Whazzup, dear?

qui

Olha só, demorei de novo.

Bom, claro, não me sinto obrigada a postar aqui, mas é que no dia que eu penso “wow, que vontade doida de escrever” não me ocorre na-da pra escrever. Mas, hoje, além de eu estar com a maior vontade de escrever, eu tenho coisas pra falar. Por partes (e pelo que eu lembrar).

Cabelo:
Pelo visto minha franjinha só fica boa quando os outros vêem ou quando eu me vejo no espelho. Tá péssimo pra tirar foto: acho que ainda não descobri os “ângulos” certos, mas eu vou no espelho e ela tá tão bonitinha..! (não entendo ¬¬). Ah e eu descobri o problema com a foto ali uns dois posts abaixo que não aparecia: agora ela aparece, e pra quem não tinha visto meu cabelo ainda, agora vê. ;)

Filmes:

– O Gabinete do Dr. Caligari
Primeira expressão do expressionismo alemão no campo cinematográfico (gostaram de “primeira expressão do expressionismo”, né? =p). Filme fo-da. Os caras, que fizeram o filme em 1909 e só exibiram em 1920, me deixaram mais intrigada do que muito filminho de suspense por aí. E, aliás, um super trabalho de corpo do ator que faz o sonâmbulo: fantástico. Roteiro, cenários retorcidos (Expressionistas). Assistimos o filme na aula de cinema na faculdade, aula durante a qual eu fi-nal-men-te aprendi (e sei explicar) o que é uma luz expressionista, como foi a da minha primeira peça no Macunaíma, uma tragédia grega, “As Suplicantes”, de Ésquilo. O diretor disse:” é uma luz expressionista”, e depois acabou esquecendo de esclarecer a questão… Ah, e claro, entrou pra minha listinha de favoritos com o grande mérito de ser um filme de quase 100 anos de idade.

– Uma Vida Iluminada
Só a fotografia vale, e a interpretação. Mas não gostei do filme, história chata, abordagem meio entediante e muuuuito lenta. Cochilei várias vezes. Devia ter alugado “4 amigas e um jeans viajante” ao invés dele. Alguém já assistiu??

Ônibus e frio:
Ai. Descobri que posso dormir mais meia hora e pegar ônibus às 7 e chegar com uma folguinha de 5 minutos na faculdade (7:55). Até aí, ótimo! Principalmente quando hoje eu levantei, cheguei no horário certinho para o ônibus e ainda por cima ele estava VAZIO. O que acontece? As pessoas estão hibernando? Acontece a mesma coisa quando chove: ônibus VAZIO. E eu, que sempre fugi de chuva, me pego direto torcendo “chove, chove!” só para o busão estar livre. =p

Teatro:
Animadíssima com a peça do macunaíma. Aliás, uma peça que na verdade são três, porque nós pegamos três peças de Plínio Marcos (Navalha na carne, Abajur Lilás e Mancha Roxa) e vamos fazê-las todas, na íntegra, só que intercaladas, numa peça só. A peça ficou com o nome de “Trilogia Maldita”, e vamos nos apresentar dias 14,15 e 16 de julho, bem no finzinho da mostra do macu, o que com certeza traz mais público. UHU! ensaios religiosos todo santo domingo. =D MERDA!

ps: quem não souber o porquê de se falar “merda!” nos camarins dos teatros, pode falar que eu conto o “mito”. ;)

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