Diga-me teu e-mail e te direi quem és.

qui

Tudo o que você sempre quis dizer para o seu amigo que ainda usa @hotmail mas tinha medo de magoar:

Mais um infográfico que amei – e mil desculpas para quem ainda usa hotmail. E aliás, como você consegue?!

Via Blame It On The Voices

Todas as cartas do mundo

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post secret.

As cartas mais importantes da minha vida foram escritas em papel de pão. Guardanapos. Bordas de sulfite.  Improvisadas. Tanto as que mandei quanto as que recebi. E por cartas entenda-se bilhetes, mensagens ou qualquer outra coisa importante o suficiente para ser escrita e não simplesmente dita sem registros, ou para ser escrita simplesmente porque ambas as partes não conseguiriam verbalizar com sobriedade tais palavras ao vivo.

Conversas importantes ganham espaço na tela do MSN ou na telinha do celular, em SMS’s mal digitados, muitas vezes com dedos trêmulos, ou desfalcados por outra atividade mais importante, como dirigir. Em outros casos, assuntos saem debaixo do tapete em e-mails não revisados e cheios de conteúdos mal resolvidos. E-mails e cartas que se repetem, mudam-se os remetentes, não os assuntos. Alguns recados que vamos receber a vida inteira – e de novo e de novo.

Por algum motivo, as cartinhas e cartões bonitinhos, programadinhos e sem sentido amplo vão abandonando nossas vidas conforme ficamos mais velhos, até que se atinge um ápice  e eles voltam a tornar-se simples cartões. De qualquer modo, no meio do caminho os cartões de Natal vão ganhar assuntos maiores do que só a comemoração. Cartões de aniversário vão celebrar outras conquistas. Cartões de desculpas vão trazer uma longa história…

Na infância ficam os greeting cards puros e simples, os papéis de carta perfumados e as sulfites coloridas que só serviam para dizer para tal amiga ou amigo o quanto eram importantes. Lembrar a alguém o quanto ele significa é simplesmente ótimo, mas por algum motivo também deixamos de fazê-lo ao longo da vida, de forma que mesmo com esses tais amigos de infância brigávamos por bilhetinhos mal escritos no meio da aula – e não nos papéis de carta da coleção.

Hoje, essas pessoas não nos mandam mais cartinhas cheirosas, mas lembram vez ou outra de encaminhar um e-mail com piadas, e de uma certa forma você se lembra que aquela pessoinha ali ainda  sabe que você existe, pois enviou a charge sabendo que teria tudo a ver contigo. Ou não. Ou seu amigo encaminha tudo para todo mundo, e se você não passar adiante terá sete anos de azar.

De qualquer modo, a vida também não permite que vocês se encontrem mais. É mais fácil discutir a relação por MSN, se um dos dois estiver online e o outro topar falar mesmo aparecendo offline. Algumas conversas às vezes serão longas, outras breves, porque a internet é fria e sempre alguém não vai entender por completo o que o outro quer dizer. Antes o telefone era assim, hoje é a web, amanhã sabe-se lá o que.

Sei que muitas dessas conversas eu gostaria de ter guardado, gostaria de não ter perdido de um chip de celular para o outro, de ter arquivado os papos no computador aquela semana, de não ter deletado aqueles e-mails todos num momento de raiva. As fotos até entrariam na mesma categoria dos bilhetes, mas elas são só versões para papéis de carta perfumados.

As mensagens mais importantes vieram por escrito e estão guardadas. As que sumiram durante um momento de fúria talvez não valessem espaço na minha memória.  Posso até não procurá-las, posso até não abrí-las, mas o fato de estarem ali me fazem pensar que guardei vivo o acontecido, algo que eu jamais seria capaz de fazer com uma conversa ao vivo.

Aquela encheção de saco desnecessária.

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favor não ligar a serra antes das 10h.

Nunca escrevi críticas “ferrenhas” a trabalho, e quando não tenho nada construtivo para dizer, me abstenho. Mas imagino o quão pau no cu e bad vibe deve ser  abundar-se numa cadeira com a plena certeza de levantar-se só dali duas horas, depois de perder o happy hour e de dissecar por a+ b porque tal filme, peça de teatro ou game é um lixo, uma bosta das grandes, simplesmente porque aquilo é sua obrigação: opinar. Ou dar a opinião que esperam de você.

Alguns se divertem com isso, metem o pau e xuxam tudo e todos em qualquer situação. Isso porque, ahn, porque se acostumaram, ou porque encontraram público cativo para as suas linhas ou porque simplesmente não é com eles. Nem com a mãe, com o pai, com irmã ou namorado.

Daí que realmente ninguém tem o direito de sair falando o que bem entende. Profissão alguma dá direito a isso e a posição de espectador menos ainda. Obras artísticas estão aí para serem assistidas, vistas,  recomendadas, divulgadas e assim, talvez criticadas. Faz parte. O trabalho pode ser alvo de críticas. Ele pode ser bem feito, mal feito, não feito – o autor, não.

Pessoas, não.  Seres humanos podem ter uma atitude condenável (e olhe lá) pela opinião pública vez ou outra, tipo voltar com o namorado depois de tomar dois olhos roxos, ou sair sem calcinha pela quinquagésima vez e oops, beber demais. Se bem que, ainda assim, quem somos nós para falar uma patavina sequer? Só outros seres humanos.

Deixemos ser feliz. Deixemos ser feliz também as pessoas que estão aí vivendo, artistas que estão aí vivendo, cantores que estão aí cantando, críticos que estão afofando a cadeira antes de criticar. Estas pessoas não estão na pista para levarem bucha sem sair de casa simplesmente porque tem o cabelo xis,  o peito caído, o bigode grisalho, a voz grave ou  gostam de amarelo com bolinhas roxas. Cada um é cada um.

E, olha, se 50% das pessoas entendessem – e respeitassem – essa máxima, não exisitira aquela encheção de saco desnecessária.

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ps: “texto” semanal voltando, e o Imagens volta quando voltar. Tô meio na preguiça. Quem gosta da tag,  pode brigar comigo. :P

Sobre a tal promiscuidade emocional.

qua

Só por hoje, tá?

O título pressupõe uma pegação louca, uma obsessão randômica desvairada por pessoas diferentes, uma por mês, por semana, por dia. Mas é bem menos que isso, é bem mais simples, e não necessariamente envolve sexo, beijo ou andar de mãos dadas.

Tem gente mesmo que se apaixona a cada noite ou acha que encontrou o amor de sua vida em todas as bocas. Ingenuidade ou sentimentos à flor da pele? Sei lá. Sei que a tal “promiscuidade emocional” também está aí para quem dedica boa parte de sua vida para uma pessoa diferente por semana e dá a esta pessoa simplesmente a alcunha de “amigo”. Amigo mesmo, tá? Amigo preto e branco, amigo pra chorar no telefone de madrugada e pra te dar aquele convitinho VIP que você tanto queria.

Daí então o “melhor amigo da semana” do promíscuo (a) em questão torna-se o primeiro a ouvir todas as fofocas, o primeiro a saber dos segredos, aquele que sabe da festa da semana em primeira mão através do outro. O amigo, que provavelmente só seria um conhecido, se torna amigo mesmo, bota até inveja nos camaradas que já conheciam o volúvel há anos. Vai dizer que nunca viram isso por aí?

Eu sou do tipo que tem poucas amizades e acho que nem é uma escolha consciente minha, simplesmente aconteceu e talvez daí venha minha incompreensão com trocar de amigo como quem troca de roupa.  Olho pro lado e acho engraçado quem tem um melhor amigo hoje e dali um mês, dois, tcharam! Pergunte sobre o  fulano de tal e ouça um: “quem??? Não conversamos mais”.

Tem muita amizade sazonal por aí, principalmente daquelas que você faz num cursinho de jardinagem para apartamentos, ou num evento lotado de gente e calha de ter alguém simpático ao seu lado, alguém com quem você vai encontrar pelos próximos dias de congresso e por aí vai.

Essas amizades eu até entendo, normal. Agora como tem gente que encontra o seu super confidente hoje, banca o brother com ele e semana que vem simplesmente esquece tudo o que já passou, pois agora são… Hm… Colegas? Tipo… Bye bye históricos de MSN,  replies no twitter, as ligações, os BARES AO VIVO e todo o tempo imensurável que o outro ser passou investindo naquele relacionamento, achando que realmente tinha conseguido cumprir a resolução de ano novo de “fazer mais amigos”.

Sei não. Não consigo. Não acho legal, não acho que é amizade. Não acho nem ao menos saudável – e não deve ser mesmo: dá pra lembrar rapidinho de pelo menos umas três patologias que envolvem mudanças bruscas de humor.  Mas quer saber? Não tenho nenhum conselho elevado para dar sobre isso, a não ser dizer: o que vem fácil, vai fácil.

Talvez antes do “promíscuo” resolver trocar de coleginha, o próprio colega já tenha riscado seu nome da agenda.

5 Coisas que Você Não Deve Fazer no Compartilhamento do Google Reader

sex

O Google Reader está mais sociável. Agora você pode escolher seguir os feeds compartilhados de uma pessoa, des-seguir outras e ocultar mais algumas – assim, só para não ficar feio de fulano perceber que você parou de bizoiar as coisas que ela põe na roda.

Como em todo bom ambiente internético de socialização, tem gente que torra seu saco de vez em quanto, mas também coloca coisas interessantes de vez em quando, o que te faz continuar seguindo-a. Portanto, como todo mundo quer ver é coisa boa e não notícia do mês passado, resolvi compartilhar também essa listinha de etiqueta feita unicamente por mim, viciada em reader – mas não em perda de tempo com “1000+ não lidos”.

5 Coisas que você NÃO deve fazer no compartilhamento de feeds do Google Reader:


1. Compartilhar tudo

Nem todo mundo tem tanto tempo para ler tudo isso – a não ser que você tenha um olhar brilhante para descobrir coisas sensacionais diariamente e saiba muito bem disso.  Do contrário, não compartilhe.

2. Compartilhar itens do seu próprio blog

De novo: você só posta coisas geniais? A última novidade do último segundo? Textos incrivelmente dignos de orgulho próprio? Pense: estou compartilhando para mostrar o que é meu ou passaria isso pra frente se viesse de outro blog? Daí sim. Caso contrário, deixe que as pessoas digam que o seu conteúdo é bom. ;)

3.  Compartilhar feed da semana passada no domingo da semana seguinte

Ficou confuso? Eu também. Compartilhar a notícia que todo mundo já leu ou sabe é uma desinformação: quem te segue acha que vai ler algo novo porque o reader se baseia em coisas fresquinhas e não é bem isso que você vai proporcionar. A gente entende que você não tem tempo. Eu não tenho, ninguém tem. Então se atualize no seu tempo, mas nada de passar o “jornal do peixe” como se fosse jornal novo.

4.  Compartilhar coisas que só fazem sentido para você e 2 pessoas

Auto-explicativo e dou sugestões: use o twitter, o msn, o facebook, o orkut, e olha! Tem uma coisa chamada e-mail que costuma ser bem útil para isso também.

5. Deixar o Youtube compartilhar por você

Não só o Youtube, mas qualquer outro site que permita compartilhamento automático. É bastante chato ficar lendo “Fulana assinou o canal de Ciclana” ou “Beltrano agora favoritou o vídeo ‘Pedro, devolve meu chip'”.

Lembre-se que metade desses viraizinhos que você guarda aí no Youtube são lixo, que  nem todo mundo gosta dos mesmos clipes e que provavelmente pelo menos 30% da população mundial não vê utilidade alguma em tutorial de maquiagem.

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… E, enfim, considerando que eu mesma sou capaz de infringir minhas regras, deixo aqui o link para os meus itens compartilhados – sigam por sua própria conta e risco. 8)

Encontre o Homem Bem Feito 10 vezes!

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Lembram da promoção “Quem é o meu homem bem feito“? Pois ela continua rolando!

Para inspirar vocês a participarem e ganharem presentinhos incríveis, fiz este post para mostrar como  é o homem bem feito em várias situações. Como encontrar o meio termo entre o cara sensível demais, o machão e aquele mais equilibrado, que toda mulher quer.

Esse é o nosso “Sr. bem feito” – e o homem “demais”  está mais pra linha do Maguila, que está na campanha da promoção, e o  “de menos” fica com Sérgio Abreu, também na campanha e macho apesar da minha “designação”, tá? Tô só ilustrando a situação, Serginho! 8)
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Jude Law e Ewan Mcgregor bem feitinhos numa foto, definitivamente, bem tirada!

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COMO ENCONTRAR (OU SER) O HOMEM BEM FEITO….

No primeiro encontro:

Depois de escolher um lugar legal para irem, o papo flui naturalmente. Ele fala tanto quanto ela e sabe olhar nos olhos, por melhor que esteja o sushi, a banda – ou até mesmo a programação da TV do lugar. O olhar direto é fundamental, e se um toquezinho ou outro rolarem enquanto isso, bingo!

Se pintar o clima para o beijo, o homem bem feito também não vai deixar passar. E, claro: nada de pressão para irem adiante logo no primeiro dia. O que um não quer, dois não fazem!

Na balada:

Ele vai dançar a noite toda com a mocinha e eventualmente trazer biritas na mão dela. Ele pode até não ser um exímio “bailarino”, mas vai fazer questão de te acompanhar com um sorriso no rosto. Também vai saber lidar com educação se algum engraçadinho chegar perto de sua acompanhante. Nada de brigas – e nem de fazer de conta que não viu.

Com a família dela:

Se ele gostar da sogrona, meio caminho andado. Se a empatia não for muito boa, o bem feito vai saber agir com educação e participar da conversa sem parecer o “namorado chato” (ou grosso) que a garota arranjou. Quem banca o mau humorado nessas horas, só tem a perder. E perder a mãe é também perder um pouco da garota.

Com as amigas dela:

Ele simplesmente vai ser legal com todas, mas terá a manha de dividir a atenção do jeito certo entre as amigas e a garota, mesmo que a vizinha dela também seja uma ávida colecionadora de selos assim como ele (?). Por outro lado, se ele odiar todas, jamais falará mal para a amada. E obviamente um homem bem feito jamais dirá quais delas ele pegaria – em hipótese alguma. Nunca. Jamais. Nem na próxima vida.

Com os amigos dele:

O homem bem feito vai apresentar a garota para todos, fazer questão de incluí-la no papo e também apresentá-la às meninas da turma, se houverem. Principalmente porque é com elas que a fofa vai estar quando surgir o papo de “quem comeu a gostosa ontem” na rodinha do lado, e aposto que ela vai querer estar enturmada o suficiente para não ouvir – e para deixar o rapaz feliz em poder continuar tendo conversas “interessantes” com os amigos.

Na internet:

Sem grudência e sem chá de sumiço, o bem feitinho sabe mandar recados na hora certa, simplesmente para fazer a garota se lembrar dele. Também é bom dizer que esse rapaz equilibrado não vai falar como um bebê nas mensagens nem te encher de 293872 recados por dia. (e eu espero que a menina também não faça isso!)

No jeito de se vestir:

Bom gosto é a primeira coisa que esse rapaz tem, mas tem também a capacidade de aceitar sugestões. Ele não precisa saber tudo sobre a última moda da última semana nem cismar de ir de bermuda num casamento: ele sabe escolher, mas também sabe ouvir se ela tiver alguma sugestão para deixá-lo ainda mais “bem feito”. ;)

Numa discussão:

Educação e diálogo cabem em todo lugar e aqui também. Provavelmente ele conseguirá parar a briga com um “conversamos amanhã” para a coisa esfriar e ninguém fazer besteira de cabeça quente, principalmente porque as mulheres costumam ser mais passionais nessa hora e na pressa de querer resolver tudo o mais rápido possível acabam fazendo coisas erradas ou falando demais.

No telefone:

Um esquema bem parecido com a internet: nada de ficar três horas falando bobeiras, mas nada de telefonar só pra dizer “tô passando aí”, a não ser que seja uma surpresa! Com sorte, o seu Bem Feito também liga “só pra dizer que te ama”, por que não?

E, é claro: na cama!

Cada casal tem sua química e seu próprio modus operandi, mas certamente o Sr. Bem Feito há de ser muuuito dedicado – e caliente, ui! Egoísmo pra fora do quarto já! 8)

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Agora eu espero que o post tenha servido de inspiração, porque no site da lâmina BIC está rolando uma promoção que dará um XBox 360, um Dell Studio One e um Nokia N97 para os donos das melhores respostas à pergunta: “O que define um homem bem feito?”.

Se eu te inspirei pelo menos um pouquinho, corre lá responder! Tá fácil, fácil! 8)

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ps: e claro: boa sorte na busca, porque uma hora acontece! Para mim aconteceu – e o Rafa ainda tem de lambuja o meu manual de instruções completo. Fácil assim, né? 8)