valentine’s day…

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Eu poderia falar sobre os curtas da Pixar em dvd, sobre o cd do Michael Jackson, sobre o filme do qual participei (e onde conheci o Caio Blat). Mas não vou. Vou falar de uma coisa que vem me deixando, digamos, inquieta – ainda mais em Valentine’s day (para quem não sabe é o dia do amor em quase todo o mundo, menos aqui).

Até onde as convicções que te impuseram podem te afastar de alguém? Alguém tem mesmo o direito de falar alguma coisa sobre quem você sai ou deixa de sair? Onde termina a simples carência e começa o gostar de verdade? Esperar para ver o que é ou fechar os olhos e se jogar?

Esperar ou se jogar?
Essa é a pior de todas. Sou do tipo que se joga, sempre. Dizia minha terapeuta que quanto mais alto é o pulo, maior a chance de quebrar a cara. Ela está certa. E eu aprendi uma lição nos últimos tempos. Mas, esperar quanto? Casais por aí que estão há anos juntos muitas vezes perdem o ânimo de casar por isso. Mas, não, não quero me casar. E isso é um outro assunto.
Vou tentar não pensar e apenas sentir. Mas fica difícil quando essa pessoa é quem anda te fazendo sorrir tantas vezes…
(estou travada para escrever sobre mim e sobre qualquer outra coisa, menos sobre as coisas do trabalho. Espero que isso seja passageiro. =/ )

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