Uma das coisas que eu mais odeio…

qua

( demorei pra postar, mas hoje o assunto é bom. E vou dizer a mesma coisa que eu disse pro pessoal que entra no meu fotolog: se vocês gostam, continuem vindo mas, com o trabalho, tá difícil de parar para responder todos os comentários. =/ )

Sabe aquela pessoa com quem você estuda/trabalha no mesmo recinto, entre 4 paredes, porém não conhece o suficiente para engatar nem uma conversinha tipo “bom dia, como vai?”? Aquele tipo de pessoa que você sabe o nome, vê todos os dias, mas não sabe se ela conhece o seu nome? Pior ainda, você cometeu uma gafe outro dia envolvendo uma característica superpessoal desta pessoa há uns diazinhos atrás (tipo, falar mal de loira oxigenada e a tal loira é a pessoal que você conhece-e-não-conhece).

Então, eu detesto esse tipo de situação. Geralmente eu não costumo ser tão *sortuda* e cometer gafes, mas as primeiras descrições SIM, isso sempre acontece comigo. Eu geralmente consigo sair dessas saias justas com um sorrisinho simpático, o que não exige um engate de conversa e nem muito esforço criativo da minha parte – ou seja, é apenas o suficiente para eu não parecer antipática. Tudo super lindo, isso se a pessoa em questão não for SÉRIA e, digamos, pouco receptiva costumeiramente.

Afinal, nada que está ruim pode ficar pior, né? É… Pois esta pessoa pega o ônibus comigo indo para o trabalho, entra no mesmo elevador que eu, entramos pela mesma porta e, tcharam, silêncio. Não gosto, não me sinto confortável e gostaria de pensar que o outro(a) também se sentiu, assim dá pra ter mais fé na humanidade. Enfim, odeio essas situações, principalmente quando um sorrisinho não resolve.

* Passei por isso hoje, e mamãe sempre disse que “por favor”, “obrigada” e um sorrisinho abririam muitas portas pra mim.

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