Categoria: Teatro


Não resisti a vir postar aqui, ainda mais com esse lay novo, que eu amei! s2 não consigo parar de olhar.. ashuashuash xD.

Estou descobrindo pela segunda vez que a pior parte de cortar franja acima da sobrancelha é perceber que você não fica tão bem com ela e resolver deixar a franja crescer porque a franja fica naquele comprimento que não dá pra usar nem pra frente nem pro lado, e você se sente com cara de pluto com aquele cabelinho emoldurando só o olho. (desabafo) AAA! Por que eu quis tanto, tanto mudar o visual, hein, hein? Agora minha franja tá estranha e eu tenho que ficar esperando, sem contar que agora eu já quero mudar de novo (não voltar como estava antes de tudo, simplesmente mudar). blé. ¬¬

Chegou a nova pauta do Tudo de Blog da Capricho pra escrever, mas eu sinceramente não sei o que escrever. Não vou contar o que é, mas nem é uma coisa que eu goste muito de falar a respeito, ainda mais porque esse é um assunto extremamente batido, sabe? Todo mundo já falou tudo o que tinha pra falar sobre esse tema, e aí fica difícil ser original – eu não curti meu texto sobre o orkut. Bom, eu tenho até domingo pra postar, ou seja, amanhã eu penso nisso.

A mostra de teatro do Macu já começou (começou dia 15) e eu vou ir assistir 3 peças esse fim de semana (no sábado: “Camila Baker” e no domingo: “A Primeira confissão e os dois carrascos” e “Bruxas de Salém”). Percebe-se logo que os passeios com o Will vão ser prejudicados. Claro, ele vai ir comigo, mas é que ver uma peça/filme é diferente de sair pra passear só com a pessoa, sabem? E, bom, eu quero muito ver essas peças, até porque a turma das duas primeiras peças sempre vão assistir as minhas (a minha é no final da mostra, dias 14,15 e 16 de julho), e como só tem esse final de semana, eu vou.

O ruim dessa história toda é que me bate o maior desânimo de não poder ficar com o Will o tanto que eu queria. Nas últimas semanas a gente não estava se vendo mais de sexta-feira por causa da correria com a facul dele e, claro, hoje também não vamos nos ver. =/É um saco tudo isso viu! Ainda se eu não tivesse aula no sábado de manhã dava para eu vê-lo na sexta-feira à noite, mais tarde, sei lá! Só que, tendo aula, fica uma droga porque minha mãe pega no meu pé e eu não aguento ficar sem dormir e ir assistir aula, mesmo tomando muito café – não tem jeito: eu durmo (ainda mais porque a primeira aula de sábado é História da Arte, matéria suuper legal, mas o professor apaga as luzes e deixa só o retroprojetor ligado, logo, se você estiver com sono, essa aula é um convite. hehe) Resumindo: continuo clamando pelas férias.

Vou estudar que amanhã é prova de história da arte (é com consulta, mas, infelizmente, eu não confio em provas com consulta.. ¬¬).

Postado por loverox

É, vi muita coisa no último final de semana.
Vamos por partes, like Jack would.

Sexta. (6 meses de namoro.. s2 hehe)
Peça: Os Sertões, A Luta – Parte II .
Direção: José Celso Martinez Correia (a_lenda_viva_do_teatro_brasileiro!)
Preço: R$15,00 (se não me engano, ganhei os convites.)

Teatro Oficina Uzyna-Uzona

Como eu já disse, ele é uma lenda: pra quem faz teatro, é quase obrigatório ir assistir a uma de suas peças e, claro, eu já estava há tempos querendo ir ver e ganhei um par de convites pra essa peça, que tinha acabado de estrear, na quinta-feira. Fui com o will.

Olha, eu ouvi muito de muita gente, então foi difícil deixar os julgamentos dos outros fora do teatro ( “zé celso é inovador”, “atores fantásticos”, “uma porção de ações *depravadas*”, “trocentas pessoas peladas”). Mas as 7h 40 minutos de peça, com apenas um intervalo de 20 minutos entre os atos, me mostraram muita gente pelada, mas também outra coisa, que não foi os atores, nem depravações, e sim que o sr. Zé tem um belo conceito cênico. Acho que foi lá que eu vi as imagens mais belas com cenários “desconstruídos” (pra quem não sabe, o teatro oficina é todo “desconstruído” também, só pra ter noção: não tem palco e o público interage em cena quase o tempo todo com os atores). Claro, peças como “Fantasma da Ópera” apresentam imagens lindas, mas a peça pede cenários suntuosos, já no caso do Zé, não. Tudo descontruído, e sem nada realista, pelo contrário, “cubista, expressionista e antropofágica”. =p

A única crítica negativa, que talvez seja um pouco longa, é de que eu achei que a atuação deixou um pocuo a desejar, principalmente por conta dos comentários que eu já tinha ouvido; além disso, NÃO gosto de nudez desnecessária: que me desculpem os diretores inovadores, mas vocês querem inovar SÓ com a nudez feminina. ¬¬ Quer dizer, sem generalizar, mas, por exemplo, tinha alguns homens hus nessa peça, porém, VÁRIAS atrizes eu só vi nuas (ou no máximo de topless) e em cenas que não tinham absolutamente na-da a ver. Bom, talvez, no dia em que mais homens tirarem a roupa pra nus frontais eu mude de opinião. Sorry. Feminista. \o/

Sábado
Código da Vinci
Direção: NÃO SEI, mas tá uma porcaria. ¬¬

Acho que a única coisa que valeu no sábado foi a pipoca com manteiga do Cinemark porque, sinceramente, que-porcaria-é-aquela? Desculpem-me fãs, mas acho que se vocês assistirem tam-bém não vão gostar! Uma porção de gente dormiu no cinema, os atores não estavam “ligados” e a história em momento algum chega até você, é estranho. Eu perdi completamente a vontade de ler o livro. =/ Eu tinha comprado e deixei pra ler depois do filme, até pra usar como um exercício de adaptação de roteiro, sei lá, avaliar o que os roteiristas mudaram, mantiveram, cortaram da história; mas acho que o livro vai mofar aqui. hehe Enfim, não vale a pena e eu morri de rir no cinema com todos os clichês da história! =p Aliás, talvez seja por isso que o livro tenha feito sucesso: tema polêmico + narrativa simples, com mutia ação e heróis triviais – saco. Resumindo: atores mal entrosados, direção fraca, roteiro “estranho” (?).
Quanto mais filmes eu vejo, mais chata eu fico…

Domingo
Peça: Quando Nietzche Chorou
Direção: Direção: Ulisses Cohn
Preço: R$ 60,00 (aos domingos)
Teatro Imprensa

Peça linda. s2 Adaptado do best-seller “Quando Nietzche Chorou”, de Yrvim D. Yalom (que eu li! =p), Cássio Scapim (êx-Nino do Castelo Rá-tim-Bum) interpreta o filósofo alemão Friederich Nietzche e Nelson Bakersville (ótimo ator!) interpreta o analista dele, Dr. Josef Breuer. Vale a pena assistir, tanto para quem quer ver o “Nino” em ação, quanto para quem quer conhecer um pouco da filosofia de Nietzche e, muito bem adaptada, a peça não requer a leitura prévia do livro. Boa peça, bons atores. Clássica. =)

Wow, tô escrevendo demais e muito espeçado, vou tentar escrever menos mais vezes. =p
É isso. Aliás, motivo pra empolgação: voltarei a fazer aulas de piano e canto lírico! Estou super feliz, até porque esse é o tipo da coisa que não dá pra parar nun-ca. Té. ;)

Postado por loverox

May

04

Whazzup, dear?

Arquivado em cinema, Teatro | Comente

Olha só, demorei de novo.

Bom, claro, não me sinto obrigada a postar aqui, mas é que no dia que eu penso “wow, que vontade doida de escrever” não me ocorre na-da pra escrever. Mas, hoje, além de eu estar com a maior vontade de escrever, eu tenho coisas pra falar. Por partes (e pelo que eu lembrar).

Cabelo:
Pelo visto minha franjinha só fica boa quando os outros vêem ou quando eu me vejo no espelho. Tá péssimo pra tirar foto: acho que ainda não descobri os “ângulos” certos, mas eu vou no espelho e ela tá tão bonitinha..! (não entendo ¬¬). Ah e eu descobri o problema com a foto ali uns dois posts abaixo que não aparecia: agora ela aparece, e pra quem não tinha visto meu cabelo ainda, agora vê. ;)

Filmes:

- O Gabinete do Dr. Caligari
Primeira expressão do expressionismo alemão no campo cinematográfico (gostaram de “primeira expressão do expressionismo”, né? =p). Filme fo-da. Os caras, que fizeram o filme em 1909 e só exibiram em 1920, me deixaram mais intrigada do que muito filminho de suspense por aí. E, aliás, um super trabalho de corpo do ator que faz o sonâmbulo: fantástico. Roteiro, cenários retorcidos (Expressionistas). Assistimos o filme na aula de cinema na faculdade, aula durante a qual eu fi-nal-men-te aprendi (e sei explicar) o que é uma luz expressionista, como foi a da minha primeira peça no Macunaíma, uma tragédia grega, “As Suplicantes”, de Ésquilo. O diretor disse:” é uma luz expressionista”, e depois acabou esquecendo de esclarecer a questão… Ah, e claro, entrou pra minha listinha de favoritos com o grande mérito de ser um filme de quase 100 anos de idade.

- Uma Vida Iluminada
Só a fotografia vale, e a interpretação. Mas não gostei do filme, história chata, abordagem meio entediante e muuuuito lenta. Cochilei várias vezes. Devia ter alugado “4 amigas e um jeans viajante” ao invés dele. Alguém já assistiu??

Ônibus e frio:
Ai. Descobri que posso dormir mais meia hora e pegar ônibus às 7 e chegar com uma folguinha de 5 minutos na faculdade (7:55). Até aí, ótimo! Principalmente quando hoje eu levantei, cheguei no horário certinho para o ônibus e ainda por cima ele estava VAZIO. O que acontece? As pessoas estão hibernando? Acontece a mesma coisa quando chove: ônibus VAZIO. E eu, que sempre fugi de chuva, me pego direto torcendo “chove, chove!” só para o busão estar livre. =p

Teatro:
Animadíssima com a peça do macunaíma. Aliás, uma peça que na verdade são três, porque nós pegamos três peças de Plínio Marcos (Navalha na carne, Abajur Lilás e Mancha Roxa) e vamos fazê-las todas, na íntegra, só que intercaladas, numa peça só. A peça ficou com o nome de “Trilogia Maldita”, e vamos nos apresentar dias 14,15 e 16 de julho, bem no finzinho da mostra do macu, o que com certeza traz mais público. UHU! ensaios religiosos todo santo domingo. =D MERDA!

ps: quem não souber o porquê de se falar “merda!” nos camarins dos teatros, pode falar que eu conto o “mito”. ;)

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Postado por loverox

Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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