Manual das coelhinhas da Playboy nos anos 60 mostra bizarrices da época

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Uma ex-coelhinha da Playboy resolveu revelar um pouco de como era seu dia-a-dia trabalhando num bar da publicação em Detroit, no ano de 1968. Regina forneceu o manual de conduta das garçonetes para um site dedicado a falar do assunto e agora todo mundo pode ler – e imaginar – o que era a de fato a vida de uma “playboy bunny”.

a vida das coelhinhas não era tão fácil quanto parece

O manual não é muito extenso e deixa muita informação de fora (como o próprio salário exato das bunnies), mas algumas coisas  bizarras certamente se destacam. Por exemplo, as coelhinhas faziam turnos de oito horas de trabalho e podiam fumar à vontade durante o expediente, mas jamais em pé! Fumar, coelhinha? Só se for sentada. 

Cada uma das meninas recebia dois maiôs, dois rabinhos e orelhinhas, mas nada de perder nenhuma parte da fantasia: caso a garota estragasse ou perdesse alguma parte do modelito, teria que pagar do bolso a reposição do “uniforme”.

Falando em aparência, cada coelhinha era inspecionada antes de iniciar seu turno de trabalho. Dois gerentes, um homem e uma mulher, se certificavam de que as raparigas estavam com um visual “bunny perfect” e faziam questão de aconselhá-las caso não estivessem. As garotas recebiam instruções sobre como deveriam cortar o cabelo, que tipo de sapato era mais adequado e até de maquiagem, sendo que cílios postiços eram altamente recomendados.

Quem acha que a vida das moças era “fácil”, se engana. O manual conta que cada uma das meninas ganhava apenas US$1,25 por hora nas sessões de fotos e o regulamento também deixa claro que ninguém podia ir atrás da “grana dos clientes”: nenhuma coelhinha podia se relacionar com freqüentadores, todas eram proibidas de fornecerem seus telefones e ninguém podia revelar seu sobrenome real.

Esse manual é cheio de desenhos esquisitos e acaba servindo como relato de ambiente extremamente machista. Apesar de tudo, imagino que na época a profissão devia ser vista por muitas garotas como uma oportunidade, como uma “profissão glamourosa”. Eu, hein!

Quem quiser ler o manual, a íntegra está aqui.

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3 comentários

  1. Vivian

    panicat não tá muito longe disso, né? :(

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    1. Fernanda Pineda

      Vivian on 08/10/2012 at 5:04 pm said:

      panicat não tá muito longe disso, né? :(

      parece que não. rsrs é a evolução da classe…

      Responder

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