Princesas da Disney em Nova York

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Você se perdeu no metrô de Nova York? Pois saiba que até Alice se perdeu. Ou pelo menos é essa a brincadeira que o fotógrafo Harry McNally’s faz em seu novo projeto, “Moments Like These”. O cara espalhou alguns personagens queridos da Disney em fotos tiradas na cidade. O resultado é incrível!







Lammily doll: conheça a boneca que tem acne, celulite e cicatriz

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A Barbie tem proporções irreais, exageradas, andaria de quatro se existisse de verdade e não tem espaço para um fígado inteiro naquele torso. Isso tudo a gente já sabe, mas verdade seja dita: nada nos impede de amá-la. Além de estar no nosso imaginário, a boneca da Mattel pode fazer de tudo e sempre fez. Rica e poderosa, bancou as mais diversas profissões existentes, vestiu os melhores estilistas e ainda tem um Instagram bombadíssimo atualmente. Ela é, além de um corpo, uma it girl da loja de brinquedos.

Mas o inverno está chegando e muita gente vem disputando o trono com a boneca. Aparentemente, personalidade é a real alma do negócio e garotinhas pequenas estão simplesmente apaixonadas por Monster High e outras bonecas do gênero, que não são nada realistas, mas cheias de atitude e de acessórios de personalização.

Lammily Doll: uma boneca tão possível que pode até ter celulite

Observando o movimento, o artista Nikolay Lammily criou um projeto de crowdfunding para lançar uma boneca com traços reais e muitas roupas e acessórios. A Lammily doll é baseada no corpo médio de uma garota de 19 anos, com cabelos e olhos castanhos, e já tem uma série de itens para seu guarda-roupa.

Por US$25 é possível comprar a boneca na edição de lançamento, num look ~jeans com jeans~. Já os kits de roupas e sapatos ficam na faixa de US$17 a 24. Além disso, um outro tipo de acessório inédito torna a boneca realmente interessante: marcas de pele. A partir de janeiro será possível comprar um pacote de adesivos com sardas, cicatrizes, espinhas, pintas e até mesmo celulite (!).

Segundo o pai da boneca, detalhes como estes nos tornam únicos e fazem parte da nossa história. Isso é óbvio e muito bem considerado, mas será que garotas tão novas precisam de fato saber o que é uma celulite e o drama de uma espinha no dia errado? Não consigo chegar a uma conclusão, mas com certeza detalhes assim podem deixar as histórias das brincadeiras bem diferentes.

Num segundo vídeo promocional, a Lammily é posta a prova com meninas da segunda série. O mais interessante é que elas se relacionam rapidinho com a boneca, identificando até as semelhanças com irmãs mais velhas e primas.

Invenções de moda para quem vive na cidade grande

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Que tal um vestido que te proteja de engraçadinhos invadindo seu espaço no metrô? Ou um lenço que te previna de sentir o bafo de cigarro alheio? E que tal um chapéu que torne seu rosto invisível para câmeras de segurança? Tudo isso é possível com as invenções malucas da artista Kathleen McDermott!

Atualmente estudando arte em Hong Kong, a americana criou o projeto de arte e intervenção Urban Armor, que propõe soluções de boa convivência em público e questiona a forma como as mulheres interagem com a cidade – mais especificamente com as grandes cidades! E o mais legal de tudo é que ela dá instruções bastante detalhadas de como reproduzir essas invencionices artísticas e tecnológicas em casa.

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O VESTIDO ANTI-EMPURRA EMPURRA

A primeira grande invenção é o vestido que previne a invasão da bolha de espaço pessoal. Sentiu que alguém está muito perto de você no metrô? Sem problemas. Um sistema parecido com um guarda-chuva automático começará a se abrir por dentro do seu vestido, que vai virar um belo bolo de noiva rígido, preservando seu espaço sagrado no vagão.

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A MÁSCARA ANTI-BAFO

Você tem amigos que não param de fumar ou bebem e não se atentam muito à própria higiene bucal? Sem problemas. Este lenço subirá automaticamente em torno do seu rosto, protegendo que qualquer odor indesejado seja sentido. Também funciona como uma indireta bem direta.

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O CHAPÉU DO ANONIMATO

Nada mais chato que ter uma discussão em família no elevador do prédio e sentir que o porteiro, o vizinho ou o mundo inteiro está te observando, não é mesmo? Por isso, o chapéu com luzes de led estrategicamente posicionadas é a salvação de quem circula por ambientes monitorados sem querer ser identificado. Não é que funciona mesmo?

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Ficou interessado em alguma das peças? Dá pra fazer em casa com as  instruções que estão no site. Não sei vocês, mas já imagino Solange indo agora comprar um chapéu e umas luzes de LED pra escapar de zeladores gananciosos… 

Por que a comida saudável nem sempre satisfaz?

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Para quem começou a pensar na alimentação no dia internacional da dieta, a.k.a segunda-feira, venho dar uma notícia que pode ser uma boa forma de aquietar os ânimos. Qualquer pessoa que já começou a tentar levar uma vida mais saudável, já se deparou com a tristeza que é terminar um prato de comida e continuar com fome, especialmente nos primeiros dias de dieta, quando você dá adeus a uma rotina com a qual seu corpo e seu cérebro já estavam acostumados.

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Sim, eu disse cérebro! Na maior parte dos casos, a motivação para se manter saudável vem da cabeça, mas não é só isso: existe sim um efeito “placebo” inconsciente em comer comidas gostosas & gordas, e é o que mostra didaticamente este vídeo abaixo. Quando ficamos com fome, um hormônio circula pelo nosso corpo dando o sinal de urgência e aí, adivinhe? Quando você comer um alface, a coisa talvez não melhore. Mas ao mandar um hambúrguer, você vai ficar tranquilão. Agora imagine se você pudesse comer um alface disfarçado de hambúrguer? Rá: daria certo.

O vídeo está em inglês, mas mostra que, basicamente, até os rótulos dos alimentos podem nos enganar, para o bem ou para o mal. Um teste feito com milkshakes prova que quem achou que estava ingerindo mais calorias, realmente se sentiu mais satisfeito. Dá uma olhada:

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Não é à toa que todo nutricionista vai te dizer para comer de 3 em 3 horas: você acorda o corpo mantendo o metabolismo ativo e engana sua mente, que não vai ter tempo de achar que está com fome, afinal, você acabou de comer!

Também dá para entender aí a importância de variar a alimentação elaborando pratos saudáveis de uma forma bonita e interessante: é você dizendo para o corpo que aquilo é uma comida fantástica, e não “só um prato de alface com um filézinho sem graça”.

Agora, importante dizer: comida também é prazer, diversão e socialização: ninguém precisa deixar tudo de lado, hein? ;)

460 coisas para fazer no aniversário de São Paulo

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Hoje é dia de curtir as milhares de atrações que se espalham por São Paulo em comemoração aos seus 460 anos. Mas, se não der pra ir, não tem problema: esta semana a “Veja São Paulo” criou um belo quizz para mostrar o quanto você conhece da cidade e que também serve para fazer um belo roteiro para sair por aí e explorar.

Eu gostei demais de ver que ainda tô mandando bem na área da cultura mesmo estando meio afastada ultimamente e percebi porque a cidade realmente é um polo gastronômico: mesmo com o tanto de restaurante que já conheço, é nessa área que mais preciso trabalhar para aumentar meus conhecimentos! Tudo bem, vai ser uma delícia… kkk

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Dá para fazer o teste aqui!

Filme do Instagram: mil jeitos de ver as mesmas coisas

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15 jeitos para você fotografar a mesma árvore

 Quando o Instagram surgiu, todo mundo de repente virou fotógrafo. Víamos todos se esforçando para encontrar ângulos diferentes para retratar nosso dia-a-dia, conseguir muitos likes, seguidores, aí vieram as hashtags, a primeira foto no popular… Mas algo se perdeu no meio do caminho. Será que basta apenas ter um ponto de vista lindo?

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Este curta aqui foi feito pelo videomaker Thomas Jullien e mostra que estamos tão preocupados em exibir nossa visão “genial” que esquecemos de olhar para o lado e fotografar coisas diferentes. O vídeo mostra que as fotos da rede social são apenas um grande repeteco eterno das mesmíssimas coisas: seu jantar, o guidão da bike, a asa do avião, o ponto turístico, alguns fogos de artifício. Pode até ser que as fotos fiquem bonitas, mas é bem provável que ninguém tenha pensado se o mundo precisa mesmo ver aquela imagem de novo antes de apertar o botão.

Se todo mundo pensar assim, a maior parte das redes sociais vai ficar vazia e até o próprio selfie seria exterminado, coitado. Mas daí tenho um ponto a favor do selfie: pelo menos cada um de nós é único e diferente, a contrário da Torre Eiffel sempre igual.