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Quase um “Enfim, sós”, com direito a final feliz e musiquinha fofa mela-cueca, mas, babies, estamos falando de Madonna, a mulher que fica com Jesus enquanto nós mortais simplesmente “ficamos com Deus”. Praticamente um incesto midiático pop-culturalizado, que só faltou ser agitado pelo Espírito Santo.

Eu não chorei. É, eu não chorei. Quando a diva das divas (sim, esse será um texto brega, extremamente egoísta e nada imparcial) surgiu em seu trono auto-proclamado e estupidamente merecido, as lágrimas encheram meus olhos. Eu segurei, segureeei e a loira abriu a boca, estirou os músculos e, OMG, que bunda! Que energia, uhu! Lágrimas onde, mesmo?

Foi bem por aí. Depois de um set deprimente do tal dj Paul blablablabla, chorar estava fácil, principalmente porque depois de horas de espera soava uma música boa e ao vivo em meus ouvidos. Porque sim senhores: Paul etc. não estava tocando ao vivo. Ao vivo? My ass! Playback de dj não dá, néam? Bom. Sem contar que ele cortou Justice pra botar O Rappa e conquistar o público brazuca, mas infelizmente ele não foi bem assessorado o suficiente para saber que quem curte Madonna aqui no Brasil tá, tipo, cagando pra O Rappa. Então, Madge, ficadica: trocar o DJ da abertura, se essa turnê for continuar (há boatos que SIM). 8)

O show segue. Depois de “Candy Shop” temos “Beat goes on” e, em seguida, “Human Nature”. Eu gritei quando vi a Britney no telão. Desculpa, foi emocionante demais. Além de bancar a baratinha tonta no elevador, Brits encheu a tela, sorriu, fez cara de safada e terminou a música para a Madge com “It’s Britney Bitch!”. Delicious. Isso, claro, depois da rainha ter gritado “I’M NOT YOUR BITCH” no microfone. Arrepiante.

Em seguida, “Vogue”. Eu adoro a música, mas confesso que não gostei da versão que Madonna fez para o show, com alguns samplers de “4 Minutes”. Mas ok, eu superei com a troca de roupa. Ao som de “Die another day”, os dançarinos fizeram uma performance linda de boxe, toda coreografada. Isso é dificílimo de fazer e, putz, todos os dançarinos deram uma lição de consciência corporal. Fiquei besta. São praticamente atletas, dançarinos de primeira.

Madonna volta ao palco com a roupinha fofa (a jaquetinha, o meião). Pulando corda, fazendo pole dancing e o diabo. Ela imenda “Into the Groove”, “Heartbeat” e “Borderline”, fechando com “She’s not me”. Eu a-mei. É nessa hora em que ela coloca os óculos escândalo Moschino e sai fazendo a festa nas bailarinas vestidas de, tcharam!, ela mesma.

Quatro versões antigas de Madonna são traduzidas nas dançarinas: a versão “like a virgin”/boytoy, a “material girl”, a Madonna de “Justify My Love” e o look peito-pontudo da Blonde Ambition Tour. Eu que já adoro a música, posso dizer que babei na performance. Para quem não sabe, “She’s not me” é uma das melhores músicas de Hard Candy e conta a história de uma garota que acaba de perder o namorado para outra. Só que essa vadia nova não passa de uma cópia mal feita dela mesma, porque a dita só sabe copiar a ex do cara em tudo.

Aí, pronto: lá estava Madonna cantando à toda e soltíssima – ou, enfim, estava extremamente bem coreografada para parecer tão solta. Ela corria pelo palco fazendo o que bem entendesse, divertindo-se e destruindo aqueles pequenos ícones de seus eu’s antigos, porque, afinal de contas, elas não são mais a Madonna: they’re not her.

Acho foda quando um grande artista tem a chance de se revisitar e ela certamente pode fazer isso, aproveitando, é claro, para reviver momentos polêmicos, já que esse beijinho na virgin não é nada mais que um flashback do beijo na Britney no VMA. Ok, beijou a Aguilera também, mas o bafão maior foi em cima da “princesinha”, é claro.

Mais uma troca de roupa e temos “Music”, um remix de “Rain” com “Here comes the Rain”, do Erasure, e depois poesia pura em “Devil woudn’t Recognize you”. Madge toma chuva digital em cima de um piano de calda com direito a capuz do tinhoso. Máximo.

É só tirar o casaco e temos cores, finalmente. Madonna com lenços coloridos segue para uma parte mais caliente do show, com “Spanish Lesson” e “La Isla Bonita”, que eu adorei, apesar das musiquinhas ciganas no meio. Aliás, “La Isla Bonita” é uma das minhas canções favoritas ever da Madonna. Ela está, tipo, no top 20 da minha vida.

Com este figurino, ainda temos outros momentos água com açúcar do show, como na interpretação de “Miles Away” ou na música ganhadora do Oscar de melhor canção por Evita, “You must Love me”. E, nessa hora, minha mãe diz com o binóculos na cara: “nossa, ela tem uma voz bonita, hein? o.O”. É, ela tem.

Entre estas canções ela diz coisas fofas sobre o Brasil, a latinidade, esse público maravilhoso, esse calor humano todo e etc. E, bem, foi aí que ela prometeu voltar logo para cá e disse que nós fomos a melhor platéia de toda a turnê. Não esqueceremos disso, Lady Madonna.

Para finalizar o show, um bloco de tirar o fôlego, em que eu devo ter pulado e pisado no pé da  Lia umas 50 vezes: “4 Minutes”, com Justin e sua perfeição quadruplicada em todos os telões e telõezinhos em tamanho real; “Like a Prayer”, em que o estádio veio abaixo com to-do mundo cantando feito maluco como se o mundo fosse acabar ali; “Ray of light”, com guitarrinha pesada by Madonna (excelente versão!); “Hung Up”, no mesmo clima Hard Rock; e, por fim, a maravilhosa, perfeita, absurda versão de “Give it to me” com quase 9 minutos de duração.

Eu morri com “Give it to me”, berrei e não quis que o refrão acabasse. A versão ficou perfeita e era Madonna indo embora do palco. Indo embora e deixando os telões cor-de-rosa com um GAME OVER gigante.

Ao sair do estádio, fiz uma pequena parada e comprei algumas coisinhas na loja oficial. Assim, só para deixar a Madonna mais rica e contibuir com a mesada da Lourdinha, de forma que ela possa comprar mais biquínis da Osklen na próxima vinda ao Brasil.

É. Barato não foi e, como eu pago meia-entrada,  gastei mais com os mimos do que com meu ingresso anti-muvuca na arquibancada azul. Tudo bem. Só tem loja oficial quando tem Madonna e essa delicinha de short 100% algodão é American Apparel, o que torna tudo supercool. E o óculos é uma réplica ahazante. Vou levar pra Europa só pra tirar fotos metidas na torre Eiffel, okay? … (parei! hehe)


Depois de tudo isso, eu só posso declarar três coisas e indicar uma quarta coisa:

1. Eu amo muito mais a Madonna agora.
2. Volta logo mesmo!
3. A mulher é foda.
4. Quem não foi e quer sentir o gostinho, veja as fotos e vídeos no Madonna Online (eles fizeram um excelente trabalho!) e confira a versão studio das músicas do show! Alguém postou as músicas na comunidade brasileira da turnê no orkut e a Flávia Durante foi fofa e agrupou tudo num pacotão e upou no sharebee. Confira aqui os links para download!

Agora eu vou embora para o Natal. Se a internet wireless de Ubatuba permitir, darei sinais de minha existência com alguns outros posts que estão aqui na cabeça. Mas, se eu não voltar tão cedo, Feliz Natal para todos vocês, muito presente e muita, muita comida, para que todos nós comecemos fevereiro bem culpados e suando na academia, já para cumprir as resoluções de ano novo. E eu, é claro!, estarei lá, mas de shortinho by Madonna. 8)
Beijinhos!

Postado por loverox

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… E uma camiseta pra dormir. Acho que eu nunca disse que sou absolutamente louca por camisetas aqui, né? Tenho comprado muitas e sou especialmente fã das que trazem mensagens. Não precisa ser necessariamente só texto, pelo contrário. Gosto de camisetas que traduzam meu estado de espírito no dia-a-dia. Bom, até por isso algumas ficam mais tempo na gaveta do que outras, apesar de serem geniais. Aí estão as minhas 7 camisetas favoritas com mensagens e uma camisetona fofa pra dormir, porque nem a camisola mais lindinha vence a boa e velha camisetona de algodão.

Won’t anyone hug me?

Gosto de usar essa quando quero bancar a fofa-moderninha ou, enfim, quando simplesmente quero abraços. Até hoje todas as vezes que saí com ela, ganhei pelo menos um abração de urso. Não há quem não se sinta tocado por esse toy-art-porco-espinho-fofo.  Comprei na Zara.

<3 Breaker

Fofinha e ácida, o que mais me chama atenção nessa camiseta é o contraste do rosa bebê com a mensagem e esse coração rabiscado ao extremo. Usei apenas uma vez, mas essa é mais “livre” pra usar, não exige muito do meu estado de espírito. Também da Zara.

Kiss me

Essa é pra quando eu quero atrair olhares, já que até o maior Zé da Feira sabe o que significa “Kiss Me”. Essa no ônibus já causou uma certa comoção, de gente virando pra olhar. Nem é pra tanto, vai? Mas, enfim, na rua também ouvi uns “smacks”. :P Uma pena é que eu comprei essa pelo mercado livre e fui surpreendida com uma malha não tão boa, apesar da camiseta ser da Aeropostale. Acontece.

Life, liberty and the porsuit of boys

Trazida diretamente da sede gigante da Old Navy em San Francisco (que tem roupas muito boas, mas lá não é considerada grande coisa), eu quase deixei essa camiseta pra trás. Ela estava numa pilha de “message tees” a caminho do caixa e eu só a vi na segunda vez que fui à loja. Achei a mensagem absurdamente infame e ótima, mas exatamente por isso só usei duas vezes desde que a comprei, em maio. A primeira vez foi no dia dos namorados, a segunda, no Juca. Bem propício.

I (lick) NY

… Por que a camiseta tradicional todo mundo tem. Essa eu paguei apenas $10 numa lojinha qualquer de Nova York e achei bem nice. Sei lá por que, mas gosto de usar com minha pashmina de oncinha. Não reparem na mão. Odeio ela, profundamente (juro). Acho que ninguém nutre um desgosto maior pelas próprias mãos do que eu. hehe Pelo menos, pra compensar, eu tenho o pulso fino. Enfim, próxima camiseta…

The first to love you, the first do leave you

Mais uma camiseta pra dias ácidos. O modelinho romântico, que tem os cordõezinhos pra amarrar dos dois lados, dá uma cara de vestidinho pra blusa que, pra mim, também contrasta com a mensagem. Boa pra usar com skinny/legging, sapatilha/all star. Também é da Zara.

The world needs more hugs

Camiseta no formato tradicional de “message tee”, mas com letras absurdamente brilhantes. Gosto de usar a noite, já que ela ofusca de dia e ainda fica justinha. Essa é de uma marca genérica “xis”. hehe Trouxe de Nova York também.

E pra dormir…

I <3 Wall – E. Ganhei do meu chefe que ganhou da assessoria da Disney enquanto eu ainda trabalhava na Play TV. A camiseta é tamanho GGGGG e bem confortável. Logo, nada melhor que usar pra fazer naninha! Eu sou bem fã de dormir de camiseta, já que me mexo tanto dormindo, que muitas vezes as alças da camisola ou do baby doll acabam incomodando no pescoço, porque saem do lugar. Nesse caso, camisetas compridas resolvem o problema.

PS: a luz das fotos está bem diferente, né? Pois é. Minha câmera enlouqueceu. É uma Nikon Coolpix 7900 de 7.1 MP, com pouco menos de 3 anos de uso. Não sei se ela está velha ou não para os padrões de eletrônicos, mas pra mim a resolução é mais que suficiente, senão compraria uma profissional. O problema é que ela está tirando fotos com luz e foco absurdamente esquisitos e aleatórios.  Vi uma câmera da Samsung por menos de 300 que tem até abturador mecânico e resolução total de 8.1, ou então uma semi-profissional Kodak Easy Share de 7.1 MP mesmo, mas com zoom óptico maior e recursos preciosos de estabilização de imagem. Alguém tem alguma outra dica de modelo pra me dar? Quanto tempo durou/dura a câmera de vocês? Sei lá, apesar dos eletrônicos estragarem fácil, eu fico com pena de já aposentar essa câmera, mas sei que não valerá a pena consertar…

Postado por loverox

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Rufem os tambores, que finalmente vem o post mais aguardado (e maior) do mês (do ano).
Tudo o que descobri nos 12 dias que eu me ausentei, divididos em top’s 5 de cada cidade e mais algumas considerações finais sobre minhas compras. E, claro, as fotos, mas só de SanFran por enquanto, porque virei PRO no flickr ontem e ainda não deu tempo de arrumar tudo!

SAN FRANCISCO

1- O clima. Califórnia. Você pensa em calor, mas não foi bem o que aconteceu em plena primavera… Em San Francisco é sol o dia inteiro, dias lindos, mas o vento é de arrepiar até os ossos. Tá, exagerei. Mas venta MUITO. Esqueça seu cabelo ao tirar fotos e abuse do charme do cabelo ao vento.

2 – Castro. San Francisco não é inteiramente gay, obviamente. A cidade é sim super liberal e sem preconceitos (maconha sob prescrição médica). Lá cabem todos os tipos de expressões e de pessoas: é um choque de cultura incrível. Mas, mais especificamente, San Fran abriga um reduto gay, o bairro Castro, cheio de gente bonita, artistas e cachorrinhos fofos. No cenário, bandeiras de arco íris por todo lugar, sex shop’s explícitos e o bondinho tradicional. Outro choque belíssimo. Ah, é nesse bairro que é realizada a maior parada gay do mundo também.

3 – Golden Gate. Dourada só no nome, ela fica numa espécie de “reserva”, chamada Golden Gate Park. Lá muita gente vai para andar de bicicleta, fazer um lanche e, claro, comprar souvenirs. O lugar é lindo e sim, é a vista mais bonita que eu já vi na vida. Sem a menor dúvida. É emocionante: quando você entra na ponte, o vento parece que te leva junto, e aquilo treme que só! Você sente nos pés, no corrimão da passarela de pedestres, é muito surreal…
4 – O transporte público. Funciona. Além dos lindos bondinhos, cuja passagem é cara: $11 pra andar o dia todo, a cidade tem um sistema de ônibus que nunca atrasa, uma espécie de ônibus-metrô chamado Müni, que anda tanto embaixo da terra quanto fora, e um metrô com nome de BART (Bay Area Rapid Transit), que circula por todas as cidades da baía de SanFran e passa até de baixo d’água. É super legal: você sente a pressão no ouvido quando o trem entra/sai do mar.
5 – As pessoas. Completamente diferentes do lado leste dos EUA e da imagem geral que se faz dos americanos. Lá você se sente num filme (juro!), porque todo mundo é mui-to legal, gentil, alegre e sorridente (e bonito. hehe). É uma sensação de tranqüilidade que paira no ar, mesmo a cidade sendo grande e tão cosmopolita (conheci latinos, italianos, orientais, indianos e até egípcios). Eu moraria lá. Tudo é realmente apaixonante e eu entendi o porquê da música que diz “When you´re going to San Francisco / Be sure to wear some flowers in your hair” .

NEW YORK

1 – Nightlife. New York é mesmo a cidade que nunca dorme. Eu fiquei ao lado da Times Square, num hotel super barato (quem quiser a dica, só pedir), e cheguei lá 9 da noite. Guardei as malas e já fui bater perna. Passei por 500 mil lojas, que ficam abertas até meia-noite/uma da manhã (isso em plena quarta-feira) As luzes são tão fortes que, no fim da tarde, parece que o sol está nascendo, e não se pondo. Aliás, essa impressão sobre as luzes era o que eu mais me lembrava de NY, já que fui pra lá com apenas 9 anos. Nunca esqueço de mim dizendo pra minha mãe: “nossa, parece que tá de dia!”. :D

2 -Rappers. Pode parecer preconceito, mas eu fiquei chocada como os negros de Nova York (pelo menos os que circulam pelo centro), são “padronizados”. Todos andam à la 50 Cent e falam com o mesmo sotaque das músicas. As negras não são tão estereotipadas, ainda bem! Ah! Para completar, os aprendizes de 50 Cent são mais atirados que qualquer maninho ZL de sampa. Ouvi todas as cantadas do mundo, desde “beeeaaauuutiful” até “Good job, mamma, she’s hot!” – minha mãe viajou comigo.

3 – Chinatown. Não tinha ido para lá quando era novinha, e acho que minha mãe fez certo, já que lá é um formigueiro à la 25 de março, com indianos e chineses disputando pau-a-pau pelas barracas. Mas dessa vez eu fui e dei sorte. Estava uma chuva do cão e nós resolvemos então, passear de metrô. No começo parecia idéia de louco, mas eu fiz as maiores pechinchas da viagem!Os chineses/indianos/árabes estavam loucos porque não tinha quase ninguém comprando e, para não sair no preujuízo, eu dei aquela chorada e fiz verdadeiros negócios da China. :D O perfume da Vera Wang, que custava $50 na Sephora, eu paguei apenas $20. $20! Sucesso. E sim, é original, mas antes de levar, tem que conferir, porque lá eles dão golpe.

4 – Comida. Como eu já imaginava, me alimentei muito melhor em SanFran do que em NY. Lá eu acabei recorrendo ao Subway e a restaurantes italianos especializados em pizza. E, claro fui tomar café da manhã no MC Donald’s também. O incrível é que o Subway custa absurdamente barato (tipo, $3,50 o lanche de 30 cm) e o MC serve capuccinos/hotchocolates mais baratos que o Starbucks. Aliás, qualquer MC de São Paulo dá de 10 a zero nos de lá: são bem feios e mal cuidados (os de SanFran são mais bonitos). O mais legal que eu entrei era o da Times Square, por motivos óbvios.

5 – Metrô. O metrô de NY é famosérrimo, leva para todo o lugar, mas desculpa aí! Que coisa mais lusitana! As linhas lá se dividem, tem bifurcações e às vezes a mesma estação está presente em mais de uma linha. É como se existisse, sei lá, a estação “Trianon – MASP” na linha azul, na vermelha e na verde e você escolhe em qual das “cores” é melhor parar. É claro que pra quem mora lá fica fácil, mas eu, acostumada com a organização do metrô de São Paulo, fiquei um pouco perdida. Acabei me achando, afinal metrô continua sendo universal. E, bom, o metrô daqui é melhor: o de NY é imundo (leia-se: pacotes e copos de MC Donald’s jogados no vagão) e até caro, se você considerar a falta de limpeza – a passagem custa $2.

Considerações finais:

Eu abandonei o ipod por lá. Vi a quantidade de roupas legais que eu deixaria para trás se gastasse $200 no Nano e me libertei. E não me arrependo! Mas, se você realmente quiser comprar eletrônicos, NY é mesmo o melhor lugar. Eu comprei minha handycam na Chinatown de San Francisco, mas deveria ter trazido de Manhattan. Não, não fui enganada e nem perdi dinheiro, mas enfim, é melhor comprar por lá: tem mais opções.

Roupas? Fiz as melhores compras em San Francisco! Lá é a sede da GAP, da Banana Republic e da Old Navy, então as lojas são imensas e cheias de promoções enlouquecedoras. Mas… O lugar onde eu vi a maior quantidade de vestidos lindos por metro quadrado foi na Forever 21. Se eu tivesse que escolher uma loja pra ter filial aqui, seria essa! (L)

E sapatos: Não compre lá! Só os tênis valem à pena (valem muito!), a não ser que você esteja nadando no dinheiro e traga algo tipo Manolo Blahnik ou Jimmy Choo. De resto, fique com Via Uno, Arezzo, Melissa e Picadilly daqui. A qualidade brasileira é absurdamente superior e você não ocupa lugar na mala de bobeira.

Quando o assunto é compras, meu destaque vai para as roupas: você consegue comprar muita coisa boa com apenas $10 (ou menos!). Os eletrônicos também são em conta, mas se você pára pra pensar na conversão do dólar, já não é tão barato assim.

Ufa. Com mais de 7000 caracteres, termino aqui o maior post desse blog.
Para as fotos, visite e adicione meu flickr (lá tem as fotos do JUCA também! hehe). E se você não estiver cansado do meu jeito de escrever, visite o ELES 3: lá tem post sobre a Vanilla (L) e outro post sobre a viagem (bem resumidinho).

That’s all folks :)

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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