Justin Timberlake vai ser um nerd bem-sucedido no cinema

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Justin Timberlake no Emmy 2009: adorável.

Quer dizer que o nosso muso inspirador vai ser Sean Parker, o sócio do Mark Zubkerberg, criador do Facebook, no filme “The Social Network”? Quer dizer que ele vai se fantasiar de nerd? Quer dizer que ele vai viver um universitário brilhante e que fica cheio da grana? Quer dizer que nós vamos ver ele na telona outra vez?

“The Social Network” é o filme que contará a história do criador do Facebook e terá direção de David Fincher, de “O Clube da Luta” e “Seven”. Ou seja, vai ser bom! Ao lado de Justin estará Jesse Eisenberg, que viverá o próprio Mark.  O longa começa a ser rodado em outubro e mostrará os dois sócios desde a faculdade: Harvard, é claro.

Timberlake já esteve em “Alphadog”, fez uma participação em “The Imaginarium of Doctor Parnassus”, o último de Heath Ledger e que ainda não estreou, e está direto dando pinta no “Saturday Night Live”, pelo qual recebeu o prêmio de “melhor ator convidado em série cômica” no  último Emmy por conta de um curta-clipe que fez para o programa, o “Dick in a Box”:
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Agora, se você adoraria receber o p. do Justin numa caixa no seu aniversário (só estou reproduzindo a letra da musiquinha, não quero dizer nada com isso, hein! hehe), também vai gostar de ver o “Jizz in my Pants”, em que nosso muso inspirador está fazendo figuração e aparece como um ajudante de limpeza no supermercado. Em tradução literal, com vocês o engraçadíssimo “Gozei na Calça”:
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Mal posso esperar! Esta semana mesmo eu já estava comentando que sentia sua falta, JayTee. Volta pra nós, Justin. Grava clipe solo, sem essa feiosa da Rihanna, sem essa despeitada da Ciara. Volta, gato. We miss you.

Esse menino tem talento, vai? Ou, no mínimo, bom humor. Isso é inegável! 8)

Sobre porque o MP3 influencia pessoas

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Sou uma pessoa altamente influenciável. Não pelos maus hábitos dos outros, mas por seus estados de espírito. Sabendo disso, escolho muito bem com quem pretendo me relacionar. Também sou influenciada pela energia/clima do lugar. Se sinto a famosa “energia pesada”, pode crer, não fico no local nem mais um minuto. Não me chame para um velório. E nem sei o que eu farei quando morrer: acho que devemos curtir alguém enquanto a pessoa tá viva, afinal.

Mas o assunto não é esse. Bom, também me influencio pela trilha sonora. Eu, que não sou chegada a axé/pagode e cia. limitada, cheguei até a dançar MÓITO em Porto Seguro. O clima faz a ocasião, junto com as pessoas, muito bem escolhidas, claro. Mas e quando está só você, com seu MP3? É você e a música que escolheu.

Baseadas em algumas MP3 atualmente no meu aparelhinho bosta:
– quando estou feliz, quero pop meloso e animado: Public Affair da Jessica Simpson, Like a Virgin da Madonna e etc (tenho muitos pops melosos, acredite);
– quando estou triste, música melancólica: qualquer coisa do Depeche Mode, Good Morning Joan dos Cardigans, All Good Things da Nelly Furtado, ou Blower’s Daughter do Damien Rice (provavelmente uma das músicas mais melancólicas do mundo);
– se estou energética: Smile da Lily Allen, The World is Mine do David Guetta, Wind it Up da Gwen e Say it Right, da Nelly Furtado;
– se quero ser uma sex machine (é, acontece): Sexyback do Justin (amo profundamente), Toxic da Britney, Love Hurts da Joan Jett, Sweet Dreams do Eurythmics, I touch myself do The Divinyls ou Like a Boy da Ciara (melhor música dela até agora, na letra e no ritmo, ao meu ver);
– pra pensar na vida, atualmente a preferida é Rebellion do Arcade Fire.

Recomendo todas as músicas que eu citei, não preciso nem dizer. Mas a questão é quando você não está “in the mood” para aquela música e seu mp3 insiste em jogar músicas tristes com você feliz, ou pops melosos quando você está sexy, ou músicas-sem-classificação quando você está a fim de pensar. Afinal, não tem como não andar em clima de passarela na rua quando está tocando Sexyback no seu ouvido e você está com vontade de dominar o mundo (acontece às vezes também).

Acho que os mp3s deviam ter um botão seletivo de músicas por emoção, facilitaria muito os meus problemas (de ser influenciada pelo “clima energético” das situações). Detesto ouvir música triste quando estou feliz e detesto ter que ficar apertando botõezinhos do MP3, dentro da bolsa, enquanto estou de pé no busão lotado. Acho que vou patentear essa idéia e enviar pra Apple. E ficar milionária, claro.