Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima!

seg
Passou, passou. Tudo não passou de uma crise de sinusite desacompanhada de gripe (por isso que eu não me toquei logo de que não era uma enxaqueca retumbante). Depois de 8 dias tomando duas doses diárias de antibiótico, estou ótima. O meu aniversário foi ótimo e eu acho que nunca comemorei tantas vezes na vida! hehe Dia 12 fiz almocinho com a família, esse sábado fui pra Choperia Liberdade com a galera (fotos no meu flickr) e hoje teve bolo no serviço. Ê vida boa! _o/

Além daquele questionamento que quem lê aqui sabe, acrescentei outro à minha lista, mas não vou me estender. Vamos aos filmes bons que eu vi e quero compartilhar :)

Image Hosted by ImageShack.usLetra e Música
Hugh Grant melhor que nunca – não sou da época dele, mas ele exerce seu charme sobre mim, admito. Não gostei muito da Drew Barrymore – a personagem dela é caricata demais – mas os dois têm química juntos, tenho de admitir. O filme é, basicamente, sobre um cantor e compositor dos anos 80 (Hugh) que precisa compor a_música para não cair no esquecimento. A questão é que ele não é bom com letras, mas sim com a melodia. Então ele conhece a Drew, uma escritora frustrada que acaba ensinando pra ele o valor de uma boa letra. Vale a pena assistir principalmente pela trilha sonora e as tiradinhas do Hugh. Sem contar que rola uma crítica em relação aos artistas POP, tanto dos anos 80 quanto às cantoras pop atuais, que constituem carreiras estelares do dia pra noite – no caso, a cantora é Cora Coliman, uma artista maior que “Britney e Christina juntas”. Boas risadas e suspiros. Recomendo, mais uma vez, a trilha sonora – inclusive as músicas da Cora hehe. Pra entrar no clima, veja o clipe da banda do Hugh nos anos 80 (lembra muito Duran Duran!).

Image Hosted by ImageShack.us Morte no Funeral
É o tipo do filme que eu faria. Uma excelente história, excelentes atores, poucas locações. Tudo gira em torno do funeral (jura?!) de um senhor de família tradicional, durante o qual vão sendo revelados vários podres deste patriarca. É extremamente engraçado e tem aquelas típicas cenas de vergonha alheia. O destaque fica para o ator que fica peladão. Não pelo corpo, mas pela atuação (juro! hehe). Ele interpreta um cara doidão extremamente realista e engraçado ao mesmo tempo. Muito foda. Recomendo principalmente pelo roteiro e pelos atores.

Image Hosted by ImageShack.us Tropa de Elite
Todo mundo já falou e eu vou tentar não ser redundante. Não tenho posições políticas extremas, mas durante o filme eu cheguei até a apoiar as sessões de tortura. Torci para os fdp’s falarem e tal. Isso pode ser apenas um êxtase coletivo, mas torna-se perigoso à medida que o filme vira mania nacional e até pessoas esclarecidas (não que eu seja muito, mas enfim!) esquecem-se da ética. Essa é a maior prova do quanto estamos cansados da situação brasileira e, ao mesmo tempo, é a maior prova do quanto nós não iremos fazer absolutamente nada. Já fomos expostos demais a essas situações e nos tornamos imunes a determinadas coisas. E que fique para os policiais a tarefa de “corrigir o sistema”! É como se isso não fosse problema nosso e que se alguém deve dormir com peso na consciência, esse alguém é o policial (e ai dele se ele se corromper!). Enfim, não levanto bandeira alguma pois não acho que eu tenha condições de justificar um ponto de vista sólido, apenas quis propor uma reflexão básica sobre a nossa hipocrisia.

É isso! E eu estou no Facebook agora. Procurem por mim. :))

Eu, agora
Humor em dúvida em duas áreas bem importantes da minha vida.
Pensando no que fazer²
Comendo tomando água.
Ouvindo/Assistindo telefone com o Rodrigo
MSN ninguém.
Navegandoapplications do facebook

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