Hot Dog.

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Quem é de São Paulo com certeza já ouviu falar na rede de lanchonetes especializada em cachorros quentes “Black Dog“. E eu, como tenho a honra de estudar na Paulista, vou algumas vezes pra lá, quebrando todos os costumes de uma boa dieta.

Terça à noite eu deixei de ir à academia pra ir comer o tal cachorro quente com meu namorado (ele também é da facul, mas faz jornalismo). Fomos. Pedi o cachorro-quente: “Mini, completo, prensado. Guaraná Diet”.

Depois de uns 10 minutos esperando, eis que chega meu lanchinho e o moço me diz: “É um mini sem salsicha né, moça?” . Fiquei pê. Se eu tivesse que esperar tudo de novo por uma salsicha… “Claro que não. Quem vem no Black Dog comer cachorro quente SEM salsicha??”. Depois de alguns segundos de discussão foi que eu percebi que o cara estava brin-can-do. Fiquei bravINHA, ainda mais porque não me deram canudinho. Comi e fui feliz com a minha junk food prensada.

Ontem à noite eu precisei pegar metrô. Na carteira? 5 reais só. Fui para o guichê, o moço olhou e falou: “É, essa nota é falsa”. “Como assim?? Putz”. Virei e fui embora. Ainda bem que deu pra eu pegar um ônibus, mas fiquei refletindo: “onde peguei essa nota?” . Adivinha? Com os espertinhos do Black Dog. A culpa não é deles, mas fiquei pê (de novo) quando me toquei. E por que raios alguém falsifica uma nota de CINCO reais? É foda: o povo quer roubar e nem isso sabe. ¬¬

Eu sei que seria impossível caírem nessa, mas eu falsificaria notas de 100 e renovaria o guarda-roupa. =D

ps: alguém aí já ouviu falar do entortador de colheres, Uri Geller? Vejam só o novo reality show.

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