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as gêmeas Mim Nervo e Liv Nervo

Lindas, loiras e multitalentosas: estas são algumas características das irmãs que formam a dupla Nervo e são donas da música “We’re All No One”, que você já deve ter ouvido. Mim e Liv nasceram na Austrália, ingressaram no mundo fashion ainda adolescentes e resolveram mudar de ramo quando chegou a hora da universidade.

As Nervo sisters conseguiram seu primeiro contrato com uma gravadora ainda antes dos 20 anos e focaram seu trabalho nos bastidores. Começaram cantando em demos de DJs e produtores locais até que começaram a escrever e descobriram sua verdadeira vocação, conseguindo contratos cada vez mais interessantes.

Conhecidas pela autoria do superultramega hit “When Love Takes Over” de David Guetta e Kelly Rowland, as meninas já escreveram para Kylie Minogue, Ke$ha, Pussycat Dolls e Britney Spears, além de terem aberto com DJ set a turnê “Femme Fatale” da princesinha do pop nos Estados Unidos.

Foi com a carreira de DJ, aliás, que a dupla conseguiu seus melhores contatos e tocou em festivais importantes, como o ID Festival e o Lollapalooza. Apadrinhadas por gente como David Guetta e Steve Aoki, o primeiro single composto e interpretado pelas duas tem tudo para bombar – e as loirinhas são definitivamente uma das minhas apostas para 2012 também! Dá uma olhada no primeiro clipe delas:


“We’re all no one” foi produzida por Aoki e tem cara de verão, batida pesada, refrão grudento e vocal meloso, tudo que uma boa pop pede para bombar. O clipe saiu no final de outubro e o Nervo deve passar pelo Brasil este mês: dia 19 em São Paulo, dia 20 em Brasília e dia 21 em Florianópolis (se alguém souber mais sobre, fala nos comentários!).

Ainda não há previsão para novas músicas ou para um CD, mas vale a pena dar o play no EPK preparado pela Capitol Records, que traz cenas da dupla tocando em festivais, fazendo bagunça e falando de sua música, além de outros músicos e produtores do calibre de David Guetta, Afrojack e Kelly Rowland endossando seu trabalho:


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Postado por Fernanda Pineda

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gatchenha do tumblr

Assim, a música é obviamente importante, a música é também ótima, mas todo mundo sabe que o motivo pelo qual os clipes “Blue Jeans” e “Videogames” estouraram foi a bendita da carinha enigmática da Lana Del Rey enfiada ali no meio da edição.

Ignorando isso, o novo clipe de Lana Del Rey “Off To The Races” não mostra a cara da cantora em nenhum momento, mas aproveita o outro elemento de sucesso dos primeiros vídeos: colagens de um monte de imagens aleatórias.

Desta vez, as garotas bad-ass do wild wild west ganham a cena e a música brilha sozinha sem ter a boca da LDR chamando a atenção dos machos e atrapalhando. Esse realmente parece um clipe caseiro, parece até fan made, mas parece também feito às pressas, só pra ter algo pra postar no canal da moça no Youtube antes do fim do ano:


Espero que ainda façam uma segunda versão. “Off To The Races” é o terceiro single do álbum “Born To Die” que chega às lojas no final de janeiro – e que merece sim um vídeo mais bacana. “Born To Die” foi tão bom…

Encomendou o clipe e foi viajar, Lana?

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ps: se você ainda não sabe quem é a Lana Del Rey, ou não frequenta esse blog ou é de Marte. Então clica aqui pra entender.

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Postado por Fernanda Pineda

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o grande clipe de Lana Del Rey para “Born to Die”

Lana Del Rey é esse fenômeno polêmico que arrebatou a internet, ganhou capa de revista, figurou na lista dos mais cool do ano da NME, fez shows pequenos pela Europa e Estados Unidos com todos os ingressos esgotados, conseguiu tempo de anunciar o primeiro CD para 30 de janeiro de 2012 e lançar clipe com produção foda sem deixar o hype esfriar. Ufa!

Se você não sabe quem é, vale ler o primeiro post, quase um dossiê, que rolou sobre a moça por aqui. Ela é responsável por dois webhits do ano, os clipes de “Blue Jeans” e “Video Games”, que tem carinha caseira e um quê melancólico-misterioso. A música é ótima, a menina é gata e tem um belo vozeirão.

Depois de ganhar a mídia, a primeira superprodução da musa hipster é “Born To Die”, música que dá nome ao álbum. Ao lado de dois tigrões e um rapaz tatuado sujinho e gatinho, a cantora interpreta e mostra que tem bons olhos para trabalhar além da boca.

Apesar de ter sido visivelmente caro, o vídeo é simples, mas tão bonito que chega a hipnotizar. A direção de arte e o figurino perfeitos não erram no tom e, enfim, de uma certa forma era exatamente isso que eu esperava.

A música, que eu já tinha ouvido numa versão ao vivo, repete o sucesso das outras faixas já divulgadas online e já sinto que esse disquinho melancólico vai embalar muito meu 2012. Fazia tempo que um artista não me fazia querer insistir em pegar a letra da música e ficar cantando junto até decorar. Show dela no Brasil, alguém já sabe? hehe

Chega de história e dá o play no clipe da Lana Del Rey:


Moral da história 1: não fume maconha e dirija. Moral da história 2: não beije a hot hot hot Lana Del Rey enquanto você pilota em alta velocidade na estrada. Deadly lips, man!

girl crush total para a_boca em sua primeira aparição vermelhona

Depois desse clipe simples e bem produzido e do visual das flores na cabeça assumido, muito bem explicado e esteticamente ótimo, só queria saber fazer tutoriais de maquiagem para copiar esse make old Hollywood dela e mostrar pra vocês. Minha esperança é que Julia Petit o faça. Faça, Julia. E nos ensine também a aumentar a bocona. Pls, tks.

ps: e enquanto estou aqui escrevendo isso, a dona Lana estampa a capa de mais duas revistas e ainda posa para um editorial na V Magazine de janeiro, tá bom pra vocês? Senta e aguenta esse hype!

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Postado por Fernanda Pineda

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But I set fireeee, to the rainnn – ops, Adele!

Todo mundo já viu semana passada, mas isso não me impede de comentar que taí “Marry The Night”, o novo clipe e primeiro vôo videoclíptico solo de Lady Gaga. Sem coreógrafa, sem diretor contratado e sem roteiro novo – o roteiro é sua vida romanceada, como ela faz questão de explicar muito bem com a longa narração do início do vídeo.

Não viu ainda? Dá o play se tiver 15 minutos. Se não tiver, pula lá para o nono minuto que já tá bom:


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Lady Gaga consegue fazer tudo sozinha? Talvez, mas isso não significa que a qualidade das invencionices vá ser boa. Depois de dar uma aulinha de drama e explicar toda a metáfora que fará nos próximos minutos, é inegável que tudo perde um pouco a graça – para que subestimar tanto seus little monsters, afinal o público alvo desse clipe longo e biográfico, não?

Quando finalmente a história começa, as explosões e as dancinhas valem ser vistas, porém as semelhanças com Madonna deveriam ser mera coincidência, já que agora Gaga tomou todas as decisões e demitiu Laurieann Gibson por ela ter declarado à imprensa que moldou sua imagem à da rainha do pop.

Não tem problema se inspirar na Madonna, não. Aliás, vai ser difícil uma cantora pop fazer algo que passe longe de tudo que Madge já fez e não seja comparada a ela em nenhum momento; até hoje, nenhuma foi capaz desse feito. O problema é ignorar a rainha do pop em todas as entrevistas e cuspir mastigadas coisas que ela já fez. Dizer que foi fã seria mais bonito e inteligente.

De resto, esse dramalhão exagerado e as falas em francês muito me agradam, é rir da própria desgraça hoje que ela não está mais numa pior graças à Interscope e todo seu team. Fora que é bom ter alguém pra representar o kitsch e o exagero da vingança por nós, mesmo que isso seja atravessar carros em chamas a bordo de um salto 25. Que mulher nunca quis uma cena dessas para mandar para o ex, afinal?

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Postado por Fernanda Pineda

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canta, Britney!

A música não é das melhores. É lentinha mas não chega a ser balada, tem letra legal, mas não chega a ser genial. Porém, o clipe finalmente rendeu, algo que não acontecia à Britney Spears há bons tempos.

Finalmente uma história, finalmente Britney de verdade e, pqp, finalmente a princesinha fazendo algo mais amadurecido que não dependa da barriguinha sarada que ela não tem mais:


É claro que é ótimo se nossos ídolos forem sempre gostosões, mas você é mãe de duas crianças, dona Britney, e a gente sabe disso. Não precisa mais fazer de conta que tem 16 anos. Amadurecer é bom e aí a gente não se importa mais com tanto tanquinho e acha até legal você aproveitar o vídeo pra apresentar seu namorado.

Se você passou anos querendo ser mais mulher e menos menina, saiba que essas cenas calientes e perigosas finalmente fizeram isso por você. Espero vê-la bem “Criminal” aqui em novembro – é o fim da apresentação anestesiada, tomara!

rowr, rowr, rowr

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Postado por Fernanda Pineda

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Mais de 2 milhões e quinhentos mil acessos num vídeo-colagem com desenhos, filmes antigos e gravações toscas de webcam postado há menos de dois meses para lançar o primeiro single. Quase um milhão em outro clipe no mesmíssimo estilo que veio há um mês. Assunto de dez entre dez blogs de música. Rosto de anjo e voz forte para entoar letras tão sensíveis quanto banais. Personalidade auto-proclamada de “gangster Nancy Sinatra”. Ingressos esgotados para os onze shows de sua primeira turnê, que só começa em novembro. Uma boca, por si só, polêmica.

É de se admirar, mesmo. E se você ainda não ouviu falar da moça, prepare-se para ouvir muito ainda: o nome dela é Lana del Rey.
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a pergunta que não cala: real or fake? E isso importa?

O sucesso da garota é estrondoso. Até convites para vir para o Brasil ela tem. O fato é que ninguém sabia quem era ela e, boom!, lá estavam as ótimas músicas “Video Games” e “Blue Jeans” ganhando o mundo. O single e seu ótimo b-side que eu, aliás, prefiro, estrearam em excelente posição no iTunes e o povo pedindo por mais.

Como nada pode ser perfeito, a montação glamourosa e sujinha foi questionada e até os lábios da garota viraram pauta, especialmente por parte de blogs que resolveram chamar a mocinha de botox bitch apesar de reconhecerem que ela faz boa música. As perguntas ficaram: é ou não é botox? Por que? Tem certeza? Ela jura que não, mas… Toda essa publicidade espontânea para uma total recém-chegada. Ou nem tanto.

Alguém com muito boa memória se lembrou do trabalho que a garota fazia em 2009 com seu nome de batismo, Lizzy Grant. Ela se apresentava em bares de Nova York, chegou a lançar CD e inclusive gravou clipe, mas a coisa não foi pra frente – e o álbum foi misteriosamente tirado das prateleiras assim que ela assumiu a outra persona.

Dois anos depois, a garota volta mais morena, mais gostosa, mais carnuda (botox ou gloss que esquenta, hein?) com um estilo muito bem pensado e uma gravadora esperta por trás: a Interscope, mesma de Lady Gaga. Quem bota fé que é a menina que senta e edita seus clipes colagem agora? Estranho.

“Blue Jeans”, minha favorita desta cantora com um EP e (ainda) nenhum show

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Postado por Fernanda Pineda

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, vivendo em São Paulo. Produtora formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero e atriz profissional eventualmente praticante. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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