Tag: adolescência


RESULTADO: E temos uma vencedora! Parabéns, Ana Paula Ferreira de Petrópolis, RJ! Você receberá uma caixinha na sua casa em breve! :)

cheirinho doce!

No meu aniversário de 15 anos, só deu Thaty… Ganhei toda a linha deste clássico de O Boticário e este cheirinho definitivamente marcou minha adolescência!

Anos depois, uma novidade: O Boticário acaba de lançar um novo perfume para a linha e promete surpreender as fãs da fragrância com um aroma ainda mais marcante! Agora, mais um produto chega às lojas com a marca Thaty, o Thaty Princess Midnight.

Com inspiração no universo das princesas, o novo perfume tem notas de flores e frutas e o resultado final é um aroma doce e levemente sensual. Além do frasco ser lindo, a fragrância é perfeita para quando você quiser se sentir um mulherão e, como o próprio nome diz, é perfeito para usar à noite, até porque o líquido do perfume ilumina a pele. Puro luxo! ;)

Se você ficou curiosa para sentir esse cheirinho – ou se você aí rapaz gostou da ideia para dar para a namorada (dia 12 tá aí, hein?) – é bem fácil concorrer a um kit Thaty Princess Midnight! Recebi dois kits como este da foto e vou presentear algum sortudo por aqui.

Para participar do concurso cultural, basta preencher seus dados no formulário abaixo respondendo: “O que é uma noite perfeita para mim?”. O concurso é válido apenas para residentes no território nacional e a melhor resposta leva; serão aceitas respostas enviadas até às 23h59 do dia 2 de junho . O vencedor será divulgado através de um update neste post no dia 3 de junho a partir das 14h. Boa sorte!

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Este post é um publieditorial.

Postado por Fê Loverox

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o hino: “calling someone ugly won’t make you prettier”

Hoje, 23 de fevereiro: dia de protestar contra o bullying. Não é uma data mundial, mas no Canadá o movimento vem ganhando adeptos para esta data que ficou conhecida com o apelido de “Pink Shirt Day” (dia da camisa rosa).

Divulgado e organizado por dois adolescentes de um colégio de Vancouver, o movimento ficou bem grande e consiste em, basicamente, vestir uma peça de roupa ou acessório na cor pink para mostrar que você é contra esta prática hostil e prejudicial.

A ideia é simples – e funciona! O evento já aconteceu em anos anteriores e foi um sucesso. Para a edição de hoje, a garotada conta com o apoio de diversas escolas e também de uma rádio da cidade, a CKNW.

Para divulgar o dia de vestir a camisa rosa, os adolescentes deram um passo além e fizeram um flashmob super viralizante a seu favor: a galera ensaiou uma coreografia e parou um shopping para exibir suas roupas pink com mensagens de aceitação.

O vídeo mostra não só a dança linda que os jovens fizeram, mas também a reação dos mais velhos, super encantados com as crianças e adolescentes engajados:
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Bullying é a definição dada a comportamentos repetitivos de hostilidade e humilhação contra uma vítima em posição desprivilegiada dentro de um grupo. Segundo os especialistas, assédio, agressão verbal ou física, e qualquer tipo de ação contínua que provoque o isolamento social de um indíviduo podem ser considerados bullying, de forma que o problema pode brotar inclusive em ambientes de trabalho formais.

Como os alvos das agressões geralmente se sentem intimidados, especialmente em situações que envolvem muito mais que sua reputação, fica bem difícil identificar os agressores se as vítimas não forem encorajadas a falar. Sendo assim, quando surge uma iniciativa como o  Pink Shirt Day temos é que bater palmas, pois é mais uma forma de dar voz aos oprimidos e de educar possíveis agressores.

Como eu apóio totalmente esta campanha – e esta ideia – vou usar algo pink hoje para endossá-la! E digo mais: digo que seria bem legal ver esta mesma movimentação por aqui: com embasamento, divulgação divertida e gente realmente interessada.

Bullying realmente não precisa ser mais um tabu, especialmente quando iniciativas simples podem tocar tantas pessoas. ;)

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Postado por Fê Loverox

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futurologia e crítica à sociedade com ar moderninho

Imagine que nossa sociedade chegue ao tal colapso tantas vezes já previsto por obras de ficção. Nosso modo de consumo e de produção se esgota, nossas fontes de energia e sua escassez limam as condições básicas de existência e uma nova geração surge, extremamente regrada, com modelos e objetivos de vida bastante rígidos e restritos.  Tudo  isso, é claro, regido por uma instituição invisível.

Isso te lembra alguma coisa? Pois é. A trama básica de “Feios”, de Scott Westerfeld, não é o que se pode chamar de original, mas vem fazendo sucesso justamente por isso. O autor retoma uma concepção de futuro que  já entrou para o inconsciente coletivo com obras como “Admirável Mundo Novo” e “1984″, clássicos lançados respectivamente em 1932 e 1948 que se tornaram essenciais para quem gosta de futurologia.

A obra de Westerfeld traz novamente a ideia de coletividade que remete ao socialismo, mas a apresenta de uma terceira forma, mais contemporânea e embalada com o formato comercial que ajuda a evaporar os livros das prateleiras. Best-seller do “New York Times”, “Feios” é o primeiro de uma trilogia – que tem tudo para virar filme.

Em Vila Feia, cidade em que a história começa, todos os adolescentes passam por uma operação plástica completa ao fazerem 16 anos, de forma que passam de feios a perfeitos em poucos dias. Depois de mudar de vida, os jovens entram na fase adulta e passam a viver em outra cidade, Nova Perfeição, lugar de festa 24 horas por dia.

Cerca de dois meses antes de seu fatídico aniversário, Tally Youngblood conhece Shay, uma garota que parece saber um pouco mais que a maioria e que, curiosamente, não planeja ser transformada pelos médicos. A partir daí, a jovem mergulha num novo universo e passa a questionar a desejada operação que a deixaria bonita e desejável, mas igual a todos os outros.

Quando a personagem é obrigada por oficias da Circunstâncias Especiais a fugir de tudo que conhece para se tornar perfeita,  a história realmente começa e entramos numa jornada difícil e dolorosa de amadurecimento. A fuga de Tally mostra que nem tudo lhe foi ensinado na escola e abre seus olhos para a organização política de sua sociedade. Afinal, se existe uma polícia política e se todos os seus membros são cirurgicamente alterados para serem mais habilidosos  que um cidadão comum, algo não deve ser tão perfeito assim.

A trama engrena rapidamente na segunda parte, mas antes disso demora a capturar o leitor. Apesar do narrador da história ser onisciente, é como se ele também fosse deste outro tempo, de forma que ele não se apressa para explicar como tudo funciona com energia magnética e não se demora muito descrevendo carros voadores – como voam? porque voam? como são as pistas de rodagem no céu? Ainda quero descobrir.

Além da futurologia interessante para quem nunca leu algo do gênero, o livro traz a tese de que a aparência é uma das grandes razões para a desigualdade social.

No universo de “Feios”, o governo garante as necessidades básicas a todos os habitantes. Todos recebem as mesmas casas,  vão às mesmas escolas,  dormem nos mesmos alojamentos durante a preparação para a operação e, finalmente, recebem a mesma boa aparência.

Depois de sofrer uma bela lavagem cerebral por toda a vida, a população acredita que esta é a sociedade perfeita e que, obviamente, não se pode viver sem uma cirurgia que mude desde a estatura até o tamanho dos olhos, pois no passado a estética era determinante para que alguns conseguissem cargos melhores que outros.

Com uma protagonista absolutamente mais enérgica e ativa que Bella de “Crepúsculo” e contornos modernosos para falar de política e de auto-estima, a série “Feios” tem tudo para ser grande e alcançar um público variado.  A trilogia se completa com os livros “Perfeitos” e “Especiais”, sendo que o segundo já está a venda e o terceiro chega às lojas em março.

Por fim, digo que recomendo. Acabo de começar “Perfeitos” e e estou bem curiosa para saber como será a evolução da protagonista, já que o primeiro livro termina em clima de suspense, com a jovem propondo um desafio a si mesma.

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ps: quem mais leu? Contem suas impressões – só cuidado com spoilers! ;)

Postado por Fê Loverox

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mas Pitágoras é fácil, hein? x² = 3²+4²

Escrevo este post para mostrar toda a minha compaixão aos vestibulandos que perderam seu final de semana fazendo um exame que foi cancelado. Passei pelo vestibular neurótica, no melhor estilo de quem teria chorado na porta se não entrasse (tipo a menina que apareceu em todos os jornais), porém consegui dar um jeito de valorizar o momento para não fritar meu cérebro em óleo quente.

No final do meu segundo ano, resolvi não fazer o n-Enem (ainda fazem essa piada?). Eu estava me apresentando no teatro e arrisquei todas as fichas deixando para fazer só no último ano, coisa que vários dos meus colegas nerds psicóticos consideraram maluquice. Não dei ouvidos. Eu já estudava o suficiente para ter confiança que daria tudo certo.

No ano seguinte, era agora ou nunca. Mas eis que dona Avril Lavigne resolveu passar pelo Brasil e se apresentar no Pacaembu naquele fatídico domingo. O que fazer? Pois o que parecia super okay: ir para o exame e seguir de lá para o show com os amigos da escola, ué.

Confesso que fui criticada – de novo -, especialmente pelos invejosos que não tiveram a mesma coragem em nenhum momento, mas fiz a prova com a cabeça no show e me mandei para o estádio.

Se eu fui bem? Fui, mas poderia ter ido melhor, sim. Só que tenho a certeza de não ter perdido nada  da diversão naquele fim de colégio tão sofrido. Hoje não sou mais fã da cantora, mas quem vai até o estádio para ficar no meio da galera pulando sabe bem que a farra é o que conta.

Portanto, deixo aqui o meu conselho: se remarcarem este exame fajuto, que tem tudo para sumir do mapa, não hesite em viver o momento. Prova todo ano tem, e ao chegar na tão sonhada faculdade, você percebe que poderia tranquilamente ter esperado um pouco mais. Vai por mim.

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Postado por Fê Loverox

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Quem é fã da saga “Crepúsculo” já está contando os dias para a estreia do terceiro filme, “Eclipse”, que acontece dia 30 de junho no Brasil.

Eu, que gosto da série e não nego, também estou. Mas, tipo assim, será que alguém está mais ansioso do que essas malucos (sim, meninos e meninas) que acamparam em frente ao Nokia Plaza, em Los Angeles, para aguardar a pré-estreia?

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Postado por Fê Loverox

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Justin Bieber.

Vamos pensar nessas manias teen. Justin Bieber, Restart, Cine, Luan Santana, Fiuk, colíros da Capricho e sabe-se lá quem vem na próxima semana. Na minha época tinha Backstreet Boys, ‘N Sync e 5ive e a  gente estava contente. Também teve o Twister, que no fim foi uma leve brisa, mas nem coceguinha fez. Bom, nunca fui maníaca por nenhum, então não conseguia gritar ou soltar a franga quando um mero clipe passava na televisão.

Tive amigas dessas que choravam pra comemorar o Nick loirinho no primeiro lugar do Disk e eu achava uma grande babaquice já naquela época. Quer dizer, por que raios dar bola pro Nick se o importante mesmo era saber se Spice Girls iam terminar mesmo? Poxa, isso sim ia mudar o mundo! Seria o fim do girl power – e, pelo visto, foi o fim do girl power.

Outras bandas adolescentes lideraradas por meninas surgiram, Lady Gaga vem provando toda sua força, mas nada que atinja de fato a mente de pequenas pimpolhas saindo das fraldas e entrando nos absorventes.

a família Restart que não desiste nunca encontra seus ídolos

Conheci os meninos do Restart e o Luan Santana por conta do trabalho e juro que não entendo. Restart tem a questão da música não ser aquelas coisas, mas vou te dizer que ao menos eles são muito, muito simpáticos. São honestos, estão ali tentando pra valer. Já Luan Santana, não. Para bem atendê-lo, creio que seria preciso de duas salas grandes, uma para ele, outra para seu ego, já que com apenas dois anos de carreira ele se refere a si mesmo em terceira pessoa.

E o Justin Bieber, então? O bebezinho é fofo, mas tenho um pouco de dó das garotas vendo tanto potencial sexual no astro que canta “Baby, baby” num clipe em que se esforça para protagonizar cenas de sedução com uma garotinha – sem sucesso. Aliás, com tão pouca idade, será que o Justinzinho estava afim de toda essa atenção voltada para sua masculinidade? E, enfim, será que ele também estava afim de ser questionado sobre ela em entrevistas com a mamãe do lado?

Esse certamente não é o caso dos meninos-colírios. Federico Devito, Dudu Surita e Caíque Nogueira viraram sensação sem prometerem ser talentosos, sem vender a imagem de artistas – e se agora eles se tornarem, pouco importa. Tornou-se uma demanda do público que os levou ao topo.

Vejo tudo isso e ainda estou para entender qual é a desse público, dessas meninas que se dedicam a votar nesses clipes, que choram quando a banda aparece na televisão, que vibram com cada twitada do seu ídolo, que adotam o sobrenome do líder da banda como se fosse seu. Quer dizer, hoje dá pra ver tudo no Youtube eternamente, será que elas se emocionam a cada vez que dão o play? Será que elas reúnem as amigas em frente ao computador para cantarem juntas de olhos marejados? …

Por que, hein? Me respondam. Quanto ao Fiuk, até entendo um pouquinho o porquê do hype. Este sim faz mais o tipo homem de verdade, sedutor, músico, o cara mais bonito da banda da escola, carinha de cafajeste e etc., tudo isso embalado com um papel de presente que já embrulhou muitas gerações, a “Malhação”.

Só que ainda prefiro o girl power. Sou muito mais a identificação positiva, de mulher para mulher Marisa, do que essa paixão platônica que serve unicamente para as meninas criarem príncipes encantados mentais que não estão por aí na banda da escola. E, bom, o Fiuk nem é tudo isso, vai? Ou é? … Sou louca?

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Postado por Fê Loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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