Não meça nossas roupas, parça.

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Mais um ingrediente foi colocado na roda de discussão sobre os direitos das mulheres e a busca por igualdade entre os sexos: as roupas que elas usam. Ou melhor, o preconceito que muitas roupas geram.

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A ONG suíça Terres des Femmes lançou uma campanha que critica a forma como julgamos as mulheres por suas vestimentas. E quando eu digo “julgamos” é porque homens e mulheres são responsáveis por espalhar este tipo de problema adiante.

Nas imagens, nunca a avaliação é positiva, é sempre uma qualificação que não leva em conta o estilo, a personalidade e muito menos a liberdade de cada um ao se vestir. Os termos são, de baixo para cima: puritana, antiquada, entediante, provocante, atrevida, pedindo por isso, piranha e prostituta. 

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“Não meça uma mulher pelas suas roupas” é uma campanha bem legal produzida na Miami Ad School da Alemanha, mas a ideia, no entanto, não é original. A estudante Pomona Lake lançou algo bem parecido em 2013 e teve um alcance menor com seu trabalho, então agora corre-se o risco da discussão mudar para quem copiou quem. Enquanto isso, ficaremos aqui com a pipoca na mão esperando para falar do que interessa, já que a raíz das duas ideias é o que realmente importa.

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