Categoria: É a vida…


há males que vem para o bem

Em pleno feriado do dia 15 de novembro, não se falava em outra coisa no Twitter: os beijões de Ellen Jabour e Pê Lanza no camarote do SWU. Uns criticaram a garota, outros aproveitaram pra levantar a bola do frontman do Restart. Tirando o peso de serem dois famosos, nada demais.

Neste domingão, Ellen contou que nunca se sentiu tão desejada como agora e comentou “parece que estou com mel no corpo” durante uma entrevista para o jornal “O Dia”. Quer dizer, todo mundo já teve uma ficada bem desastrada, só que há males que vem para o bem.

Com uma linha de entrevista lida, deu pra notar que a ex-namorada de Rodrigo Santoro entendeu as regras do “jogo do amor”: às vezes você precisa simplesmente mostrar que está na pista pra negócio para não perder por W.O. Explico.

Enquanto Ellen não era vista com ninguém, estava quietinha na casa dela ou passeando com o cachorro, ela estava numa estante. Linda e loira, mas lá no alto e inalcançável – ou você acha que é fácil para um cara qualquer chegar chegando na mina que pegava o Santoro? Homem que é homem não tem medo de mulher, mas se for para algo casual, com certeza a maioria vai preferir evitar a fadiga de tomar um não.

Um caso besta de uma noite só pode ser mesmo só um caso besta, mas uma garota esperta vai saber escolher o que fazer e com quem fazer a partir do momento em que o “mel” começar a rolar. Já ouviu dizer que para conhecer as pessoas você tem que querer conhecê-las? Então.

Voltando ao caso, a partir do momento em que Pê Lanza entrou na história, não só a Ellen se mostrou disponível, quanto facilitou para os outros rapazes que sempre quiseram chegar mas não tinham tanta coragem. Algo na linha: “agora eu também posso”.

Preciso dizer que, obviamente, esse não é o mesmo mecanismo das pessoas comprometidas que ficam mais assediadas a partir do momento que colocam aliança no dedo (isso rende outro post, aliás), mas sim uma questão de oferta e procura.

Enquanto a moça não mostra que está afim de oferecer algo e parece fechada para balanço, ninguém a procura – ou procura menos, afinal a moça em questão é a Ellen Jabour, né? Só que, digamos assim, um “erro” como esse pode ter um papel importante na vida amorosa de uma garota. Serve para mostrar que você tem desejos e que, uh lá lá, não é uma princesinha perfeita, inatingível. Dá uma apimentada.

Para não dizer que não falei do rapaz na questão, obviamente o passe do sr. Pedro Lanza valorizou. Duvido e muito que ele vá pegar outra Ellen da vida, mas certamente as mulheres da idade dele, que geralmente preferem os mais velhos, vão dar uma olhadinha diferente pra ele.

O que aprendemos com Ellen Jabour? Aprendemos que, bem, às vezes pegar um carinha aleatório depois do terceiro drink pode mesmo fazer muito bem. Agora é pegar os limões e fazer uma limonada – só não vale sair repetindo a dose.

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Postado por Fê Loverox

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Oct

06

Tks, Steve.

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Foto: AP

Logo após o anúncio da morte de Steve Jobs, começaram a pipocar as imagens de homenagens e os depoimentos de famosos sobre a morte do CEO mais querido do mundo.

Que de lá ele sinta nosso muito obrigado nas mais diversas formas possíveis.

Postado por Fê Loverox

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Tirinha ótima do Menina Não Pode, blog que gosto demais:
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A autora do blog e das tirinhas é Lívia Carvalho, que posta uma vez por semana um quadrinho que faz as meninas rirem de si mesmas. E você aí, que coisas idiotas já fez por amor? :)

Postado por Fê Loverox

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Depois do sucesso do post sobre insegurança e de ver a quantidade de pessoas que se manifestaram também ansiosas, acho que estas três dicas para se conhecer melhor vão ajudar mais gente!

você preencheria um livro com tudo o que sabe sobre você?

Alguns sofrem por pensar demais, outros por só descobrirem pequenas coisas sobre si mesmos em momentos chaves – e aí pode ser tarde. A questão é que quando você se conhece fica mais fácil equilibrar estes dois extremos, respeitando sua personalidade e não tentando forçar a barra para ser algo que você não é.

Depois de algum tempo de terapia e de alguns livros de auto-ajuda idiotas (e de uns pouquíssimos bons), creio que descobri como foi que me conheci melhor  e resumi nestes três passos. Vamos lá?

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1. OBSERVAÇÃO

Se você sente raiva de algumas atitudes que toma ou costuma se decepcionar consigo mesmo com frequência, certamente a auto-observação não é o seu forte. Quando uma situação destas acontecer, espere os sentimentos ruins acalmarem e reflita calmamente (e friamente) sobre tudo o que aconteceu e procure entender o que o deixou tão alterado. Com o tempo, o seu conhecimento evitará determinadas situações ou te fará prever o que pode acontecer caso algum evento específico aconteça.

O ideal é que você tente se colocar como uma terceira pessoa vendo a situação. Se você tiver um amigo ou confidente que possa ouvir o caso sem dar opiniões que não foram pedidas ou julgar, ótimo! Este é o amigo perfeito para ajudar nesta tarefa. Aliás, quem tem amigos leais e capazes de guardar o julgamento para si próprios já tem um terapeuta amador de graça ao seu lado!

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2. QUESTIONAMENTO

É claro que nem sempre conseguimos praticar a observação de cabeça quente, ou depois de um tempo – ou depois de muito tempo. Algumas situações provocam sentimentos e lembranças tão fortes que o simples fato de acessá-las pode fazer você perder seu dia e certamente não é isso que queremos; e não é à toa que a mente arquiva tudo isso num lugar seguro para não te desequilibrar nas tarefas cotidianas.

Sendo assim, os questionamentos puros são importantes para procurar nossos porquês pessoais sem haver um fato a ser analisado. Questionar-se é observar-se na essência, sem olhar elementos externos que te provoquem.

Além da tradicional terapia e da associação livre de ideias (que te faz falar adoidado durante uma sessão de análise até você ligar lé com cré sem nem se dar conta), você pode fazer isso em casa analisando seus próprios sonhos ou lendo livros de auto-ajuda interessantes (nada de aconselhamento, “O Segredo” e similares, ok?).

Se você sonha e costuma se lembrar, vá anotando tudo logo que acorda e pense sobre o que aquilo pode significar no seu universo. Todo sonho é a manifestação de um desejo, mesmo que inconsciente, e você pode decifrar muita coisa sozinho. É claro que um terapeuta acelera o processo e existem algumas simbologias universais que fazem parte do inconsciente coletivo, mas praticando a observação e questionando o que acontece nos sonhos, você conseguirá entender estes filminhos noturnos tão pessoais. E, ah, não preciso nem dizer que livrinho com significado dos sonhos é pura balela, né?

Quanto aos livros de auto-ajuda, não recomendo muitos, pois como boa melancólica que sou, quase todos me deixaram ainda mais pra baixo; com exceção de um, o “Ajuda-te pela Psiquiatria”. A obra te leva passo-a-passo a questionar os seus comportamentos e os de todos que você conhece.

Leia o livro com um lápis em punho e anote o que vier à sua cabeça. A experiência será muito interessante e enriquecedora – e não vai colocar os pessimistas pra baixo. Afinal, o maior erro que um pessimista  pode cometer é tentar ler um livro de auto-ajuda recheado de conselhos alto-astral antigos e que não vão ajudar em nada, só vão encher o bolso de autores que repetem as mesmas lições há anos.

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3. ANÁLISE

Depois de tanto se observar, que tal um olhar mais gabaritado? Realmente existem problemas que não conseguimos resolver sozinhos e até aquele seu amigo bacana que não dá lição de moral pode ficar de ouvidos cansados.

É bem verdade que terapia não é 100% eficaz para todas as pessoas, mas traz auto-conhecimento profundo e qualidade de vida para quem resolve mergulhar nessa jornada interior. Fazer análise, psicoterapia breve ou seja lá qual formato você escolher (sim, existem diversas linhas, uma delas pode ser ideal pra você) não é demonstrativo de fraqueza, mas sim de assinar um compromisso consigo mesmo.

Procure um profissional com uma boa formação, converse com pessoas que fazem análise e com certeza você vai encontrar alguém legal para cuidar de você. Se o tratamento é caro? Realmente, não é dos mais baratos. Trata-se de um investimento que traz resultados a curto e também a longo prazo, ao contrário daquele tratamento de estética caríssimo que não vai resolver seu problema de auto-estima.

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Por fim, se ao chegar lá você achar que não gostou do que descobriu sobre si mesmo, saiba que todos estamos sempre mudando. Basta trocar a frase “eu sou assim” por “eu tenho sido assim”. O tempo verbal pode fazer milagres pela sua transformação! ;)

Postado por Fê Loverox

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pare de jogar WAR mental.

Entre todas as batalhas internas que o homem pode ter de superar, creio que se aceitar e se impor estão entre as mais árduas, se não forem as campeãs de dificuldade. Enfrento esta há uns bons anos e me surpreendo ao ver que alguns conseguem fazê-lo de forma absolutamente natural, enquanto outros fazem disso um grande piano a ser carregado nas costas – muitas vezes por toda a vida.

Há quem tenha de se aceitar para sair do armário, outros que precisam disso para abandonar aquela graduação tradicional que só agrada à família, e outros, finalmente, precisam admitir e aceitar o fato de que são seus piores inimigos: de que são eles próprios os grandes reponsáveis por planos que não saem do papel, por exemplo.

Planos podem se tornar coisas concretas, mas nem todo sintoma de batalha interna é tão concreto assim. Quem trava uma guerra de trincheiras contra si mesmo costuma ver problemas onde não tem, criar os famosos “pêlos em ovo”.

Quem é inimigo?

Quem é inimigo de si mesmo acaba assumindo indiretas que não são para si, costuma fantasiar que um olhar torto é uma ofensa pessoal e, realmente, não encontra força para dar um passo adiante ou tentar algo diferente porque lá no fundo simplesmente tem medo de fracassar.

Insegurança pode ser o combustível para a maior parte destas situações, mas por que não dizer que o inseguro é seu maior inimigo? Porque ele é.

A insegurança faz a imaginação correr solta, criando sofrimentos antecipados e infundados e gerando ainda mais ansiedade em sujeitos que já são ansiosos  simplesmente por sempre andarem com o “benefício” da dúvida.

Como mudar?

Admitir tal característica, saber que você mesmo se prejudica, dá um respiro maior entre o tempo de um pensamento petulante se tornar raiva ou tristeza. Esses minutinhos são preciosos para refletir e separar o que é sua fantasia de impotência e o que é a rejeição do outro, evitando dores de cabeça desnecessárias.

Ainda busco soluções para exercitar a auto-confiança diariamente, mas ter praticidade adianta bastante. Se cabe a dica, eliminar pequenos momentos de indecisão, pendências e dúvidas ajuda a ter mais confiança em momentos chaves.

Pode parecer bobinho, mas definir a roupa que você vai usar um dia antes resolve aquela meia hora em frente ao guarda-roupa pensando que não tem roupa, ou que você está horrível. Com essa atitude simples, sobra mais tempo para pensar no que realmente importa e começar o dia de forma mais alegre.

Para refletir sobre a questão, vale a pena ver os dois queridinhos do Oscar 2011, “Cisne Negro” e “O Discurso do Rei”, ambos com histórias de quem faz de si mesmo seu maior obstáculo.

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ps: farei mais posts de comportamento, atendendo a pedidos! A turma que gosta também dos textos sobre relacionamentos/sexo/trabalho/etc., deixe sugestões. :)

Postado por Fê Loverox

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amuletos.

Chegou fevereiro. Então, ao contrário dos outros anos, podemos dizer que o ano começou. Carnaval só cai no dia 8 de março e está longe pra cacete, portanto acho que já dá pra dizer que 2011, ano do Coelho, vem correndo e começa um mês antes dessa festa nacional que divide opiniões.

Pra ligar a cabeça e parar de achar que 2009 foi ano passado, é bom escrever o ano num talão inteiro de cheques para não errar, fazer aquela limpeza no guarda-roupa, aproveitar as promoções-símbolo do verão e até procurar um guruzinho místico se teu sexto sentido diz que quer.

Eu, por exemplo, estou considerando essa ajudazinha etérea, porque simplesmente tem horas que não, não está tudo dentro de você. Procure nos outros e também não estará; vá na terapia e não encontre.

Logo, por mais balela que seja, ouvir algo de razoável numa mesa de tarô pode introjetar em você uma esperança que não brota sozinha, uma fé do tipo religiosa que as coisas vão acontecer, porque o destino (?) quer assim, amém.

É isso que vou fazer. Mapa astral, tarô, uma tarde no cabeleireiro. Pra mim tudo isso é místico, pra mim tudo dá força – e ao mesmo tempo, nada disso vai resolver meus problemas, mas vai ser a vodka que ando precisando pra tomar coragem.

Valendo.

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Postado por Fê Loverox

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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