Garotinho aprende desde cedo que dá para ter estilo sem gastar muito

sex

A primeira reação ao ver essas fotos é gritar AWN! na frente do computador. A mamãe Collette Wixom deve ter percebido o potencial do filho de apenas quatro anos e começou a compartilhar na internet o estilo de Ryker num blog e num instagram. Preciso nem dizer que ambos bombam a cada post, né?

Para fazer as fotos, Collette se inspira em lookbooks de grifes ou editoriais de moda masculinos bem adultos e “hackeia” o estilo para o filho usando peças de marcas mais em conta, como GAP Kids, H&M e Zara. No instagram, a descrição do usuário “MiniStyleHacker” vai direto ao ponto: “Você não precisa ser rico para ter estilo!”. Não mesmo! E, ainda bem, já tem gente aprendendo cedo a lição…

Imagina esse rapazinho no futuro? ;)

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Uma ilustração linda por dia

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doses de fofurice

O projeto não é novo, mas continua lindo. O ilustrador Limg Heng Swee, de Kuala Lumpur, lançou o “Doodle Everyday Project” e colocou em seu site uma ilustração linda por dia.

Os desenhos são feitos para a gente sentir o coração aquecido e nos permitir sonhar um pouquinho mais. Achei ótimo para sorrir nesta segunda-feira chuvosa:
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Personagens do avesso

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e essa cavidade ocular avantajada?

Desde que assisti pela primeira vez o desenho “O Menino do Avesso“, ou algo assim (alguém lembra?), passei a ter uma fixação boba de saber como seriam os personagens da ficção por dentro. Não sou nem um pouco adepta de carnificina, sangue ou cenas fortes, mas sempre pirei que isso poderia ser algo fofo, se fosse devidamente bem feito.

Para tornar meus sonhos de piveta realidade, esta semana conheci o trabalho de Jason Freeney, designer e artista plástico que não só faz quadros de anatomia de personagens fofinhos, quanto esculturas de seus corpinhos por dentro:

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Para quem gostou, no blog dele tem mais. E eu quero esse pequeno pônei a-go-ra!

Sobre Michael Cera e “Paper Heart”

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Se existe uma musa indie, ela é Zooey Deschanel. Agora se existe um muso indie, ele é Michael Cera.

Não lembro quando exatamente foi meu primeiro encontro com o rapaz, creio que foi numa sessão pouco aconchegante de “Juno” no HSBC da Consolação com a Paulista. O filme não me agradou lá grandes coisas, mas o jovem papai e a trilha sonora me deixaram um tanto quanto curiosa.

Meses e meses depois, estava eu num avião também pouco aconhegante, no meio de um gordinho simpático e um bêbado que se achava bonito, voltando da Europa. Estava cansada e triste com o final da viagem – e com a situação ridícula – e eis que na televisãozinha frente a minha poltrona estava ele, Michael Cera, Santo Chapolim Colorado que gritou “eu” num momento de “quem poderá me defender?”.

Pus os fones no máximo e dei um chega pra lá no beubo do lado direito que achava estar abafando no chaveco e comecei a assistir “Nick and Norah’s Infinite Playlist”. E, antes que vocês pensem que pousei no Brasil alegre com o doce filme, digo que não, pois o avião pousou 20 minutos antes do grand finale. @#$*@#¨!!!

tira os zóio, Juno

Foram três meses de aflição até eu poder baixar o filme – e um motivo extra para rever o querido Mike. Claro que assisti o filme todinho novamente e aí sim fiquei de coração quentinho e fui convencida pelo talento bizarro dele de atuar de forma ridiculamente natural – ou de nos enganar direitinho apenas decorando falas e sendo ele mesmo. hehe

Logo, quando li sobre “Paper Heart” fiquei fascinada. Basicamente, trata-se de um documentário sobre amor feito por jovenzinhos; ou melhor, um docudrama, ficção que se aproveita do formato de documentário para contar uma história – real ou não, ou com pitadinhas de realidade, quem sabe. Também logo desconfiei que as amigas distribuidoras negariam o prazer de ver o loirinho pálido no cinema, assim como fizeram com “Nick and Norah’s…” e fiquei a postos para baixar o filme.

No último domingo, assisti. E, tipo, OWN. O filme é centrado em Charlyne Yi, uma jovem com jeitinho masculinizado mas de bom coração, que diz nunca ter se apaixonado e que, de tanto temer não poder sentir tal tremor nos joelhos e suor frio nas mãos, resolve ir investigar qualé a desse tal de romance. Durante a jornada, ela conhece Michael Cera e os dois começam um casinho, devidamente documentado.

Basicamente, o filme traz histórias sobre romances, casais e a visão de jovens, tanto dos dois envolvidos, quanto do diretor, um terceiro personagem na história. A fotografia muitas vezes deixa a desejar dado o grau de improvisação do filme, mas a trilha sonora e a espontaneidade de sua forma compensam.

a noiva anti-romântica

No longa, todos assumem seus próprios nomes, o que trata de nos deixar com uma pulguinha atrás da orelha, sobre o que é texto, o que é improvisação e o que é verdade – tipo, será que eles tiveram mesmo um casinho? (sim, tiveram, e aparentemente ele terminou com ela. Danado!)

Dúvidas fofas à parte, o casal de protagonistas cria cenários e marionetes e faz mini teatrinhos de cada suspiro dos entrevistados, o que traz doçura às histórias e contrasta com a visão da simpática Charlyne, que se esforça para entender o amor, mas entra e sai com um ponto de interrogação sobre o que ele realmente é, apenas mais disposta a tentar.

Assisti ao lado do Rafael e demos risadinhas sinceras, daquelas que vem de dentro para fora e tratam de aquecer o caminho que traçam. Ao final, mais uma produção que merece ser assistida. Meu conselho? Veja em dias de chuva, dias de leve melancolia ou dias em que o mundo te fizer desacreditar no amor.

Eles não podem fazer isso, e Michael está aí para te salvar. You go, boy Cera!

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ps: aconselho às fãs do rapaz que realmente vejam este, porque “Scott Pilgrim Vs. The World” só estreia em novembro e quando estrear, pois ainda não há data definida. “Youth in Revolt” eu não vi ainda, mas pretendo. Alguém aí já?

Uma mãe com uma câmera

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Será que é possível capturar os sonhos de uma pequena bebê? É o que a jovem mamãe Adele Enersen está tentando:

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A ex-publicitária e agora mãe e dona de casa, como ela mesma se descreve, diz que o blog “Mila’s Daydream” é seu hobbie pós-maternidade e tira fotos super criativas de sua filha enquanto ela dorme. A ideia é tentar desvendar  o sonho de Mila e então criar um cenário para ele:

No blog tem muito mais fotos e um FAQ contando como ela cria todos estes cenários sem acordar a nenê. Genial e inspirador para as grávidas de plantão! ;)
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(E, bem, isso me lembra que minha mãe tirou mais de 1500 fotos analógicas com a super Pentax dela no meu primeiro ano de vida. Imagine se fosse hoje e ela tivesse um blog? Seria maníaca!)

via A Pattern a Day

A nova carreira da Barbie: vlogueira

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Vontade de voltar a ser criança em 5, 4, 3….

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não sei se é “novidade velha”, mas é digna de post mesmo assim!

Caí no site da Mattel por acaso e tive a digníssima surpresa de encontrar seu mais novo lançamento: a Barbie Video Girl. Em seu colar, a loira tem uma câmera filmadora (!) que vai registrando tudo por onde ela passa. Os controles e o visor do que está sendo filmado ficam nas costas da bonequinha, devidamente disfarçados por seu capuz.

Para completar, a bicha vem com um cabo usb rosa para que os vídeos sejam descarregados e  traz um software de edição de vídeo super amigável e, claro, pink. No site também há uma área de dicas de como fazer bons takes com a boneca e sugestões de roteiros para gravar.

Tudo bem que não é lá uma baita qualidade de imagem, mas eu me lembro muito bem do estardalhaço que foi quando a Barbie  falante foi lançada e consigo imaginar a febre que essa aí vai causar.

Como arma de divulgação, a Mattel convidou uma “vlogueira” americana para conhecer o processo de manufatura da Barbie Videogirl e já encontrei um vídeo feito com a própria, intitulado “Um Dia Com a Barbie”:


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A câmera é porqueta, como diria meu amado professor de tecnologia, mas quem se importa? Eu quero porque é Barbie!, agora videologger, cameragirl, videogirl, whatever…! 8)
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ps: e pra geek nenhum botar defeito, dá pra comprar online, tá?
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