Cabelo, restaurantes e mimos – Imagens da Semana

sáb

Antes tarde do que nunca, o “Imagens…” desta semana! Para ver todas as outras dicas e coisas que contei nesta tag, acesse aqui.


CABELO NOVO


Podem culpar minha fisioterapia e a manhã no cabeleireiro pelo atraso do post! hehe A fisioterapia já está chegando ao final, mas como vocês poderão ver na próxima foto, meu cabelo não só já estava gigante quanto pesado, e eu implorando por uma mudança finalmente fui no salão mudar. Faz muito tempo que uso franja longa ou curtinha, então quando finalmente consegui deixá-la crescer, hesitei muiiito em cortar de novo. Pois ontem cortei e valeu a pena!

A responsável pela mudança foi a Gisa, ótima cabeleireira do Studio W do Shopping Anália Franco. Já tinha tosado outras vezes com ela e dessa vez deixei ela definir o corte, sem influenciar muito. Ficou super legal e já estou apaixonada pela franja (de novo! hehe). Em breve posto mais fotos que mostrem melhor, porque tirei essa correndo no carro e não dá pra ver as mil e uma camadas do cabelo.

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STELLAS, STELLAS, STELLAS


Terça-feira fui com os brothers Rex e Mark num evento da Stella Artois aprender a tirar chopp! E, ó, só digo uma coisa: se eu não tive talento para o curling ou para o golfe, descobri que tenho talento SIM pra tirar chopp. Olha só esse colarinho perfeito (e o Mark disfarçando para não sair na foto atrás)! 8)

O evento foi para mostrar para a galera como trabalha um chopeiro e também divulgar a 14ª edição da “copa do mundo” do chopp, a World Draught Meister, que será realizada em Londres dia 28 de outubro e levará um representante dos 30 bares brasileiros que fornecem Stella tirada na hora para competir. Quem quiser provar o chopp da Stella, super leve e saboroso, pode ir em estabelecimentos como o “Bar Anhangüera”, o “MyNy Bar”, o “Bar Astor” e os pubs “All Black” e “Blue”.

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MARAKUTHAI

No sábado, depois de assistir o belo espetáculo “Ensina-me a Viver”, em cartaz pela terceira vez em São Paulo, Rafa e eu emendamos um delicioso jantar no Marakuthai. Como o próprio nome do restaurante denota, os pratos misturam elementos da gastronomia tailandesa e brasileira e o resultado é indescritível e simplesmente imperdível, fora o fato da chef Renata Vanzeto ser super jovem e mandar muito bem na empreitada.

Na foto, as entradinhas que pedi: um “shot”, espécie de mini sopinha de caldo de camarão, e o “satun”, mariscos e lula no caldo de leite de coco. Para quem se interessou, deixo o recado: barato não é, mas vale cada centavo.

O ambiente tem cara de despretensioso, mas é absolutamente lindo e tão contemporâneo quanto o menu. É uma ótima pedida para levar alguém especial e impressionar com o jantar à luz de velas, mas também é gostoso para ir em mais gente, sentar numa super mesa e tomar drinks enquanto come pratos leves. Recomendadíssimo.

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BURDOG

Depois de um restaurante phyno, nada como fechar o final de semana no Burdog, né? hehe Donos de uma das melhores maioneses de São Paulo, a lanchonete expandiu ainda mais e inaugurou uma loja mais perto de mim, na região do Ipiranga.

Fãs dos sandubas burdoguenses, Rafa e eu fomos até lá conferir se o padrão das outras unidades estava sendo mantido e, enfim, não só está tudo ótimo, quanto estão caprichando ainda mais para conquistar a clientela local. A loja fica aberta até duas da manhã, então dependendo do seu programa, dá pra dar uma passadinha depois de sair. Espero que ela vire quase 24h como a da Dr. Arnaldo, que vive lotadona até de manhã.

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#VCEM3D

Para fechar, um mimo incrível que recebi esta semana: o “1001 Filmes para ver antes de morrer”. Na realidade, recebi uma edição especial da obra super limitada. Parte da ação #VCEM3D, o livro virou “1002” e incluiu a produção da Circus Filmes, da qual eu e mais outros interneteiros faremos parte. Por enquanto, sabemos muito pouco, e a curiosidade está nos matando. Taí um arg que ainda vai dar o que falar!

Para entender mais e ajudar a gente a descobrir tudo sobre essa produção cinematográfica maluca, acesse o site e o twitter do diretor, Dado Di Ducchesi.

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A Chapa, Urban Outfitters, Nico Pasta & Basta e #FestaVivoOn – Imagens da Semana

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Antes de começar, preciso falar: vocês me mataram de amor com os comentários no post passado! Estou mais feliz ainda agora! Só para compensar a euforia, esse “imagens…” vai ser meio rabugento, mas com razão.

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A CHAPA

Depois de algumas idas à A Chapa, coloquei esta lanchonete no mesmo patamar que o Burdog no meu ranking mental de bons lugares para se comer sanduíche. Assim como o Burdog, a “Chapa” tem sanduíches deliciosos e preços justíssimos para você passar lá  a qualquer hora. Existem opções mais incrementadas de lanches, mas o menu não se baseia nisso. Por exemplo, General Prime Burger ou Lanchonete da Cidade já são muito mais “gourmet”, por assim dizer. Aqui não! Estamos falando de um lugar ótimo para se resolver passar para comer rapidinho ou mesmo depois da balada. Na foto, o Danger Max Dog, que inclui as batatinhas, custa o mesmo que um sanduba do MC Donald’s e é muuito mais gostoso.

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URBAN OUTFITTERS

Assim que li a notícia de que o Urban Outfitters estava entregando no Brasil, corri para o site. Adoro as coisas da loja e foi uma surpresa elevada ao quadrado quando vi que a super promoção deles já havia começado. Feliz da vida, comprei um tênis, um livro e uma camiseta e tentei não ficar ansiosa, já que tinha pedido o frete normal, e costuma demora em torno de três semanas para encomendas internacionais chegarem aqui. Bom, para minha surpresa, eis que tudo chegou lindamente bem embalado em singelos oito dias (!) e dentro do prometido, de 5 a 10 dias úteis. Não sei qual é o segredo do site, só sei que agora minha fatura do cartão de crédito vai estampar o nome da loja muitas e muitas vezes. Aprovadíssimo!

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NICO PASTA & BASTA

Domingo fui almoçar no Nico Pasta & Basta, aqui perto de casa, no Ipiranga. Já tinha lido sobre o restaurante no Guia da Folha e aparentemente ele foi indicado por trocentos guias “comer & beber” da cidade e também por Amaury Jr., segundo o clipping  deles. Bom, como a casa fica aqui perto e parecia tão boa, Rafa e eu fomos felizes esperando ter uma excelente opção nas redondezas. Lá chegando, constatamos o ambiente incrível e super novo, com um belo pé direito e teto central com iluminação natural, enfim, todo um projeto arquitetônico.

No couvert, comemos uma focaccia um pouco mole demais (e de focaccia o sr. Rafael entende), o que já o deixou meio cabreiro. Na sequência, pedimos nossos pratos, ele um talharim ao ragú de calabresa, e eu, este aí da foto. Cara de apetitoso e fama de carro chefe da casa, mas a crosta de amendôa nas costeletas era tão forte e concentrada e as ervas do macarrão tão amargas, que simplesmente o salgado da carne não alivou em nada. Imaginei que fosse meu paladar, questão de gosto pessoal, e comi porque já estava lá mesmo, mais pela carne do que qualquer outra coisa. Enquanto isso, o Rafael engoliu o almoço dele e também não achou nada demais.

Descontentes, pedimos a sobremesa: tiramissú, para não ter erro. Realmente estava excelente, porém por módicos R$18,00 eu preferia ter ido em outro restaurante. Para coroar a má experiência, o garçom esquece de trazer meu café e saímos do lugar bastante insatisfeitos. Afinal, um restaurante em que a média de gasto é acima de R$80,00 por pessoa simplesmente alguns erros básicos não podem ser cometidos. O mais importante não pode ser a decoração.

Talvez eu volte para levar minha mãe para conhecer. Espero ver uma situação diferente e pedirei um outro prato também. Em todo caso, realmente não agradou. Já fomos em outros infinitamente melhores, e absolutamente mais baratos – caso do Aldina, na Vl. Madalena.

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FESTA VIVO ON

@FESTAVIVOON - exquisito

Segunda-feira, Rafa e eu fomos na #VivoOn, festa de lançamento do novo serviço de internet da operadora Vivo, que aconteceu simultaneamente em três casas de São Paulo: Sonique, Kabul e Exquisito, restaurante mexicano que foi devidamente adaptado para receber a balada também.  A ideia era super legal no papel: grandes atrações em todas as casas e a possibilidade de circular a pé de uma para a outra usando apenas uma pulseirinha de identificação.

Chegando lá, no entanto, tivemos a impressão de que era gente demais para balada de menos. Com dificuldade conseguimos entrar nas três casas, mas no fim das coisas não conseguimos voltar para o Sonique, onde aparentemente o pessoal se concentrou mais (e onde estavam nossos amigos! rs). A música estava boa, os drinks excelentes e nem no vallet tive problemas, a única pena foi que não aproveitei a festa por conta da própria logística dela, uma vez que um monte de gente se concentrou num só lugar e acabamos travados na rua à uma da manhã.

Resultado? Viemos para casa horas antes do esperado e sem nenhum dos brindes prometidos pela Vivo, já que era preciso entrar em uma das casas para poder pegar. Uma pena!

Show do Prodigy – Imagens da Semana

qua

Quase que eu não faço o “Imagens…” por falta de tempo. Finalmente estou mandando meu TCC pra gráfica e ficando maluca com os ajustes finais. Mas, olha, terça-feira, dia 3 (anotem!) ele estará entregue na mão dos meus mestres e eu vou postar até vocês enjoarem.

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prodigy.

Aquilo lá no fundo é o Prodigy, eu juro.

Sexta-feira, eu e o Rafa imendamos o show do Prodigy no Via Funchal diretão do trabalho.  Ganhei convites de presente e fui com a única esperança de ouvir “Smack My Bitch Up” ao vivo – e, sinceramente, tive medo que eles não tocariam, já que sempre existe aquele estigma das bandas detestarem suas músicas velhas.

Mas, não foi o caso! Ouvi trocentas músicas e inclusive “Smack…”! O som dos caras é muito mais pesado ao vivo e eu me senti num capítulo a parte de “Trainspotting” o tempo inteiro, já que todas as músicas tem aquele quêzinho épico e parecem uma viagem de ácido com uma bateria quase drum ‘n bass às vezes (palavras de Rafa, o DJ).

Vídeo sem edição mesmo, só para mostrar o clima do rolê  e o maluquinho fazendo um belo rebolation!
(e não, esse vídeo não foi feito com a Kodak ZX1.  Sentiram a diferença?)

Depois de mais ou menos uma hora e quarenta minutos de show, tudo acabou, as luzes acenderam e saímos pensativos para comer no Burdog. Enquanto devorei um cheese bacon (é, fazer o que!), fiquei pensando que ok, o show foi bom” mas não sei se eu realmente pagaria para assistir, já que não sou maníaca por eles.

Em todo caso, para os fãs da banda deve ter sido bem bacana, já que ouvi vários comentários na fila de quem estava indo para o Rio de Janeiro assistir a apresentação novamente.

Por mim, valeu! – e, se for pra recomendar uma faixa do último álbum deles, o “Invaders Must Die”, fico com “Warrior’s Dance“, que também é excelente ao vivo.