que ela lutasse mais por seus objetivos. Pode ser!

Na faculdade, Victoria estudou “Estudos Culturais” (?) e apresentou uma tese sobre Jamie Cullum. Apesar de ter se formado como uma das primeiras da turma, a universidade pesou mais no quesito musical: foi lá que ela formou a Dead Disco, banda de indie rock só com garotas, e foi através deste grupo que conheceu Greg Kirstin, produtor com quem trabalha até hoje.

O grupo durou de 2005 a 2008 e chegou inclusive a deixar o solo europeu para ir até Los Angeles gravar um disco, depois de ter sido uma das atrações de maior destaque no Carling Leeds Festival, festival de música de Leeds – a terra natal das duas Mel’s das Spice Girls.

Chegando em LA, Vicky, que ainda não era Little Boots, repensou seus rumos musicais e começou a compor músicas que iam por um outro caminho, o do eletropop. E foi assim: em pouco tempo ela abandonou a banda e começou a fazer versões “eletrificadas” de canções pop de diversos grupos, como Girls Aloud e Miley Cyrus. Fez também um cover de uma canção do The Virgins, que eu pessoalmente adoro. Little Boots transformou com sucesso Rich Girls em Rich Boy.

Dentro de um ano, a moça adotou o nome de “Little Boots”, lançou dois EP’s: Arecibo e Illuminations, e começou a produzir seu primeiro álbum, Hands, lançado no último dia 8. E se você quiser uma dica, comece ouvindo Tune Into my Heart, Meddle e a música de trabalho, New In Town.

Entrando na moda de cantoras com “nomes exóticos”, como Lady Gaga e Ladyhawke, Little Boots faz um som bastante diferente destas outras moças (apesar de eu adorar as três!). Ela tem um quê mais sombrio e denso, além de abusar do piano nas faixas onde isso se faz possível – e eu adoro!

Como prova do sucesso, o MySpace da cantora já divulga shows agendados até outubro e a canção Meddle virou trilha sonora de um comercial da Victoria’s Secrets. Agora, melhor que tudo isso é o seu primeiro clipe oficial, de New In Town: bem dirigido, figurinos incríveis e uma coreografia que chama a atenção sem ser mala como a de um clipe pop padrão (e nisso ela se assemelha à dona Gaga). E, obviamente, uma música boa.


O que mais posso dizer?
Arranjem o cd. Sigam a LB no twitter. 8)

Postado por loverox

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…Porque assim foi meu feriado: louco, pirado e inconseqüente (ressaca moral, alguém?). Ou seja? Ótimo.
Portanto, ainda estou me recuperando e quis deixar o novo clipe ótimo, pirado e inconseqüente do MGMT,  “Kids”.

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Postado por loverox

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Se quiser ver o mais engraçado e essencial, corra para o vídeo.

Podia ser uma “festa do preto”, e certamente 95% das pessoas estariam mais bem vestidas – ou menos bregas. Mas o caso é que os holandeses gostam de um reveillon brazilian style e foi o branco que escolheram para a escala de cores do seu evento.

Sábado rolou a primeira edição brasileira deste grande festival de música no pavilhão do Anhembi e, dentre os seis djs gringos e o brasileiro Gui Boratto, estavam lá Fedde Le Grand, Mark Knight e Mason, nomes que me fizeram dar gritinhos felizes em frente ao computador quando a Lari me mostrou em fevereiro que o festival ia acontecer.
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Skol Sensation

Lari, eu, luzes.

O tempo passou, os convites começaram a ser vendidos e eu resolvi “deixar passar”, até mesmo por não ter companhia disposta a pagar. Querendo ou não, o evento não foi barato, principalmente ao compararmos com grandes shows tradicionais, tipo o da rainha (Madonna). Porém, eis que aos 45′ do segundo tempo, quando eu sofria vendo twittadas de gente ganhando convites, recebi uma credencial para ir conferir tudo de pertinho e ainda levar uma amiga! Sem pensar duas vezes, liguei pra Lari e ela topou no ato!
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A sala de imprensa era bacana e tinha geladeiras de skol, o que nos deixou bem felizes. Só que até aí, não sabíamos que podíamos circular a vonts… Logo, imagina o tamanho da nossa felicidade quando descobrimos que podíamos entrar em praticamente t-o-d-o-s os lugares da festa? o/

É claro que, a bem da verdade, aonde eu queria ter ido mesmo era no camarim do Fedde Le Grand – sim, ele é o dono deste rostinho do lado esquerdo. O cara é bom, é gato, já fez campanha para a Armani Exchange e ainda tocou usando uma camiseta “I love my girlfriend”. <3

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Partimos direto para o camarote Sedução que, obviamente, não tinha ninguém de convite comprado – só “convidados VIPs” e gente chique, benhê. Vimos Ricardo Tozzi, o irmão da Maya da novela (??), um carinha que fazia o seriado da Sandy há bilianos atrás, a Milla Christie (quem??), a Renata Simões do Urbano; que me entrevistou e marcou a minha primeira aparição midiática falando de internet em maio do ano passado; e a Tati “Blablabla”, modelete e apresentadora da Play TV.

Para completar, imaginem a dupla que estava lá, feliz e sorridente? Junior Lima e Felipe Solari. (…) Entendam: não é uma cisma minha! É que eu que sou eu já vi os dois juntos pessoalmente mais de uma vez, e a outra vez, adivinhem? Era dia dos namorados, portanto tirem suas conclusões. Bem, certeza que tinha mais sub-celebridades por lá, já que tivemos a constante impressão de “te conheço de algum lugar”.

A nata da nossa noite: blablabla, fotos, música e bobeiras aleatórias.
E eu prometo que no vídeo a gente não tá com essa cara de maluca.

Em seguida, passamos no camarote de semi-ricos e depois fizemos uma passagem gloriosa pelo “Comfort Lounge Daslu”, o espaço de descanso de quem foi de limosine e pagou mil reaizitos para dar pinta na festa. Mas, sei lá, de verdade? Eu acho mesmo que todo mundo ali ganhou seu convite, mas isso não vem ao caso!

O que vem ao caso é que nós recebemos tratamento de dasluzete, comemos saladinha no melhor estilo “gastronomia contemporânea” e os tais canapés de ovas de peixe, também conhecidas como caviar. Nessa hora, a Lari agradeceu mais uma vez por eu tê-la chamado pra ir comigo. 8)
(ah sim, no lounge eu dividi sofá com a “jornalista e modelo” Cinthia Benini, ex-Casa dos Artistas, tá?)

A música rolando solta, a gente indo para lá e para cá e forçando nossos joelhos e pézinhos no rebolation até o chão. Quem mais animou? Mark Knight. O cara mandou bem e foi o set que fez eu me jogar na pista do começo ao fim, sem me incomodar visualmente com o estilo dos “raveiros” de óculos escuros e sem camisa que se multiplicavam por brotamento no lugar.
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Skol Sensation

Lari, eu e Formagio

Fechamos a noite no camarote premium cheio de stands. Axe e Mix FM estavam lá e eu encontrei também outras pessoas da internê, twitteiros e blogueiros, entre eles @skateonrails (que dança bem que só!), @nicnina, @papodehomem, @formagio e @felipegomes. Fora deste camarote, eu também encontrei pela festa a Lia e o @oct! E, claro, se vocês não os conhecem, no twitter dá pra descobrir um pouco mais!

Saldo geral? Foi MUITO bom. Uma das noites em que eu mais me diverti nos últimos tempos e, enfim, não foi nem pela música, mas pelo evento como um todo!

Só abro aqui um parênteses para dizer que eu fiquei puta. Fiquei puta de ter passado mais de meia hora circulando o Anhembi atrás da porcaria da chapelaria. Digamos que não foi muito inteligente a festa ter contratado staff’s de empresas diferentes que só sabiam fazer o necessário para sua função.

Num evento deste tamanho, eu acho que não é pedir demais esperar que t-o-d-o-s os seguranças, hostess, bartenders e blablabla saibam dar uma resposta precisa para “onde fica a chapelaria?”. Só tenho que agradecer, porque pelo menos não era do ambulatório que eu estava precisando, né? :P
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De resto, good vibes total.
Alguém aí foi também? Contem, contem!
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ps: demorei pra postar porque a edição desse vídeo me tomou muito mais tempo que eu imaginava.
ps2: tem uma celebridade bônus pra quem ver o vídeo até o final.
ps3: no flickr tem mais fotos, passem lá. 8)

Postado por loverox

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Não há nada como viajar para o exterior, ansiar desesperadamente por novidades e ouvir as mesmas músicas. Globalização é uma merda, mas, sim, é claro que eu ouvi umas coisas diferentes!

Dedico esse post às 10 músicas mais ouvidas pela Europa. Obviamente algumas da lista já estão fazendo sucesso por aqui, mas priorizei as hot stuffs que ainda estão chegando e algumas que talvez nem passem perto da programação de nenhuma rádio. Sim, rádio. Eu sou do tempo em que se ouvia rádio. Vai falar que você não ouve uma fm-zinha no carro? Hein, hein? ¬¬  Tá, vamos lá.


Amy Macdonald – This is the life

Essa inglesa está bombando pela Europa inteira e, até onde eu saiba, ainda não é grandes coisas por aqui. Para mim, ela é uma versão folk da Kelly Clarkson. Gostei bastante da música dela e recomendo principalmente que vocês assistam o clipe, porque a música é boa e o vídeo tem uns efeitinhos bem xuxus.


Lily Allen – The Fear

The Fear é a música de trabalho do momento da Lily, vinda diretamente de seu novo maravilhoso álbum It’s Not me, It’s You (2009). Ela tá lindinha no clipe e parece que realmente deu um jeito na vida. Se não deu, ok, valeu a tentativa, porque esse é seu vídeo mais fofo até agora. Bem, se vale contar, foi a primeira música que eu fui correndo baixar ao voltar de viagem. Aliás, arrisco dizer que quem gostar dessa, vai curtir o cd inteirinho!


Franz Ferdinand – Ulysses

Ulysses faz parte do último do Franz (faz a íntima). Tonight (2009) é ainda melhor que You could have it so much better (2005) e tem um quê oitentista que me deixou de queixo caído. Apesar de não ser música de trabalho (ainda!), a minha favorita do álbum é Can’t Stop Feeling, que me deixa com siricutico de sair dançando. Siricuticos à parte, Alex Kapranos (vocal e camisa vermelha na foto) está mais sexy do que nunca no clipe da música. Então assistam, pelo bem dos vossos olhos (e ouvidos, vai!). 8)


MGMT – Time to pretend

Ah! Eu ADORO esses caras. Quando baixei o cd Oracular Spectacular (2007), só conseguia ouvir isso: letras, samplers e batidas geniais e grudentinhas. Com um quê de eletro, um quê de indie e uma melancolia agitada bem agradável aos meus ouvidos, eles entraram para a minha lista de favoritos com louvor. Apesar dos caras não serem exatamente uma novidade, já que até vieram para o Tim Festival do ano passado (shame on me, não os conhecia ainda!), Time To Pretend estava tocando em todo-santo-lugar na Europa. A Lari inclusive ficou irritada, pois não é lá muito fã dos caras… Eu fiquei bem feliz. Ouçam, vai? *cara de cachorro que caiu da mudança*


Hilary Duff – Reach Out

A Hilary sempre tenta ser do mal. Ela, que é super princesinha, está de novo fazendo a femme fatale. Eu gosto mais dela fofa, porque desse jeito ela fica com cara de “filhinha rebelde do presidente”. Reach Out está no álbum Best of Hilary Duff, lançado ano passado. Em parceria com o rapper The Prophet, os dois pegaram um sampler de Personal Jesus do Depeche Mode e assassinaram fizeram a música. Para completar, eles transformaram os versos “Reach out and touch faith” em “Reach out and touch me”.

Eu, que sou fã do Depeche, achei o material mal aproveitado, mas a música tá bombando e conforme você ouve, acaba acostumando. No clipe, ela paga de sensual e tenta pegar um modelão gato – o problema é que o “sem camisa” não se mexe! Estranho, não? Em todo caso, ouçam a música original do Depeche Mode também.


James Morrison e Nelly Furtado – Broken Strings


*Não encontrei nenhuma imagem decente dos dois juntos.

Achei um dueto super improvável, considerando o passado recente da Nelly. Aí pensando no improvável, você espera que algo novo saiu. Mas não. É mais um dueto de amor bonitinho e fofo, só que nada surpreendente. Vai grudar no ouvido de todo mundo, vai fazer sucesso e tal, mas só. O clipe é melhor que a música em si. Bem, as fãs do Morrison vão gostar. 8)


Ne-Yo -  Miss Independent

Ah, eu curto o Ne-Yo. Desses rappers todos, é o meu preferido. Tem a vozinha mais gostosa e não é aparecido/prodígio/criminoso tipo o Chris Brown. Depois dele cantar com Deus e todo mundo, eu gosto mesmo é dele cantando sozinho nessa música. Miss Independent me conquistou com a batidinha e também com meu cansaço, afinal estava tocando em todo lugar por lá – e, pelo visto, por aqui também, já que está no top 20 da Jovem Pan. Mas tudo bem, Ne-Yo tem meu respeito. Te danço!


T.I. feat. Rihanna – Live Your Life

Essa também está fazendo sucesso por aqui, né? É, está ficando cada vez mais difícil sair na rua ou ligar a tv e não ouvir a voz da dona Rihanna. Além de fazer sucesso com as músicas dela, ela fez e faz parceria com todos os rappers do mundo, garantindo ocupar umas 3 posições por vez de qualquer top 20 da vida. Agora ela gravou com o T.I. para o álbum dele, Paper Trail. Mas isso não importa: o que importa é que é mais uma música com samplers de Dragostea Din Tei do O-zone. Sim, é a mesma que inspirou Latino em “Festa no Apê”. Só que os gringos mandaram bem na versão e eu tenho certeza que você vai ouvir, dançar e querer fazer “Yo!”. (noooot!) Ouçam e vejam! hehe 8)


The Killers – Human

Human é demais e é a primeira música de trabalho do terceiro e último álbum da banda, Day & Age (2008). Além de ter uma letra misteriouuusa (“are we humans or are we dancers?”), Brandon Flowers, vocalista do Killers, descreveu a canção como “o encontro de Johnny Cash com os Pet Shop Boys”. Como o encontro real não rolou, acho bom vocês ouvirem.


Meck e Dino Lenny- Feels Like Home


Os Djs e produtores na capa de seu último single,
“So Strong”.

Esta bombou em Amsterdam e é a música tema do Heineken Experience, uma espécie de tour alcoólica dentro da fábrica da Heineken, minha cerva favorita. Meck é um músico e DJ que se uniu ao produtor e cantor Dino Leeny. Juntos, eles têm feito estragos nas paradas gringas. Os dois gravaram Feels Like Home para incluírem no mashup de Like a Prayer, feito exclusivamente para a Sticky and Sweet Tour da Madonna. Quem foi no show, está lembrado? 8) Refresque a memória aqui.

Quem gostou, bate palma e pede bis!
Ou melhor: vá para o Rapid Share e baixe o zip com as 10 músicas. Diversão garantida! 8)

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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