As diferenças entre o sexo da vida real e dos filmes pornô

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Se você já aprendeu um pouquinho sobre sexo na vida, com certeza deve estar cansado de saber que a o que acontece entre quatro paredes é quase sempre bem diferente do que rola num filme pornô. Para alegria de uns e tristeza de outros, a vida real nos proporciona uma variedade muito maior de cores e tamanhos, assim como cheiros, sons estranhos e fantasias menos picantes do que nossa imaginação tinha planejado.

Como uma forma de ilustrar muito bem essa história toda, o canal KB Creative  Lab lançou um vídeo bem explicadinho sobre as diferenças entre o sexo do pornô e o sexo da vida real. Tudo devidamente demonstrado com comidas e bebidas, para censura nenhuma cair matando.

E, claro, tem aí uma boa direção e arte e mil e uma porcentagens interessantes, tudo para satisfazer nosso desejo inconsciente de infográficos!

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Alguns números legais do vídeo – para quem, como eu, adora números:

– Pênis dos atores pornôs costumam medir entre 15 e 22cm; já os pênis da vida real medem entre 12 e 17cm;
– 71% das mulheres não têm orgasmos através da penetração;
– 75% dos homens gozam em até 3 minutos de relação sexual;
– Só 11,5% das mulheres tiveram experiências lésbicas;
– Apenas 40% das mulheres já tentaram fazer sexo anal;
– Embora muitos filmes sejam estrelados por moças “ejaculadoras”, apenas 6% das mulheres vivencia a situação de fato;
– A maioria das pessoas precisa de 10 a 12 minutos para entrar no clima. Já nos filmes… Bem…

Coffitivity: barulho de “café” para te manter concentrado

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Um sonzinho para te manter produtivo

Quem trabalha em casa sabe da agonia que é não ter nada além do absoluto silêncio para incentivar a criatividade. Você pode ligar uma música ou deixar a TV ligada, mas há momentos que pedem nada menos que um silêncio levemente confortável, algo que não atrapalhe, mas que te impeça de ficar com sono. O mesmo acontece com quem trabalha em empresas e divide o ambiente com mais gente: com muito barulho, fica impossível de se concentrar. Com muito silêncio, até tossir incomoda. Com muita música no ouvido, você não ouve se for solicitado pela chefia. O que fazer, então?

O site Coffitivity trouxe a resposta: o ruído de uma cafeteria seria o som ideal para o ambiente de trabalho. No site, eles falam de algumas pesquisas que relatam justamente o desconforto de se manter produtivo num lugar muito silencioso ou muito barulhento e tiveram a ideia de captar o áudio de uma cafeteria. Basta por o fone, regular o volume e mergulhar no trabalho.

Conforme você vai ouvindo o som, percebe gente falando, xícaras batendo, algumas pessoas que entram e falam levemente mais alto, algumas risadas e outros sons assim que se sobressaem, ótimos para manter a atenção. Se você não abre mão da música, a sugestão do serviço é ouví-la levemente mais alta que o som do Coffitivity. Se você não abria mão de ir até um café para terminar seus trabalhos freelance, agora tem uma alternativa mais barata.

O Coffitivity é gratuito e vai virar app em breve. Já é promessa de sucesso, hein? ;)

Dica do @cprandoni

Mulheres reais para uma pequena mulher se inspirar

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A história é bem simples e o resultado, uma graça: chegou o aniversário de 5 aninhos da filha da fotógrafa Jaime Moore. Como boa profissional & mãe coruja, resolveu pensar numa forma diferente para registrar o momento e foi lá pesquisar referências. Depois de procurar muito, viu que a maioria das garotinhas nesta ideia eram apenas retratadas como princesinhas à la Disney e resolveu dar a sua filha a oportunidade de se inspirar em mulheres reais.

A pequena Emma se transformou completamente nas fotos e se tornou uma versão fofa e tocante de fortes mulheres da história. Como não se apaixonar pela ideia de garotinhas sonharem com profissões e não com um príncipe num castelo? É realmente muito bacana! <3

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Emma à moda da revolucionária Coco Chanel

Emma como Amelia Earhart, pioneira na aviação nos Estados Unidos e primeira mulher a voar sozinha sobre o Atlântico

Emma na mesma pose de Susan B. Anthony, feminista norte-americana que lutou pelos direitos das mulheres no século XIX

A escritora Hellen Keller e Emma: a deficiência não a impediu de escrever e receber prêmios e títulos mundo afora

depois de tudo isso, Emma para presidente tá fácil! ;)

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Mais detalhes da fotógrafa aqui.

O que a internet está fazendo com a sua cabeça?

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Será que a teoria da relatividade nasceria em tempos de internet?

Tem quem viva naquela onda de nostalgia dizendo que “as coisas não são como antes”, que “não se fazem mais músicas/livros/poemas como antigamente” e que tudo antes tinha mais valor. Isso pode até ser só conversa fiada, mas se pararmos para pensar, dá para lançar a pergunta: será que a forma de pensar dessas gerações são iguais? Sendo mais clara: será que os cérebros continuam reagindo aos estímulos do mesmo jeitinho? Talvez não.

O “multitasking” da internet tem causado algum estrago na nossa capacidade de concentração e isso se reflete diretamente no que somos capazes de aprender e, consequentemente, de reproduzir e criar. Quando estamos online sempre temos a atenção desviada e às vezes até assistir inteiro o vídeo de um gatinho fofo vira tarefa das mais difíceis. Que dirá terminar de ler um livro depois de um dia inteiro online!

Não é raro ouvir entre os amigos que todo mundo tem se sentido “mais burro e menos criativo”, por mais que esteja mais informado (você também se sente assim?). Taí o que explica de forma fofa, prática e didática este vídeo aqui embaixo: é preciso ter foco para conseguir reter informação e aprender, por isso é fundamental se desligar um pouco, já que o computador te expõe a tantas coisas ao mesmo tempo.

Informação não é sinônimo de conhecimento, e não é raro vermos algo muito interessante e não conseguirmos explicar o que vimos alguns dias depois. Já aconteceu com você?

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Se concentra e assiste esse vídeo até o fim! Até porque é sempre bom relembrar que os grandes pensadores geralmente tinham tempo de sobra… Será que outros gênios e prodígios surgiriam tão brilhantes no mundo de hoje? Não quero bancar a defensora da enciclopédia Barsa, mas juro que tenho minhas dúvidas.

Os problemas que a Barbie teria se fosse uma mulher de verdade

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Barbie: linda e mais que impossível

Um corpo como o da Barbie, na vida real, simplesmente não existe. Talvez uma medida ou outra possa ser reproduzida naturalmente numa mulher, mas exibir todos os atributos da loirinha mais famosa do mundo é algo não só impossível, mas desumano. Desumano no sentido de que, se Barbie fosse real, ela não teria espaço para um fígado adulto no corpo (!), não conseguiria andar de pé (!) e provavelmente só teria alguns centímetros de intestino (!).

É isso que prova a série de infográficos lançada pelo site Rehabs.com, que tem como uma de suas especialidades tratar de pessoas com desordens alimentares. O trabalho reuniu um grupo com características de uma americana média e comparou suas características e proporções com as da boneca Barbie, com modelos famosas e também com pacientes anoréxicas. O resultado é, no mínimo, surpreendente, já que a boneca tem medidas menores que de pessoas doentes.
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comparando as medidas da Barbie com as de uma americana comum (os números estão em polegadas)

Os problemas que a Barbiezinha teria: ela não conseguiria andar de pé, só de quatro (!), só teria meio fígado, não seria capaz de levantar peso e muito menos de levantar a cabeça (!)

Comparando as medidas da Barbie com três perfis de mulheres: a proporção entre peito e cintura é de uma em bilhões e bilhões, ou seja: praticamente impossível

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Depois dessa, a gente vê que Barbie é realmente um item de colecionador: rara, única e bem longe de estar perto do padrão! rs

 

Tumblr-terapia

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Adoro ler um bom texto que me faça refletir, mas confesso que às vezes preciso mesmo é de um belo chacoalhão. Rápido, prático, direto e necessário. Por isso mesmo é que tenho gostado tanto de ficar de olho em Tumblrs que postam mensagens legais.

É óbvio que a ideia já vem lá dos primórdios do Tumblr, mas parece que depois que o assunto começou a bombar também no Pinterest, a coisa ficou ainda mais interessante e menos “adolescente em crise”. Bom, isso não importa, o que importa são as mensagens: separei algumas que amo aqui.

Enjoy!

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