Categoria: Internet


É esta a proposta do Moovee.me, site em que me cadastrei no final de semana e não consigo largar!
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o twitter cinematográfico brazuca com cara de gringo

Quando eu ouvi falar do “super novo site pra falar de filmes”, torci o nariz, confesso. Primeiro porque o Flixster já existe há eras, muito antes mesmo do Twitter sonhar em brotar na mente dos nerds californianos que o projetaram. Em todo caso, talvez seja esse o grande trunfo do Moovee: ser moderninho, universal e ter a proposta de virar uma espécie de twitter de cinema.

Como toda rede social, você se cadastra, adiciona amigos, compartilha informações e etc., mas os perfis funcionam no esquema Twitter: seguidos/seguidores, sem ser necessário uma relação mútua, como acontecia no Flixster. Fora que, enfim, é só entrar, dar quantas estrelinhas você acha que o filme merece e escrever até 140 caracterers sobre ele, ou sobre o que você achou.

Simples assim! Eu fiquei viciada,  e não consigo deslogar enquanto não classifico pelo menos uns dez filmes! É perfeito para chegar do cinema e já dar a sua nota, ou anotar suas observações rápidas pra pensar melhor depois. Aliás, quem também for fã da sétima arte (e eu sei que aqui tem vários, porque vocês adoram os posts de cinema), me adiciona lá (moovee.me/user/loverox) pra gente trocar micro-resenhas. 8)

Postado por loverox

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É, versões são bem vindas:


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Brett Domino, esse carinha de óculos cantando e tocando, tem 26 anos, mora em Leeds, na Inglaterra, e mostra que é um músico (e um editor de vídeos!) de mão cheia, pois mantem um canal super atualizado no Youtube, cheio de versões de músicas, todas devidamente realizadas de uma forma inusitada.

Adorei este medley homenageando o querido J. Timberlake, e quem animar aproveita e dá play neste outro medley pop gigante, com Jay Z., Justin Bieber,  30H!3, Katy Perry e Kei$ha, tudo com um toque nerd muito interessante:


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Já me inscrevi no canal do cara. Muito bom! 8)

Postado por loverox

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Quem me segue no twitter ou me tem no facebook, já deve ter visto vez ou outra um recadinho automático dizendo aonde eu estou ou com quem estou. Se você é bem tuiteiro então, com certeza  já leu frases assim: “I am at blablabla w/ @fulanodetal”. Logo, você já sabe do que eu estou falando: do Foursquare.
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Como esta é uma rede social que nem todo mundo conhece ainda,  vou explicar bem rapidamente: foursquare é uma rede totalmente pensada para uso via celular, de forma que você registra cada lugar que você vai através do serviço de geolocalização do aparelho ou digitando o nome do lugar no mobile site deles. Lá, você pode adicionar seus amigos e ver sempre que eles derem “check-in” em um novo local, além de dar dicas sobre estabelecimentos e até se tornar “mayor” (prefeito)  caso você vá bastante ao mesmo lugar. Com o tempo, você ganha certificados, os “badges”, que mostram o quanto você está rodando por aí e demonstram qual seu perfil de usuário.

Para quem acha que sou maluca de usar isso, não sou não: você só adiciona quem quiser, só mostra o que quiser, quando quiser e só compartilha em outros perfis teus se estiver afim, portanto não tem desculpa, principalmente porque lá rola uma troca de dicas bem bacana, especialmente quando o assunto é balada ou restaurante. E, enfim, se você for esquecida tipo eu, com certeza vai gostar de olhar seu histórico pessoal e rever o nome daquele restaurante que você foi há dois meses.
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Agora, vamos ao que interessa: o Foursquare ainda está engatinhando no Brasil, mas algumas marcas já estão fazendo  promoções beeem legais por lá. Recentemente, a BIC incluiu o 4sq nas ações da campanha Homem Bem Feito e está dando vários vips em casas noturnas de São Paulo, para facilitar a vida das mocinhas que querem encontrar alguém especial.

Basta criar um login no Foursquare.com, acessar a área dedicada do site da Bic Comfort 3 e pronto: você vê qual é a balada mais próxima de você no mapa e o que é preciso fazer para ganhar descontos ou VIPs. No Hot Hot ou na Lions Nightclub, por exemplo, é preciso ser mayor para ganhar, mas já é uma bela ajuda para quem é frequentador, não é mesmo?

Espero que vocês curtam, porque eu já tenho meu homem bem feito, mas também vou entrar nessa. Festa boa sem colocar a mão no bolso é sempre uma ótima pedida! 8)


Este post é um publieditorial.

Postado por loverox

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azarão.

Não se fala de outra coisa na rede mundial de computadores – pelo menos no que diz respeito à fatia paulista. Fora um ou outro que ainda lembram da Copa ou dos preocupados com a resolução do absurdo “caso Bruno”, o que tem chamado a atenção são duas ex-famílias sorocabanas que acabaram de ruir após um fatídico vídeo postado no orkut de um dos envolvidos.

Não quero ser repetitiva, porque, bem, porque todo mundo já viu, mas se você não viu ainda, veja agora pra não ter spoiler depois. São dez minutos de muita discussão acalorada e áudio ruim, mas o que interessa você vai ouvir – e ver:
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(não está vendo o vídeo? clica aqui)

Ficou até o final, né? Então, Juliana e Vivian se conheciam há cinco anos aproximadamente, Juliana era madrinha de um dos filhos de Vivian e eis que a dona Ju estava mantendo atividades fornicatórias com requintes de sexshopismo com Cícero, esposo da dona Vivian, a traída e também conhecida como Felipe Melo de saia depois deste episódio.

Inconformada com a situação, parece que a Vivi quis contar mesmo pra todo mundo e colocou um trecho editado do vídeo em seu orkut, já que a versão completa tem basicamente mais de uma hora. Por pressão dos filhos, tirou do ar, mas já era tarde demais, como se pode ver.  Os desdobramentos da história não interessam muito para as linhas que escreverei a seguir, portanto o google está a disposição para eventuais curiosidades. Aos interessados, a situação toda atende pela alcunha de “barraco sorocaba” ou #sorocabarraco para os tuiteiros.

Quando a coisa começou a viralizar, me perguntei se era pela “cat fight” ou pela vingança da mulher traída. É claro que os machos encaminhram pelos puxões de cabelo entre mulheres (que alguns consideram até sexy por aí), mas bem acho que a coisa espalhou pela mão das moçoilas que já sentiram na cabeça o peso de um chifre ou o punhal por trás de uma “amiga”.

Entendo totalmente o sentimento que um vídeo assim move em alguém que já passou por isso e  compreendo a vontade que dá de passar para “todas as mulheres”, mas gostaria de saber quando é que a ala feminina vai deixar de ser tão competitiva e pouco fraterna e finalmente perceber que, num caso como esse, quem jurou ser fiel foi o marido?

Discussão velha, eu sei, mas  não foi sua amigona que te deu a mão no altar. A frase “brothers before whores” só funciona para homens, porque obviamente foi por eles criada e é assim que funciona na tal sociedade secreta  e invisível masculina: lá a maior parte das mulheres de amigos são homens.

Logo, só queria dizer uma simples e única coisa: a traição sempre vai ser uma constante na vida do ser humano,  especialmente quando falamos de moças que acham o marido alheio mais interessante.  Então, pelas barbas do profeta, nada melhor que ser justo(a) e cobrar de quem de fato lhe prometeu amor eterno ou alguma coisa do gênero. Por mais que isso signifique comunhão de bens ou “perder a casa na praia”, é uma atitude um tanto mais digna que colocar para dentro da sua casa  alguém em condição ainda mais frágil unicamente para tomar tapa.

Por fim, deixo aqui a frase sábia me dita ontem pela Juliana enquanto falávamos sobre esta treta da high society de Sorocaba:  “colocar na internet é igual fazer xixi na piscina – você pode até limpar, mas pra tirar tudo, só esvaziando a piscina inteira”.

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Postado por loverox

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Agora que tenho um smartphone digno, finalmente entendi o quão importante é ter um site acessível nas mais diversas plataformas. Portanto, voilá:

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Fake-Doll agora tem versão para celular! Acessa aí do seu aparelho (ou rouba o iPhone do seu amigo uns minutinhos) e conta o que você achou. 8)

ps: a versão mobile é simples e provisória, pois em breve a cara deste blog todo vai mudar. Aguardem!

Postado por loverox

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imagem de divulgação de “The Network”, também conhecido como o ‘filme do facebook’
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Mais uma vez abri meu facebook e me deparei com diversos rostinhos. Mais de mil nomes e rostos conhecidos e desconhecidos, pessoas que vejo menos, outras que nunca mais vi, mas todas lá. É o mal da rede social iniciante (pelo menos no Brasil): você adiciona todo mundo que não vê há eras com a proposta de retomar o contato e “marcar de sair”.

O Orkut foi assim também, mas talvez eu esteja sentindo tudo isso de novo com o facebook porque 1 – o Orkut não me serve mais de muita coisa, 2 – optei por usar o facebook pra divulgar as outras redes sociais pelas quais passeio e isso significa aceitar pedidos vindos de todos os lados, principalmente do pessoal que acompanha o blog por lá também. Resumindo? Foi uma escolha transformá-lo num arquivo e sei disso.

No Orkut não fui assim, só adicionava conhecidos, sempre tive a proposta de manter a coisa o mais pessoal possível, enchia de fotos das festas e ficava esperando avidamente os comentários dos “amigos”, até que isso enjoou. Agora, nem sei mais onde encontrar meus conhecidos, não estão mais nem em um lugar nem no outro, e é uma balela das grandes colocar “o que eu estou pensando agora” no caralivro esperando interação, esperando que alguém comente, curta ou mesmo odeie qualquer coisa.

Observo usuários com, digamos, metade dos amigos que tenho e que são infinitamente mais comentadas ou curtidas. O perfil lá pode ser sim uma boa vitrine e um bom lugar para guardar links favoritos também, mas quem sabe as pessoas gostem tanto, tanto, da exposição alheia que prefiram mais quem realmente posta alguma coisa esperando outra? Estilo “as fotos da festa ficaram ótimas, comenta aí, amigue”.

Assim sendo, o orkutcídio está se tornando uma possibilidade real (wow, que drama) e espero ainda o momento do facebook se tornar útil em seu sentido original, de ser uma ferramenta para conectar pessoas, caso contrário, por que raios nós seríamos “amigos”?

Podemos criar níveis de interação ou de afeto? Enumerar por listas de proximidade? Chamar uns de  “contatos”,  conhecidos, outros de bff? Não. E chamar toda essa massa de amigo é criar uma ilusão absurda de popularidade, e uma noção real de isolamento moderno.

Não dá para curtir isso, Facebook.

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Postado por loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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