Romance na telona sexta-feira: “Querido John”

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Channing Tatum, Amanda Seyfried e um beijo daqueles

“Querido John” estreia nesta sexta-feira (amanhã!) e promete abalar os corações das mocinhas desprevenidas. Isso porque seu roteiro é adaptado do livro homônimo escrito por Nicholas Sparks, autor de outra história de sucesso levada às telonas, “Diário de Uma Paixão”. E, bem, o protagonista é lindo.

No filme, Channing Tatum (“Inimigos Públicos”) vive um soldado que se envolve com uma ativista super da paz, interpretada por Amanda Seyfried (“Mamma Mia”). Os dois se apaixonam perdidamente, e quando o rapaz tem de voltar ao trabalho, eles começam a trocar longas cartas de amor.

Apesar de toda essa dose de romance oldschool com cara de final feliz, as cartas acabam dando outros rumos à história:


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E olha, eu não vi “Diário de Uma Paixão”, mas quando a equipe de divulgação da Sony Pictures entrou em contato comigo e falou sobre os livros de Sparks, logo lembrei que foi ele que rendeu a Rachel Mc Adams e Ryan Gosling o  prêmio do MTV Movie Awards de melhor beijo há uns anos passados.

Se Channing Tatum e Amanda Seyfried conseguirem repetir a mesma dose de química, já vai valer muito a pena ter ido ao cinema! Para se ter ideia, os dois que ganharam o prêmio da MTV até repetiram a dose ao vivo! Relembre aqui, foi muito mágico! 8)

Este post é um publieditorial.

Literatura: modos de usar

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A fotógrafa Lissy Elle criou um ensaio chamado “Get Back To Your Book” em que ela interpreta diversos personagens dos livros sendo “engolidos” de volta para o seu universo:
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ALICE, “Alice no País das Maravilhas”

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BELA, “A Bela e a fera”

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HARRY POTTER

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Para ver mais fotos e em alta resolução, acesse o flickr dela!

Não digo adeus, guardo comigo.

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e não vou reler “Alice…”.

Não sou tão apegada a ambientes, pessoas ou fases. Às vezes penso que quando tiver de passar vai passar e foi assim com formatura de escola e faculdade, já que ambas só me emocionaram no último segundo possível.

É claro que eu não acho que tenho a virtude de aproveitar tudo a todo segundo, o hoje pelo hoje, carpe diem e toda essa filosofia bonita, facilmente destrutível numa segunda-feira chuvosa. Só acho mesmo é que, de alguma forma, eu encaro fases como… Fases. E isso não se encaixa com os livros. Livros são eternos.

Parece óbvio, mas vou explicar. As músicas que eu mais ouço hoje com certeza não serão as que eu mais ouço amanhã, nem depois, nem ano que vem, mas as páginas que me emocionaram há 5 anos provavelmente ainda me emocionam hoje, ao menos pela lembrança da minha própria imaginação.

Nunca reli livros pois tenho medo de não ter a mesma interpretação inocente da primeira lida, interpretação que obviamente não vou ter, mas guardo-os todos na estante. Morro de raiva até hoje de não ter meia dúzia de títulos que li emprestado e não comprei – e sei lá porque cargas d’água ainda não comprei.

“Hell – Paris 75016” é um exemplo. Marcou muito há 7 anos quando li, mas provavelmente não saquei o cartão de crédito da carteira ainda pois cairia na tentação de ler o humor sórdido da Hell de novo quando o pacote chegasse em casa. Só que sabendo o final.

Fui perceber que me apego aos personagens dos livros quando demorei pra terminar a saga “Crepúsculo”. Se você não gosta da série, te respeito, e pode substituí-la por um livro que você goste qualquer, pois  não é dela que quero falar, e sim do tempo absurdo que levei para findar o quarto livro. Enquanto li o segundo e o terceiro em, sei lá, no máximo 5 dias, enrolei enquanto pude com o tal “Amanhecer”.

Eu queria saber o fim, eu estava morta de curiosidade, mas acho que não queria dizer adeus ao vampirão e a Bellinha desastrada. Eu não queria pensar que o drama deles teria fim e que o felizes para sempre não renderia mais história para euzinha, pobre leitora de um mundo mortal sem seres mágicos.

Aí olhei pra trás e lembrei de outros episódios semelhantes, com outros livros, outros autores. Ontem abri uma caixa na bagunça do meu quarto novo (não tão novo, mas novo no quesito “ainda não organizei tudo”) e encontrei um livro que li no comecinho do ano passado, o “É Claro que Você Sabe do Que Eu Estou Falando”, da escritora, artista plástica, videoartista e um monte de outras coisas, Miranda July.

E hoje se eu pudesse te recomendar um livro de crônicas, de boas e intrigantes histórias curtas ou mais longas, escritas todas de um jeito realmente original, com tramas realmente originais, eu recomendaria “É Claro Que Você Sabe Do Que Eu Estou Falando”.

Recomendaria com 90% de certeza, pois os outros 10% pertencem a última crônica do livro. Não, não li a última. Não quis me despedir.

Dica para quem curte, mas não completou a saga “Crepúsculo”…

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… Se você não leu todos os livros, ou simplesmente não completou esta pequena coleção, a dica é pra você:
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A Visa e o Wallmart estão com uma promoção super bacana: quando a comunidade do “Juntos Pelo Desconto Visa” no Orkut chegar a 3.000 (três mil!) membros, o preço do livro no site do Wallmart cai de R$39,80 para R$19,80 e aí é só correr para garantir o seu, pois os estoques são limitados!

Para acompanhar quantas pessoas faltam para o preço despencar, é só entrar no site da promoção. Fácil, não? Queria eu ter tido essa mamata… Acho que paguei R$50,00 no meu livro. ¬¬.

Esse post é um publieditorial.

Procura-se um amor… Que goste de ler!

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Ainda na vibe do dia do beijo, que tal um site de encontros que funciona só a base de…. Livros?

Bom para os amantes da literatura, o Alikewise cruza as pessoas justamente por seus gostos de leitura. Não sei como funciona, nem vou me cadastrar porque já tenho meu cobertor de orelha (he!), mas parece uma boa ideia pra encontrar gente que pense bastante parecido com você, ao contrário dos sites tradicionais de relacionamento, que te deixam buscar a pessoa por forma física e até por faixa salarial (!).

Um palpite: homens que se cadastrarem aí provavelmente vão querer coisa séria – e a chance da mulherada golpista se dar bem é praticamente nula. Parece uma boa ideia, principalmente quando vemos que relacionamentos com mais diálogo são os mais duradouros…

Hot Hot, Squat, 201 Dinner, o “causo” HP, finanças pessoais, Benefit e flores! – Imagens da(s) Semana(s)

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Adivinha quem voltou, finalmente? Sim, o “Imagens…”. Confesso que demorei horrores, mas a preguiça me acometeu – e o esquecimento da câmera em casa também, principalmente quando andei tendo tantos problemas com pilhas recarregáveis. Se cabe aqui um conselhão, nunca compre câmeras pequenas que não tenham baterias próprias. Como eu ganhei, não posso reclamar, mas se for comprar, pense duas vezes, porque simplesmente não vale a pena!

Agora, vamos lá, rápido e rasteiro, porque é muita foto e eu tenho várias coisas pra falar de todo esse tempo! Semana que vem a tag tá de volta – e quem ler esse post até o final ganha um cookie! 8)

HOT HOT

@Hot_Hot_

Destaque para o drink gigante da casa, com um picolé Rochinha de uva mergulhado! (mais fotos no flickr)

A Hot Hot é uma balada inaugurada no final do ano passado no centro de São Paulo. Eletrônico modernete, decoração kitsch, gente elegante, sincera e clima de azaração promovido pela galera que resolveu desviar da Vila Olímpia e parar no centro mesmo. O destaque da casa, para mim, não é nem para a possibilidade de comprar seu convite antes (você compra pela internet e não pega fila!), mas sim para o fato de você carregar um cartão e ir gastando a quantia durante a noite. Ou seja, quando te dá na telha ir embora, você simplesmente vira as costas e vai. Sem fila e sem ter de aguentar dor no pé do seu salto porque o bêbado da frente esqueceu a senha do cartão.

Outro ponto mega positivo de lá é que a chapelaria é barata e são armarinhos com chave. Você dança à vonts com a chave e se quiser voltar pra retocar a maquiagem, é só ir lá, abrir, passar seu gloss de novo e voltar pra pista. Nada de encheção de saco porque não pode pedir a bolsa de volta. Finalmente uma balada que pensou no nosso bem estar e ainda tem um sistema de som sensacional. Me joguei como há muito tempo não me jogava! Recomendadíssima!

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