Respeito, sim. Preconceito, não.

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Não deu pra ficar quieta diante de algumas ignorâncias. E, meio óbvio, mas enfim: antes de cair na noite no final de semana, leia o texto inteiro, senão não fará o menor sentido.  Não, eu não fumo.

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A Lei Antifumo entrou em vigor no estado de São Paulo esta semana. Com ela, os fumantes ficaram proibidos de fumar em todo e qualquer ambiente fechado ou público, sendo que isso inclui até calçada de bar, caso este possua um toldo e mesinhas para seus clientes.

Fumar em restaurantes, escolas,  hospitais ou qualquer estabelecimento que envolva remédios, doentes, crianças e, claro, comida, já deveria ter sido proibido faz tempo. No caso dos restaurantes,  na minha opinião jamais deveria ter sido permitida a implantação da pergunta “fumante ou não fumante?”, portanto creio que neste âmbito a regulamentação  é um avanço.

Tudo é uma questão de respeito a quem não fuma. Os fumantes alegam que ninguém morre de fumo passivo, só que quem disse que o próprio fumante tem de morrer de fumo?  Como diria meu avô, “para morrer só basta estar vivo”. Sendo assim, o simples incômodo com um vício que não é seu já é o suficiente para reclamar, afinal é a sua liberdade sendo limitada por conta da diversão do outro, principalmente quando falamos de quem se sente mal com o cheiro da fumaça.

– O que é isso no seu braço?
– Tomei uma carimbada.
– Tortura chinesa?
– Não, foi só uma festa mesmo.

Nas baladas, casas noturnas e shows, não preciso nem dizer. O ambiente é propício para os fumantes e não envolve comida nem criança, porém quantas vezes não tivemos amigas com cabelo queimado e fedendo ao final da noite? Eu mesma já levei carimbadas no braço e ouvi um simples “desculpa”. Agora tenho uma cicatriz. Bacana, não?

Para mim é um pouco óbvio que por mais cuidado que uma pessoa tome, ela jamais vai conseguir controlar o dedinho do cigarro no meio da galera, que dirá depois de tomar umas. Se eu já deixei cair copo no chão sem nem estar alegre, o que me garante que aquela brasinha ali não vai me queimar?

Queimaduras são o menor dos males, já que são eventualidades perto de um cabelo fedorento de toda noite, mas não deixa de ser um risco muito maior, proporcionalmente falando, do que esse alarde dos “pobres fumantes passivos intoxicados”. Infelizmente, quem vive numa cidade grande como São Paulo não é sensato ao fazer tanta tempestade em cima deste copo d’água por seus pulmões.

Não estou aqui para defender fumante, não só pelas situações a que sou contrária já citadas, mas também porque não fumo, não gosto de ficar com alergia da fumaça, me sinto lambendo cinzeiro ao beijar um fumante e, obviamente,  não gosto do gosto do cigarro e só sei como é pois já fumei em cena. Inclusive uso isto como artifício quando realmente penso que tal personagem seria mais completa assim. Tipo, Fulana poderia ter uma tatuagem, um carro do ano ou um tênis de luzinha, mas ok, eu escolhi que ela fuma. Aí sim, eu fumo.

Ao meu ver, o maior problema é que a lei soa um exagero em muitos momentos. Além de proibir os fumódromos, que eram uma excelente saída para os fumantes, ainda proibiram o consumo do cigarro em bares. Em barzinhos de calçada. Ao ar livre. Quer dizer, se nem ao ar livre o sujeito pode fumar, aonde mais ele poderá? A lei diz que é permitido “fumar em casa”. Ainda bem, não?

Fumar não faz bem a ninguém, aumenta os riscos de câncer, impotência, anorexia, fetos defeituosos e por aí vai, mas isso todo mundo sabe. O problema é que para o indivíduo que fuma, talvez isso seja uma válvula de escape. Conheço muitas pessoas criativas que fazem coisas incríveis, mas tem essa muleta. Só creio que a partir do momento que o cigarro não é uma substância ilícita e a pessoa não está incomodando ninguém, qual o problema? …

Quer dizer, pessoas que sentem necessidade de fumar em determinados intervalos de tempo perderão seus empregos? Terão de fazer longos intervalos de 20 minutos para deixar seus edifícios comerciais, fumar e voltar? E, bom, melhor nem mencionar o quanto isso pode atrapalhar a produtividade do profissional em questão.

A lei proíbe o fumo, mas não dá nenhum tipo de assistência ao fumante. É como se de repente o cigarro fosse a nova maconha e os fumantes fossem “viciados” que só não largam porque não querem, como se fosse um simples “hábito”. Vício é vício. Não importa em qual substância, porém, se ela é lícita, nada mais justo que estas pessoas não se tornem excluídas socialmente desta forma. Ou também vão restringir o consumo de álcool em bares com toldinho?

Em vários países a regulamentação é um sucesso e, de fato, creio que estamos avançando sim, principalmente pelos motivos que falei no início e pela falta de respeito de alguns fumantes ao agirem como se não incomodassem ninguém. Porém, um aviso: o preconceito contra essas pessoas vai aumentar.

Se os legisladores tiveram coragem de proibir, num primeiro momento, que até em peças de teatro os personagens não fumassem, pode acreditar que eles poderão interferir em outros momentos. Para mim, isso beira à censura de um estilo de vida, algo em que o governo teoricamente não mete o bedelho enquanto não for chamado.

Nos últimos dias, esta decisão foi revogada e o cigarro poderá sim ser usado no teatro novamente, mas adivinha qual das duas versões do cartaz de “Coco Avant Chanel” (Coco Antes de Chanel) será divulgada no Brasil?

É claro que fumantes ocasionais vão encarar as mudanças melhor que os mais dependentes, porém não me parece justo que alguém que fumou a vida toda se sinta impelido a parar por uma lei estadual, e não por vontade própria.

Educação e conscientização quanto ao uso de qualquer droga ou substância é algo essencial,  primordial e obrigatório, mas tem limite.  Creio que há muitos fumantes brasileiros esclarecidos quanto a isso. Não precisamos fazer do cigarro a nova maconha.

Bye bye, Michael.

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Todo mundo sabe o quanto ele afundou nos últimos tempos. Sabemos dos deslizes de sua vida pessoal. Sabemos de tudo isso (e vimos inclusive pela tv), mas ele definitivamente vai ser lembrado mesmo é como rei do pop. E, sim, o grande responsável pela consolidação do videoclipe com seu Thriller, de 1982.

Michael Jackson is gone and it feels like I just haven’t had enough.

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Como um senhor disse na CNN“ele fez pela música o que Tiger Woods faz pelo esporte, o que Martin Luther King fez pela política e o que Oprah Winfrey faz pelas mulheres”.
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TMZ deu o furo jornalístico da morte do Michael e muita gente duvidou por ser um site de fofocas. Eu acreditei, afinal o sensacionalismo tem limite. Seria a morte deles (inclusive com processos do próprio Michael, se sobrevivesse) se divulgassem uma notícia falsa deste nível. Os outros veículos se mantiveram em alerta apenas para não confiarem piamente numa única fonte, ainda mais quando se trata de um “site de fofocas” mal visto. Isso é ética, e foi ética tanto da parte dos outros veículos de aguardarem, quanto do TMZ, que teve coragem de falar a “verdade dolorosa” e acabou surpreendendo por isso.

… E o pessoal de San Francisco lá do Twitter ainda não se deu conta do quão importante se tornou. Primeiro, esta semana, quiseram fazer uma manutenção num momento crítico para a situação política do Irã. Hoje, o sistema não agüentou a overdose de posts diante da morte de um astro pop. Está  mais que na hora de dar um UP nos servidores, não?  Talvez, no meio de tanta futilidade (e eu me incluo nisso), o twitter tenha virado mesmo uma utilidade pública.

As primeiras imagens de “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton

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Vocês podem até ver por aí, mas eu amo e não tenho como não postar!

Vejam como está ficando Alice no País das Maravilhas, na versão live-action de Tim Burton, que estréia no Brasil em abril de 2010:

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Em entrevista dada ao USA Today, o produtor do filme, Richard Zanuck, declarou que o longa foi rodado em apenas 40 dias, sendo que em Dezembro tudo já havia terminado. Neste exato momento,  as cenas originais estão passando pela pós-produção e ganhando toques finais com a animações CG e personagens criados através de motion capture (a técnica de Senhor dos Anéis para fazer o Gollum, sabem?). Ao final, a coisa toda será passada para 3-D (!!).

Deixando um pouco a tecnologia de lado, na versão de Tim Burton, Alice tem 17 anos e tem de ir a um evento onde  está prestes a conhecer uma série de possíveis maridos. Assustada, ela acaba fugindo e segue o famoso coelhinho branco que coincidentemente passeava pelo jardim do local. Com isso, me responderam porque é que escolheram uma atriz mais velha para o papel (comentei sobre isso no primeiro post que fiz sobre o filme, no ano passado)!

Se você ainda estava curioso com a aparência de Johnny Depp, Helena Bonham-Carter e Anne Hathaway, dá uma olhada nessa arte com seus personagens:

o Chapeleiro-Maluco, a Rainha Vermelha e a Rainha Branca.


Um pouco de estatística? Esta é a sétima parceria Depp-Burton. E vai ser incrível! 8)

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Fontes: Planeta Disney, USA Today e dica da Milly no twitter!

Lua Nova: o trailer oficial!

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Não sei aqui quem gosta e quem não gosta da série Crepúsculo, mas eis que o trailer oficial de New Moon (Lua Nova) acabou de ser lançado no MTV Movie Awards e o vídeo já está no Youtube! Enfim, resolvi compartilhar porque achei que mais alguém poderia estar ansioso pra ver… 8)
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Agora é esperar! O filme de Crepúsculo levou a estatueta de melhor filme na premiação da MTV e Lua Nova só estréia dia 20 de novembro! Eu fiquei mais ansiosa ainda!
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ps: adorei o efeito menino-lobinho! Robert Pattinson não decepciona, Kristen está mais sexy e… Ui! O Taylor Lautner ficou gostoso, hein?

A Fazenda: o novo reality show da Record

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Se alguém aí tem uma (ou algumas) manhãs livres durante a semana e tem o hábito de zapear programas matinais femininos, deve ter pecebido que o sr. Britto Jr. abandonou no final de abril o programa “Hoje Em Dia”, também de Ana Hickman e do Edu Guedes. O fato é que o âncora do programa deixou o posto para virar o BIAL do novo reality show da Record, “A Fazenda”, em que 14 participantes escolhidos a dedo no universo das sub-celebridades ficarão confinados num ambiente rural.



Segundo eles, “A Fazenda” é sucesso em mais de 40 países e, ta-da, o Brasil irá ganhar a sua própria versão a partir da semana que vem.

Dia 27 de maio à noite todo mundo vai tirar da Globo e por na Record. Você aí também vai e sabe por que? Por que, assim, você pode até me dizer que não gosta de reality show, que acha isso tudo uma grande bobeira e um besteirol sem igual (eu também acho!), mas quando se trata de sub-celebridades, a coisa toda muda de figura.

Adivinhem alguns nomes que estão “cotados” para estar no programa: Mulher Samambaia, Dado Dolabella (!) e Babi Xavier. Fora Dani Carlos, o mano Mendigo, Marina Mântega, Jonathan Haagensen (ator de Cidade de Deus), Pedro Leonardo (!) e por aí vai.

Se eles vão estar mesmo? Não sei! A emissora tá fazendo o maior clima besta de mistério e a gente só descobre dia 27. Mas olha, eu tô é muito louca pra ver Dado Dolabella bancando o “tenho nojo de lama” e armando o barraco por lá. Também quero só ver se Pedro Leonardo vai ser acusado de levar vantagem porque já tem esse quê campestre e, bem, me parece meio óbvio que dona Dani Carlos vá armar fogueiras pra voz e violão, né? Romântico!

E sabe o que é melhor (ou pior)? O prêmio é igual ao do Big Brother: um milhão de reais na conta.

“Perdendo a oportunidade de ficar quieta”, com Katy Perry.

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Ela é polêmica, gosta de roupa curta, se lançou através de uma música safadinha e todo mundo gosta. Ok. Agora o que fazer quando esse mesmo ser aparece em seu blog falando que a gripe suína é “super trendy”?

Katy Perry deve estar espirrando com tanto comentário no blog dela agora.

A querida teve a coragem de postar um anel gracinha de porquinho e dizer que ela queria garantir que “estava na moda agora que a gripe suína é in”. Tá jóia, ninguém sabe o grau da situação, se isso vai virar pandemia, se não vai, não devemos entrar em pânico, blablabla… Mas das duas uma: ou ela passou os últimos dias numa viagem interestelar e não acompanhou as notícias, ou ela realmente está fazendo piada com o fato de que  gente de diversos lugares  já morreu por conta da doença.

Eu realmente não sou adepta dessa recente “chatice” do mundo, mas acho que, vindo de uma pessoa pública, o comentário foi um tantinho absurdo, não? Então vejam vocês mesmos lá no blog dela. Essa é só mais uma prova de que nenhuma celeb doidinha pode viver sem uma babá relações públicas muito paciente pra monitorar tudo que elas falam.

Podia ter passado sem essa, hein Katy?