Submarino.com.br


08
Mar
2010
Feliz dia internacional da mulher!


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E um feliz day after especial para Kathryn Bigelow, que fez história ontem à noite sendo a primeira mulher a ganhar um Oscar de melhor direção por “Guerra Ao Terror” em 82 anos de academia.

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05
Mar
2010
O tal “dedo podre”

Alguns dizem que isso é azar, outros que é coisa de mulher não muito favorecida geneticamente (ou muito bonita), os sexistas comentam que é o resultado de mulheres tão bem-sucedidas que oprimem os rapazes, já outros podem ser freudianos e falar que a moça tem complexo de édipo mal resolvido (antes que corrijam, a nomenclatura “complexo de Electra” caiu faz tempo, tá?) e assim a pobrezinha está condenada a repetir erros pelo resto da vida.

Do que estou falando? Do famoso “Dedo Podre”. Numa definição simples, trata-se da nomenclatura popular para o fenômeno de “moças bacaninhas” se darem mal em relacionamentos com “cafajestes”. Da primeira vez, pode até ser azar mesmo, poxa. Mas depois de ser corneada, chifrada, traída e moralmente abusada por quinhentas vezes e, portanto,  com mais de um companheiro, pode-se dizer que a tal moça em questão tem, de fato, o dedo podre.

Existem os famosos casos das cegas que não querem ver (leia-se: ingênuas) e também existe a versão “homem supimpa” com “mulher vadia”, sobre a qual não vou discorrer aqui, já que o caso das moças é realmente muito famoso e já que o padrão de repeteco de coisa ruim parece se explicar (ou não se explicar) pelos mesmos motivos, independentemente do sexo.

Li uma vez que nós seres humanos não gostamos do que não conhecemos, exatamente e simplesmente porque não conhecemos. Concordo. Quando iniciamos nossa vida amorosa, somos cordeirinhos felizes correndo pelo campo em busca de acasalamento e não, não sabemos nada deste mundo, vasto mundo. Aí um belo dia CRÉU! E quebram nosso coração.

Estava tudo tão bom, estava tudo tão bem! Por que? Snif, snif, snif. O remédio chamado tempo vem e passa, e lá adiante estamos nós de novo, correndo pelo campo com um sorrisinho um pouco menor, mas ok, correndo – e fugindo de levar mais outro CRÉU por trás.

Como não sabemos o que vem pela frente, damos chances à vida, mas não é incrível que nosso próprio coraçãozinho inteligentemente (burro!) escolha só aquilo que ele já conhece, por pior que seja, já  que realmente é  isso o que parece mais lhe apetecer? Pois sim.

No começo, tudo muito lindo, mãos dadas, toalhas quadriculadas e vermelhas em baixo de uma árvore e inciais de nomes talhadas num tronco. Dali um tempo… CRÉU! Burro, burro, burro! Por que de novo, hein? Por que comigo? ….

É, as patinhas podres são a mais pura expressão do medo. Surgem do medo de não ser feliz, continuam pelo medo de perder a felicidade que alcançamos e persistem a cada tombo que tomamos no caminho. Para mim, dedinhos podres não dependem de sexo, cor, idade ou grau de sucesso na vida profissional, seja no escritório, seja em Hollywood.

Talvez, patinhas podres sejam o mais puro sinal de evolução emocional um pouquinho torta, um pouco desviada do caminho da luz. Ao invés de aprender com os tropeços, o jovem cordeirinho corre do buraco que os provocou – e continua correndo, mesmo velhinho. O problema é que, aparentemente, depois do primeiro tropeço, nosso maior objetivo passa ser não sofrer de novo ao invés de ser feliz.

O tempo nem sempre é só um remédio. Às vezes o tempo nos obriga a olhar para trás e passar a confiar que sim, podemos ser felizes desta vez e, não, nem sempre tudo tem de começar do mesmo jeito para funcionar.

E, olha, tudo bem se você descobrir que é bom se arriscar aos 15, 20, 30, 40 ou 50 anos – e tudo bem  também se no meio do caminho você esquecer um pouquinho disso e fugir morrendo de medo. Tudo a seu tempo. Eu só torço para que todos nós entendamos isso – e hoje torço especialmente por Jeniffer Aniston.

Se uma quarentona incrível como ela consegue tomar mais outro belo tombo devidamente midiatizado (Brad Pitt, John Mayer e Gerard Butler) exatamente por um repeteco de azar (ou não!), todas nós podemos. Só esperamos que agora ela finalmente pare pra pensar de uma vez por todas no que anda fazendo – e escolhendo.

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(Nem que isso inclua uma sessão semanal de divã para descobrir que, é, realmente você tem um complexo xis de infância mal resolvido na sua fase oral e, portanto, seus relacionamentos…)

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19
Feb
2010
Aquela encheção de saco desnecessária.

favor não ligar a serra antes das 10h.

Nunca escrevi críticas “ferrenhas” a trabalho, e quando não tenho nada construtivo para dizer, me abstenho. Mas imagino o quão pau no cu e bad vibe deve ser  abundar-se numa cadeira com a plena certeza de levantar-se só dali duas horas, depois de perder o happy hour e de dissecar por a+ b porque tal filme, peça de teatro ou game é um lixo, uma bosta das grandes, simplesmente porque aquilo é sua obrigação: opinar. Ou dar a opinião que esperam de você.

Alguns se divertem com isso, metem o pau e xuxam tudo e todos em qualquer situação. Isso porque, ahn, porque se acostumaram, ou porque encontraram público cativo para as suas linhas ou porque simplesmente não é com eles. Nem com a mãe, com o pai, com irmã ou namorado.

Daí que realmente ninguém tem o direito de sair falando o que bem entende. Profissão alguma dá direito a isso e a posição de espectador menos ainda. Obras artísticas estão aí para serem assistidas, vistas,  recomendadas, divulgadas e assim, talvez criticadas. Faz parte. O trabalho pode ser alvo de críticas. Ele pode ser bem feito, mal feito, não feito – o autor, não.

Pessoas, não.  Seres humanos podem ter uma atitude condenável (e olhe lá) pela opinião pública vez ou outra, tipo voltar com o namorado depois de tomar dois olhos roxos, ou sair sem calcinha pela quinquagésima vez e oops, beber demais. Se bem que, ainda assim, quem somos nós para falar uma patavina sequer? Só outros seres humanos.

Deixemos ser feliz. Deixemos ser feliz também as pessoas que estão aí vivendo, artistas que estão aí vivendo, cantores que estão aí cantando, críticos que estão afofando a cadeira antes de criticar. Estas pessoas não estão na pista para levarem bucha sem sair de casa simplesmente porque tem o cabelo xis,  o peito caído, o bigode grisalho, a voz grave ou  gostam de amarelo com bolinhas roxas. Cada um é cada um.

E, olha, se 50% das pessoas entendessem – e respeitassem – essa máxima, não exisitira aquela encheção de saco desnecessária.

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ps: “texto” semanal voltando, e o Imagens volta quando voltar. Tô meio na preguiça. Quem gosta da tag,  pode brigar comigo. :P

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11
Feb
2010
O plágio mora ao lado.

Achou que ninguém ia te pegar, né??

Sempre ao sair de casa para o trabalho, tenho duas opções a seguir pelo bairro antes de pegar a avenida principal. Na verdade, tenho três, mas a terceira só vale aos finais de semana, porque costuma render mais trânsito.

Quando escolho a opção 1, sempre paro num farol para cruzar a tal avenida e encontro um rapaz que vende balas, doces, chocolates, guloseimas e, enfim, outro dia até cupcakes (!) o danado tinha. Ele ficou famoso aqui no bairro porque sempre dava (e dá) oi para todo mundo, no maior swing simpatia.

No primeiro dia que ele apareceu ali, todo mundo deve ter estranhado. No maior estilão garoto-propaganda C&A, vinha com um óculos gigante, terno completo ou calça social, camisa e colete, com um chapéuzinho coco e o tabuleiro de produtos pendurado no pescoço, te dar oi na janela do carro.

Até a história da gripe suína, era tranqs. Eu abria o vidro, cumprimentava e ele sempre fazia uma piada do tipo “puxa, vai passar o final de semana no Brasil ou em Hollywood?” e etc. e tal. Daí veio a gripe suína e eu fiquei com um pouco de “preguiça” de abaixar o vidro pra ele. Ah, sei lá, prevenção, né? São muitos oi’s por dia.

Confesso que na época do auge da gripe, várias vezes andei devagarzinho pra não ficar parada no cruzamento. Ou seja, a típica pessoa que não sabe dizer não pra gente simpática, fazer o que… Mas, isso não importa, o que importa é que ele inovou no farol, vende mais, virou lenda na região e alguns universitários do bairro até fizeram um documentário sobre ele.

Um dia ele inclusive disse para a minha mãe: “este é um trabalho como outro qualquer. Eu poderia estar vendendo um carro com essa roupa na loja ali em frente, mas eu estou aqui vendendo meus produtos para vocês” – e, obviamente, ele estava certo.

Eu admiro esse cara, sou fã, de verdade. Mas daí, eis que ontem eu fiz a opção 2 para ir ao trabalho. Eu tenho feito esta opção até mais do que a primeira, mas ontem, eis que me surge no farol algo familiar.

Um rapaz de óculos gigante, tabuleiro pendurado, calça social e camisa azul brilhante ao sol dá a mão para os dois motoristas da frente, faz piadinhas e tenta vender. OPA! Acho que já vi isso antes. Só de raiva, continuei curtindo meu ar condicionado e não abri o vidro para ele quando chegou na minha janela. Apenas agradeci.

Pois não é muita cara de pau copiar o colega dali a dois quarteirões? E talvez agora eu compre muito mais  tridents do garoto propaganda da C&A, já que talvez ser original signifique criar com a certeza de ser copiado – até mesmo no farol.

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ps: prometo escrever mais posts assim, já que a galera lá na comunidade diz que gosta. Se você gosta – ou não gosta – me conta lá também! ;)

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13
Jan
2010
Sobre a tal promiscuidade emocional.

Só por hoje, tá?

O título pressupõe uma pegação louca, uma obsessão randômica desvairada por pessoas diferentes, uma por mês, por semana, por dia. Mas é bem menos que isso, é bem mais simples, e não necessariamente envolve sexo, beijo ou andar de mãos dadas.

Tem gente mesmo que se apaixona a cada noite ou acha que encontrou o amor de sua vida em todas as bocas. Ingenuidade ou sentimentos à flor da pele? Sei lá. Sei que a tal “promiscuidade emocional” também está aí para quem dedica boa parte de sua vida para uma pessoa diferente por semana e dá a esta pessoa simplesmente a alcunha de “amigo”. Amigo mesmo, tá? Amigo preto e branco, amigo pra chorar no telefone de madrugada e pra te dar aquele convitinho VIP que você tanto queria.

Daí então o “melhor amigo da semana” do promíscuo (a) em questão torna-se o primeiro a ouvir todas as fofocas, o primeiro a saber dos segredos, aquele que sabe da festa da semana em primeira mão através do outro. O amigo, que provavelmente só seria um conhecido, se torna amigo mesmo, bota até inveja nos camaradas que já conheciam o volúvel há anos. Vai dizer que nunca viram isso por aí?

Eu sou do tipo que tem poucas amizades e acho que nem é uma escolha consciente minha, simplesmente aconteceu e talvez daí venha minha incompreensão com trocar de amigo como quem troca de roupa.  Olho pro lado e acho engraçado quem tem um melhor amigo hoje e dali um mês, dois, tcharam! Pergunte sobre o  fulano de tal e ouça um: “quem??? Não conversamos mais”.

Tem muita amizade sazonal por aí, principalmente daquelas que você faz num cursinho de jardinagem para apartamentos, ou num evento lotado de gente e calha de ter alguém simpático ao seu lado, alguém com quem você vai encontrar pelos próximos dias de congresso e por aí vai.

Essas amizades eu até entendo, normal. Agora como tem gente que encontra o seu super confidente hoje, banca o brother com ele e semana que vem simplesmente esquece tudo o que já passou, pois agora são… Hm… Colegas? Tipo… Bye bye históricos de MSN,  replies no twitter, as ligações, os BARES AO VIVO e todo o tempo imensurável que o outro ser passou investindo naquele relacionamento, achando que realmente tinha conseguido cumprir a resolução de ano novo de “fazer mais amigos”.

Sei não. Não consigo. Não acho legal, não acho que é amizade. Não acho nem ao menos saudável – e não deve ser mesmo: dá pra lembrar rapidinho de pelo menos umas três patologias que envolvem mudanças bruscas de humor.  Mas quer saber? Não tenho nenhum conselho elevado para dar sobre isso, a não ser dizer: o que vem fácil, vai fácil.

Talvez antes do “promíscuo” resolver trocar de coleginha, o próprio colega já tenha riscado seu nome da agenda.

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08
Jan
2010
O maior meme de fim de ano – versão 2009

Roubado da Ju, do Megacombo, e postado pela Lia e por várias meninas! Já que 2010 só começou, achei que ainda dava tempo de um meme gigaaaante! 8)

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1. Onde você estava quando 2009 começou?
No interior de São Paulo, em Tatuí, com a família. Não, não foi muito animado. rs

2. O que você fez em 2009 que você nunca tinha feito antes?

Mochilei pela Europa, apareci discretamente na capa do “Estadão”, participei de um Speed Dating e apareci numa coluna social por isso (don’t ask),  gravei dois comerciais, fiz um TCC, visitei Machu Picchu (sim, foi no dia 31!), comprei meu primeiro grande óculos e também o perdi (comprei meu ray ban do coração em Paris em janeiro e perdi em Machu Picchu), troquei de carro, tive um momento meio “Barrados no Baile/90210/The Hills” horrível, mas inesquecível, fiz acupuntura, comecei pilates e parei em outubro, mas volto já esse mês!

3. Você manteve suas resoluções de fim de ano e fará novas para 2010?

mantive algumas, outras não e não tenho resoluções para esse ano.

4. Você foi a algum show em 2009?

Sim, do Prodigy e do Ney Matogrosso.

5. Você procurará um novo emprego em 2010?

Provavelmente não, a não ser que eu possa ficar em frente às câmeras. 8)

6. Você bebeu muito em 2009?
Dei o maior PT da minha vida.

7. Você viajou nas férias? Para onde?
Europa em Janeiro, Bolívia e Peru no finalzinho do ano.

8. Qual foi sua maior conquista em 2009?

minha faculdade, meu emprego, meu namorado.

9. Se você pudesse voltar no tempo, para qualquer momento de 2009, e mudar alguma coisa, o que seria?
Vou pular essa, mas o Rafael sabe o que é.

10. Você ficou doente ou ferido?

Não!
… CONTINUE LENDO

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