Umas Verdades.

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Por que eu me importo com o que não deveria mais fazer sentido pra mim?
Por que eu me desapego tão fácil a princípio, pra depois descobrir que eu não me desapeguei tanto quanto gostaria?
Por que eu fico bem mas insisto em me cutucar com o que machuca?
Por que apesar de eu estar escrevendo tudo isso, eu acho que isso não me afeta tanto quanto parece?

Essas perguntas ficam na minha cabeça e fazem martelar ainda mais o assunto que as trouxeram à tona. Quando quero chorar pra pôr pra fora eu não consigo: o olho enche, mas não o suficiente. Se quero escrever, dá nisso: falo milhares de coisas que não dizem nada, exatamente porque o que está acontecendo mesmo eu tenho tanta vergonha de dizer que fico ridiculamente quieta.

Eu odeio o Orkut. Eu odeio quem não tem mais o que fazer. Eu odeio quem faz por fazer. Eu odeio quem muda da água pro vinho. Eu odeio as coisas não serem como eu quero. Eu odeio quando penso que estou fazendo o melhor e descubro que, na verdade, eu não sei o que fazer. Eu odeio quando as coisas mudam e eu caio de cara no chão. Eu odeio achar ridículos os meus motivos. Eu odeio achar certas coisas frescuras. AGH. Odeio tanta coisa que às vezes sinto que o que eu amo fica ínfimo. Por que eu nunca sei aproveitar o que a vida me dá? E lidar com o que ela não dá? Por que? … Por que eu penso em tanto futuro e deixo meu presente ir escorrendo pelos dedos? =’/

Talvez eu tenha que voltar pro divã caso isso continue a me atormentar dessa forma.
Desabafei e não desabafei. Ótimo.

ps: esse é meu cabelo novo. ficou muito bom! =)

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