Se dirigir, não se maquie

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tá se achando super multitarefa? calma lá…

Uma campanha genial da Volkswagen quer alertar as mulheres sobre o risco óbvio de dar aquela retocadinha na maquiagem no meio do trânsito. A ideia é simples e impactante, vê só:

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A campanha da agência DDB Tribal levou um Leão de Ouro em Cannes e serve como um alerta para jovens mulheres. Segundo um estudo publicado pelo jornal The Telegraph, 500 mil acidentes de carro no Reino Unido são causados por mulheres se maquiando enquanto dirigem.

Digo por experiência própria: você vai lembrar desse vídeo quando abaixar seu espelhinho no carro pra dar um retoque. Recado dado.

Alô, ciclista!

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Eu adoro as tirinhas do Doghouse Diaries e, por algum motivo xis, nunca tinha indicado o site aqui. Lembrei me disso e estou aqui dando a dica, especialmente depois de ver esta tirinha e de ser surpreendida por um ciclista surgindo em frente ao meu carro (sem capacete, sem proteção e, principalmente, sem nenhum refletor na bike!):

Piadinhas à parte, que tal a galera se proteger mais? Sinalização não é só para os outros veículos te verem, é principalmente para  você, ciclista.

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Restaurantes, golfe e curling – Imagens da Semana

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Como vocês acham que eu saio demais pra comer, vou começar esse combo com o melhor das últimas duas semanas falando de esporte, tá? Aí quem não quiser dica de comida boa, pode fechar depois. heheh

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CURLING

Claudinha Stocco, Alê Ferreira, eu, Dani Koetz e Lia

Há longas duas semanas, quando São Paulo ainda tinha inverno e não tinha o mesmo índice de umidade que o deserto do Saara, joguei tentei jogar curling no evento promovido pela Neutrogena.  A marca está trazendo para o Brasil o Norwegian Formula, um creme super hidratante feito a partir de uma receita caseira norueguesa, portanto nada mais natural que botar a galera para ficar no gelo e provar que o creme manda bem até em mãozinhas judiadas pelo frio.

Eu e outras lindas fomos até o Shopping Eldorado e nos aventuramos no gelo tentando ser atletas das olímpiadas de inverno. A pista de curling (infelizmente) não está mais lá, pois o evento foi só até o dia 22 e a anta aqui esqueceu a data, mas o que vale é a intenção: a organização foi ótima e trouxe a equipe canadense de curling  para dar instruções, além de termos papeado com a Lynn, capitã da seleção de curling norueguesa.

E, bem, eu cheguei lá achando que ia ser o maior bolinho porque tinha visto o episódio de Simpsons em que até o Homer consegue jogar, masss não foi bem o que aconteceu. Vejam só, comecei a carreira no curling rindo com a galera  e terminei assim.  Bem, para ver todas as fotos da inauguração e conhecer as regras do esporte, cliquem aqui e aqui.

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GOLFE

Logo depois de testar o curling, testei o golfe. Fui na seletiva do Trident Golf Connections e, apesar de não ter passado, me diverti muito. Eles selecionaram três pessoas que competirão em equipes numa espécie de golfe na cidade, sendo que a vencedora ganha uma viagem! Como não fui escolhida, estou torcendo – muito! – para a equipe que pode ir para a Bali, representada pela Galantini! Go, go, go, girl! 8)

Durante as competições estes sortudos vão andar por São Paulo no Fiat 500. Dá só uma olhada nesse painel xuxu:

Foi amor à primeira sentada. Adorei o carro. Pequeno, chique, fofinho, tem sky window e câmbio automático. Será que a Trident me manda um de prêmio de consolação? hehehe

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PARIS 6

Um belo almojantar foi a melhor forma de conhecer o Paris 6 para mim! Eu e o Rafa chegamos no bistrô 24h no finzinho da tarde e fizemos refeição completíssima, com tudo o que tem direito. Abrimos com pastéizinhos de queijo brie (!), seguimos para os pratos e eu encerrei com uma das melhores sobremesas que já comi: um tradicional e delicioso crepe suzette.

Foi tão, tão bom que não vejo a hora de voltar no restaurante. Inclusive, se eu fosse francesa, eu teria mordido essa sobremesa e me lembrado do doce sabor da infância nos campos verdinhos do sul do país… <3 Resumindo: puro amor! Provem e deliciem-se: tem muita opção para todos os horários do dia, já que o restaurante nunca fecha! ;)

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WAKAI

Perdão pela foto horrorosa, mas… Estávamos à luz de velas, na área externa do restaurante! Fui no Wakai Sushi com o Rafa e adorei o rodízio, especialmente porque tudo é bem honesto, considerando o preço. Apesar da fachada não ser muito convidativa, o Wakai fica ali no olhinho do furacão, pertinho da agitação da Augusta e é uma ótima pedida para comer e imendar uma balada ou um bar mais agitado, como o Sonique ou o Volt. Com relação ao rodízio, meu destaque vai para o temaki e para o rolinho primavera (foto).

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GENERAL PRIME BURGER

Eu adoro o General Prime Burger, mas até hoje só tinha ido na unidade do shopping Market Place. Finalmente conheci a matriz da rede, no Itaim, e adorei sentar no andar de cima, só para ficar olhando a cozinha. Enquanto esperávamos os deliciosos sandubas, eu e o Rafa ficamos brincando de adivinhar os pedidos que iam ficando prontos. E para fechar, uma boa notícia: mais uma lanchonete da rede será aberta na Rua Oscar Freire!

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Meme das 9 coisas

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Quase 8 meses se passaram desde o último meme postado aqui e como eu acho bem divertido responder essas coisas, fiquei feliz de finalmente ser indicada de novo!  A Tayra (que, através de suas respostas me mostrou que eu sempre falei o nome dela errado) me pôs na listinha dela, então vamos lá:

9 Coisas Sobre Mim:
(aleatórias, ilustradas e, até onde sei, realmente nunca antes reveladas por aqui)

1 – Sou viciada em café. Quando me controlo, tomo duas xícaras, quando estou com sono, perco realmente a conta. Tanto sou maluca por esta iguaria quentinha que já passei bem mal por isso. No segundo ano de faculdade (2007), no meio da correria de prova/trabalho/estágio, dormi umas 4 horas e emendei tomei três cafés pela manhã. Claro que deu merda: tive uma crise feia de labirintite (???!) e senti a extraordinária sensação de parecer que estou pisando em areia movediça a todo segundo e quis vomitar a cada paradinha do elevador do prédio, da faculdade, de qualquer coisa. Até hoje não sei como peguei o metrô pra casa sem por pra fora o beloved café.

2 – Terminei o curso de inglês aos 15 anos. Parece cedo, mas comecei o curso com 8 aninhos e tive aquela formação bem completa. Hoje minha fluência não é mais a mesma da adolescência, o que me rende pegar no tranco vez ou outra. Sempre que preciso desenferrujar o inglês começo meio esquisitinha e depois de alguns dias é como se eu sempre tivesse falado a língua diariamente. Vai entender! Em todo caso, já deveria também ter começado outro idioma faz tempo e não consegui. Fiz um ano de alemão e abandonei, mas ainda tomo coragem pra começar francês – já o espanhol, passando. Por hora, fico com meu portuñol fueda mesmo.

3 – Conhece uma pessoa que morre de tédio? Conhece, eu. Eu fico entediada com comida repetida, trabalho repetido, rotina sem novidade, programação de televisão, todas as minhas mp3s e também com todo mundo do Twitter. Não me levem a mal, eu simplesmente enjoo. Dali um tempo isso passa, mas pode crer que durante todo um período eu vou ficar surtando atrás de um novo restaurante, um novo emprego, um artista novo pra ouvir, meia dúzia de twiteiros novos para seguir…

4 – Algumas pessoas já sabem que eu tenho todo um passado de estudos musicais, além de ter me formado atriz.  Fiz 7 anos de piano e canto e, sim, foi muito legal e, sim, sinto muita falta – e me culpo horrores de não ter sido mais disciplinada.  Em todo caso, essa dedicação marcou toda uma época minha, de forma que meus olhos se cegaram para determinadas breguices durante minha adolescência. Meus amigos e família achavam o máximo ter a “conhecida cantora” e eu dei umas palhinhas para homenagear as pessoas em diversas ocasiões. Ter cantado em tanta festa se tornou um eterno fantasma pra mim.  Quer dizer, imagina se eu vou pro BBB, ganho na loteria,  viro BFF do Silvio Santos, caso com um jogador de futebol ou fico ryca e famo$a e esses vídeos pipocam por aí? ahuaheue Maldita hora que popularizaram a transformação de VHS para DVD!

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5 – Já usei franjinha N vezes e me prometi jamais cortá-la de novo, mas a vontade é ridiculamente grande. Sempre que topo com a Anne Hathaway na televisão ou revejo de relance “O Diabo Veste Prada” fico com uma vontade descomunal de ter o cabelo de Andy Sachs. Fora que, enfim, me sinto Andy Sachs diversas vezes na vida, especialmente quando tenho uma lista de nomes e caras pra decorar – não, isso não é coisa de filme.

6 – Penei, sofri, chorei para tirar minha carta de motorista. Fiz o maldito teste três vezes e ainda sofri preconceito durante a aulinha teórica, porque um monte de marmanjos fodões achava que eu, mulher, não podia saber de mecânica (século XX mandou beijos!). É claro que esqueci boa parte do que eu estudei da **mecânica**, mas enfim  uma hora a carta saiu e considero o carro essencial para se ter liberdade numa cidade grande como São Paulo. Sei que posso soar ecologicamente nada correta, mas poder ir para qualquer lugar a qualquer hora sem se preocupar com pegar ônibus, com o horário que o metrô fecha ou com o dinheirinho do táxi é a melhor coisa que já me aconteceu. Morar sozinha está nos planos, mas confesso que amo móito meu automóvelzinho e nunca tomei nenhuma multa, tá?

7 – Vez ou outra algum evento, festa ou acontecimento cósmico me motiva a gravar um vídeo e subo-o em meu Youtube. Não tenho um videolog ou muito menos um videocast, mas está na hora de contar: uma das minhas maiores vontades nesta internet de meu Deus é postar vídeos com regularidade. Afinal, além de ser produtora e de já ter trampado n vezes com edição, sou atriz formada há dois anos, com registro na carteira e tudo, logo, não tem nem desculpa, ? É, eu sei. /chora

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Paris

(agora, eu)

8 – Me considero um pouco “viajante profissional. Nunca fiz uma viagem absurda de longa nem intercâmbio (adoraria fazer!), mas já viajei bastante e comecei ainda criancinha. Deu para aprender muito bem todos os truques que mamãe ensinou, desde fazer rolinhos com a camiseta, até colocar coisas dentro dos tênis, tirar todas as etiquetas de todas as compras e andar com aquela bolsinha invisível de dinheiro e passaporte em baixo da blusa. Ainda não inventaram nada melhor, até porque  se aventurar confiando plenamente no cartão de crédito é furada.

9 – Preciso de ócio criativo de vez em quando, e isso quer dizer “tempo pra viajar na maionese olhando pra parede” e ter aquelas ideias que precisam ser passadas para o papel no exato segundo, antes que voem embora.  E, bem, só estou contando isso para fazer uma prece: voltem para a mamãe, ideias. Não estou suportanto mais olhar para telas em branco sem vocês comigo. Vamos andar de mãozinhas dadas e nunca mais nos separar?

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E, por fim, a parte de encaminhar para queridas 9 pessoas responderem e passarem o meme adiante (e que eu estou muito curiosa para ver o que irão contar!): Alê Ferreira, Bruna Vieira, Juliana Dacoregio, Juliana Ferreira, Lya Zumblick, Mari FrioliMarina Santa Helena, Mirian Bottan, e  Rê Biscoito! Divirtam-se, meninas! E me avisem quando postarem! ;)

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Retrospectiva (minha) de 2009, o ano da adultescência

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Este ano não quero resoluções, só quero agradecer de peito aberto!


feriado @Toque Toque

E agora josé?

Eu tinha que falar, já que é bem isso que me passa pela cabeça. Enquanto até o meio do semestre eu estava desempregada, sem job, sozinha na pista e sozinha talvez até na faculdade e em meia dúzia de outros lugares, de julho em diante minha vida mudou completamente.

Antes fosse apenas a Hannah (minha gatinha) ter entrado para a minha vida – ou o pilates e a acupuntura. Ou então o fato de eu ter conseguido um emprego bacana, ou de terminar a faculdade bem, obrigada. Antes simplesmente eu tivesse só encontrado um namorado perfeito pra mim, antes eu tivesse apenas realizado o sonho de conhecer Paris… Bem, 2009 me trouxe tudo isso – ao mesmo tempo.

As coisas demoraram pra acontecer, mas foram indo devagarzinho se encaixando para que eu realmente tivesse um dos anos mais inesquecíveis da minha vida.

Viajei para a Europa, ganhei a Hannah, que é “prima” da Vanilla (minha gatinha falecida), pela primeira vez consegui manter uma rotina constante de exercícios com o pilates (e parei na reta final do TCC, volto em janeiro, juro!), descobri a magia da acupuntura (recomendo!), comecei a dirigir diariamente e até troquei de carro, comecei a trabalhar no UOL… Comecei a namorar o Rafa. Me formei com um 10.

Quer dizer, se eu tinha motivos para querer mandar tudo e todos para qualquer lugar mal cheiroso de fevereiro a julho, de repente alguma coisa mudou. Os astros se realinharam. Eu comecei meu ano 6 segundo a numerologia e o fluxo de mudanças do ano 5 acabou, enfim.  Sei lá what the fuck happened. Só sei que sou a prova viva de que o que está pior pode sim melhorar!

Mágoas à parte, espero aprender a resolver e melhorar isso (e digerir isso) ano que vem, afinal não tenho mais motivos para remoer tristezas diante de tantas novas possibilidades que a vida tem me dado. E talvez esta seja minha única resolução de ano novo, algo que depende unicamente do meu esforço, já que ser feliz é uma opção que fazemos diariamente ao sair da cama.

2009 me provou que é preciso ter paciência e que as coisas acontecem, sim e como tem de acontecer. E, depois dessa, não tem como não entrar em 2010 confiante, feliz, curiosa pelo que vem pela frente – e muito agradecida.

Obrigada Deus, obrigada universo, obrigada a todas as pessoas incríveis que estiveram ao meu lado!


Em tempo: estou fazendo baliza e carregando a família pra viajar no banco de trás do carro.

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ps: mas agora, falando sério, só não tô é tão curiosa com as contas a pagar dessa vida aí de “mulheradulta/formada/pagominhascontas”. Sabe como é, né? Deram uma batida no meu carro, tem que mandar arrumar… blablabla whiskas sachê.  hehe 8)

Só perdi minha escova de dentes, mas ralei o carro.

sex

Minha mãe é dentista, portanto este título já é uma afronta. Desculpa, mãe. E eu espero que você tenha desistido de vez de ler o blog sempre ou pelo menos tenha parado de indicar para conhecidos que possam me cagüetar. Mentira, conhecidos! Continuem entrando, só não me cagüetem nunca, ok?

O trabalho está me fazendo adquirir o péssimo hábito de comer sobremesa, justo eu, uma pessoa capaz de abdicar de uma gorda e suculenta fatia de torta de chocolate em prol de um cafézinho esperto e espresso. Canso de fazer isso, e sei que todo o açúcar do mundo numa colher não me fará engordar o mesmo tanto que a tortinha faria. E aí que aqui no trabalho novo tem uma entidade móvel: “o Carrinho”.

Nós não temos um refeitório ou uma lanchonete dentro do prédio, portanto, para facilitar as coisas,  o Carrinho passa em determinados períodos de tempo oferecendo toda sorte de guloseimas xuxu beleza para nos fazermos engordar e não precisarmos nem largar o sedentarismo de nossas cadeiras. E aí, dona Maria, aí que eu fico aqui no trampo até dez da noite e a larica aperta forte, não é suave, não. Logo, aproveito-me de ensinamentos de vida saudável de todos os lugares do mundo e obviamente como à tarde, porque dizem os especialistas que longos intervalos de tempo sem comer te engordam ainda mais (é, parece que seu corpo fica achando que você está numa situação no limite e começa a poupar calorias para te manter vivo enquanto um olhinho de cabra saboroso não vem).

Depois de passar uns dez dias devorando todos os sabores de barrinhas de cereais, eu enjoei. Enjôo rápido e agora eu só consigo ser trash, o que me obriga a fazer o sacrifício de comer fatias de bolos deliciosos com sabores variados servidos pelo Carrinho. Todo dia é um sabor diferente, e eu só não como quando é de fubá com goiabada porque sei que o de cenoura com chocolate ou o de prestigio são muito melhores. E convenhamos que bolinhos são menos trash que palha italiana todo dia. C’est la vie.

Depois disso eu vou escovar os dentes voando. Mais que uma questão de higiene, é uma questão de tirar o gostinho bão da boca, porque por quanto mais tempo você fica com aquele nhami nhami  na língua, mais fome você terá dali há algumas horas. Acredite e faça o teste.

Aí eu fui tirar o nhami nhami ontem e descobri que minha escova de dentes não estava na necessaire. Fiquei pensando onde raios ela estaria, já que ela se presta única e exclusivamente a remover os nhamis no trabalho. Nisso, olhei adiante na pia e avistei uma escova parecida com a minha.

Não falo que é igual porque seria exagerar na minha memória visual, mas era bastante parecida. Eu precisava tirar aquele bolo prestígio de mim e precisava da escova ali, agora. Fechei os olhos e rezei para ser a minha escova.  Medo de cáries? Eu, não. Medo de gripe suína? Pois, sim.

Enfiei a malditinha na necessaire e saí de fininho. Aguardei o resto do dia pra saber se alguém teria perdido uma escova de dentes. Não ouvi nada.

Mais tarde, em casa, chego naquele momento em que a fome está apertadinha, mas já está tão tarde que você simplesmente não é capaz de cometer algum crime de gulodice. Você só tem desejo de ir dormir. Sendo assim, janto um prato modesto de comida, ou troco por uma sopinha, ou iogurte com frutas, ou sei lá o que.

No dia seguinte, nada de comentarem sobre a escova. No banheiro, tudo normal. É, era minha mesmo. E esta pessoa que vos fala, que conseguiu esquecer uma escova de dentes em cima da pia, voltar no banheiro diversas vezes ao dia e ainda assim não se tocar dela ali, perdida, também está tão zureta que ralou seu carro novo numa bobagem e chorou compulsivamente de raiva.

Acho que nem se eu tivesse pegado gripe suína por uma desatenção de escova de dentes eu estaria tão irada comigo mesma quanto estou agora, que tenho manchas brancas num carro chumbo por mera desatenção de quem chega em casa e só pensa em ir dormir.

E ah, nem pensem em cagüetar pra mamãe que eu ralei o carro: ela simplesmente estava na garagem e acompanhou tudo ao vivo.

 
ps: sim, esse post serve para contar bastidores do meu emprego novo, para justificar porque estou postando menos, para contar que eu troquei de carro (!) e para contar que eu só consigo e só penso e desejo dormir. Muito. E em seguida, quero ir ao cinema ver trocentos filmes atrasados, mas a cama anda muito mais forte que eu.