VÍDEO: O dia em que ganhei na loteria – e outras histórias maravilhosas

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São anos de blog e falando de coisas que eu adoro, mas sobre isso eu acho que pouco falei nas ~internets~ a não ser no Twitter, casualmente. E o ‘isso’ é: eu curto muito apostar na loteria, jogar e afins. Além de ter a possibilidade real de ganhar algum dinheiro, eu realmente acho a expectativa de poder ganhar bem divertida, afasta qualquer mau humor!

No vídeo de hoje falo sobre apostas, jogos de azar & casinos e, como o título do post já diz, falo também do dia em que eu GANHEI na loteria… Mas não gostei muito não.

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10 ideias para economizar sem deixar a vida chata

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As férias estão comprometidas com o preço do dólar, as compras nos sites estrangeiros idem e sua conta de luz também agradece se você economizar. A de água, então, nem se fala.

Economizar parece que é a palavra de ordem de 2015 e, antes que o ano se torne chato, saiba que não é preciso abrir mão de (toda) diversão para isso.

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Nos ajude, ó rica Beyoncé, a entender

Antes de chorar sobre o cafézinho pós-almoço derramado, segure firme: ele realmente pode ser imprescindível para sua felicidade e não é (só) isso que está te impedindo de conseguir guardar mais dinheiro no fim do mês. Antes fosse, não é mesmo?

10 ideias para economizar sem deixar de se divertir:
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1. evite o banco 24h

Dar aquela passadinha no banco 24h quando a carteira está dando eco é uma saída muito prática, especialmente no fim da balada quando você esqueceu do dinheiro para o táxi. Bem, isso pode estar te custando um dinheiro que você nem faz ideia. Boa parte dos bancos cobra taxas por estes saques e lá se vão alguns trocados pelo ralo. Antes gastar com drinks do que com taxas, concorda? ;)

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2. procure medicamentos genéricos

Perca o medo dos genéricos, principalmente quando se tratar de medicamentos de uso contínuo. Troque seu anticoncepcional caríssimo de laboratório “grifado” pelo genérico correspondente. Converse com seu médico e escolha a melhor opção para você.

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3. tente renegociar seu plano de internet e tv

Muitas empresas lançam planos mais baratos e competitivos todo santo mês. Quem sai perdendo? Isso mesmo, você aí cliente fiel. Renegocie sempre que possível e tenha paciência para fazer “leilão” quando outra empresa tiver uma oferta melhor no mercado.

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4. compre cartões presente para você mesmo

Se o café for tão importante para você quanto é para mim, essa é uma ideia e tanto. Para não perder a noção de quanto você gasta com esses luxinhos gostosos, um cartão presente abastecido com um valor mensal pode ser um ótimo jeito de não estourar o orçamento, tipo no Starbucks. ;)

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A riqueza que te carrega

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“Coisas que você precisa fazer quando virar adulta: servir um jantar requintado para os amigos, ajudar no casamento de alguém, se dar uma jóia”. Até hoje não tinha ligado para o “se dar uma jóia”, até que uma coleção nova da Tiffany’s me fez encher os olhos: braceletes modernos, limpos, valiosos e ao mesmo tempo discretos. Milhares de dólares que eu não me ocupei em transformar em reais porque… Porque eu ainda tenho outras prioridades.

 

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Entre tantos desejos de consumo que invadem nossas timelines diariamente, o que você realmente precisa para te fazer feliz e ainda não tem? O que é luxo para você? Enquanto o luxo de uns é ter tempo para viver e experimentar, o luxo de outros é só o luxo, mesmo quando a conta bancária não acompanha o ritmo de tantas vontades. Roupas, jóias, sapatos, personal trainer babá: o céu é o limite para levar para frente uma pobreza de espírito que não cabe numa “selfie sem make”.

É difícil admitir, mas quantos (todos nós) já ficamos imaginando a reação que causaríamos ao aparecer no lugar xis com a coisa y? Ou tentamos sempre ser o primeirão da turma a ter o brinquedo novo, o celular novo ou o videogame novo, mesmo que isso signifique um aperto desnecessário na fatura do cartão? Acho engraçado notar que, ao mesmo tempo, vários (de todos nós) sofrem dessa vaidade, mas não pensam duas vezes na hora de apontar o dedo para essa cultura-pop-ostentação. Essa mesma das músicas, que faz a menina do morro desejar uma bolsa igualzinha a que você deseja. Ou se esforçar para comprar do mesmo jeito que você se esforçou.

Essa semana me perguntaram o que eu faria se tivesse 2 bilhões e tralalá no bolso e apenas seis meses de vida, condição sine qua non para o dim dim brotar na conta. Difícil. Minha primeira resposta, rindo: “compraria um monte de bolsas de rica!”. Mas isso era só o meu humor idiota trabalhando. Minha segunda resposta, mais provável: “produziria uma música e faria um clipe memorável usando o dinheiro, vou poder dizer que pelo menos tentei ser cantora uma vez na vida”. Realizar um sonho, contar uma história, sei lá. Tão mais legal que aparecer num episódio de “Acumuladores”.

O mais interessante do desafio do “dois bilhões” é colocar as coisas em perspectiva: com apenas seis meses de vida, contados a partir de hoje, quanto de riqueza você acumulou com você? Quantas e quais experiências fizeram você se perguntar o que quer da vida? A resposta é pessoal, a resposta pode nunca vir e tá tudo bem, mas são as dúvidas que vão te fazer ser realmente interessante.

Não vou enganar ninguém com esses parágrafos: é claro que sou materialista e vaidosa. Não tenho esse espírito elevado de quem não se importa com o que os outros pensam e definitivamente não acho a história da moda uma banalidade. Você anda nu? Eu também não. Mas dentre todos os feeds para seguir, escolho quais acompanhar: parei com pessoas físicas e jurídicas que não sabem explicar o luxo que vomitam para o resto do mundo.

A cada dia rumo aos “seis meses”, acrescentamos uma letrinha no nosso epitáfio. Alguns enchem os seus de riquezas, outros de histórias. Qual você prefere?

Saldinho do Natal

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foi bom pra você?
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Comemorei meu primeiro 13º. Gastei a primeira parcela do 13º. Gastei a segunda. Gastei um pouquinho do salário também. Adquiri presentes incríveis para os outros. Adquiri mais presentes incríveis para mim. Me mimei. Dei presentes legais. Não recebi tantos presentes legais. Recebi presentes de quem não esperava. Em 2011, vou ter de dar presentes para eles também.

Sou azarada com amigos secretos. Sobrevivi a todos, menos um. Participei do Twittoculto. Enviei meu presente. Quase não recebi o meu. Fiz um vídeo para contar a história:
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Obrigada, querido Fabião, pelo cartão legal e, porra!, por que raios você me contou do chocolate, hein? E, bem, em todo caso, em 2011 já sei: nada de amigo oculto, secreto, escondido, nem do presente roubado! hehe 8)

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Viver sem pendências

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Conforme comentei esses dias (alguém leu? hehe), desisti das resoluções de ano novo. Só quero mesmo é viver sem pendências, no melhor estilo “só por hoje”.

Aboli as resoluções de ano novo há um ano, dois. Descobri que colocar no papel um monte de coisas que eu queria, e não conseguia, era reforçar para mim mesma uma porrada de frustrações. Uma vez que já tenho minha auto-estima equilibrista fazendo este papel inconscientemente, tomei a decisão consciente de não fazê-lo e me facilitar a vida um pouco.

Algumas pessoas levam essas coisas numa boa: não deu, não deu e vamos lá se vestir de branco mais uma vez. Eu, não. Fui daquelas adolescentes que inauguravam a agenda do ano colocando a lista do que tinha que acontecer – e fechava o ano repetindo boa parte das coisas na próxima agenda e me perguntando porque raios eu não fiz o que dependia só de mim.

Serve para se questionar? Ah se serve! Mas esta atividade só é recomendável para quem não costuma pensar sobre si mesmo. Àqueles que pensam demais e fritam seus miolinhos, melhor se dar menos motivos para ficar pirando em cima de coisas que não vão mudar o mundo e, olha, provavelmente também não vão mudar você.

Talvez eu tenha descoberto uma só coisa que eu queira para o ano que vem, uma coisa só, que exige menos força de vontade do que perder aqueles 5kg que todo ano apareciam nas resoluções: viver sem pendências.

depois eu arrumo (via Satomi Shirai)
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Nós, interwébicos, somos uma raça desgraçada de procrastinadores. Com tantos métodos e alarmes diferentes para nos lembrar do que temos ou tínhamos que fazer (calendário do google, remember the milk, evento no facebook, alerta no celular), nada mais natural que colocar todos no modo “mais 5 minutos/horas/dias” de soneca e esperar tudo acumular até o desespero bater na bunda.

Este ano fui aprendendo. Realmente botei os alarmes para apitar e me encher o saco mais de uma vez por dia, criei planilhas para administrar meus gastos e, principalmente, os calotes. Afinal, que atire a primeira pedra quem não descobriu que um pagamento aleatório estava atrasado só quando viu que ia precisar de um extrinha para dar conta do cartão de crédito.

Aí eu também passei um tempo sem RG este ano porque perdi o maldito. Tomei a decisão óbvia de deixar pra lá e só tirar outro documento quando eu realmente precisasse, e fiz tudo nesse mundo usando a carteira de motorista. Fui para a festa da democracia, para a balada, para o motel, para a Argentina e lá fui roubada e voltei apenas com um passaporte, porque é lógico que a carta de motorista era o único documento extra que eu tinha caso eu perdesse o raio do passaporte e foi ela mesma que rodou.

Perdi uma semana fazendo os corres de burocracia, enchendo o saco dos bancos para pegar cartões novos, desbloqueando todos e, puta merda!, ainda tenho coisas para resolver. Já se passaram duas semanas (ou mais) e, bom, tenho que pegar um desses cartões no banco amanhã senão serei obrigada a pagar a conta de celular atrasada. Entende?

É tipo isso. Viver sem pendências, resolver rápido e sofrer um pouco para depois relaxar é a melhor forma do ser humano não enlouquecer aos pouquinhos. Vou adotar para o ensinamento da vovó: “não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”.

Se Deus e Yemanjá quiserem, pularei 7 ondas e 2011 será um ano mais silencioso, com menos alertas para apitar.

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Mr. Facebook, o partidão!

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Afinal, quantas pessoas de 26 anos você conhece que viraram tema de filme, dão palestras e tem uma fortuna maior que a de Steve Jobs?

who wants to be a millionaire?

Sim, caríssimos, segundo a “Forbes”, Mark Zuckerberg, o Mr. Facebook, hoje acumula uma fortuna de $6,9bi contra a poupança de “apenas” $6,1bi de Jobs, fundador da Apple.

Espantoso? Certamente. Em 2008, a mesma “Forbes” indicou que a fortuna do jovem rapaz era de $1,5bi. Então, veio em plena crise econômica o milagre da multiplicação  dos pães e tornou o programador prodígio um belo partidão para as solteiras a perigo nos Estados Unidos.

Ainda este ano, dois filmes sobre a grande invenção do cara chegam aos cinemas: o “A Rede Social” (The Social Network), sobre a criação do site desde seu primeiro dia, quando Mark ainda era só um estudante aplicado de Harvard; e “Catfish” (ainda sem tradução para português), longa-metragem misterioso no estilo “Bruxa de Blair” que conta a história de um rapaz que resolve ir conhecer pessoalmente uma garota por quem se apaixonou no Facebook. O mistério do filme é absurdo e, segundo conselhos por aí,  não vale a pena ler nenhum spoiler. Veja o trailer aqui.

Neste exato momento, podemos concluir que obviamente Zuckerberg está nadando numa piscina de royalties, mais rico que eu, você e seu vizinho juntos. E, lógico, também significa que os filmes vem num bom momento para refletirmos sobre o quanto a internet mudou o nosso comportamento social e a nossa forma de pensar. Parece batido? Então pense naquele seu amigo que perdeu o tema da conversa porque estava twittando.

“Catfish” estreou nos Estados Unidos na última sexta e “A Rede Social” estreia também por lá dia 1º de outubro e no Brasil, dia 3/12. Já para ver o Mark de verdade, o Facebook no seu celular resolve.

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ps: e, sim, eu acho o rapaz bonitinho, e já achava mesmo antes da conta bancária dele ser multiplicada por 5. Ele tem senso de humor, ó:

Fonte: UOL Economia