Personagens do avesso

ter

e essa cavidade ocular avantajada?

Desde que assisti pela primeira vez o desenho “O Menino do Avesso“, ou algo assim (alguém lembra?), passei a ter uma fixação boba de saber como seriam os personagens da ficção por dentro. Não sou nem um pouco adepta de carnificina, sangue ou cenas fortes, mas sempre pirei que isso poderia ser algo fofo, se fosse devidamente bem feito.

Para tornar meus sonhos de piveta realidade, esta semana conheci o trabalho de Jason Freeney, designer e artista plástico que não só faz quadros de anatomia de personagens fofinhos, quanto esculturas de seus corpinhos por dentro:

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Para quem gostou, no blog dele tem mais. E eu quero esse pequeno pônei a-go-ra!

Princesas supersized

qua

Muito MC Donald’s? Vida de casada? É impossível manter o corpinho lindo para sempre? A bruxa má sequestrou o Dr. Hollywood da Terra do Nunca?

Elejam suas respostas para o porquê das queridas princesas Disney ganharem versão GG. A autora da bela peripécia é Ally Belissimo, criadora da personagem (engraçadíssima, por sinal) Creepy Miranda:
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Via Urlesque

“Toy Story”: Que bela fase!

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… Porque só assim para resumir o que eu senti ontem à noite, assistindo “Toy Story 3”.
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Lançado em 1995, “Toy Story” foi o primeiro longa-metragem da Pixar e é também considerado o primeiro longa-metragem em animação digital da história.  Sua trama traz o dilema do brinquedo “antigo” versus brinquedo “moderno”, estilizado na figura de Woody e Buzz Lightyear. Marcou época.

Eu tinha apenas 7 anos, vi o filme no cinema e um pouco depois meu primo, na época com um aninho, ganhou o VHS (!) – e eu ia até a casa dele só para assistir de novo e de novo:

Quatro anos depois, veio “Toy Story 2”. Lembro-me que também vi no cinema, e desta vez levamos meu primo junto, já que era a sequência do filme que ele tinha em casa e adorava. Na época eu estava naquela fase chatinha de pré-adolescente  e lembro que não dei o devido valor ao filme, mas nunca me esqueço das cenas dentro da loja de brinquedos:

Ontem, mais uma vez me emocionei com o trabalho da produtora e posso dizer que “Toy Story” marcou época – e também a minha vida. Foi através destes filmes que me encantei com animação e com a trama simples, cheia de significado por trás. Além disso, posso dizer que foi a Pixar que me apresentou ao formato do curta-metragem, já que sempre que eu ia ao cinema tinha um “filminho legal” antes de começar a história para valer.
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Em “Toy Story 3”, Andy está indo para a faculdade e finalmente tem de dar um destino aos seus brinquedos: lixo, sótão ou doação? A decisão atinge a todos, inclusive à mãe, que  acaba confundindo sótão com lixo e começa toda a confusão, fazendo os bonecos se unirem não só para tentar voltar para seu dono, mas também para que se sintam vivos e sejam “brincados” uma última vez por Andy.

O final é totalmente emocionante e faz derramar lágrimas e, bem, Barbie e Ken são uma atração à parte e dão alívio cômico para esta história claramente direcionada às crianças que cresceram.


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Rever “Toy Story” e assistir “Toy Story 3” diz muito sobre a própria história da Disney e sobre a atual revolução do 3D. Percebemos o quanto a animação melhorou desde o primeiro filme, mas o quanto isso não significa nada para que um excelente enredo chegue às telonas.

Em todo caso, para encerrar de vez  a briga da boa história com a alta tecnologia, o terceiro filme estrelado por Andy, Buzz e Woody é introduzido por “Dia & Noite”, curta que metaforiza a questão usando dois personagens antagônicos que carregam em si animações 2D e 3D e que, quando menos esperam, descobrem que se completam totalmente.

Veja um preview (e assista no cinema em 3D para ter a experiência completa!):
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Parabéns, Pixar! 8)

ps: para quem gostou do superhiper metrossexual Ken, a Pixar fez outros vários mini clipes com o personagem. É genial! Dá para ver no canal DisneyPixar no Youtube.

ps2: se quiser ter ideia do quanto estes danados evoluíram, recomendo os DVDs com curta-metragens deles. Muito bons!

O press kit de “Alice No País das Maravilhas”

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Achei simplesmente incrível o press kit de “Alice No País das Maravilhas” que a imprensa americana está recebendo da Disney. São livros e mini livros recheados de fotografias do filme:
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O vídeo foi feito pela equipe do Latino Review e depois de colocarem o pen drive no computador, descobre-se que o conteúdo não é nada demais, é tipo… Meia dúzia de fotos e o trailer, mas só pelas caixinhas e fotografias já tá valendo, não?

Será que a imprensa brasileira também irá receber? Começo agora a campanha “Disney me manda um!” e “Disney me chama para a pré-estreia no IMAX!”. 8)

Via Idea Fixa

Primeiro pôster oficial de “Alice No País das Maravilhas”…

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.. Não mostra a Alice!

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Encontre a Alice nesse pôster… Jogada de marketing? Não entendi.

Finalmente foi divulgado o primeiro pôster do filme “Alice no País das Maravilhas” dirigido por Tim Burton, produzido pela Walt Disney Pictures e adaptado da obra homônima de Lewis Carroll. O elenco traz Mia Wasikowska no papel-título, Johnny Depp como o chapeleiro maluco, além de Anne Hathaway e Helena Bonham-Carter como rainhas Branca e Vermelha, respectivamente.

Na história, Alice tem 17 anos e corre atrás do coelho branco para fugir da cerimônia em que deverá assumir um noivado arranjado. Por esse motivo, apesar de levar o nome do primeiro livro de Carroll, personagens e situações das duas obras da saga de Alice se misturam, “Alice No País das Maravilhas” e “Alice Através do Espelho”.

“Alice no País das Maravilhas” estreia dia 5 de março de 2010 com versão também em 3D – para saber mais sobre o filme, confira o que eu já postei clicando aqui.

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Via feeds compartilhados da Lia e Planeta Disney

ps: aparentemente, os primeiros pôsteres divulgados não eram bem os “pôsteres”, mas sim teasers dos personagens. Fica aqui minha correção.

Eles não ligam pra nós: “This Is It”, eu assisti.

qui

Tudo começou quando recebi em casa um convite lindo para a pré-estreia mundial de “This Is It”. Realmente me senti honrada e, claro, nem pensei duas vezes: terça à noite eu estava lá!

As primeiras exibições do documentário que prometia mostrar um pouco do que seria próxima turnê de Michael Jackson foram no Kinoplex Itaim, que recebeu decoração com o rei do pop por todo lugar e amplificadores bombando os sucessos que estariam nos 50 shows do cantor, como “Thriller”, “Man In the Mirror”, “Beat It”, “Billy Jean”, “The Way You Make Me Feel”, “They Don’t Care About Us” e, enfim, canções que com certeza você já ouviu.

Ao entrar na sala, devorei minha pipoca rapidamente porque queria apreciar o “show” sem distrações. Depois de longos vinte minutos de espera, o filme começa com um aviso silencioso para dizer do que se trata o documentário: “estes são registros dos ensaios da turnê de Michael que foram feitos para acervo pessoal do próprio artista”.

O aviso me soou um pedido de desculpas por algumas falhas técnicas pouco perdoáveis num documentário tradicional, como uma câmera vazando na outra, divergências de qualidade de imagem e até de tamanho do quadro, já que algumas câmeras rodaram em 16:9 (formato widescreen, no qual os filmes são rodados) e outras em 4:3 (formato retangular, é a proporção da televisão com a qual você está acostumado).

Mas quer saber? Isso não fez diferença alguma. Quando o filme começa, você não liga se o som ou o vídeo está assim ou assado. “This Is It” é um registro de Michael que enche de orgulho não só os fãs, mas também serve como referência para qualquer um que queira ser artista, seja músico, cantor ou bailarino.

Logo no início, ouvimos a voz de Kenny Ortega conversando com Michael. Sim, super ok o diretor do show conversar com o artista, mas, para quem não sabe, Ortega é ninguém menos que o coreógrafo e diretor por trás de “High School Musical”. E, olha, não há nada mais MJ do que querer inovar e convidar o responsável por um dos maiores sucessos da Disney para dirigir suas apresentações.

Kenny Ortega no canto esquedo,  Michael Jackson e bailarinos

O documentário começa focado na seleção dos 11 bailarinos, nove homens e duas mulheres, que dividiriam o palco com Jackson, e sobre a emoção de estar ao lado daquele homem. Mais adiante, os músicos falam sobre como é trabalhar com o “Rei” e o diretor musical do espetáculo revela que é difícil conhecer ídolos pop como ele: “ele conhece todas as suas músicas, sabe todos os tons. É fácil trabalhar com ele”.

Em outro momento, Michael insiste que quer ouvir um pouquinho mais de dururunds no baixo e eles ficam ali, se acertando por alguns minutos. Quer dizer,  quantas vezes você imaginou o perfeccionismo de Michael? Agora tá aí, na telona – fora sua obsessão por pausas dramáticas, que estariam presentes em muitas das músicas.

Ao longo do filme, conhecemos o que seriam as coreografias, as versões das músicas e assistimos todos os clipes de introdução que estavam sendo preparados por Kenny e Michael – sim, cada música ganhou uma introdução em vídeo.

Antes de “They Don’t Care About Us”, que me arrepiou de uma forma surreal, entrava um clipe com os dançarinos de Michael multiplicados aos milhares, todos vestidos de robôs e fazendo aquela “batucada” nos metais do figurino. Já para a abertura em vídeo de “Smooth Criminal”, trechos do filme “Gilda” com Rita Rayworth foram utilizados. Michael interpreta o rapaz que rouba a luva da personagem-título e foge pela cidade, enquanto a edição dá conta de misturar com perfeição as cenas originais do clássico com as filmadas para o show.

Enquanto isso, em “Thriller” o cemitério e a coreografia lindona persistiriam, mas o vídeo de abertura seria em 3D, com efeitos especiais primorosos. Durante a performance no palco, a platéia também sentiria um certo “ventinho” em suas cabeças, porque estariam pairando ali alguns fantasmas gigantes, como se saídos do telão. E não adianta explicar: tem que ver o filme para entender – sério.

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