28
Aug
2008
Trilha sonora dos anos 90

Hoje eu vou mostrar uma descoberta incrível para todos os amantes de flashback. Mas, um flashback um pouquinho mais “recente”… Estou falando dos poperôs melosos dos anos 90, aqueles que grudaram na sua cabeça enquanto você usava um jeans saint-tropez e um tênis keds, ou passeava por aí de calça bailarina.

Navegando nessa web de deus, descobri um usuário do Youtube que mudou o meu dia. O /raridadesdance tem mais de 100, eu disse CEM!, vídeos com apresentações de bandas, grupos e cantores dance em programas de TV brasileiros. Ou seja? Só lá você pode rever a apresentação da Alexia cantando “Uh La La La” no Xuxa Park, ou o Haddaway cantando “What’s love” no Faustão. Quer mais? Pois tem mais! Eles também tem separadinho algumas entrevistas de artistas pop em programas brazucas (Christina Aguilera!) e apresentações de artistas dance recentes, tipo Dj Tiesto, Lasgo e o Kasino, que é brasileiro também.

Nessa época aí eu ja nem era fã da Xuxa, mas devo admitir que a produção dela fazia um excelente trabalho em trazer toda semana uma atração internacional. Tiro o chapéu mesmo, afinal, hoje em dia é praticamente impossível um artista estrangeiro vir pra cá só pra aparecer num programa. Então lógico, tive também que separar uma apresentação memorável pra deixar postada aqui, certo? Certo.

Nesses idos dos anos 90, eu não falava inglês, você também provavelmente não falava e sua mãezinha talvez também não soubesse o que você tentava cantarolar enquanto assistia o programa da Xuxa Meneghel. Eu fiquei chocacada quando “redescobri” essa música e me toquei do que eu tentava cantar aos 7 aninhos:

Não entendeu ainda o meu espanto? No refrão ela canta “Don’t want no short dick man” repetidas vezes e ainda faz questão de rir da cara do rapaz que não foi abençoado pela mãe natureza. Veja a letra e, se precisar, passa no altavista.com e traduz. O que um cursinho de inglês não faz….

PS: Destaque para os figurinos da Xuxa nos programas. É uma superação atrás da outra…

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26
Aug
2008
Ele simplesmente não está afim de você.


Ele simplesmente não está afim de você
Liz Tuccilo & Greg Behrendt
Editora Rocco

O livro é antiguinho (de 2005) e eu só comprei agora, depois de ser encorajada pela matéria da Gloss de agosto sobre “rolos que nunca desenrolam”. Considerando minhas últimas experiências e a ausência de resultados empíricos, mas sim de muita dor de cabeça, resolvi comprar o maldito livro.

Capinha cor de rosa, cheio de ilustrações: típico livro pra mulher otária, como eu mesma postei no twitter. Eu só não fiquei mais desconfiada porque os autores eram da equipe de “Sex and The City”. Mas, o livro trata de impor respeito logo na introdução, com uma histórinha convincente de que muitas (e quase todas) perguntas sobre comportamentos masculinos duvidos podem ser respondidas com a frase “Ele simplesmente não está afim de você”.

Faz sentido? Faz, principalmente quando são aquelas dúvidas simples, mas insistentes, do tipo, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. O “He’s just not that into you” cai como uma luva para perguntas como:

- por que ele me chamou pra sair e sumiu?
- por que ele não me ligou se disse que ia ligar?
- como a vó dele só fica doente de final de semana?

E assim por diante. O fato é que nós, mocinhas, quando começamos a gostar de um rapaz acabamos inventando 1001 desculpas mentais para as falhas do moço. Afinal, como pode? Ele era tão incrível! Por que fez isso comigo? Eu não mereço, de novo não, não pode ser! A vó dele deve estar agonizando de verdade na UTI!

Bom, não sei vocês, mas eu sou do tipo que cogita trocentas idéias e ainda chama as amigas pra ajudar a queimar fosfato atrás de desculpas plausíveis, épicas e heróicas para comportamentos que jamais deveriam ser admitidos pelo suposto “homem da minha vida”. Que comportamentos? Eu digo.

Ele quer te ver? Porque não te convida? Ele te acha realmente linda? Custa falar? Ele é legal com todo mundo, menos com você? Será que tá certo? Ele não te come? Ok, essa é beeeem comum, embora os homens neguem, e, na minha cabeça, já é caso pra internação. Por essa eu não me deixo enganar.

É claro que Greg Behrendt e Lizz Tuccillo vão muito mais longe e pegam no calcanhar de Aquiles de toda a mulher: parar de aceitar pouco. Muitas de nós passam a tolerar certos comportamentos achando que é necessário para a relação, mas mulheres quase sempre são mais flexíveis. Aí, veja só, quantas vezes você estava fazendo um verdadeiro contorcionismo pra agradar esse homem e ele… Nada?

Pois é. É disso que eles falam. E dizem pra você levantar a bunda da cadeira e encontrar alguém que “não saiba tirar as mãos de você”. É difícil? É. E sim, eles são tão absurdamente otimistas que dá até raiva. Afinal, é impossível ter tanto homem legal assim para tantas leitoras. No entanto, o representante masculino no livro, o Greg, simplesmente diz: tenha fé.

Resposta dogmática, boba e simples. Mas verdadeira e possível, já que veio da boca de um homem. E ele e a Liz conseguem te convencer sempre que você pensa “mas é impossível um cara assim”. Então quer saber? Eu vou é passar pra frente quem não está afim de mim. E acreditar no… amanhã. Afinal, eu sou jovem, sou bonita, tenho saúde…

Cof-cof. Chega.

PS: Apesar de parecer coisa de solteira-encalhada, recomendo o livro pra todas as moças de plantão. Todas aquelas que já sentiram que mereciam um pouquinho mais…

PS2: não é pra mulher otária não, tá? Uma hora você se encontra no livro. E chega de PS.

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21
Aug
2008
Cantada nova: “oi, quer fazer o teste do sofá?”

… Porque tem coisas e situações bizarras do mundo e da vida que só a autora desse blog pode viver. Ou não, ou talvez eu seja só uma exagerada. Mas, enfim, acompanhem o meu causo:

Saindo do trabalho, às 21h na Vila Olímpia. Apesar das ruazinhas ali terem alguns barzinhos, o episódio aconteceu ontem, terça-feira, que não é o dia favorito dos engravatados para happy hours. Logo, ruas vazias. E ruas vazias são sinônimo de Fernanda-andando-rápido. Então, estava eu andando rápido quando começo a ouvir passos atrás de mim. Naturalmente que fui olhar. Era um tiozão no melhor naipe “cinqüentão-malhado” do Abílio Diniz.

Não dou bola e continuo andando. De repente ele acelera o passo, me ultrapassa e fala rindo:

- Eu ando mais rápido que você!

Nisso, ele tropeça. Eu, simpática como mamãe mandou:

- Nossa, toma cuidado!

Ele começa a puxar papo, é óbvio.

- Você trabalha por aqui?
- Trabalho na rua de trás.
- Ah, eu tô vindo da academia, eu moro aqui perto e faço ali na Rebook Sports Club. Mas, nossa, lá tá sempre lotado, aí não dá pra ir de carro, melhor ir a pé mesmo.

E eu perguntei, fio?!  Ele continua…

- E você faz o que?
- Trabalho numa agência de publicidade.
- Eu tenho uma construtora aqui. Eu me chamo Roberto, posso saber seu nome?
- Ferr.. Nanda.
- Fernanda, prazer. Você gostaria de trabalhar no meu escritório? A gente tem o administrativo lá…

Pára tudo! Ele tá me chamando pra um teste do sofá no meio da rua?

- Se você tiver interesse, eu posso pegar seu telefone, a gente agenda. Ou você fica com o meu, tanto faz.
- Ah, é que eu trabalho com vídeo. Não tem muito a ver.

Duh! Se for pra ser ASPONE na Vila Olímpia, eu vou ser ASPONE na Móoca. Pelo menos é perto. hehe

- Bom, mas posso ficar com seu telefone assim mesmo?
- Ahn.. Na verdade.. Acho melhor.. Não.

Dei um sorrisinho. Ele aceitou bem e me deu  a mão, disse “prazer” e desejou boa noite. Adoro. Acho que tomei chá de sinceridade. Se fosse há um tempo atrás eu simplesmente daria meu telefone errado, só pra encurtar a conversa.

Depois disso, eu ainda enfrentei o metrô cheinho de casais. Não há nada pior que pegar o vagão cheio de gente fofa se beijando quando você passou por um dia pesado, estressante e quer um abraço, um beijo, um carinho, um… Vou parar. hehe

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13
Aug
2008
Vaidade tem limite.

Estava eu checando o twitter (como faço diariamente - vício)  e vi a seguinte twittada:

Fiquei curiosa e fui checar o link, óbvio. Apesar de eu abominar as esquisitices da vaidade oriental (tipo colocar pinos nas pernas para ficar mais alta), imaginei que o link indicaria algo normal, nem que fosse, sei lá, bronzeamento em spray aerosol. Imagina? as Gals , aquela tribo de patricinhas-fashion-ocidentalizadas, fariam a festa!

Apesar do link realmente ter produtinhos de beleza que bem poderiam ser vendidos por aqui e venderiam feito água, lá encontrei também uma série de aberrações. Tenho que compartilhar esses produtos com vocês, pra ver se só eu acho isso abominável:

1) “Nose clipper”

Na descrição do produto, diz: “usar diariamente por 20 minutos, no máximo. Nunca ultrapassar mais de uma hora. O produto não deve causar dificuldades respiratórias nem dor. Interrompa o uso imediatamente em caso de desconforto.”  Ok, gente. Todo mundo quer um nariz fininho e arrebitado, mas, caramba, se a nóia é tão grande a ponto de usar uma bugiganga dessas diariamente, será que não seria melhor recorrer a uma plástica, de uma vez por todas?  Bom, eu já tenho vergonha que me vejam de máscara de pepinos no rosto, que dirá usando um troço desses. Broxante, não, meninos?!

2) Lentes de aumento. Para os olhos.

Tudo bem, a moça é bonita, é sexy e tudo mais (também, com essa bola/bala/xis na boca, até eu). Mas, que olhos são esses? As orientais tão querendo se parecer com et’s? Se for essa a intenção, ok, poroque esses olhos só me assustam. Agora eu entendi de onde vem o olhão da Ayumi Hamasaki. E tenho mais medo ainda, principalmente porque essas lentes, “que dilatam a pupila e aumentam o tamnho do seus olhos, comprejá!”, tem versões com es-tre-li-nhas, corações e etc. Tá, acho que não preciso descrever mais.

3) Cola lavável para as pálpebras

Sabe a colinha usada para fixar os cílios postiços nas pálpebras? Pois é. Os orientais inventaram uma um pouquinho mais forte, que também pode ser usada para isso, mas cuja função principal é fixar as pálpebras, de forma a criar aquela dobrinha no olho, igual a dos ocidentais. Repare que na foto das lentes, a modelo também está usando este produto. 

É claro que esse é mais um reflexo da ocidentalização do oriente, mas também já inventaram uma cirurgia plástica pra isso. Não concordo com mudanças de identidade a esse ponto, mas, novamente, cada um tem seus motivos e suas neuras, então, porque não fazer a cirurgia ao invés de sair por aí no melhor naipe boneca remendada?  Não consigo imaginar o quanto essas meninas devem demorar pra se arrumar para uma festa. Isso não é vaidade. É escravidão.

Mas, é claro: essas meninas também tem produtos geniais (e normais) à disposição.

1 - Versão de bolsa para baby liss, tipo as mini-chapinhas, mas wirelessss, sem fio! Tecnologia djá! 
2 - uma espécie de bolsa de colágeno que melhora a circulação na região dos olhos e ajuda a firmar a pele da região, além de, claro, tirar as olheiras, clarear a pele e eliminar bolsinhas ao redor dos olhos.
3 - pó compacto que fecha os poros e mantem a pele livre da oleosidade produzida ao longo do dia. A versão “pink” é pra quem tem a pele mais morena (ou amarelada, no caso deles) e a versão “blue” é para peles mais claras e sensíveis. Quero um do pink, por favor.

Bom, agora só me resta indicar as fontes, certo? Certo. Mas advirto: antes de clicar nesses links, certifique-se de que você não é sensível a imagens fortes. :P Enfim, as donas desses blogs também vendem produtos comuns e roupas bem lindinhas… Consultei aqui e aqui.  Depois disso eu não duvido mais das histórias das dicas de beleza de antigamente: dormir com pregador no nariz e fazer “chapinha” usando ferro de passar roupa…

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06
Aug
2008
D.R., por favor.

Eu sou do tipo de pessoa que gosta de falar. Adora falar, na verdade. Eu sempre penso que posso resolver uma briga, um problema, na conversa e isso geralmente é bom. Mas é claro que, unido à minha ansiedade, pode causar problemas, já que eu quase nunca tenho aquela calma necessária pra deixar a “cabeça esfriar”. Quero resolver falando, aqui, agora, já, porque o tempo vai e não volta, porque cada segundo que se vai é perdido e, meu deus, a gente não pode ficar bem logo, por favooor? Diz que tá tudo bem, diz? É, eu sou assim.

Com o tempo aprendi que às vezes temos que nos calar, afinal, silence is gold e algumas discussões saem do nada, levam à lugar nenhum e só prestam para ferir os envolvidos. Apesar de saber que é bom ouvir (e eu sou uma ouvinte prestativa e muito atenta), ainda sou a favor de termos bom senso e escolhermos não nos calar diante de algumas situações. Porque, na real, eu acho que todo mundo deveria discutir a relação (que daqui pra frente eu chamarei, carinhosamente, de D.R.). De verdade. Namorados, ficantes, amigos, família: se não há nada mais chato que ficar fazendo joguinho com o seu amado, por que raios seria legal fazer isso com, sei lá, seus melhores amigos? É, essas pessoas incríveis que não vão te deixar mesmo se você engordar 283723kg ou ficar com outro no BBB?

Geralmente amigos não discutem relação. Já vi muita gente aí que, se tivesse conversado, teria resolvido na boa. No entanto, foi melhor brincar de vingancinha ou deixar o circo pegar fogo pra ver até onde ia. Alguém tem que ceder e, orgulho, meus caros, é uma virtude que tem limite. Pode te levar a alguns lugares, mas geralmente te impede de chegar a todos os outros. Por isso, melhor que orgulho, acho que o importante é ter confiança e iniciativa para certas conversas que se fazem necessárias de vez em quando. Afinal, toda relação madura que se preze evolui e muda com o tempo, o que exige reflexão de ambas as partes.

Agora de que forma você vai fazer isso é outro problema. Nos tempos do colégio, a gente facilitava tudo: escrevia cartas de 7 folhas de fichário e entregava num envelopinho cheio de adesivos para a pessoa e tudo bem. Isso se você fosse mulher, claro. Os meninos costumavam ver o circo queimar, ou então, tinham uma D.R.zinha de 5 minutos, no melhor naipe “bróder pra bróder”, terminando com aquele tradicional semi-abracinho da ala masculina.

O tempo passou e, infelizmente, a internet virou um jeito fácil para se dizer o que é difícil falar pessoalmente. E, por favor, não compare o msn às minhas cartinhas da adolescência. Era muito mais íntimo e pessoal. E, em todo caso, dava uma margem maior pra reflexão tanto do remetente quanto do destinatário. O problema do maldito msn é que ele é um telefone piorado, pois nunca se tem a noção do tom da pessoa e o tempo pra pensar é mínimo. Então, simplesmente fica fácil dizer qualquer absurdo que vier a mente.

Eu tive causos esse ano que poderiam ter se resolvido com uma simples D.R. via telefone, mas perdemos esse hábito. Quando você se acostuma a manter contato com uma pessoa pela web, você acaba restringindo a relação - ou vai me dizer que, se não for urgência, você liga correndo para o seu amigo, mesmo sabendo que ele vai ficar online já já? Se você ligar, ponto pra você. Como eu não sou do tipo que “corre atrás”, acabo tomando iniciativas mais impessoais: mandar sms, deixar scrap, etc.

As iniciativas impessoais podem facilitar o contato, é claro. Tudo tem seu lado bom, fora a economia na conta telefônica, por exemplo. Com o MSN ao alcance dos seus dedos, fica mais fácil iniciar uma D.R. quando necessária, coisa que você poderia demorar eras pra fazer se tivesse de ir até a casa da pessoa ou mesmo telefonar. Mas… Eu estou escrevendo isso para pedir que as pessoas conversem, mas mais que isso, sejam próximas e evitem os mal-entendidos dessa comunicação moderna.

Não demorou muito para eu descobrir que não podemos basear nenhum tipo de relacionamento em conversas na web, que parecia tão amigável em unir pessoas. Vejo até que alguns problemas teriam sido tão facilmente resolvidos se minha atitude de “falar tanto” tivesse sido mais direta, objetiva e pessoal e eu tivesse telefonado quando a situação ficou chata. Lição aprendida.

Conversem. Discussões são enriquecedoras para qualquer tipo de relacionamento e estranhem se nunca tiverem uma briguinha com as pessoas mais próximas. A gente discute quando gosta das pessoas, quando quer cuidar delas, quando acha que poderia aconselhá-las a seguir outro caminho. Ter medo de discutir é uma coisa que não tenho mais e, se for para felicidade geral da nação, melhor discutir agora do que perder tudo depois…

Sou a favor da DR. Falo muito. Falo bastante. E tenho dito. :)

PS: Que bom que vocês curtiram minhas camisetas! :D Me perguntaram sobre preços da Zara no twitter. Então, só pra esclarecer, essas camisetas aí algumas foram na faixa de prçeo normal da loja (entre uns R$35 e R$60) e outras eu peguei na liquidação por, PASMEM, 19 contos. Então, gente, só posso dizer que o melhor evento de junho é, de fato, a liquida da Zara. No fim do ano tem mais! Estarei lá.

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03
Aug
2008
Uma camiseta por dia…

… E uma camiseta pra dormir. Acho que eu nunca disse que sou absolutamente louca por camisetas aqui, né? Tenho comprado muitas e sou especialmente fã das que trazem mensagens. Não precisa ser necessariamente só texto, pelo contrário. Gosto de camisetas que traduzam meu estado de espírito no dia-a-dia. Bom, até por isso algumas ficam mais tempo na gaveta do que outras, apesar de serem geniais. Aí estão as minhas 7 camisetas favoritas com mensagens e uma camisetona fofa pra dormir, porque nem a camisola mais lindinha vence a boa e velha camisetona de algodão.

Won’t anyone hug me?

Gosto de usar essa quando quero bancar a fofa-moderninha ou, enfim, quando simplesmente quero abraços. Até hoje todas as vezes que saí com ela, ganhei pelo menos um abração de urso. Não há quem não se sinta tocado por esse toy-art-porco-espinho-fofo.  Comprei na Zara.

<3 Breaker

Fofinha e ácida, o que mais me chama atenção nessa camiseta é o contraste do rosa bebê com a mensagem e esse coração rabiscado ao extremo. Usei apenas uma vez, mas essa é mais “livre” pra usar, não exige muito do meu estado de espírito. Também da Zara.

Kiss me

Essa é pra quando eu quero atrair olhares, já que até o maior Zé da Feira sabe o que significa “Kiss Me”. Essa no ônibus já causou uma certa comoção, de gente virando pra olhar. Nem é pra tanto, vai? Mas, enfim, na rua também ouvi uns “smacks”. :P Uma pena é que eu comprei essa pelo mercado livre e fui surpreendida com uma malha não tão boa, apesar da camiseta ser da Aeropostale. Acontece.

Life, liberty and the porsuit of boys

Trazida diretamente da sede gigante da Old Navy em San Francisco (que tem roupas muito boas, mas lá não é considerada grande coisa), eu quase deixei essa camiseta pra trás. Ela estava numa pilha de “message tees” a caminho do caixa e eu só a vi na segunda vez que fui à loja. Achei a mensagem absurdamente infame e ótima, mas exatamente por isso só usei duas vezes desde que a comprei, em maio. A primeira vez foi no dia dos namorados, a segunda, no Juca. Bem propício.

I (lick) NY

… Por que a camiseta tradicional todo mundo tem. Essa eu paguei apenas $10 numa lojinha qualquer de Nova York e achei bem nice. Sei lá por que, mas gosto de usar com minha pashmina de oncinha. Não reparem na mão. Odeio ela, profundamente (juro). Acho que ninguém nutre um desgosto maior pelas próprias mãos do que eu. hehe Pelo menos, pra compensar, eu tenho o pulso fino. Enfim, próxima camiseta…

The first to love you, the first do leave you

Mais uma camiseta pra dias ácidos. O modelinho romântico, que tem os cordõezinhos pra amarrar dos dois lados, dá uma cara de vestidinho pra blusa que, pra mim, também contrasta com a mensagem. Boa pra usar com skinny/legging, sapatilha/all star. Também é da Zara.

The world needs more hugs

Camiseta no formato tradicional de “message tee”, mas com letras absurdamente brilhantes. Gosto de usar a noite, já que ela ofusca de dia e ainda fica justinha. Essa é de uma marca genérica “xis”. hehe Trouxe de Nova York também.

E pra dormir…

I <3 Wall - E. Ganhei do meu chefe que ganhou da assessoria da Disney enquanto eu ainda trabalhava na Play TV. A camiseta é tamanho GGGGG e bem confortável. Logo, nada melhor que usar pra fazer naninha! Eu sou bem fã de dormir de camiseta, já que me mexo tanto dormindo, que muitas vezes as alças da camisola ou do baby doll acabam incomodando no pescoço, porque saem do lugar. Nesse caso, camisetas compridas resolvem o problema.

PS: a luz das fotos está bem diferente, né? Pois é. Minha câmera enlouqueceu. É uma Nikon Coolpix 7900 de 7.1 MP, com pouco menos de 3 anos de uso. Não sei se ela está velha ou não para os padrões de eletrônicos, mas pra mim a resolução é mais que suficiente, senão compraria uma profissional. O problema é que ela está tirando fotos com luz e foco absurdamente esquisitos e aleatórios.  Vi uma câmera da Samsung por menos de 300 que tem até abturador mecânico e resolução total de 8.1, ou então uma semi-profissional Kodak Easy Share de 7.1 MP mesmo, mas com zoom óptico maior e recursos preciosos de estabilização de imagem. Alguém tem alguma outra dica de modelo pra me dar? Quanto tempo durou/dura a câmera de vocês? Sei lá, apesar dos eletrônicos estragarem fácil, eu fico com pena de já aposentar essa câmera, mas sei que não valerá a pena consertar…

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02
Aug
2008
10 Notas aleatórias para um sábado à noite em casa

- Não esperar que os outros cumpram o que prometeram.
- Mais importante ainda: não se alegrar com promessas.
- Não esperar. Nada, nunca. Simplesmente observar.
- Não olhar para trás, só para o agora. E não ficar inconformada caso algumas pessoas simplesmente não se atinjam. Talvez a indiferença seja a única arma delas.
- Fingir que não ouviu as reclamações alheias se você estiver num bode pior (meu caso).
- Acreditar em Murphy: este é seu último fim de semana de férias da faculdade e não há nada pra fazer. Semana que vem haverá tudo, é claro.
- Tirar o plastiquinho daqueles dvds novos e assistir, finalmente.
- Comer. Você não vai sair de casa, não vai ver ninguém, não vai por uma roupa nova. Ou seja, gula é uma ótima opção de prazer solo que você pode ter sem nem tirar o moletom brega que você tá usando aí em casa, com esse puta frio. Além do que, não há preocupação com pancinhas: ninguém vai te ver sem moletom messsmo… Entenderam agora a relação entre calcinha e chocolate?? (eu estava bem alegrinha nesse vídeo, oká? too much champagne.)
- Pegar todas as revistas, ver todos os vestidinhos lindos que você quer, anotar mentalmente os modelos e seguir amanhã para o shopping. Quem sabe ainda não há alguma liquidação de inverno? (eu vou fazer isso amanhã e nada vai me impedir)
- Abrir um vinho, comer a massa que sua mãe e o amigo dela estão cozinhando e ser feliz. Dormindo.

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